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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

DETONANDO O ÚLTIMO FIAPO DE CREDIBILIDADE DO JORNALISMO BUNDALELÊ

O vídeo acima retrata uma cena ocorrida no Parlamento Europeu, ou seja, no coração da deletéria União Europeia. Entretanto, esse discurso de Le Pen, a candidata conservadora à Presidência da França, ocorreu em 2015. Graças às redes sociais é que temos a oportunidade de vê-lo, já que a grande mídia sempre escamoteia os eventos que não correspondem à narrativa esquerdista. 

Não adiantou. Marine Le Pen é a líder nas pesquisas presidenciais francesas. Mas neste vídeo ela expõe, sem tergiversar, o terror que castiga a Europa e acusa Angela Merkel de querer impor o domínio da Alemanha sobre toda a Europa. Hollande permanece impassível ao lado de Merkel, com aquele cinismo próprio dos esquerdistas. E não adianta a grande mídia espernear. Todos os leitores mais atilados já não lêem mais o que escrevem e falam os jornalistas que pertencem à dita grande mídia. Aliás, eles têm de saber o que todos nós sabemos. Não adianta também ser contra o PT e paparicar a União Europeia. 

Não adianta ser contra Lula e seus sequazes e afagar o PSDB. Não adianta defender a Operação Lava Jato e atirar pedras no Presidente Donald Trump. Não adianta denunciar as roubalheiras e produzir fake news, sobretudo no que se refere a Trump. Se assim procedem estão fazendo o jogo da esquerda. Afinal, todos os esquerdistas defendem a União Europeia, a ONU et caterva e, por conseguinte, também são contra Trump, Le Pen, o Brexit e todas as ações políticas contrárias ao ao dito globalismo. Aliás, globalismo é uma palavra banida do noticiário da grande mídia, da mesma forma que o termo comunista. 

O que todos nós sabemos é que a grande mídia está podre. Perdeu os últimos vestígios de credibilidade. Tanto é que matérias sobre o conteúdo do vídeo acima jamais são publicadas na grande mídia. O noticiário internacional é vergonhoso, infame. Nem sequer notícias detalhadas da eleição no Equador são produzidas pela grande mídia. E por que isso? Ora, porque Rafael Correa, o tiranete do Equador é esquerdista e defende toda essa iniquidade, ou seja, a escalada de terror comandada pela União Europeia, ONU, OEA e todas as organizações multilaterais voltada a destruir a nossa Civilização Ocidental. A eleição de Donald Trump teve um mérito em nível global: arrancou as últimas máscaras de suposta credibilidade com que cobriam seus rostos dos jornalistas da grande mídia.

Vocês da grande mídia constituem um bando de mentirosos, de produtores de fake news, de comedores de caraminguás. Vocês são o lixo mais fedorento do universo. Eu sei muito bem o que estou afirmando haja vista que exerço o jornalismo há mais de 45 anos. Há momentos em que as iniquidades são tão grandes e tão indecentes que a linguagem não dá conta de qualifica-las. Por isso mesmo não encontro adjetivos que qualifiquem o que está acontecendo de fato.

Em tempo: o vídeo acima foi publicado na página Fora Foro de São Paulo no Facebook


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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Economia se recupera, mas o ilegalismo xucro pisca para a crise!!

A economia dá sinais de recuperação, como todos sabem. Não é obra do acaso, da árvore da vida, de ciclos que se repetem aborrecidamente. Não! O que temos aí decorre de decisões tomadas pelo governo do presidente Michel Temer.

Para tomá-las, cumpre lembrar, foi preciso construir uma ampla maioria no Congresso.

Não obstante, a crise política prossegue. E ela é, sim, decorrente, ATENÇÃO PARA ISTO, do lado obscuro da Lava-Jato.

Os senhores procuradores não precisam parar de fazer nada do que fazem de legal.

O juiz Sérgio Moro não precisa parar de fazer nada do que faz de legal.

A crise política da hora não se teria instalado sem o vazamento da delação de Cláudio Mello Filho, ex-diretor da Odebrecht, segundo quem o presidente Michel Temer teria acertado com a Odebrecht uma doação ao PMDB de R$ 10 milhões, mas pelo caixa dois.

Desse total, R$ 4 milhões seriam reservados ao ministro Eliseu Padilha, e R$ 1 milhão teria sido entregue no escritório do empresário José Yunes, amigo de Temer. Este, por sua vez, disse à Procuradoria Geral da República que recebeu, sim, um pacote para Padilha. Mas não sabia o que era. E ele próprio levantou a hipótese de ter sido usado como “mula”.

