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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

A PANDEMIA DO COMUNAVÍRUS NÃO DECORRE DE FENÔMENO DA NAUTREZA. NA VERDADE É UM PROJETO DE ENGENHARIA SOCIAL TENDO EM MIRA IMPOR UM SISTEMA TOTALITÁRIO GLOBAL!

O artigo desta postagem que transcrevo após este prólogo é da lavra Jeffrey Tucker e foi originalmente publicado pelo site Mises Brasil que dispensa apresentações sobretudo no meio conservador. É uma análise política referente à pandemia do comunavírus, a praga lançada no mundo sob encomenda dos globalistas. Sim, essa pandemia não é de ordem sanitária mas uma operação política destinada a treinar a população da Terra, sobretudo os habitantes do Ocidente, para que mais adiante aceitem sem qualquer protesto um sistema totalitário jamais visto no mundo inteiro.


Trata-se de uma estratégia de médio e longo prazo que já foi iniciada e, ao que parece, não tem data para terminar até que todos os habitantes da Terra forem doutrinados de forma a aceitar sem qualquer reação o uso de focinheiras e de se submeter a misteriosas vacinas, passando todos a viverem amedrontados sob severos e sucessivos lockodowns ou, ainda, sob ataque de grupelhos comunistas como se vê agora nos Estados Unidos. E as Forças Armadas para que servem?, indagará algum desavisado. A minha intuição, até prova em contrário, indica que as FFAA já eram. Até mesmo nos Estados Unidos!


Creio que o artigo de Jeffrey Tucker transcrito em tradução para o português pelo site Mises Brasil é essencial para compreender o  tamanho da encrenca! O título original é "Lockdown: a nova ideologia totalitária." Leiam:


Toda ideologia política tem três elementos: uma visão do inferno com um inimigo que tem de ser esmagado; uma visão de um mundo mais perfeito; e um plano de transição de um para o outro. 


Os meios de transição geralmente envolvem a tomada e a subsequente utilização total da ferramenta mais poderosa da sociedade: o estado. 

Por esta razão, a tendência das ideologias é serem totalitárias. Eles dependem fundamentalmente de sobrepujar as preferências e escolhas dos indivíduos e substituí-las por um sistema de crenças e comportamentos planejado por algum comitê de iluminados. 


Um caso óbvio é o comunismo. O capitalismo é o inimigo. Controlar os trabalhadores e abolir a propriedade privada seria o paraíso. E os meios para se alcançar isso seriam a expropriação violenta das posses da burguesia, com o assassinato dos resistentes.


O socialismo oferece uma versão mais suave do mesmo projeto: na tradição fabiana, você alcança estes mesmos objetivos por meio do planejamento econômico gradual.


A ideologia do racismo postula algo diferente. O inferno seria a integração étnica e a mistura de raças. O paraíso seria a homogeneidade racial. E os meios de mudança são a marginalização ou o genocídio de algumas raças.


O fascismo vê o livre comércio global, o individualismo e a imigração como os inimigos, ao passo que um poderoso nacionalismo seria o paraíso. E a maneira de se fazer a transição é tendo um grande líder. Você pode observar as mesmas características em certos tipos de tradicionalismo religioso teocrático.


Cada uma dessas ideologias vem com um foco intelectual principal, algum tipo de estória projetada para chamar a atenção. Exploração. Desigualdade. Teoria racial. Identidade nacional. Salvação. E cada uma vem com sua própria linguagem para sinalizar o apego à ideologia.  


Praticamente todas as ideologias acima já são bem conhecidas e já estão bem desgastadas. O mundo já tem muita experiência prática com cada uma delas. É possível simplesmente recorrer à história para observar os padrões, reconhecer seus apoiadores e refutar suas teorias.

A NOVA IDEOLOGIA TOTALITÁRIA

Este ano de 2020 nos deu uma nova ideologia com tendências totalitárias. Ela possui uma visão do inferno, do céu e um meio de transição. Possui um aparato de linguagem único. Tem um foco mental. Possui sistemas de sinalização para revelar e recrutar adeptos.


