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quinta-feira, 2 de março de 2017

Objetivo: trabalhar direito. Anseio: barrar ascensão da esquerda!

Ai, ai…

Dá uma preguiiiça às vezes! O que tem de boboca querendo pegar carona nos embates nos quais entrei… É você cochilar, e salta na tela um frangote do tipo que ainda derrapa a cuequinha do Frajola…

Não sabe ainda se limpar, mas já expele sentenças “urbi et orbi”. Os abduzidos de Jair Bolsonaro costumam ter a elegância do mestre, emulando com ele na sofisticação do pensamento.

Os “olavetes”, coitados!, empregam termos cujo significado claramente desconhecem, manejando um instrumental teórico assimilado de orelhada. E que também vem de fonte ruim, uma vez que este senhor é um grande tradutor do pensamento alheio para uma língua que só se fala no Olavistão. É o homem que sabe e ensina olavistês! É do tipo que faz trocadilho.

O mais divertido é tentarem, como posso dizer?, me expulsar da “direita”, como se esta realmente fosse um lugar, um área ocupada, um espaço físico. Como se houvesse uma sede. É gente que certamente teria mandado fechar a Escola de Frankfurt para impedir a divulgação do pensamento de esquerda. Ou que teria ordenado: “Invada a Escola de Frankfurt e prenda todos aqueles comunistas”.

Quando não, eis que surge no debate um sedizente liberal, de pistola na mão. Os liberais de verdade tratam a criatura como bobo da corte. Nunca ninguém o levou a sério. Nunca ninguém o levará. Mais engraçado: acha que só foi “banido” da mídia porque era bom demais e porque não suportavam as verdades que ele tinha a anunciar.

O que essa gente tem em comum? Ninguém trabalha. Ninguém tem ocupação. Ninguém ganha a vida honestamente. Sabem como é… No regime socialista que vigora no Brasil, não é mesmo?, não sobrou lugar para um pensamento tão abusado.

No fim das contas, é uma espécie de Conjuração dos Vagabundos. E, bem, pelo visto, sempre há um trouxa que paga, não é?

Ódio Sei a razão do ódio.

Antevi que as boçalidades que escreviam, diziam e propagavam, em associação com a banda politicamente podre da Lava Jato, acabaria por ressuscitar Lula e o PT.

Como eu estava e estou certo; como a realidade está aí aos olhos de todos; a canalha se desesperou e resolveu cortar a cabeça do mensageiro.

Direita unida

Dia desses um rapaz veio me falar da tal “direita unida”. E emendou: “Pô, se o Lula realmente tiver chance de ganhar, vai dizer que você não vota no Bolsonaro”.

COMO???

DIGO!!!

NÃO VOTO!!!

Eu não voto em Bolsonaro em nenhuma hipótese. Nem contra o capeta. Não! Nunca votaria em Lula. Nunca votaria no PT. Nunca votaria na esquerda. Mas o meu repúdio pelo outro não é menor.

Aí um pistoleiro ou outro então acham que podem bater o martelo: “Reinaldo não é mais de direita”, como se eu dependesse do aval de boçais para ser alguma coisa.

E eu não dependo.

Objetivo e anseio
O meu único objetivo é fazer honestamente o meu trabalho e opinar com base nas informações que tenho e nas interpretações a que dou curso a partir delas. Não minto, não distorço e não simplifico para ganhar leitores, ouvintes, telespectadores, internautas.

E tenho, sim, um anseio: contribuir para civilizar o debate político e me opor à horda de arruaceiros e fanáticos que estão pavimentando o caminho da volta do PT ao poder.

Porque não se enganem: com ou sem Lula, se a eleição se decidir à esquerda, será o PT a governar.

E essa será, sem dúvida, uma grande conquista da direita xucra.


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Henrique Eduardo Alves diz desconhecer dinheiro em conta na Suíça

No Globo:

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) reconheceu, em defesa apresentada à Justiça Federal de Brasília, que usou um escritório de advocacia uruguaio para abrir uma conta na Suíça em 2008. Admitiu também que é formalmente o beneficiário da conta. Mas, argumentou que, por motivos burocráticos, não conseguiu movimentá-la e preferiu deixá-la inativa. Assim, alegou que os US$ 832.975,98 depositados na conta — e que segundo a Procuradoria Geral da República (PGR) era dinheiro de propina — foram movimentados por terceiros, sem seu conhecimento.