O presidente se viu na contingência de emitir nota repetindo o que já dissera antes: participou do pedido de doação, mas tudo se fez dentro da lei.

“O que você queria, Reinaldo, que essas informações ficassem debaixo do tapete?” Que bobagem! Queria o que quer o Estado de Direito: que, no devido tempo, os órgãos responsáveis apresentassem as respectivas denúncias, e os tribunais decidiriam.

O que constrange hoje o país é a instabilidade permanente, que só é útil, reitero, a especuladores. A indistinção entre os muitos crimes e irregularidades envolvendo a Lava Jato — de sorte que, para o povão, todo mundo é igual — já promoveu o que chamo de razia na classe política.

Olhem as escolhas eleitorais e verifiquem o percentual de pessoas dispostas a ceder a um messianismo de esquerda, a um messianismo de direita ou a um messianismo transcendental…

É claro que esses golpes contribuem para diminuir, vamos dizer, a visibilidade dos investidores. É evidente que, nessa toada, a recuperação esmorece. E isso significa que os pobres pagarão as contas, o que vai levar água para o moinho das esquerdas.

Temer ficará, agora, sem seu chefe da Casa Civil. Dado o mal que cometeu o ministro, cuidados posteriores etc, é recomendável que se mantenha afastado do governo. No que diz respeito à investigação, sua situação não melhorou. Ela, na verdade, piorou.

Esse país que não consegue relaxar, que não consegue respirar normalmente, que está sempre caçando mais um… Bem, desse mato não sai coelho. Desse mato, o que sai é petista, é esquerdista.

E os vermelhos estão farejando tudo com precisão, não é? Só a direita xucra não percebeu. Ou melhor: finge não ter percebido. Até ela já sabe. Mas como recuar agora sem parecer covarde diante dos brucutus.

Já deixei claro que não chamo de xucros todos os grupos que decidiram protestar no dia 26. Há os sérios. E já discriminei seus nomes em outras circunstâncias. A propósito: os verdadeiros xucros já zurraram.

Sim, a equação econômica tem jeito. Por enquanto, o risco é o país afundar na equação política.

 


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OS PINGOS NOS IS – Na democracia, ou se cumpre ou se muda a lei


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Indignados com Bruno solto? Eu também! Então agora vamos pensar!

Sim, vou falar sobre a liminar que o ministro Marco Aurélio concedeu ao tal goleiro Bruno, que tanta indignação tem gerado. E é compreensível. Todos devemos estar de acordo com que o lugar dele é a cadeia. Por mim, ficaria lá para sempre. A Editora Record publicou o livro “Indefensável: O goleiro Bruno e a história da morte de Eliza Samudio”, de Leslie Leitão, Paulo Carvalho e Paula Sarapu. Não sou especialista na área. Mas o seu comportamento na tragédia caracteriza a pscicopatia — sem cura conhecida. Nesses casos, só uma postura protege a sociedade: a reclusão permanente. Sigamos.

A depender da razão por que você acesse o meu blog, não tenho como não dizer logo de saída: ERRO DE PÁGINA!. É para ler o que eu penso a respeito de um determinado assunto, com base na lei, que é o que chamo de “opinião objetiva”? Então acertou. É para ver se repito a língua negra do bueiro do inferno das redes sociais e dos blogs caça-níqueis e pega-pra-capar? Então vocês têm alternativas variadas: dos oportunistas aos psicopatas, passando pelos bucaneiros, a rede está lotada. Boa viagem.

Escrevi aqui umas oitocentas vezes que essa história de que a impunidade no Brasil é apanágio do STF é lorota. Escrevi aqui umas oitocentas vezes que é mentira que um processo demore mais para ser julgado no STF do que nas instâncias inferiores. Escrevi aqui uma oitocentas vezes que esse debate está absolutamente desfocado. Escrevi aqui umas oitocentas vezes que a celeridade com que o juiz Sérgio Moro condena está longe de ser o padrão das instâncias inferiores, estaduais ou federais. Escrevi aqui umas oitocentas vezes que Moro vive a situação privilegiada de cuidar de um único caso…

Ah, mas a língua negra que vaza do bueiro, lotado de estrume moral, ético, burrice e vigarice vai se espalhando… “Ah, quer for especial!? Quer impunidade! “ Não basta lembrar que o STF condenou um réu do mensalão a mais 40 anos, enquanto Moro condenou Sérgio Machado a uma vida de nababo. “Tá vendo, já está falando do Sérgio Moro!” Em primeiro lugar, quando quero, falo. Em segundo, estou constatando um fato.

