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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Brotheragem: Se o homem é um animal político, Renan é super-homem

E Renan Calheiros (PMDB-AL), hein? Agora ele decidiu ser adversário do governo. Michel Temer — que o senador hostilizou ao tempo em que era presidente do Senado, e o outro, vice-presidente — voltou a ser seu alvo fixo.

Mas, afinal, o que quer Renan? Certamente Freud responderia ser mais fácil saber o querem as mulheres, rsss.

Antes de tratar desses quereres, algumas considerações.

Super-homem
Vocês sabem como os gregos gostavam de deixar frases e conceitos para a posteridade. Parece até que sabiam que um dia, muitos séculos depois, um articulista qualquer escreveria: “Como disse Aristóteles…” — nesse caso, a citação tem de ser literal. Ou então: “Como diria Platão…” — aí é para quando você imagina o que diria o dito-cujo diante da situação que você enunciou.

Por que é que Aristóteles disse que “o homem é um animal político?” A resposta é simples. Porque ele ainda não conhecia Renan, hoje líder do PMDB no Senado. Se ressuscitado e privasse da intimidade do Napoleão de Murici, acompanhasse sua trajetória política, Aristóteles inescapavelmente diria: “Renan é um super-homem”.

Então ficamos assim: se o homem é um animal político, Renan Calheiros é um super-homem.

Sua trajetória realmente impressiona. O homem é investigado em… 11 inquéritos: oito dizem respeito à Lava Jato; um é da Operação Zelotes; outro está relacionado a fraudes na usina de Belo Monte, e um último investiga operações financeiras suspeitas. E já é réu por peculato, naquele caso em que é acusado de ter pagado pensão a uma filha, nascida fora do seu casamento, com recursos de uma empreiteira.

Pois é… Até agora, apesar disso tudo, o sr. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, denunciou o senador uma única vez, em dezembro do ano passado. O pedido para que se torne réu ao menos uma vez na Lava Jato está no tribunal desde 12 de dezembro. Todos se lembram da celeridade da PGR quando o assunto era Eduardo Cunha, não? Renan parece ter o incrível dom de fazer o tempo andar mais devagar.

Vamos nos lembrar. No fim de 2015, Renan se juntou a Dilma contra Michel Temer, e o Planalto dilmista decidiu destituir o então vice-presidente e seus aliados do comando do PMDB. Por que Renan agia daquela maneira? Apostava, por alguma razão, que, caso se mantivesse fiel à então presidente, iria se complicar menos na Lava Jato.

E hoje?
Renan está numa situação difícil. Seu mandato expira em 2018. É pouco provável que seja condenado, se vier a sê-lo, antes da disputa. A sua dificuldade, nesse particular, é com o eleitor. A chance de ganhar um quarto mandato no Senado — seriam 32 anos só nessa Casa! — é considerada remota.

Então Renan decidiu… Bem, Renan decidiu atacar o governo do presidente Michel Temer. E não por seus eventuais defeitos, mas por suas qualidades. Opôs-se, por exemplo, à sanção da lei das terceirizações. Já fez críticas à reforma trabalhista e está longe de ser um entusiasta da reforma da Previdência.

Como esquecer? Antes de fazer o acordão com a turma da Dilma, ao qual se manteve fiel quase até o fim, Renan também atacou a então presidente. No dia 1º de Maio de 2015, em rede nacional de rádio e televisão, criticou o ajuste fiscal proposto por Joaquim Levy. Os petistas diziam a mesma coisa…

De volta
Renan e Lula jamais se desentenderam. São “brothers”, entendem? E essa “brotheragem” pode resultar numa aliança política em Alagoas, mas, é certo, com repercussão fora de lá. Afinal, Renan é figura influente no PMDB — tanto é que se impôs como líder do partido no Senado. O “Rei dos Inquéritos” pode ser um primeiro sinal de que o petismo busca romper o isolamento a que foi relegado pela Lava Jato.