Após ser envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, o então ministro do Turismo, pediu demissão em junho do ano passado.

Os valores — que equivalem a R$ 2.573.895 no câmbio de hoje — foram depositados em três datas diferentes: 5 de outubro, 18 de novembro e 8 de dezembro de 2011. Segundo a PGR, trata-se de propina paga pela empreiteira Carioca Engenharia com o objetivo de liberar recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. O dinheiro serviria para o financiamento de obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

“É importante ressaltar que a utilização indevida da citada conta bancária e os depósitos acima mencionados jamais foram de conhecimento do acusado”, diz trecho de um documento assinado pelos advogados Marcelo Leal e Luiz Eduardo Ruas do Monte e que integra uma ação penal na Justiça Federal de Brasília.

Outros dois depósitos foram feitos nos anos anteriores — um no valor de US$ 980, em 14 de setembro de 2009, e outro de US$ 10 mil, em 21 de junho de 2010. O primeiro, diz a defesa, “ao que tudo indica, foi realizado apenas para efetivar a abertura da mencionada conta, o que, vale repetir, foi realizado sem o seu conhecimento”. O segundo, “aparentemente para arcar com o pagamento de suas taxas bancárias e despesas operacionais”.

Os advogados afirmaram que o ex-ministro só descobriu o depósito depois de ajuizada a ação:

“Somente ao tomar conhecimento dos documentos que instruem a presente ação penal é que o acusado teve ciência de que, mais de um ano após a data em que teria assinado a procuração para abertura da mencionada conta, precisamente em 14 de setembro de 2009, foi realizado o depósito de sua abertura no valor de U$ 980,00”, dizem os advogados de Henrique Alves.

Nomeado ministro do Turismo por Dilma e reconduzido ao posto por Temer, Henrique Alves deixou o governo do peemedebista após ser citado pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como recebedor de R$ 1,5 milhão em propina. O peemedebista é investigado ainda em inquérito na Justiça Federal do Rio Grande do Norte, que apura supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS.

DEFESA: HERANÇA MOTIVOU ABERTURA DE CONTA

A defesa argumenta que a conta foi aberta de forma lícita para proteger o dinheiro do espólio dos pais de Henrique Alves. Isso porque, em 2008, ele estava em processo de separação. Mas, em razão de problemas burocráticos, ele não conseguiu ter autorização para movimentar a conta. Em função desse e de outros problemas, a defesa argumenta que ele decidiu jamais mexer nela.

“Isto porque, ao contrário do que imaginava, a animosidade dos herdeiros fez com que o inventário dos bens deixados por seu pai se protraísse (prolongasse) no tempo de tal forma que, até a presente data, não foi ainda encerrado. Além disso, sua separação da segunda esposa foi tão traumática que optou por abrir mão de mais do que ele teria direito, a fim de romper por definitivo com os vínculos que os uniam”, argumentou a defesa.

Os advogados negam ainda que Alves tenha recebido propina da Carioca, lembrando, entre outras cosias, que a empresa jamais teve obras no Rio Grande do Norte. E conclui pedindo a absolvição do cliente.

Também são réus na ação o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba em razão da Lava-Jato e nega as acusações; o empresário Alexandre Margotto, que está colaborando com a Justiça; e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto, que também é delator. (…)

 


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Pavinatto: a “suruba” no país da esbórnia dos estado-dependentes

Tiago Pavinatto é advogado formado pela USP, onde é doutorando. Escreve com propriedade e inteligência sobre diversos assuntos. Às quintas, ele publica um artigo no blog “Estado da Arte”, do Estadão. Leia abaixo trecho do artigo intitulado “Vira-vira”. A partir da palavra recentemente celebrizada pelo senador Romero Jucá — “suruba” —, Pavinatto tenta entender um tanto dos nossos vícios.

Não, não exatamente daqueles a que, eventualmente, as surubas dão curso. Ele fala é do vício da burocratização da vida, dos afetos e, caramba!, até dos amores contingentes, como se dizia quado o mundo era menos xucro.