Essa ideologia tornou-se mundialmente conhecida como "lockdown". Podemos também adicionar o sufixo "ismo" à palavra: lockdownismo.


Sua visão do inferno é uma sociedade na qual os patógenos circulam livremente. Seu paraíso é uma sociedade controlada inteiramente por tecnocratas médicos, cuja principal tarefa é a supressão de todas as doenças. O foco mental são os vírus e outras pragas. A antropologia é considerar todos os seres humanos como pouco mais do que sacos recheados de patógenos mortais. As pessoas suscetíveis à ideologia são as pessoas com vários graus de misofobia — outrora considerada um problema mental, mas que agora foi elevado à condição de consciência social.


Este ano foi o primeiro teste do lockdownismo. Ele já chegou impondo os controles mais intrusivos, abrangentes e praticamente globais de seres humanos na história registrada. Mesmo em países onde o Estado de Direito e as liberdades individuais são fontes de orgulho nacional, as pessoas foram colocadas em prisão domiciliar. Suas igrejas e empresas foram fechadas. Milhões de empreendedores e trabalhadores foram humilhados pelo estado, o qual, além de proibi-los de trabalhar, ainda afirmou que suas atividades não eram essenciais para ninguém. A polícia foi estimulada a impingir todos os decretos draconianos e a prender dissidentes que oferecessem qualquer resistência.


A devastação é comparável a períodos de guerra, exceto pelo fato de que foi uma guerra imposta pelo governo ao direito das pessoas de se locomoverem e comercializarem livremente.


E o que é mais impressionante é que, depois de tudo isso, ainda não foi apresentada uma mísera evidência empírica, de qualquer lugar do mundo, de que esta política totalitária, estupefaciente e sem precedentes teve algum efeito em controlar o vírus, para não dizer em aniquilá-lo.


Ainda mais impressionante, os poucos locais que permaneceram completamente abertos (Dakota do Sul, Suécia, Tanzânia, Bielorrússia) não perderam mais do que 0,06% da sua população para o vírus, em contraste a locais como Nova York e Grã-Bretanha, que se fecharam totalmente e apresentaram as mais altas taxas per capita de mortalidade.

A mesma metodologia


Logo no início, a maioria das pessoas concordou, pensando que a mediada era de alguma forma necessária e de curto prazo. Duas semanas se estenderam para 30 dias, que se estenderam para 7 meses, e agora somos informados de que nunca haverá um momento em que não mais seremos obrigados a continuar professando essa nova fé de política pública. Trata-se explicitamente de um novo totalitarismo. 


E, como ocorre com todos esses regimes, há um conjunto de regras para os governantes e outro distinto para os governados.


O aparato da linguagem agora é incrivelmente familiar: achatamento da curva, desaceleração da disseminação, distanciamento social, contenção em camadas direcionadas, intervenção não-farmacêutica. 


O inimigo é o vírus e qualquer pessoa que não esteja vivendo sua vida de maneira exclusivamente voltada a evitar a contaminação. Como você não pode ver o vírus, isso geralmente significa gerar uma paranóia sobre O Outro: alguém diferente de você tem o vírus. Qualquer um pode ser um super disseminador, e você pode reconhecê-los por seu comportamento desobediente e não-submisso.


Repentinamente, "especialistas" e autoridades ao redor do mundo impuseram restrições sobre quem você pode receber em sua casa, proibiram todos os eventos, aboliram as viagens, e até mesmo atiçaram desconfiança contra animais de estimação. Tudo isso levou ao efetivo desmantelamento da rotina em todas as cidades, algo que ainda está longe de se recuperar.

O novo puritanismo e o desprezo pelas consequências


A postura dos adeptos do lockdown almeja uma sociedade de volta ao estado da natureza, com uma idílica purificação da vida. Essa neurose com uma sociedade sem patógenos ajuda a explicar uma das mais estranhas características do lockdownismo: seu puritanismo.

