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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Déficit do Tesouro é o maior desde 1997

O setor público, formado por União, Estados e municípios, registrou um deficit primário de R$ 155,7 bilhões  em 2016. Trata-se do pior resultado da história, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco Central. O resultado corresponde a 2,47% do PIB, e representa um aumento de R$ 44,5 bilhões em relação ao resultado negativo de 2015. O desempenho do indicador reflete a queda na arrecadação, consequência da crise econômica, e o aumento em despesas importantes, como as com Previdência, que teve um saldo negativo de R$ 149,7 bilhões. Apesar do rombo recorde, o resultado ficou dentro da meta para o setor público no ano passado, que era de R$ 163,9 bilhões. Para este ano, a meta é de R$ 143 bilhões.
O deficit primário do Tesouro Nacional foi de R$ 154,2 bilhões em 2016, o pior desempenho desde 1997. Apesar de ruim, o resultado foi R$ 16,3 bilhões menor do que a meta aprovada pelo Congresso para o ano, que era de um rombo de no máximo R$ 170,5 bilhões.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, comemorou o resultado. Segundo ele, isso só foi possível graças à “condução rigorosa da execução orçamentária e financeira”. O ministro disse ainda que a tendência agora é de melhora, pois o teto de gastos aprovado pelo Congresso permitirá ao país voltar a produzir superávits primários.

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Nova operação investiga avião em que morreu Eduardo Campos

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a Operação Vórtex, desdobramento da Operação Turbulência que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro na compra do avião do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em 2014. Os policiais investigam a participação de mais uma empresa na compra da aeronave Cessna Citation na qual Campos morreu com outras cinco pessoas em acidente durante a campanha presidencial de 2014. O empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão, genro do ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio, foi levado coercitivamente para depor. Carneiro Leão é um dos sócios da empresa Lidermac Construções, que possui contratos com o governo de Pernambuco e com vários municípios no Estado. Além dele, outros três sócios da Lidermac também foram alvos de mandados de condução coercitiva hoje.
Ao todo, 30 policiais federais foram destacados para cumprir 10 ordens judiciais em Pernambuco, sendo 6 mandados de busca e apreensão (4 no bairro de Boa Viagem, 1 no Pina e 1 em Jaboatão dos Guararapes) e 4 mandados de condução coercitiva (todos no bairro de Boa Viagem).
O nome da operação é uma referência ao jargão aeronáutico vórtex (ou vórtice), que é o nome dado ao movimento de massas de ar em formato de redemoinho ou ciclone que geralmente precede a turbulência.

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Donald Trump: eis um homem que, de fato, odeia os EUA!!!

Donald Trump está no poder há meros 11 dias. E já deu para perceber que o mundo que ele deseja é incompatível com um estágio de civilização para o qual contribuíram, de forma definidora, ora vejam!, os Estados Unidos.

A globalização econômica é uma construção e uma conquista americanas. A aldeia global, na área da cultura, é uma construção e uma conquista americanas; a forma como está organizado o sistema de trocas entre as nações — indústria, comércio, serviços — é uma criação e uma conquista americanas. A tudo isso o celerado resolveu dar as costas.

No fim das contas, olhem que estupefaciente!, descobrimos que existe um homem que odeia o papel desempenhado pelos Estados Unidos nos últimos 150 anos. Seu nome é Donald Trump.

E como ele chegou lá? Existe uma crise econômica e social aguda no país, situação que costuma abrir as portas para delinquentes da estirpe de Trump? A resposta, obviamente, é “não”. Ao contrário: o sistema, com erros e acertos, deu prova de vitalidade. Então como foi que o desastre se deu?

Trump, com efeito, é um acontecimento só possível na era das redes sociais. Os demagogos de plantão tendem a chamar isso tudo de “o verdadeiro povo” — como se os críticos do presidente fossem o “falso”. Não! Não são “o verdadeiro” coisa nenhuma! Até porque os mecanismos de manipulação da opinião público e de plantação deliberada de mentiras estão comprovados. O que as redes têm feito, isto sim, é nivelar verdades e mentiras. No fim das contas, tudo seria apenas “opinião”.

Mais: paranoides como Trump sempre estão a insinuar que há grandes conspirações e maquinações em curso e que um ente maligno qualquer, escondido em algum lugar do planeta, está engabelando todo mundo. Os agentes das trevas seriam “os políticos”. E Trump, por óbvio, se apresenta como um não-político.