No Brasil, querem o Estado regulando o direito dos casados, dos amantes, dos ficantes, dos chegados…

Leiam um trecho. Segue o link para a íntegra.

*

Congregatis ergo illis dixit Romerus: “Suruba é suruba. Aí, é todo mundo na suruba”.

Verbum domini.

Muito embora o famigerado pernambucano Senador pelo Estado de Roraima, Romero Jucá, estivesse tecendo uma crítica tosca, em forma e conteúdo, à também ignara campanha pelo fim do foro especial por prerrogativa de função, popularmente conhecido como foro privilegiado, nosso assunto é outro. Não nos deteremos nesse tema de competência jurisdicional, sendo de muito bom alvitre registrar, contudo, que a sua existência é necessária para a administração de um país grande como o Brasil, um elefante branco, verdadeira manada alva; que a previsão constitucional desse foro precisa de uma profunda reforma e não de revogação.

Do ocorrido, nos interessamos pela suruba.

Vocábulo brasileiríssimo, suruba, ensina Antenor Nascentes, vem do tupi. Significando também “porrete grande”, “cacete”, “bengalão”. Raul Pederneiras registra a expressão carioca “descascar a suruba” como sinônima de “esbordoar”. O Houaiss ainda apresenta uma definição obsoleta da palavra, na qual ela significa “muito bom”, “excelente”, “capaz” — nada diferente daquilo que Hamílcar de Garcia já não tivesse inserido na edição brasileira do sagrado Caldas Aulete, com os significados “supimpa”, “forte”  e “cutuba”. Muito embora Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, em seu magnífico Dicionário Analógico da Língua Portuguesa, tenha inserido suruba como algo análogo a tudo mais que se possa atribuir ao termo “impureza”, posto que seu significado ordinário seja mesmo “orgia sexual de que tomam parte várias pessoas”, a mencionada edição do Caldas Aulete oferece outro significado que viria do Sul: “namoro escandaloso”.

Nos idos de 2012, no Município de Tupã, interior de São Paulo, um homem e duas mulheres oficializaram união em um cartório de notas. O namoro escandaloso virou união estável e, a essa união, nossos juristas telúricos, acadêmicos de meia pataca e pitaco inteiro, deram o nome de poliafetiva, que, tal qual sua matriz homoafetiva, semanticamente, é palavra vazia, mas, politicamente, tem embutido certo auê.

Poderia ser, com justeza, denominada união plurilateral… mas nossos novos civilistas (e aguardamos a descida de Pontes de Miranda do Reino da Norma Fundamental para separar o joio do trigo) insistem em usar do tosco verniz da falsíssima erudição para dar como nova uma realidade que a Companhia do Pagode já detectara na década de 1990: é a dança do maxixe! (Aquela do homem no meio com duas mulheres fazendo sanduíche.)

Há muito, uma relação familial não se resume à finalidade reprodutiva. O modelo romântico, se é que um dia existiu fora dos romances, poesias, contos e canções, embora desejado, buscado e sonhado no íntimo do homem médio, já está descontruído. Cai o véu da fantasia romântica, sobe o da fantasia sexual (e o intrigante livro de Gary Wilson, “Your Brain on Porn”, nos mostra como a pornografia virtual de fácil acesso e com ilimitadas ousadias circenses tem afetado os relacionamentos).

As uniões plurilaterais já são realidade buscada nos cartórios e tribunais brasileiros, proposta em formato legal pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família e sustentada numa doutrina esdrúxula e paradoxal, uma vez que defende a plena liberdade do indivíduo para se relacionar  através de mais regulamentação do Estado.

Mas parece não haver mais escândalo diante da suruba, esse namoro outrora escandaloso — ao menos numa metrópole (Asa Branca e Sucupira, pelos brados e preces de suas beatas beatificadas por si próprias, ainda resistirão) – e, se a ideia vingar, Jucá vira profeta por ricochete: “É todo mundo na suruba”.
(…)
Leia a íntegra aqui


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CAPACHO DO GLOBALISMO: CANDIDATO DO ESTABISCHMENT NA FRANÇA DEFENDE IMPORTAÇÃO DE TARADOS ISLÂMICOS.