Observe que o lockdown atacou especialmente qualquer coisa que se pareça com diversão: filmes, teatros, eventos culturais, esportes, viagens, boliche, bares, restaurantes, hotéis, academias e clubes. Ainda agora existem locais com toques de recolher para impedir as pessoas de ficarem fora de casa até tarde — sem absolutamente nenhuma justificativa médica. Clique AQUI para ler tudo



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domingo, 15 de novembro de 2020

GLOBALISTAS TENTAM ACIONAR O 'THE GREAT RESET' NO EUA COM A MAIOR FRAUDE ELEITORAL JÁ VISTA. MAS O POVO REAGE. MILHARES TOMAM CONTA DAS RUAS EM WASHINGTON DC.

Pois é pessoal. O imbróglio gerado pela tremenda fraude eleitoral nos Estados Unidos está mobilizando o milhões de cidadãos norte-americanos em favor do Presidente Donald Trump. Como mostrei em postagem aqui no blog neste sábado 14 de novembro de 2020, a mega mobilização popular em Washington DC, a capital norte-americana, acionou a reação conservadora em todo o território do Tio Sam.

No vídeo acima, do Canal Questione-se, apresentado pelo conhecido youtuber Renato Barros, revela o que está ocorrendo na grande Nação norte-americana. Renato Barros mudou-se do Brasil para os Estados Unidos, onde tenta dar a volta por cima, já que seu canal que tinha um grande alcance e ótima monetização foi detonado pela perseguição dessa grande rede social que é o Youtube. Renato Barros, portanto, tenta recomeçar seu trabalho nos Estados Unidos, conforme relata neste vídeo.

Afinal, o Youtube decidiu desmonetizar completamente o canal de Renato Barros, isto é, retirando a veiculação de anúncios. De uma hora para outra esse youtuber foi para o vinagre e tenta recomeçar nos Estados Unidos da América conforme explica no vídeo. E Renato Barros não é primeiro youtuber que vem sendo perseguido pelo império das Big Tech do Vale do Silício. 

Mas além de seus comentários sobre o que se passa nos Estados Unidos depois que foi descoberta a brutal fraude eleitoral levada a cabo pelo esquerdista Partido Democrata, o Renato Barros reporta ao longo desse vídeo aspectos da fantástica e enorme manifestação pró-Trump neste sábado em Washington DC, a Capital dos Estados Unidos tida como um reduto dos democratas, vejam só! 

Pela espetacular presença de milhares de pessoas que tomaram boa parte dessa cidade pode-se inferir que a mobilização pró-Trump é enorme. Inclusive neste vídeo acima se vê o momento em que o Presidente Donald Trump em veículo cercado por grande aparato de segurança reverencia a pujante demonstração de apoio que lhe devota o povo que tomou conta das ruas e praças de Washington DC.

Portanto vale a pena ver este vídeo que tem apenas 12 preciosos minutos o suficiente para botar no vinagre a cobertura da dita grande mídia e seus jornalistas vigaristas e mentirosos. Eles estão desesperados. Sabem que daqui a pouco serão "desmonetizados" por grandes grupos econômicos ou, seja, a dita "burguesia" conceito caro aos comunistas em geral. Ocorre que quando a água começa a bater no traseiro de banqueiros, mega empresários e investidores variados toda essa gente pula fora do barco.  A primeira umidade constatada no porão faz acender a luz vermelha e eles caem fora. Já pensaram uma "desmonetização" de redes como Globo, Veja, Falha de S. Paulo, IstoEra e congêneres? Aliás, já foram "desmonetizadas" pelo Governo do Presidente Jair Bolsonaro e estão enlouquecidas e por isso querem derrubá-lo.

Tenham em mente que o que está ocorrendo na mega fraude das eleições nos Estados e a reação popular vista neste sábado em Washington DC em favor do Presidente Donald Trump indica o tamanho da encrenca que não está localizada apenas nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. Que o diga o atentado a faca sofrido pelo Presidente Jair Bolsonaro no final da campanha presidencial no Brasil no final do ano de 2018. 