Num vídeo postado nas redes sociais neste domingo, disse o senador:

“A sanção presidencial da terceirização irrestrita e a insistência do governo em fazer essa reforma da Previdência, que pune trabalhadores e o Nordeste, significa dizer que o governo continua errático e, quem não ouve erra sozinho”.

Se disser isso com a voz rouca e grave e com a língua presa, só fica faltando a barba.

É isto: Lula e Renan estão de “brotheragem”.


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domingo, 2 de abril de 2017

A CRISE NO PARAGUAI E UMA MIRÍADE DE ONGS ACELERANDO O GLOBALISMO. TUDO JUNTO, MISTURADO E MISTERIOSO.

Alguns dos estimados leitores deste blog me perguntaram se eu não iria analisar e comentar a recente crise política que acaba de eclodir no Paraguai e que culminou inclusive com o incêndio criminoso do prédio do Congresso Nacional. A minha resposta é que até agora não se sabe exatamente qual é o nó da questão. Aliás, desde que Horácio Cartes assumiu a presidência do Paraguai o noticiário político e econômico relativo àquele país reduziu-se ao contrário da época em que bispo comunista Fernando Lugo fazia uma dobradinha com Lula e seus sequazes no contexto do Foro de São Paulo.
Depois que Lugo foi afastado do poder o noticiário relativo ao Paraguai encolheu. O que se sabe por alto é que Cartes deu um novo impulso econômico e social para o país com mais segurança para investidores e geração de empregos.
Mas os últimos acontecimentos políticos em nível global que colocam uma imensa pedra no caminho do dito globalismo, principalmente com a eleição de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos e o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) colocaram em xeque como nunca antes na história da imprensa todo o noticiário que é veiculado pela grande mídia. O termo Fake News - que em inglês quer dizer ‘notícia falsa’ - resume tudo. E foi Trump que apontou o dedo contra um jornalista da CNN e lascou: ‘fake news’. Condensou tudo em duas palavras demolindo as falácias dos pretensos impolutos jornalistas.
A última eleição presidencial norte-americana é sem dúvida um “acontecimento”, como foi o Brexit. O acontecimento só é acontecimento de verdade quando é capaz de mudar o curso da história.
Mas retomando o caso da crise política paraguaia sabe-se pelo que foi noticiado que além do Presidente Horacio Cartes há outro ator por trás de toda a agitação e quebra-quebra que se viu: o ex-presidente comunista Fernando Lugo. 
Segundo foi noticiado, Lugo estaria liderando as pesquisas de intenção de votos para a sucessão de Cartes. Neste caso tanto a Lugo quanto a Cartes interessaria as mudanças nas regras constitucionais que proíbem a reeleição.
A Fundação Avina, que aparece como doadora da ONG brasileira UpDate 
Mas uma pergunta que fica de tudo isso é quem são os agitadores que incendiaram o parlamento? A crise surgiu de repente? Sabe-se todavia que não se arregimenta com facilidade gente como coragem de cometer tal atentado. Fala-se num dito Movimento Liberal de jovens. Mas convenhamos, “liberal” no sentido estrito do conceito no que concerne aos cânones da filosofia política não combina com ativistas encapuzados que incendiam prédios públicos e promovem a anarquia.
Na sequência desta postagem ofereço um pitaco, apenas, do que está acontecendo e que provisoriamente se conceitua como globalismo. Leiam que vocês terão uma ideia geral. Considero imprescindível a leitura, porquanto essas informações são zelosamente escamoteadas pela mainstream media. Constatarão também que os acontecimentos no Paraguai não são fatos isolados. E a dificuldade em apurar esses fatos resulta, evidentemente, do conluio da grande mídia com as agências e organizações globalistas.
Pedro Abramovay, ex-AVAAZ, Diretor Regional da Open Society Foundations de George Soros para América Latina e o Caribe.
ESQUEMA INFERNAL
Em sua edição de ontem a Folha de S. Paulo publicou um texto de autoria do fotógrafo e cinegrafista João Wainer narrando os acontecimentos. Aparentemente o fotógrafo estava trabalhando para uma ONG brasileira, já que se refere a essa organização e que seus dirigentes foram atingidos por petardos não-letais (suponho que são as ditas balas de borracha) desferidos pela polícia e que ele, Wainer escapou por um milagre de ser atingido.