A impunidade que realmente infelicita a vida dos brasileiros é aquela — e as razões são as mais diversas; não quero demonizar ninguém — que se pratica nas instâncias inferiores, nos foros que não são especiais.  Ela, sim, acaba botando na rua um assassino frio, determinado, meticuloso — incapaz, note-se, de sentir empatia.

Ler

Vamos fazer o que, resta evidente, a esmagadora maioria dos babões não fez: ler o habeas corpus concedido por Marco Aurélio. Ele está aqui.

Nos últimos anos, costumo discordar de boa parte das decisões de Marco Aurélio. Não que lhe falte competência técnica. Ao contrário. Poucos ministros argumentam tão bem se a gente consegue atravessar o glacê retórico e aquela sintaxe de exceção em que gosta de se esmerar. Mas é notório que ele, com frequência, apela ao direito criativo, como quando resolveu afastar Renan Calheiros da Presidência do Senado, monocraticamente, contrariando a letra explícita da lei. Ou quando determinou que o presidente da Câmara abrisse um processo de impeachment contra o então vice-presidente, Michel Temer.

Marco Aurélio, por quem tenho simpatia pessoal, destaco, é o que a meninada chama um “causão”.

Mas e o habeas corpus para Bruno? Encontra ou não respaldo na lei? A resposta, infelizmente, é “sim”. O goleiro Bruno está preso há mais de seis anos. O julgamento em primeira instância, quando foi condenado a 22 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, por “homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de asfixia e com recurso que dificultou a defesa da vítima”; sequestro e cárcere privado qualificado por haver vítima menor de 18 anos (referência ao filho de Elisa e Bruno) e ocultação de cadáver”.

O tribunal de primeira instância recusou o pedido para que o condenado recorresse em liberdade, alegando razões para a prisão preventiva ou cautelar.

Por onde vai Marco Aurélio e por que ele erra?

Escreve o ministro de forma absolutamente correta: “3. Os fundamentos da preventiva não resistem a exame. Inexiste, no arcabouço normativo, a segregação automática tendo em conta o delito possivelmente cometido, levando à inversão da ordem do processo-crime, que direciona, presente o princípio da não culpabilidade, a apurar-se para, selada a culpa, prender-se, em verdadeira execução da pena. O Juízo, ao negar o direito de recorrer em liberdade, considerou a gravidade concreta da imputação. Reiterados são os pronunciamentos do Supremo sobre a impossibilidade de potencializar-se a infração versada no processo. O clamor social surge como elemento neutro, insuficiente a respaldar a preventiva. Por fim, colocou-se em segundo plano o fato de o paciente ser primário e possuir bons antecedentes. Tem-se a insubsistência das premissas lançadas.”

Para quem não entendeu

O doutor está a explicitar um fundamento do direito, que não tem sido seguido, diga-se, pelo juiz Sérgio Moro e pela segunda instância federal: o crime já cometido, em razão do qual o sujeito se tornou investigado ou réu, não pode ser causa da preventiva, determinada por riscos presentes: a) para manter a ordem pública; b) para manter a ordem econômica; c) em benefício da instrução criminal e d) para garantir a aplicação da Lei Penal.

Qualquer advogado sabe que boa parte das preventivas da Lava-Jato não obedeceram a esse critério — contou sempre o crime cometido, em desacordo com a lei. Ora, se a lei é ruim, mude-se.

No seu despacho, Marco Aurélio diz que o atraso do julgamento não pode concorrer para que uma pessoa fique em prisão preventiva sem prazo. Em si, faz sentido. A propósito: se isso é verdade para quem já está condenado em primeira instância, como explicar as preventivas sem prazo no Brasil mesmo para quem não é nem réu?

Você teria concedido o habeas corpus, Reinaldo?

Não. Não teria. Embora reconheça que a decisão de Marco Aurélio tem amplo respaldo na lei e na jurisprudência do Supremo. Eu teria me fixado na “garantia de manutenção da ordem pública”. Quando a gente se informa sobre os detalhes do crime, resta a suspeita, quando menos, de que estamos diante de um psicopata. No mínimo, Marco Aurélio poderia ter encomendado um laudo psiquiátrico.