A par disso, lembrem-se que os globalistas que alardeiam de forma ameaçadora o tal 'The Great Reset" vociferado pelo alemão herr Claus Schwab, chefe do Fórum Econômico Mundial. Querem mudar o mundo de uma hora para outra. A finalidade desse esquema é detonar a Cultura Ocidental. Não é à toa que Joe Biden esteve recentemente de beijos e abraços com Herr Schwab. 

Resumindo: insisto pela enésima vez que há um movimento globalista pesado. Tão pesado que não tiveram o mínimo pudor político e aplicaram a maior fraude eleitoral já ocorrida nos Estados Unidos nesta eleição presidencial a par do fato de terem engolido as Big Tech do Vale do Silício que se renderam ao canto de sereia emitido pelo conluio sino-globalista. Cumprindo ordens do grupelho sino-globalista agora se dedicam a censurar sem qualquer pudor todos aqueles que falam a verdade.

Enfim. O mundo está entrando numa guerra. Até agora refletida por ações grupelhos comunistas como Antifas e congêneres. Todavia o que ocorreu agora na eleição presidencial dos Estados Unidos deixa claro que não será tão fácil como imaginam os globalistas detonar a Cultura Ocidental.

Não se pode excetuar um conflito mundial!



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sábado, 14 de novembro de 2020

BATALHA PELA LIBERDADE AGIGANTA-SE NOS EUA. MULTIDÃO TOMA O CENTO DE WASHINGTON DC EM APOIO AO PRESIDENTE DONALD TRUMP.

O processo de apuração dos votos da eleição presidencial nos Estados Unidos está longe de terminar enquanto manifestações de apoio ao Presidente Donald Trump e denúncias da gigantesca fraude eleitoral prosseguem. 

Neste sábado em Washington DC, a capital dos Estados Unidos, uma gigantesca multidão de apoiadores do Presidente Donald Trump praticamente tomaram o centro dessa cidade conforme mostra o vídeo acima o que dá uma ideia do apoio inconteste da maioria do povo norte-americano ao Presidente Trump.

Enquanto isso pelas redes sociais são postadas noite e dia inúmeras revelações de fraudes no processo de apuração do pleito presidencial que vão desde a roubalheira efetuada pela tecnologia da Smartmatic a montões de urnas cheias de votos em lixões.

A apuração do pleito eleitoral ainda não se concluiu ao passo que a campanha do Presidente Donald Trump instrui um mega processo que com certeza chegará à Corte Suprema. E tanto é verdade a minha assertiva que os agitadores comunistas parece que sumiram das ruas desta feita dando lugar a manifestações patrióticas e ordeiras dos apoiadores do Presidente Donald Trump como comprova acima o vídeo do que está ocorrendo em Washington, muito diferente da baderna da velhacaria comunista terrorista e assassina.

Acima do vídeo veiculado pelo Twitter pela conta Política EUA mostrando Washington neste sábado, um dos memes que circula pelas redes sociais. De forma severa o desenho mostra a Estátua da Liberdade ícone da democracia e da liberdade que caracterizam a mais forte Nação  libertária e democrática do planeta. No desenho a Liberdade incomodada e ameaçada pelos comunistas faz de uma dessas máscaras anti vírus chinês um estilingue para despachar Joe Biden para o inferno.



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EM ENTREVISTA ESPECIAL OLAVO DE CARVALHO DÁ UMA AULA DE POLÍTICA , JUSTAMENTE NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO MUNICIPAL AQUI NO BRASIL. NÃO PERCAM!

O vídeo que ilustra esta postagem pode ser qualificado como de suma importância para entender um pouco de política nacional e global. O entrevistado é o filósofo e escritor Olavo de Carvalho, que dispensa apresentação. Os entrevistadores compõem a bancada da Rádio Jovem Pan.

Recomendo que assistam para entender muitos lances da política tanto doméstica como internacional. Sobretudo quando Olavo de Carvalho explica a ação política dos denominados meta-capitalistas que comumente aqui no blog em minhas análises rotulo de "mega empresários". Ou seja, aquela gente endinheirada que mantém um silêncio sepulcral em relação ao arreganho dos comunistas.

