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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

URGENTE! ATIVISMO DIGITAL TENTA IMPEDIR GOLPE CONTRA OPERAÇÃO LAVA JATO COM A CAMPANHA "FORA AROLDO CEDRAZ".



ATENÇÃO PESSOAL, NÃO PERMITAM UM NOVO GOLPE NA LAVA JATO!!! Não podemos deixar que o TCU se transforme numa feira livre de venda de decisões. As investigações apontam para as negociatas feitas entre Aroldo Cedraz, o filhinho prodígio e milionário Thiago Cedraz e o chefe do clube do bilhão, Ricardo Pessoa. O empreiteiro disse que recheou com R$ 1 milhão o bolso de Thiago para comprar uma decisão no TCU: a liberação da construção de Angra III. Alguém acredita que o filhote opera sem o pai no TCU? É imoral reconduzir Cedraz! Os ministros podem mudar esse jogo. Os movimentos contra corrupção fazem manifestações. Entenda o risco. Espia! Para mandar email acesse: http://ift.tt/1T3vD5e
Posted by Joice Hasselmann on Segunda, 30 de novembro de 2015
A jornalista Joice Hasselmann voltou à carga em novo vídeo em sua página do Facebook. Sim, depois que foi despedida do site da revista Veja onde comandava a TVeja a jornalista continua atuando e gravando vídeos como este aí acima, onde ela argumenta por que Aroldo Cedraz não pode ser reconduzido à presidência do Tribunal de Contas da União (TCU), por que isso representaria um novo golpe contra a Operação Lava Jato. 
Segundo Joice Hasselmann, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) podem virar este jogo.
De quebra em texto no Facebook Joice avisa que todos os brasileiros dispõem agora de um movimento organizado pela internet para barrar o avanço daqueles que tentam destruir o Brasil, que é o site Acorda Brasil, uma poderosa plataforma de ativismo pela internet. Aproveite e acesse unindo-se à campanha fora Aroldo Cedraz enviando seu email: http://ift.tt/1NFLbOM



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QUEM NOS GOVERNA?

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Quem nos governa? A rigor ninguém. É verdade que Lula da Silva está sempre se intrometendo junto à criatura. Ele tira e põe ministros, como fez desde o primeiro mandato de Rousseff e, pior, dá palpites na economia querendo reeditar as medidas populistas que a governanta e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sob seu comando puseram em prática.  
Contudo, aos quase 13 anos de governo petista não foram feitas as reformas necessárias. A Saúde tornou-se um descalabro com requintes de crueldade. A Educação chegou ao seu pior nível. A violência urbana, que tem como causa principal a livre entrada no País das drogas, aumentou a ponto de supor que estamos em guerra civil tantas são as mortes cometidas por bandidos que são presos e logo soltos. Os carros, comprados aos milhões sem planejamento urbano tornaram o trânsito um inferno. A corrupção desbragada, como nunca antes houve nesse país, dilapidou a Petrobrás e outras instituições.
Depois do “milagre” do magnânimo pai Lula vieram as consequências na economia: inflação crescente, aumento do desemprego e da inadimplência (|nome politicamente correto para calote), recessão. A situação tende a piorar.
No Planalto temos o desgoverno da senhora atarantada, cujas únicas funções são viajar, receber atletas e falar para plateias restritas e adestradas para aplaudi-la. Exposta publicamente é vaiada, como tem acontecido com vários participantes do governo petista.
De fato, não há mais Poder Executivo. A governanta não possui apoio nem popular nem no Congresso, muito menos do seu criador e do PT, e acaba de perder o líder do governo no Senado, o petista Delcídio do Amaral que foi preso. Algo nunca acontecido por se tratar de um senador em exercício. Outro presidente da República já teria sofrido o impeachment ou renunciado.
A desdita do senador aconteceu não porque ele ofereceu uma fuga rocambolesca a Cerveró, temendo ser incluído na delação premiada do ex-diretor da Petrobras, mas por ter afrontado os ministros do STF. Junto com o senador Delcídio do Amaral foi preso o banqueiro André Esteves, dono do BTG, muito ligado às altas autoridades e suas nebulosas “transações”. Na véspera foi preso também José Carlos Bumlai, acusado de intermediar contratos na Petrobras e arrecadar propinas em nome de seu grande amigo Lula da Silva, junto ao qual tinha passe livre quando este era presidente.
Quanto ao Poder Legislativo estaria bastante desfalcado se houvesse aplicação efetiva e ágil da lei. No entanto, apenas o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, foi exposto longamente na mídia como o único corrupto da República. Isso aconteceu por conta de seus “pecados” ou por que é ele quem desencadeia o rito de impeachment da presidente que, aliás, já foi uma vez barrado pelo Supremo? Ou por que encarnou a única e breve oposição ao PT?  Ou mesmo por que logrou a rápida independência  do Congresso sempre agachado diante do Executivo? 
As indagações são pertinentes porque existem, ligados á Lava Jato, 67 investigados no STF por envolvimento nos esquemas de corrupção da Petrobras, entre eles, deputados e senadores. Tem ainda ministros envolvidos e os chamados inquéritos ocultos, além das peças sem denúncia para as quais a Polícia Federal pediu prorrogação de prazo para investigações. A quantidade de autoridades envolvidas em assaltos a coisa pública é de tal monta, que dá impressão que somos governados por uma máfia dirigida por um poderoso e inimputável chefão. Mas, sobre a máfia política não houve uma campanha sistemática de desmoralização junto á opinião pública.
Chegamos a um ponto em que a economia está arruinada e o sistema político faliu. Os partidos políticos não possuem mais representatividade e, para piorar não surgiram novas lideranças como aconteceu na Argentina com a vitória de Maurício Macri ou com o despontar de nomes como Luís Lacalle no Uruguai, Henrique Caprilles na Venezuela ou Keiko Fujimori no Peru. Estes falam a língua evoluída dos liberais e são capazes de quebrar a hegemonia latino-americana da neoesquerda nefasta, populista, atrasada que vem infelicitando os povos latino-americanos.
No Brasil, a hegemonia petista impediu a emergência de estadistas e vemos as mesmas e cansativas figuras se posicionando para a corrida aos cargos eletivos. Como é fraco todo esse material político que se apresenta para disputar nosso voto.
Aqui, de inédito e meritório, somente figuras isoladas no Poder Judiciário, como o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa e agora o juiz federal Sérgio Moro coadjuvado pela Polícia Federal e por promotores. Estes têm a capacidade de aplicar a isonomia do Direito e a competência de fazer justiça através da lei.  No mais, mergulhamos numa crise de proporções gigantescas. Somos um barco à deriva, sem capitão e sem leme.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga. http://ift.tt/1cTzGkG