Trata-se de um grupo da ONG denominada UpDate sediada em São Paulo cujos integrantes, quatro pessoas, estariam no Paraguai realizando estudos e levantamentos, já que opera em nível latino-americano. Coincidência ou não o certo é que lá estavam os ‘ongueiros’ brasileiros justo no olho do furacão a ponto de serem alvos de projéteis não-letais disparados pela polícia.
Se meu esforço no sentido de entender o que está de fato rolando no Paraguai logrou apenas relativo êxito, por outro lado ofereceu o fio da meada que envolve uma miríade de ONGS, as tais organizações não-governamentais, embora muitas delas vivam de dinheiro público.
A logomarca da UpDate, no site dessa organização com sede no Brasil e que opera em toda a América Latina e o Caribe. Seus diretores estavam no Paraguai realizando estudos políticos quando estourou a agitação.
As que não mamam diretamente nas tetas governamentais, sugam o dinheiro por vias oblíquas, ou seja, por meio da ONU e outras organizações multilaterais menores. Como a ONU e congêneres sobrevivem dos bilhões de dólares dos países que a compõe por meio de repasses anuais, trata-se de dinheiro público, ora essa. Quem mantém os burocratas e tecnocratas da ONU a peso de ouro somos todos nós. Juntos estamos diluídos no elástico conceito de povo no qual cabe o mundo inteiro!
Mas é claro que a ONU não está sozinha no financiamento dessas tais ONGs. Aparecem como seus doadores uma miríade de organizações, muitas delas outras ONGs maiores. Mas também tem os mecenas particulares que custeiam essas ditas organizações não-governamentais. 
A ONG UpGrade, por exemplo, tem entre seus apoiadores financeiros a socióloga Maria Alice Setubal, herdeira do Banco Itaú e que se notabilizou principalmente no apoio à candidatura presidencial de Marina Silva da tal Rede Sustentabilidade. Na verdade, a Rede não é um partido mas sim parte do esquema do dito globalismo.
Outro doador da ONG UpGrade é o indefectível mega investidor George Soros, por meio de sua fundação a Open Society. 
Dentre os financiadores da UpDate a Open Society de George Soros e Maria Alice Setubal, herdeira do Banco Itaú.
DE VOLTA ÀS CAVERNAS
O número de organizações ditas “não governamentais” é tamanho em todo o mundo que a tarefa de relacioná-las, suponho, seja impossível. São milhares dessas organizações e todas elas têm uma agenda comum: são politicamente corretas. Assim, são militantes e operadoras da disseminação da tal “agenda verde”, conhecida como “ecochatismo”. Mas não é só isso. Estão sintonizadas com todas as causas bundalelês e têm o apoio total dos jornalistas da grande mídia. São portanto militantes do feminismo e demais políticas de gênero. Possuem um meta idioma operado a partir de conceitos que corrompem a noção tradicional do empreendedorismo, da economia e da política.
Quem está por fora do que está de fato ocorrendo no mundo e faz análises com base nos conceitos tradicionais da política e da economia, será incapaz de decifrar um único discurso de um desses ongueiros da diversidade bundalelê. Na verdade já criaram um novo idioma que pode ser expresso em qualquer língua em todos pontos   da Terra. É o que denomino provisoriamente de “metaformose dos conceitos”.
Isto fica provado no vídeo que ilustra esta postagem. Trata-se do evento “Disruptive Innovation Festival”, realizado no Rio de Janeiro em novembro de 2016. Como podem notar um dos debatedores desse painel é um dos diretores da ONG UpGrade que estava realizando estudos no Paraguai, justamente quando, supostamente “o “povo” endoidou e decidiu tocar fogo no Parlamento.  
Não é à toa que essa tal diversidade politicamente correta acolhe e, portanto, jamais censura, esses fatos violentos que promovem o retorno da humanidade, sobretudo os povos ocidentais, de volta às cavernas. 


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Sponholz: Brasil - 517 anos à deriva.