Muitos desses grandalhões da economia, por exemplo, continuam completamente mudos em relação à onda autoritária de governadores, prefeitos e parlamentares em todas as esferas sob o pretexto de combater o vírus comunista chinês. Jamais questionam o fato de que essa peste lançada ao mundo pelo Partido Comunista Chinês está detonando a economia, sobretudo no âmbito dos médios e pequenos negócios. Em sua abordagem dessa temática ao longo da entrevista Olavo de Carvalho resume tudo explicando esse consórcio escandaloso entre os endinheirados com os comunistas. Aí dá para compreender essa simbiose.

Mas não é só isso que é debatido nesta excelente entrevista que jamais será editada pelas grandes redes de televisão que, por isso mesmo, estão perdendo audiência de forma arrasadora. Oxalá o Youtube não resolva eliminar o vídeo  acima premido, por exemplo, pelo grupelho Sleeping Giants ou ainda pelas empresas de fact checking, organizações tidas pela mainstream media como de alta confiabilidade, quando na verdade constituem esquema dissimulado de censura! Sim. Censura!

De sorte que, como afirmei no início desta postagem, esta entrevista com Olavo de Carvalho está ótima. Os temas são variados e vão desde a conturbada eleição nos Estados Unidos, tisnada pela gigantesca fraude levada a efeito pela entourage do candidato do Partido (Comunista) Democrata até o Governo do Presidente Jair Bolsonaro.

Enfim. Tem-se nessa entrevista um aula excelente de política exatamente agora quando os brasileiros vão às urnas no próximo domingo, dia 15 deste mês de outubro de 2020, quando se fere o pleito municipal para os cargos de Prefeito e Vereador.

Há um velho ditado que afirma que política não é para amadores. Isto é verdade, sobretudo no Brasil, cujos eleitores conseguiram eleger o primeiro Presidente da República que não pertence ao establishment: Jair Bolsonaro. Isto consumiu mais de um século. Aliás, por isso mesmo é que Bolsonaro sofreu aquele atentado a faca no final da campanha presidencial em 2018. 



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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

A AÇÃO CRIMINOSA DO GLOBALISMO OPERADA PELA GRANDE MÍDIA E REDES SOCIAIS POR TRÁS DA ESCANDALOSA FRAUDE ELEITORAL NOS ESTADOS UNIDOS. ENTENDA TUDO!

Donald Trump: a pedra nos sapatos do globalistas.

O processo de apuração dos votos na eleição presidencial dos Estados Unidos continua sub judice enquanto a mainstream media e as redes sociais insistem na faina criminosa de minimizar a maior fraude eleitoral já vista no Ocidente. E isto é feito pela omissão de informações e/ou insinuações que Joe Biden continua favorito.

Portanto, meu esforço esta noite no sentido de apurar o que realmente está ocorrendo tornou-se uma tarefa praticamente impossível. Até porque trabalho sozinho editando este blog. Mas a minha experiência jornalística indica que quando as coisas ficam nebulosas é porque algo está preocupando os arautos da mainstream media.

Se não posso noticiar e/ou comentar algo concreto pelo menos posso trazer para os leitores fatos importantes e fundamentais que interferem no pleito presidencial dos Estados Unidos que jamais a grande mídia aborda. Aliás, mainstream media é parte da estratégia globalista. Êpa! Eis aí um conceito intocável. O jornalismo boçal e a soldo do establishment continua rotular o "globalismo" como teoria conspiratória. Irá também ironizar o fato de que está em curso há muito tempo um projeto de destruição da Cultura Ocidental. Tanto é que até o Papa argentino é capaz de excomunga o Criador! e não se furtou em receber como brinde uma cruz inspirada na foice e no martelo.

Portanto, o que está ocorrendo com essa mega fraude eleitoral nos Estados Unidos é a tentativa de turbinar o projeto de destruição da Cultura Ocidental cuja matriz cultural e religiosa que lhe deu forma e vida é judaico-cristã. 