Não é por aquilo que fez que a preventiva deveria ser mantida. É por aquilo que pode fazer quando se leva em conta o que fez.

Concluo

De todo modo, eis aí um caso escancarado e chocante da ineficiência das instâncias inferiores da Justiça. E, por incrível que pareça, isso não mobiliza os Robertos Barrosos da vida.

Ele prefere cair no colo da galera e, sendo o mais esquerdista de todos ministros, cair nos braços da direita xucra, que, por xucra, o abraça e o saúda.


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PGR pede abertura de inquérito contra Padilha por crime ambiental

Na VEJA.com:

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar se o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, cometeu crime ambiental. O caso diz respeito à construção de um canal de drenagem no Balneário Dunas Altas, em Palmares do Sul, no Rio Grande do Sul.

A obra foi executada em área de preservação permanente pela Girassol Reflorestamento e Imobiliária Ltda, empresa da qual Padilha seria sócio. O ministro já é processado em ação que contesta a posse de uma propriedade que ele reivindica na mesma área.

Após a realização de uma vistoria em outubro de 2014, um parecer técnico elaborado pela Divisão de Assessoramento Técnico do Ministério Público do Rio Grande do Sul apontou que a abertura do canal e a deposição de material “resultaram na alteração dos ambientes naturais existentes no local em uma faixa de cerca de 7 metros de largura e uma extensão de 4.450 metros”.

Em seu parecer, Janot ressaltou que um outro relatório de vistoria, elaborado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM), apontou que a construção do canal de drenagem “trata-se de intervenção irregular, não licenciada, em área de preservação, de importância muito alta, conforme indicado pelo Ministério do Meio Ambiente”.

Janot observou ainda que nas proximidades da obra havia uma placa que informava “Fazenda Giriva – Posse de Eliseu Padilha”. A apuração iniciou-se no Ministério Público do Rio Grande do Sul e foi remetida ao Ministério Público Federal depois de se descobrir que a área atingida pertence à União.

“É o caso de prosseguimento da investigação sob supervisão da Suprema Corte”, escreveu Janot, que pediu que o ministro Padilha fosse notificado para, “caso o queira”, prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados. A assessoria de imprensa de Padilha informou que não vai se pronunciar até ser comunicado oficialmente sobre a manifestação da PGR. Ainda não foi definido quem será o relator do caso no STF.

A suspeita sobre Padilha é a de destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção. A pena prevista para esse crime é de um a três anos de prisão ou multa.


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COLUNA NA FOLHA: Esquerda agradece à direita xucra que escoiceia

Leiam trecho:
Os grupos responsáveis que constituíram a base popular do movimento de impeachment deveriam agora é estar empenhados em construir alternativas, já pensando em 2018, que assegurassem a continuidade das mudanças a que o presidente Michel Temer deu início.

Para tanto, não é preciso paralisar a Lava Jato. Ela que prossiga nos limites da lei. Mais: o inventário do desastre petista, a sua herança, ainda não foi feito. Em vez disso, infelizmente, nós flagramos esses a que me refiro a insuflar, queiram ou não, a razia das forças políticas organizadas, cedendo ao alarido da direita xucra e dos messiânicos.

É pena! A economia exibe sinais modestos, mas consistentes, de recuperação. A simples perspectiva de ajuste no setor público começa a dar algum resultado. Mas ainda vai demorar até que a população comece a perceber os efeitos da melhora. Por enquanto, esses indicadores compõem os arcanos da macroeconomia, cartas que não costumam ser lidas pelos mais pobres, especialmente punidos pela recessão fabricada pelo petismo.

Com habilidade, o presidente Michel Temer tem logrado vitórias importantes no Congresso. E olhem que os dias não andam nada fáceis. Os que dependem de voto sabem haver uma diferença importante entre apoiar a PEC do teto de gastos e defender a reforma da Previdência; entre mudar as regras do pré-sal e emplacar mudanças importantes na legislação trabalhista. Ou por outra: está chegando a hora de o povo de carne, osso, opinião e urna participar do jogo.

Aposto que Temer irá até o limite das mudanças que o Congresso puder lhe oferecer. Mas as nuvens que se armam ameaçam jogar o país, mais uma vez, no colo das esquerdas. Tudo o mais constante, e não vai depender de acertos ou erros do presidente, é ao encontro delas que marchamos.
(…)
A integra está aqui


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