A imigração sem freios, sem métodos, sem planejamento, sem controle — escolham aí — cria problemas? Ora, é claro que sim! Há o risco efetivo de terroristas se imiscuírem entre refugiados e imigrantes? Mais do que risco: isso já aconteceu. Mas a resposta é erguer um muro com um país vizinho, no que é uma declaração mitigada de guerra? A resposta é proibir por 90 dias a entrada no país de cidadãos de Irã, Iraque, Síria, Iêmen, Somália e Sudão? Ou impedir por 120 dias o ingresso de refugiados?

A reação a esse destrambelhamento é forte. Dezesseis procuradores estaduais — sim, de Estados governados por democratas — resolveram declarar guerra à medida. Juízes estão reafirmando a sua ilegalidade. Empresas americanas também a criticam; reitores das universidades se opõem ao texto, e o imbróglio atinge a administração: Trump demitiu, como se fosse ainda o chefão de “O Aprendiz”, a procuradora-geral interina, Sally Yates, depois de ela declarar que o Departamento de Justiça não defenderia a decisão do presidente.

Pois é… Onze dias. Sai reforçada a impressão que tenho de que não conclui o mandato. Há muito, uma parte essencial dos interesses americanos mundo afora depende da admiração. Isto mesmo: a máquina publicitária fez do “jeito americano de viver” uma espécie de éden a ser alcançado, vivido, emulado.

Em 11 dias, o que se vê mundo afora é uma onda de ódio e repulsa aos EUA que seus piores inimigos não conseguiriam estimular. Mais uma obra de Trump.

Por isso, infiro que, antes que ele quebre o sistema americano e a pax americana, serão a pax americana e o sistema americano a quebrá-lo.

Querem saber? Por mim, quanto mais maluco, melhor. Que se apresse o seu destino.


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TRUMP DEMITE PROCURADORA-GERAL QUE SE RECUSOU A DEFENDER SUA ORDEM EXECUTIVA QUE RESTRINGE IMIGRAÇÃO.

Ferro na boneca: O presidente Trump demitiu a Procuradora-Geral Sally Yates, por "traição". Ela recusou-se a cumprir a ordem presidencial. 
O presidente Donald Trump demitiu a procuradora-geral Sally Yates, depois que ela se recusou a defender sua ordem executiva de restringir a imigração e os refugiados de seis países de alto risco no Oriente Médio. 
O secretário de imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, emitiu uma declaração dizendo que Sally Yates, nomeada pelo governo Obama, havia "traído o Departamento de Justiça" recusando-se a impor a ordem de Trump.
Sally Yates, a demitida.
"A Senhora Yates foi nomeada pela administração de Obama que é fraco nas fronteiras e muito fraco na imigração ilegal",  diz a Nota lida por Spicer.
Trump substituiu Yates por Dana Boente, a atual advogada dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia, até que o senador Jeff Sessions, já designado por Trump, seja confirmado pelo Senado.

"É hora de levar a sério a proteção do nosso país", afirmou Spicer. "Chamar para uma análise mais rigorosa indivíduos que viajam de sete lugares perigosos não é extremo. É razoável e necessário proteger nosso país.” Do site Breitbart - Clique here to read in English


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Cármen Lúcia subverte a ordem, e MPF controla o Supremo!

Fiz nesta segunda um desafio neste blog, no programa os “Os Pingos nos Is”, na TVeja, em toda parte. E, claro!, levei em troca alguns xingamentos. Mas resposta que é bom… Bem, nada! Antes que volte ao tal desafio, uma questão de fundo relevante nessa decisão destrambelhada de Cármen Lúcia, de homologar ela mesma as delações da Odebrecht.

Como se sabe, isso só foi possível porque houve uma operação combinada entre ela e Rodrigo Janot, o procurador-geral da República. Isso já bastaria para evidenciar a impropriedade da decisão. Por quê?

Ora, o processo corre perante o Supremo Tribunal Federal. É ele o órgão que julga e o órgão de controle. Essa ação casada desmoraliza um pilar do Estado de Direito. O Ministério Público é PARTE NO PROCESSO. Mesmo num simples inquérito, o controle cabe ao tribunal.