Portanto, esta postagem destina-se a enfocar o que está em jogo nessa brutal tentativa de fraude eleitoral, ou seja "cancelar" Mr. Donald Trump. Para tanto, transcrevo em tradução livre do espanhol para o português uma análise publicada no site Panam Post, sediado em Miami (EUA), da lavra Raúl Tortolero (*), que é um consultor político mexicano. Creio que ele resume muito bem o que está acontecendo. Leiam que vale a pena:

A censura contra o presidente Donald Trump e sua equipe não apenas continuou, mas se intensificou nas últimas horas. Mais uma rede de televisão interrompeu Kayleigh McEnany, porta-voz da Casa Branca, quando ela expôs detalhes que contribuem para a fraude eleitoral.

Nos Estados Unidos, uma nação-emblema mundial das liberdades, dos direitos humanos e da democracia, a liberdade de expressão está sendo flagrantemente atacada em todo o país e nos momentos nobres


Só que, desta vez, não é uma autocracia que silencia as vozes que a contradizem, mas, inesperadamente, o contrário: um enxame escuro de mídias eletrônicas e digitais decide o que pode ser dito e o que não pode. Uma aglomeração de marxismo cultural que promove o pensamento único, que está ditando o que devemos pensar e limitando o que devemos saber.

Tanta unanimidade nunca

 é fruto da democracia

Essa ‘ditadura legal’ não aparece com uma jaqueta militar, mas com âncoras carismáticas, apresentadores de notícias e formadores de opinião de todos os matizes, mas que, “coincidentemente”, pensam todos iguais. Eles respondem a um roteiro estabelecido, a uma narrativa que não é improvisada.


Nas redes circula um vídeo que mostra como nada menos que 15 motoristas repetem que “a atitude dos republicanos de exigir a recontagem dos votos é um perigo para a democracia”. Quem escreveu este script e quais são seus objetivos ocultos? Tanta unanimidade nunca é fruto da democracia.


O Twitter também continua bloqueando quase todas as postagens de Trump e sua equipe. Nos Estados Unidos e no mundo, os donos das redes sociais decidem o que pode e o que não pode ser dito. Eles estão acima dos presidentes legalmente eleitos. E eles o redirecionam para a nota "correta", para as informações aprovadas pelo enxame progressivo.


É interessante ver hoje para que serve eles injetar a ideologia do suposto respeito, inclusão, não discriminação e proteção das pessoas: reivindicando a violação dessas normas, silenciam Trump, logo quem quer que seja em todo o mundo.


Não se pode criticar a ideologia de gênero e o feminismo radical, por exemplo, sem sofrer consequências, como o cancelamento; Nem você pode falar sobre uma fraude e documentá-la, como Trump faz, sem ser "cancelado". A ideologia da ‘ditadura legal’ opera com uma estratégia geopolítica.

Do 'biopoder' ao 'psicopoder'

Foucault definiu 'biopoder' como um conjunto de medidas políticas do Estado que afetam diretamente o corpo, disciplinas como o confinamento em prisões e psiquiatras, ou internados; campanhas de contracepção, prevenção de doenças venéreas e câncer, vacinação e agora pró-aborto.


O coreano Byung Chul-Han fala sobre a evolução do 'biopoder' para o 'psicopoder', onde a população é controlada não pela bota, mas por métodos legais: ninguém tem que torturar você para saber tudo sobre você e controlar você; agora você se desnuda nas redes sociais, que também, com o big data, sabem o que você come, seus remédios, se consome pornografia, sua ideologia política e suas transações bancárias.


Na verdade, vivemos simultaneamente a política disciplinar de "biopoder" e "psicopoder". Em um exemplo grotesco de 'biopoder', o COVID-19 que surgiu na China forçou uma longa reclusão, com destruição econômica. Nenhum governo está preparado para isso e isso afeta a todos se houver eleições.


A isso se somou o ‘psico-poder’ das redes sociais e da grande mídia, buscando fazer com que todos acreditem que não houve fraude - sem apresentar provas de virgindade eleitoral -, que Trump é o pior e que Biden é o anjo da democracia.

Biden, o avanço do globalismo.