Macron, o capacho dos globalistas, é o candidato dos comunistas na França e deverá ser engolido por Marine Le Pen.
Esta é mais uma postagem destinada a desmascarar a grande mídia e, particularmente os jornalistas que trabalham nos grandes veículos de comunicação. Eu os conheço como a palma de minhas mãos, afinal exerço o jornalismo há mais de quatro décadas. Em sua maioria absoluta todos os jornalistas são esquerdistas e, portanto, são burros. O problema se torna maior porque são burros dinâmicos, aqueles que verberam a burrice como verdade absoluta. E isso torna-se dramático quando dirigem e apresentam programas na televisão, dado ao fato de que essa mídia é a que forma a maioria da opinião pública em nível global.

Por isso que a grande mídia jamais condena a imigração em massa enquanto minimiza os atos terroristas perpetrados por esses semoventes importados pela União Europeia e ONU. Não há nos grandes jornais e/ou televisões uma mínima condenação a este estado de barbárie a que são submetidos os povos europeus. 


Os jornalistas desses veículos de comunicação se tornaram os principais operadores do dito "globalismo", todavia esse conceito é escamoteado em qualquer análise política e/ou geo-política. Da mesma forma que a palavra "comunismo" foi banida dos textos da mídia, embora partidos comunistas existam no mundo inteiro, inclusive aqui mesmo no Brasil, como o PCdoB, PSOL e assemelhados. Um dos primeiros esquemas de ocultação do comunismo foi quando batizaram de PT o maior ajuntamento de comunistas ocorridos no Brasil.


Quando se denuncia o esquema de globalista, a União Européia e a ONU, esses trapaceiros da grande mídia serviçais dos comunistad escarnecem e acusam: é teoria da conspiração.


Pois bem. Vou transcrever em tradução livre do inglês com ajuda do tradutor online, como segue, uma matéria veiculada pelo site norte-americano Bretbart. Trata-se de uma entrevista com o pelego picareta da União Europeia, Emmanuel Macron, candidato do establishment nas eleições presidenciais da França. Como poderão notar, Macron originário do Partido Socialista pulou fora do barco e fundou num novo partideco justamente para se livrar da pecha de socialista. Esse picareta é banqueiro e investidor e inclusive esteve envolvido num esquema de apoio à 'finada' Hillary Clinton. 


Vejam como ele defende a horda de assassinos islâmicos que emporcalha e ameaça a sociedade francesa e toda a Europa. Convenhamos, mas de graça e por razões humanitárias é que não é. Claro, a cúpula da burguesia globalista vermelha continuará nas suas redomas de cristal e com um exército de segurança ao seu redor. E povo? Ora, o povo que se exploda, como diria o personagem daquele quadro de humor da TV brasileira quando não havia a patrulha politicamente correta para censurar. Leiam:

UM MEGA PICARETA
Afirmando que a migração em massa é inescapável e só vai acelerar, o ex-banqueiro de investimento Emmanuel Macron disse que os imigrantes são bons para a França e trazem "rajadas de criatividade e inovação" para a sociedade.
O candidato do establishment na corrida presidencial francesa também afirmou que os problemas nas comunidades migrantes não têm nada a ver com as ondas de migração em massa, mas são devido ao fracasso da França em integrá-los adequadamente. Ele também expressou apoio à discriminação positiva no emprego e "misturando" a demografia do bairro nas cidades.
Ao notar que a França recebeu menos imigrantes no ano passado do que outros países da Europa, Macron disse que "o tema da imigração não deve, portanto, preocupar a população francesa" em sua resposta a uma pergunta do presidente da ONG pró-migração Cimade sobre sua posição sobre Questões de política de migração.
"Então por que o [francês] debate? Porque [a migração] é a fonte de confusões e mal-entendidos. É uma forma de ansiedade ou, como dirão alguns autores, insegurança cultural.
"Mas as raízes de tais sentimentos reside na questão da integração, não em fato migratório", acrescentou o ex-banqueiro de investimentos, insistindo que a migração em massa é a "realidade" para "todas as democracias de hoje".
Macron também fez eco aos comentários feitos na semana passada, em que anunciou que o mundo entrou em uma era de migração em massa que será inescapável para a Europa. Ele afirmou que grandes ondas de migração de pessoas do terceiro mundo para a Europa só se acelerarão nos próximos anos como resultado de "incertezas geopolíticas e desestabilização climática".
CÍNICO E MENTIROSO
"Não devemos mentir aos nossos concidadãos - a imigração não é algo que possamos evitar", disse o candidato presidencial. Mas ele insistiu que o movimento de pessoas para a França oferece "oportunidades econômicas, culturais e sociais".
"Em todas as teorias do crescimento, [a imigração] é um dos determinantes positivos. Mas só desde que você sabe como cuidar dele. Quando sabemos como integrá-los e treiná-los, mulheres e homens renovam nossa sociedade, dando-lhe um novo ímpeto e novas explosões de criatividade e inovação ", disse.
Mas Macron observou que "a integração permanece um problema em France". Afirmando que o país "concentrou todas as dificuldades, culturais, econômicas e sociais, nos mesmos bairros", o candidato independente argumentou: "Não podemos mais descartar a desconfiança dos migrantes".
Propondo uma "regeneração urbana mais forte" para os subúrbios em conflito, dominados pelos migrantes na França, Macron elogiou o forçar de uma "mistura social" mais diversificada nos bairros e dividindo estudantes problemáticos entre uma gama mais ampla de escolas como suas soluções preferidas.
"A discriminação positiva no campo do emprego deve ser encorajada", acrescentou.
"Quero ajudar cada pessoa a integrar e combater as práticas discriminatórias nas empresas".
Proclamando que "o verdadeiro desafio reside no retorno às [fronteiras nacionais]", o líder presidencial atacou os candidatos nas eleições passadas e presentes que "prometeram fazer cumprir a lei de imigração e deportar estrangeiros irregulares" alegando que é quase impossível enviar migrantes ilegais de volta para Suas terras.
CAPACHO DO GLOBALISMO
O sociólogo e escritor Mathieu Bock-Côté advertiu na semana passada que Macron encarna "tudo de que a França quer se livrar".
"O globalismo excessivo e o esquerdismo cultural estão em contradição com as aspirações que parecem vir das profundezas do país", escreveu em Le Figaro.
Wikileaks revelou que Macron trabalhou numa aliança com Hillary Clinton no ano passado antes de sua derrota nas eleições presidenciais dos EUA.
O candidato globalista havia pedido a presença do candidato presidencial democrata em um jantar privado em outubro com vários políticos europeus, de acordo com um e-mail publicado no Wikileaks.
Nessa ocasião, uma discussão "para avaliar como os progressistas desenvolvem uma narrativa política e econômica bem-sucedida para combater o direito e os populistas à esquerda" deveria acontecer. Do site Breitbart - Click here to read en English


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Bolsonaro e seres afins: liberal que tolera boçalidade é farsante

Quando olho a qualidade daqueles que se alinham contra mim nas redes sociais, tendo Olavo de Carvalho como o candidato a Vírgílio do inferno, eu me dou conta dos meus múltiplos acertos. Não fossem os meus amigos quem são, não fossem tão queridos, eu teria hoje em dia mais razão para me orgulhar dos que têm a pretensão de ser  meus inimigos.

Constato o que querem e pensam. Observo a sutileza e a precisão dos argumentos. Deparo-me com a estupidez em estado bruto, com o raciocínio mais alvar, com a simplificação grosseira. Tudo isso, como se sabe, é marca do fascismo de direita. E o de esquerda? Não é mais inteligente. Apenas substitui a distopia despótica dos seus colegas do outro lado pela utopia despótica.

Tudo lixo.

Olavo, o “mago” (se não me engano, está tentando ganhar uns trocos dando aula de ocultismo ou algo assim: ele é bom em ocultar coisa), tem como como arma Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e seus fanáticos.