Com que então o órgão controlador e julgador faz um acordo com aquele que é parte do processo? Trata-se de um exotismo escandaloso. E é claro que Cármen Lúcia e Janot sabem disso. E toda essa confusão foi armada para quê? Respondo: para nada!

O desafio
E volto ao desafio. Qual era mesmo? Ora, com base no Regimento Interno do Supremo, afirmei que Cármen, a Lúcia, jamais poderia ter feito ela mesma a homologação das delações da Odebrecht. Por quê? Essa é uma atribuição exclusiva do relator. Entre as funções do plantonista do tribunal, durante o recesso, não está assumir a tarefa de um relator.

E, no entanto, Cármen, imaginando-se a Insolente de Sevilha, fez isso. A Cármen do STF, brinquei, rivalizava com a de Bizet e cantava: “A lei é um pássaro rebelde”.

E qual era o desafio? Ora, que aqueles que me ofendiam porque afirmei que ela exorbitou de suas funções me provassem, com o Regimento Interno nas mãos, ou alguma outra lei, que eu estava errado.

E, é claro, ninguém aceitou o desafio porque há uma evidência inquestionável: o Regimento não autoriza a decisão da ministra, que se reveste, assim, de ilegalidade.

Mas quem vai reclamar? Os outros ministros não vão porque querem evitar a crise. A Procuradoria-Geral da República, obviamente, também não. Afinal, ela foi copatrocinadora da trapaça regimental.

Desculpa esfarrapada Pior: a desculpa de que assim se procedeu para evitar atrasos é esfarrapada. Sabia-se que Teori Zavascki voltaria, a exemplo de outros ministros, no dia 1º de fevereiro. E que começaria a cuidar das homologações. Atenção: – é mentira que ele tenha prometido liberar tudo no dia 1º; – é mentira que estava acertado que iria homologar as 77 delações; – é mentira que ele tenha prometido homologar tudo numa só cambulhada.

Logo, de que atraso Cármen e Janot estavam falando?

Mas uma coisa é verdade: Teori disse que derrubaria o sigilo das delações. E, no entanto, Cármen o manteve, o que fará a alegria de vazadores e especuladores.

Conclusão
– o processo não ganhou nada com isso;
– essa história de atraso é mera fantasia;
– ao tomar a decisão, Cármen alimenta a vigarice de que estavam tramando contra a Lava-Jato, o que é mentira;
– ao decidir contra a lei, insuflando a fantasia do complô, candidata-se a heroína de uma coragem ociosa e, bem, pouco corajosa: afinal que ousadia precisa ter a presidente do tribunal máximo do país para jogar a lei no lixo?

De resto, é claro que Cármen fez uma mera homologação de ofício. Ela nem sabia a que dava despacho favorável. Só cumpria o roteiro da heroína que não corre riscos.

Ao contrário: os riscos todos ficam com as instituições.

E já há até quem diga que surgiu um nome novo para 2018. Bem, estou sendo extremamente rigoroso com a ministra. Mas evito a maldade. Razão por que me nego a comentar a piada.

 


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FAKE NEWS! DETONANDO MAIS UMA VEZ O JORNALISMO MENTIROSO DA GRANDE MÍDIA.

Os jornalistas da grande mídia - e não escapa ninguém - continuam praticando impunemente o crime de falsear a verdade. E isto é terrível principalmente quando esse ato criminoso é cometido por meio da televisão que ainda é o veículo que forma praticamente a totalidade da opinião pública. E isso vai de letrados (na maioria também ignorantes e desinformados) aos analfabetos e dos ditos "escolarizados" que são os analfabetos funcionais.

Com a universalização da televisão esse veículo tornou-se o formador da opinião pública universal. Como todos os veículos de mídia são dominados há muitos anos pelos esquerdistas todo o noticiário - não escapa nada - é transmitido numa narrativa que atende o interesse do movimento neocomunista internacional. Quando o fato contradiz a narrativa esquerdista ele é edulcorado, revestido de informações adjetivas e contraditórias levando o telespectador a fazer um juízo que não corresponde à verdade do fato em foco. Não é à toa que se ouve em qualquer bate-papo a afirmativa: "Esse Trump é um maluco".

Compreendo que é realmente difícil para quem não detém informações abrangentes fazer um juízo diferente dos fatos apresentados por gente da Globo News e do Jornal Nacional da Rede Globo, que dominam de ponta a ponta do Brasil.