De qualquer forma, os mais de 70 milhões de cidadãos que votaram em Trump não vão desaparecer mesmo que os resultados, na contagem legal, não o favoreçam. As máfias da mídia e seus "aliados" terão que lidar com metade da população, que apóia Trump.


Mas a chegada de Biden e os interesses que o movem, o progressismo e a esquerda radical, representam o avanço do globalismo e, portanto, uma aproximação ao fim do Ocidente e seus valores tradicionais.


O pluralismo que teria votado em Biden se traduz no domínio de minorias raivosas apresentadas como vítimas para controlar e impor sua agenda; as maiorias estão vinculadas ao "politicamente correto" e à ideologia protegida pelo Estado e por instituições globalistas como a ONU. Ninguém pode sair da linha porque está "cancelado". A realidade modelada em episódios de Black Mirror (cf. Plummeting e White Christmas).

"Nova Ordem Mundial" vs. "Torne 

a América Grande Novamente"

Quais são os verdadeiros interesses que Trump afetou ao ser tratado dessa forma pela mídia e pelos faraós da rede agora? Só um ingênuo pode pensar que é rejeitado porque é "conservador" e os outros são "liberais".


O resultado final é estrutural: Trump desafiou e conseguiu remover o bastão de um grupo político megapoderoso entrincheirado por 28 anos (de 1988 a 2016) e que operava entre burros, como entre elefantes.


Esse período começou com George H.W. Bush, cuja frase simbólica de 1991 é lembrada, na qual descreveu a guerra no Golfo Pérsico não como afetando um pequeno país, mas como o início de uma “Nova Ordem Mundial”.


Uma agenda muito diferente é deixar de lado os sonhos de dominação mundial e voltar os olhos para o interior dos Estados Unidos, para as classes populares, naquilo que Trump tem baseado seu governo: a demanda dos trabalhadores e, portanto, do nacionalismo e de patriotismo. Isso é "Make America Great Again".


Sem guerras, sem invasões, Trump afetou o grande negócio do globalismo e seus tiranos nos partidos políticos, na indústria e na mídia e redes sociais. Esses setores usam a agenda progressista para dominar o Ocidente por meio de uma ideologia, que funciona como um software na mente do cidadão: se você não cumprir, você vive no erro e sofre as consequências.

Progressismo globalista

disfarçado de socialismo cool

Como Roger Scruton escreveu, a esquerda radical sempre lutou para dominar a linguagem; seu principal legado é a transformação da linguagem política. Pensemos em todos os termos que nos são impostos hoje mesmo como políticas de Estado, que são de observância “obrigatória”: heteropatriarcado, feminismo interseccional, novas masculinidades, gênero fluido, cancelamento ...


O socialismo cool –que é o progressismo globalista– é o responsável direto pelas tentativas de destruir a família de pai, mãe e filhos, pela profanação da vida e por assumir como “religião” qualquer de suas causas “pagãs”, da objetivação do ser humano e assumi-lo sem espírito, como máquina de produzir e consumir.


E, sobretudo, de transferir o tema da revolução marxista clássica, dos trabalhadores e camponeses contra a burguesia, para a luta aberta dos homens contra as mulheres, dos heterossexuais contra os homossexuais, dos brancos contra os negros e indígenas, dos cristãos contra os muçulmanos.


Por isso, hoje, Trump - apesar de suas explosões e defeitos pessoais - e com seus mais de 70 milhões de eleitores, é um ícone contra a destruição do Ocidente e dos valores do Cristianismo, que não vai a lugar nenhum.


(*) Raúl Tortolero é um consultor político mexicano, com doutorado em direitos humanos e mestrado em filosofia.



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terça-feira, 10 de novembro de 2020

UM DOS MAIS IMPORTANTES ANALISTAS POLÍTICOS DOS EUA REVELA A FRAUDE BRUTAL DO PARTIDO DEMOCRATA NA TENTATIVA DE DERRUBAR O PRESIDENTE DONALD TRUMP. O JOGO É SUJO, PERVERSO E ATROZ!