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sábado, 1 de abril de 2017

PSOL APOIA MADURO, O DITADOR GOLPISTA DA VENEZUELA.

A turma do PSOL confraternizando com o ditador da Venezuela, Nicolas Maduro.
O PSOL, o tal Partido Socialismo e Liberdade, cujo nome em si já é uma tremenda contradição porque não houve até hoje no mundo um regime só socialista que não fosse uma ditadura opressora e assassina, desta vez foi pego com as calças na mão.
O site do Instituto Liberal de São Paulo - ILISP, descobriu que o PSOL apagou de seu site uma matéria em que expressa seu apoio à então candidatura do tiranete da Venezuela, Nicolas Maduro. Quem tenta acessar a postagem é redirecionado para uma página de erro 404. Ao tentar acessar o artigo, os usuários são redirecionados para uma página com erro 404. Entretanto o ILISP extraiu a versão salva pelo WebArchive e o artigo pode ser lido na imagem abaixo. 
A matéria informa que o PSOL se preparava então para ir à Venezuela acompanhar a eleição de cartas marcadas que elegeu o tiranete. Sim, porque eleição em país socialista sempre foi e será de cartas marcadas. 
Para que não sabe, o PSOL pretende ser o partido mais comunista do mundo. E de fato é. Trata-se de um ajuntamento de psicopatas. Realizam cursos para lavagem cerebral dos jovens, principalmente estudantes. E a lavagem cerebral funciona e já imbecilizou um montão de gente, conforme este vídeo:
Partidos como o PSOL são pseudos dissidentes do PT, ou seja, linha auxiliar de Lula e seus sequazes. Numa eventualidade de proscrição do PT os proscritos têm assim um partido constituído. Igual ao PSOL são a Rede da Marina da Selva, o PSTU, o PPS, PSB e outras siglas nanicas esquerdistas. O comunismo é uma espécie de hidra, tem várias cabeças. Segundo a mitologia grega, caso cortassem uma cabeça do réptil horripilante imediatamente outras surgiriam imediatamente.
Portanto, para salvar o Brasil desse bando de psicopatas tem de proscrever todos os partidos de viés comunista. Eles constituem a fonte de todo o mal que acomete o Brasil e os brasileiros.
Está aí a Operação lava Jato cujas investigações estão mostrando tudo, ou seja, o modus operandi da vagabundagem comunista que sempre teve o apoio de mega empresários, especuladores e oportunistas de toda ordem. 
AQUI O APOIO DO PSOL AO TIRANETE DA VENEZUELA
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Sponholz: 1º de abril, dia de Santo Luiz Inácio...




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Temer ignora patrulha, faz coisa certa e sanciona terceirização

O presidente Michel Temer fez a coisa certa e sancionou a projeto de lei que permite a chamada terceirização ampla; vale dizer: as empresas poderão contratar terceirizados também para as chamadas atividades-fim. É um passo importante na modernização das relações trabalhistas. Temer aplicou apenas três vetos parciais: dois deles por redundância, porque ofereciam garantias que já são dadas pela Constituição. De relevante mesmo, só a restrição ao tempo máximo de contrato temporário: no texto original, ele seria renovado em acordo. O presidente estabeleceu o limite de nove meses.

Há uma reforma trabalhista em debate. É possível que disposições dessa reforma ainda venham a disciplinar aspectos da relação dos terceirizados com as empresas contratantes. Alguns milhares foram protestar na Paulista nesta sexta, insuflados por movimentos de esquerda. A terceirização estava entre os alvos da manifestação. Temer ignorou essas pressões e fez o que tinha de ser feito.

Pesquisa Ibope divulgada ontem informa que a rejeição ao governo bate recordes. Explico num longo texto os motivos. Afirmei que o presidente tem de surfar na impopularidade. O que isso quer dizer? Algumas das coisas que só ele pode fazer pelo bem dos brasileiros não são exatamente populares. Pegue-se o caso da reforma da Previdência. Por mais que se evidencie a necessidade, não tem jeito, a propota nunca será popular.