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Sponholz: Voto higiênico.




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Conselho de Ética pode definir nesta 3ª o futuro de Cunha, e Cunha, nesta 4ª, o futuro de Dilma

O Conselho de Ética na Câmara pode votar nesta terça se admite ou não o processo contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de quebra do decoro parlamentar. Embora negue que tenha atrelado o destino da denúncia contra a presidente Dilma Rousseff ao resultado do conselho, 10 entre 10 ouvidos em Brasília acreditam nisso.

Cunha espera que os petistas e os deputados fieis ao Planalto de qualquer sigla votem com ele — isto é, contra a admissibilidade. Ou… Já informei aqui que assessores seus andam a espalhar que ele pode, sim, aceitar a denúncia contra a presidente, que é o primeiro passo de um eventual processo de impeachment.

Se isso acontecer e se os deputados fieis a Dilma contribuírem para que o caso vá a plenário, é dado como certo que Cunha vai convidar a presidente para rodopiar com ele no salão, ambos como protagonistas de desastres.

Cunha vê o dedo no Planalto na realmente estranhíssima história do papel que traz redigida à mão a afirmação de que ele recebeu R$ 45 milhões de propina do banco BTG Pactual em razão de emendas que fez à MP 608.

O presidente da Câmara nega que esteja num toma-lá-dá-cá, vale dizer: ele receberia os votos de que precisa no Conselho e mandaria arquivar — ou manteria na gaveta — a denúncia contra a presidente.

Uma coisa é certa: Cunha já deixou claro que têm todos os pareceres de que precisa, oriundos da Consultoria Jurídica da Câmara. Agora, ele próprio diz, só é preciso anunciar a decisão. Está esperando o quê? Ora, a votação no Conselho de Ética. Se depender do governo, será bem-sucedido: Jaques Wagner (Casa Civil) tenta convencer os petistas do grupo a votar em favor de Cunha.

O Planalto quer evitar a todo custo que Cunha dê início à tramitação da denúncia que pode resultar no impeachment de Dilma. A razão é simples. A situação política jamais havia atingido esse grau de esgarçamento. A prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, evidenciou a proporção que tomou a máquina criminosa que se assenhoreou do Estado brasileiro..

A situação econômica do país, por sua vez, exibe sinais claros de deterioração. Os aliados de Dilma avaliam que, sem uma denúncia tramitando na Câmara, a realidade já beira o insuportável. Havendo lá essa ameaça, os parlamentares tenderão ser sensíveis à voz das ruas.

E, nesse caso, adeus, Dilma!



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Os Pingos nos Is, com imagem – Das coisas explicáveis e inexplicáveis



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EDUARDO CUNHA E UMA ACUSAÇÃO MISTERIOSA. OU: QUANDO O CERCO VAI SE FECHANDO OS MAFIOSOS FICAM DESESPERADOS.

Muita atenção a esta análise que Reinaldo Azevedo faz relativa a denúncia contra o deputado Eduardo Cunha que operou o milagre de transformá-lo mais uma vez em manchete, quando havia sumido do noticiário face ao estouro do escândalo envolvendo o líder do PT no Senado, o indigitado Delcídio Amaral e o mega banqueiro André Esteves.

Sem entrar no mérito se Cunha tem ou não culpa no cartório a análise formulada por Reinaldo Azevedo está mais do que perfeita. Aliás, O Antagonista quando deu a notícia também sentiu o cheiro de carne queimada, pressentido que estaria em curso uma "guerra de dossiês".

Faz sentido o comentário de Reinaldo Azevedo e a intuição de O Antagonista. Numa guerra de mafiosos tudo é possível.

Tirante alguns poucos jornalistas da grande mídia, a maioria joga toda assanhada para salvar Lula, Dilma e seus sequazes. 

Reinaldo Azevedo, que não costuma jogar conversa fora, foi atrás e puxou o fio da meada. É o que o jornalismo verdadeiro exige. 

Portanto, ao visualizar alguma notícia a respeito desse cipoal de corrupção, roubalheiras e sacanagens inauditas na história do Brasil e, quiçá, do mundo, recomendo: fiquem com um pé atrás em relação aos jornalistas da grande mídia. Principalmente neste momento em que o cerco vai se fechando em direção ao grande chefe da mega quadrilha responsável pela despudorada pilhagem dos cofres públicos.


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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Ao vivo

A partir das 21h, assista aqui, ao vivo. 



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