O restante da grande mídia, como jornais, revistas e seus sites faz mais do mesmo. Não fosse a internet, redes sociais e blogs e sites independentes a maioria dos terráqueos já teria voltado a andar de quatro, repetindo sem parar: "Donald Trump é um maluco".

Por tudo isso é que faço esta postagem que contem este vídeo acima do conhecido analista político internacional Paul Joseph Watson. Quem procura os canais informativos fora da grande mídia já o conhece. 
Neste vídeo Paul Watson detona a torrente de Fake News, notícias falsas ou ainda verídicas porém manipuladas pelos trastes esquerdistas das redações. Eu os conheço muito bem. Tenho mais de 45 anos de jornalismo. 

Se você apenas vê a televisão e sites da grande mídia você provavelmente acredita que Trump proibiu todos os muçulmanos de entrarem nos Estados Unidos. Pra variar, essa não é a verdade e em seu mais novo vídeo, Paul Joseph Watson expõe toda a hipocrisia.

Trata-se na verdade de uma proibição temporária ligada a lista de países criada pela administração Obama. Watson esmiuça os detalhes de hipocrisia esquerdista que propositalmente ignora que Obama fez a mesma coisa pelo dobro do tempo. Muitas celebridades com verified accounts no Twitter compartilharam informações falsas sobre o banimento temporário apelidado de "#muslinban". Artistas, jornalistas e até políticos usam o seu prestígio para "validar" Fake News. 
Vale a pena compartilhar este vídeo com seus amigos e parentes e ajudar, mais uma vez, a desmascarar a grande mídia e sua agenda ideológica. É mais um excelente trabalho dos Tradutores de Direita.
O Presidente Donald Trump em ação deixa da camorra globalista enlouquecida. #GoTrump
Deve-se acrescentar que esta agenda ideológica atende os interesses do "globalismo" do qual tenho falado em inúmeros artigos aqui no blog. De forma ligeira pode-se dizer que o globalismo que reúne os establishment em nível global postula uma espécie de governo mundial. Daí a razão da criação de "blocos econômicos", como a União Europeia, por exemplo, integrada por 28 países. Esse países já nem podem mais, por exemplo, firmar acordos de livre comércio com países amigos. Têm de pedir licença para os vagabundos de Bruxelas.
No final das contas o globalismo pretende liquidar com o denominado Estado-Nação, rasgando as fronteiras e criando o que chamo de "estados-bundalelês", qualquer um pode entrar e fazer o que bem entende, inclusive matar a população, como já vem ocorrendo na Europa. Os tais "globalistas" terceirizaram o serviço de aniquilação de qualquer nacionalismo por meio do terror islâmico.
Sabe-se que a União Européia financia várias pesquisas, inclusive por meio das universidades, focadas em temas do seu interesse, ou seja, o desgaste e a destruição de todos os valores morais, éticos e religiosos que deram vida à civilização ocidental. 
Tudo isso que acabei de alinhar neste post, ou seja o projeto globalista, está pela primeira vez sendo contestado não apenas por um jornalista como eu, mas pelo Presidente dos Estados Unidos da América, Mr. Donald Trump, cuja virtude principal é detonar a grande mídia. Está pouco se lixando pelo que diz a canalhada da CNN, Globo News, The New York Times, Washington Post e demais produtores de Fake News.
Em linhas gerais é isto que está rolando. E é por isso que enfoco o tema de forma recorrente. O vídeo acima, por sua vez, prova de forma total e evidente como os jornalistas da grande mídia mentem, distorcem informações sem a menor cerimônia. Isso é crime! Tem de ser punido!
Esses trastes haverão dentro em breve de ser acossados nas ruas, nos aeroportos, escorraçados, como têm sido, por exemplo, os políticos vagabundos aqui no Brasil. A bola da vez será esses penas alugadas do George Soros, esses donos de ONGs que mamam dinheiro público daqui e via União Européia, ONU e organizações assemelhadas. Serão logo, logo alvo de cusparadas em suas caras debochadas. Não poderão mais viajar em aviões de carreira. Não poderão andar nas ruas, nos shoppings. Serão todos execrados. Anotem aí.


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NA VEJA.COM – O STF não é uma praça de Sevilha…

 


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