Com a terceirização, acontece algo parecido. Os que serão beneficiados por ela — vai facilitar a geração de empregos — não vão para as ruas dar vivas. Já os militantes profissionais vão às ruas com seu proselitismo mixuruca.

Se não for Temer a fazer as reformas agora, elas não serão feitas depois. Ou vocês acham que candidatos à Presidência, em 2018, incluiriam as ditas-cujas em seus respectivos programas de governo?


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Aécio – Acusação prova de novo: sigilo de delações tem de acabar

Se vocês procurarem no arquivo do meu blog, vão encontrar dezenas de textos em que defendo que se ponha um fim ao sigilo das delações da Odebrecht e de quaisquer outras. Por quê? Porque os vazamentos, tragam verdades ou mentiras, ditam o rumo dos acontecimentos, as ações políticas, o destino de país. Sendo assim, estamos, na prática, sendo governados por quem decide o que vazar e contra quem.

Reportagem de capa da VEJA afirma que Benedito Júnior, ou BJ, ex-diretor do grupo Odebrecht, teria dito em delação que depositou dinheiro, fruto de “contrapartidas” em obras, numa conta de um banco em Nova York, administrada por Andrea Neves, irmã do senador. O nome da instituição não foi divulgado. As “contrapartidas” diriam respeito às construções da Cidade Administrativa, em Minas, e da usina hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia.

Alberto Toron, advogado de Aécio, afirma ter entrado em contato com Alexandre Wunderlich, defensor de BJ. Wunderlich negou, garante Toron, que seu cliente tenha feito tal afirmação contra Aécio em delação.

Em nota enviada à VEJA, o senador repele com veemência as acusações. O mesmo faz Andrea, que classificou a acusação de “falsa, covarde e mentirosa”. Ela diz ainda: “É lamentável que afirmações dessa gravidade sejam divulgadas sem que seja checada antes a sua veracidade. Assim que forem apresentados os dados que permitam identificar o banco e a conta, vou cuidar pessoalmente de provar a falsidade da acusação. Infelizmente, quando isso ocorrer, a publicação do desmentido não será capaz de reparar os danos causados pela divulgação da falsa informação. Tristes tempos esses em que palavras de acusação, mesmo quando facilmente comprovadas suas falsidades, valem mais que a verdade”.

Sim, uma coisa parece certa: caso se conheça o banco, fica fácil saber se existe a tal conta administrada por Andrea ou em seu nome. Isso não é mera questão de opinião. Aécio, por sua vez, diz ser a acusação “falsa e absurda”. Mais: “Se confirmadas tais declarações — vazadas ilegalmente —, elas precisam necessariamente de comprovação, dada a gravidade de seu conteúdo”. Ele também reclama não ter nem como se defender, já que não cita o nome do banco ou o número da conta.

Na nota, Aécio diz ser um “defensor da liberação imediata e total do conteúdo das delações. Com isso, os acusados poderão saber exatamente do que precisam se defender”. Lê-se mais: “Se feita, a afirmação sobre a existência de uma conta em Nova York, controlada pela irmã do senador Aécio Neves, obriga a que o delator apresente dados da mesma. Ao fazê-lo, ficarão comprovadas a mentira e a covardia da falsa acusação”. O tucano disse que “jamais manteve com o delator qualquer abordagem ilícita”.

É urgente!
Consta que Edson Fachin, relator do petrolão no Supremo, só começa a decidir em abril sobre o pedido de abertura de 83 inquéritos, feito por Rodrigo Janot, com base nas delações da Odebrecht. Não está claro se vai decretar o fim do sigilo das delações ou não.

Bem, meus caros, de qual sigilo se está a falar? A cada dia, surge um novo petardo contra alguém, oriundo desse material secreto. O país não pode ficar nas mãos de vazadores, não é mesmo? Não vejo outra saída para esse particular que não escancarar as coisas de vez. Culpados ou inocentes, os políticos não podem ficar reféns de pessoas que também estão cometendo crimes. E, por óbvio, algum propósito hão de ter.

Chega! Fim do sigilo já!


Arquivado em:Brasil, Política


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