Só não sejam inocentes. Vivemos a era em que se compram adesões e silêncios. E tudo custa muito caro. A Lava Jato tem razão, claro!, ao dizer que a safadeza não é monopólio do PT! O que há de safado hoje em dia apontando os crimes dos petistas, ah, é uma enormidade! “E você, Reinaldo, é diferente?” Bem, a “polícia” deles já tentou me desmoralizar, não é? Sim, sou diferente. Vivo do meu trabalho desde os 15 anos. Não peço que acreditem ou apostem em mim. Moral proletária.

É curioso que tentem atacar A Hebraica-SP por não ter convidado Bolsonaro — não houve “desconvite”; isso é falso — apelando à liberdade de expressão. Olhem o massacre que os sicários do deputado e dessa extrema-direita babona tentam promover nas redes. Como nem os brucutus conseguem defender a frase do seu líder, segundo quem um garoto gay merece é ser espancado pelo pai (“levar um couro”), então tentam sair pela tangente. “Ah, mentira, Bolsomito (engulhos!) só era contra o kit gay”.

Kit gay
Falso! Contra o kit gay, eu também me posicionei. Aliás, antes de Bolsonaro! E com a dureza necessária. Evidenciei a sua impertinência técnica; deixei claro que o material abrigava uma espécie de assédio moral; apontei até o erro de matemática no filme. Está aqui, neste post de 2011.

Dizia um filmete sobre um garoto que se descobria bissexual: “Foi copiando a lição de probabilidade, que Leonardo teve um estalo: por que precisaria decidir ficar só com garotas ou só com garotos se ele se interessava pelos dois? E ele não era de ficar com qualquer um. Mas, quando ele gostava, não importava se era garoto ou garota. E, gostando dos dois, a probabilidade de encontrar alguém por quem sentisse atração era quase 50% maior. Tinha duas vezes mais chance de encontrar alguém (…)!”

Escrevi então: “Se Leonardo, antes, colhia os seus namoros em apenas 50% do público namorável — as meninas — e poderia, descoberta a sua bissexualidade, fazer a coleta também nos outros 50%, então a probabilidade de encontrar alguém por quem sentisse atração “era 100% maior”, não 50%. Erro de matemática. Bando de ignorantes! O professor que ensinou probabilidade para o Leonardo deveria ser um craque em homoafetividade, mas um estúpido na sua disciplina.”

Eis aí. Aliás, mais de uma vez, defendi o direito que Bolsonaro tinha de dizer tolices. Evidenciei em reiteradas oportunidades o que me parecia simples patrulha. Reconheci que Dilma só vetou o kit gay de Fernando Haddad em razão da quizomba que ele armou no Congresso. Mas era ele quem não se levava a sério.

Uma coisa é combater o proselitismo em sala de aula — de qualquer tipo —; outra, distinta, é achar que tal combate confere ao sujeito o direito de pregar que garotos gays sejam espancados ou afirmar que nem todas as mulheres “merecem” ser estupradas — só as bonitas! “Ah, ele não disse isso!” As palavras têm sentido.

Um colunista
Um amigo me manda um link de um post de Tony Goes, colunista do F5 e militante gay. Ele escreve sobre o caso da Hebraica e critica opinião expressa por Clóvis Rossi, segundo quem o clube “silenciou” Bolsonaro ao não convidá-lo. A tese: boçalidades como as que diz o deputado têm de ser conhecidas para que sejam combatidas. Minha opinião, como sabem, é outra: se eu fosse judeu, sentir-me-ia, do ponto de vista moral, duplamente obrigado a recusar a presença do ilustre: por aquilo que há de humano e universal em mim; por que aquilo que me é (seria) particular. Já expus a minha tese: um judeu tem estampada na alma a memória der ser perseguido só por ser o que se é.

Escreve Gois: “Por incrível que pareça, hoje eu estou mais para a opinião do Reinaldo Azevedo do que para o do Clóvis Rossi.”

Tem lá a sua graça esse “por incrível que pareça”. Não tenho a ilusão de que o autor seja meu leitor regular. Mas uma coisa é certa: ele é outros tantos que acham “incrível” concordar comigo certamente “leram” mais o que disseram que escrevi do que aquilo que efetivamente escrevi.  Em 11 anos de blog, procurem um único texto que saia do trilho da defesa do Estado democrático e de direito, da tolerância, da diversidade, da convivência dos contrários — sem que, por isso, precisemos abrir mão do que efetivamente pensamos.

Oponho-me, sim, à chamada lei que “criminaliza” a homofobia ou a que pune o chamado “feminicídio” por uma questão de lógica elementar, de filosofia do direito. Aceito debater o aumento da pena para homicídio, mas repudio esse direito pautado por ideologia de gênero, classe ou ofício. Sou um liberal, não um comunista. Sou um liberal, não um fascista.

Os imbecis têm hoje um mantra: “Ah, o Reinaldo mudou…” Uma ova! Não digo que jamais mudei de opinião porque, afinal, estúpido não sou. Era presidencialista, por exemplo. Sou um parlamentarista radical hoje. Já fui militante de esquerda. Há 30 anos pelo menos, sou um liberal e me considero da chamada “direita democrática”. Sim, existe uma direita antidemocrática e fascistóide. E esta é tão minha adversária intelectual como a esquerda. Com uma diferença: ela consegue ser mais brutal e mais ignorante.

Infelizmente, e conheço os dois lados da moeda, circulam mais livros, em qualquer de suas plataformas, entre esquerdistas do que entre direitistas. Os comunas também veem mais filmes. Dedicam-se mais ao debate cultural. Seu legue de referências é muito maior. Produzem, com tudo isso, uma formidável montanha de lixo, mistificação e quinquilharias ideológicas.  Mas ainda é mais eficiente que o cemitério de ideias e a ignorância militante do outro lado. Desgraçadamente é assim. Tanto é verdade que a esquerda costuma vencer as guerrilhas cultuais, não é? E Trump? Bem, foi preciso apelar à pós-verdade e aos russos. Vamos ver quanto tempo vai durar.

Encerro
Não sou “likedependente”. Sempre soube o que me custaria enfrentar personagens como Olavo, Bolsonaro e minoridades associadas. Sei também o peso de recusar certas ofertas de amizade de gente que desprezo. E não pensem que fiz isso ou aquilo para defender A ou B. Fiz porque achei certo, porque achei justo, porque a coragem é uma virtude em si, assim como a covardia é um defeito de caráter em si.

Coragem e covardia são elementos estruturantes da personalidade. A coragem será sempre encantadora, mesmo a de um tolo. A covardia será sempre asquerosa, mesmo a de um sábio.



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Aloysio Nunes assumirá o Itamaraty

O senador Aloysio Nunes, PSDB-SP, é o novo ministro de Relações Exteriores. Ele assume a vaga deixada pelo também tucano José Serra, que licenciou-se para tratamento médico de sua coluna.  Nunes toma posse  na próxima terça-feira em cerimônia conjunta com o ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR). 

Airton Sandoval é o supelente que assumirá a vaga no Senado. A liderança do governo no Senado deve ser assumida por Romero Jucá (PMDB-RR).


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Moro condena Delúbio Soares e Ronan Maria Pinto

O juiz Sergio Moro condenou o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e os empresários Ronan Maria Pinto (dono do Diário do Grande ABC) e Enivaldo Quadrado a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro. Delúbio e Quadrado já foram anteriormente condenados no Mensalão.
Os três foram presos na vigésima sétima fase da Operação Lava Jato, a Carbono 14. Eles são acusados de lavar 6 milhões de reais de um empréstimo fraudulento feito pelo pecuarista José Carlos Bumlai junto ao Banco Schahin, em favor do PT. Além do trio, o empresário Luiz Carlos Casante também foi condenado no caso a 4 anos e 6 meses de reclusão e Natalino Bertin foi condenado a 4 anos por emprestar contas bancárias para operações de lavagem. O juiz Sergio Moro fixou ainda uma multa ao grupo no valor de 61 milhões 846 mil reais. A quantia deverá ser revertida à Petrobras.
Os investigadores do caso suspeitam que o motivo da extorsão tenha sido a compra do silêncio sobre o caso Celso Daniel, prefeito petista de Santo André (SP) assassinado em 2002.
O publicitário Marcos Valério, também condenado no escândalo do mensalão, Oswaldo Rodrigues Vieira Filho, Sandro Tordin e Breno Altman  foram absolvidos por falta de provas.

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