No vídeo acima o conhecido analista e personalidade do rádio norte-americano revela a brutal fraude perpetrada pelo dito Partido Democrata, na verdade não é um Partido, mas um guarda-chuva que abriga todo o movimento comunista dos Estados Unidos.

Mark Levin é um dos mais argutos analistas da política norte-americana, além de apresentador do programa de rádio The Mark Levin Show, bem como do programa Life, Liberty & Levin na Fox News TV. 


Além disso, Levin trabalhou na administração do Presidente Ronald Reagan e foi chefe de gabinete do Procurador-GEral Edwin Meese. Quem. Acompanha a política norte-americana conhece Mark Levin.


Neste vídeo contundente, Levin revela as maiores falcatruas, picaretagens e roubalheiras eleitorais do Partido Democrata, com a finalidade de impedir a reeleição do Presidente Donald Trump. E o faz de forma enfática porquanto é uma personalidade de invulgar capacidade e conhecimento profundo da política dos Estados Unidos.


Portanto vale muito a pena ver este vídeo aí acima para entender o que de fato está ocorrendo nessa apuração do pleito presidencial nos Estados Unidos. Sobretudo a brutal fraude planejada e executada pelo dito Partido Democrata, ou melhor, o guarda-chuva que abriga tudo o que não presta!



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ALGUMA COISA ESTÁ PARA ACONTECER NOS ESTADOS UNIDOS . PRESIDENTE DONALD TRUMP MUDA O SECRETÁRIO DE DEFESA, PASTA QUE ARTICULA AS FORÇAS ARMADAS.

Em postagem aqui neste blog no último dia 04 deste mês de novembro, minha intuição sobre a inação das Forças Armadas ante a sucessão de ataques e quebra-quebras era no mínimo um fato muito estranho. O Título da postagem foi direto ao ponto: "A fraude eleitoral planejada pelos globalistas nos Estados Unidos e o estranho silêncio das Forças Armadas americanas".

Só não imaginava que a minha intuição jornalística poucos dias depois se transformaria num fato concreto corroborando aquilo que constatara como estranho, ou seja, a inação das Forças Armadas norte-americanas face ao ataque sistemático por dias seguidos por parte da camorra comunista como os Antifas, Black Lives Matter entre outros grupos esquerdistas análogos.

A gota d'água foi logo que começou apuração dos votos desta eleição presidencial fraudes impressionantes e inauditas foram constatadas. O objetivo era detonar o caudal de votos em favor do Presidente Donald Trump e a baderna nas ruas de diversas cidades, inclusive a capital Washington, corria praticamente solta, quando grupos policiais eram cercados e atacados pelo terror comunista.

Anotei na minha análise do último dia 04 deste mês de novembro que via como algo estranho a inação das Forças Armadas face o arreganho criminoso da malta esquerdista. 

Eis que nesta segunda-feira o Presidente Donald Trump decidiu despedir o atual Secretário de Defesa Mark Esper. Em postagem em sua conta oficial no Twitter, o Presidente Donald Trump anunciou o afastamento de Esper e seu substituto explicando: "Mark Esper foi eliminado" - disse Trump no Twitter. "Tenho o prazer de anunciar que Christopher C. Miller, o diretor altamente respeitado do Centro Nacional de Contraterrorismo (confirmado por unanimidade pelo Senado), será o Secretário Interino da Defesa, com efeito imediato."

Na minha postagem sobre a estranha inação das Forças Armadas ante o evidente ataque comunista que ocorreu nas principais cidades norte-americanas durante a campanha eleitoral presidencial anotei:

"Se os Estados Unidos são a maior potência bélica do mundo e dispõem do maior arsenal bélico podem sucumbir ante hordas de jagunços mascarados que vêm promovendo ao longo da campanha eleitoral o maior quebra-quebra já visto no mundo?


O que alinhei nestes quatro parágrafos acima é um observação ligeira do que realmente ocorre em solo norte-americano. E o que é espantoso é que toda essa potência bélica parece apenas uma fábula. Tanto é que as Forças Armadas até agora não moveram uma palha e o que se vê é a polícia apanhando dos vagabundos comunistas nas ruas.


E aí vem a recordação do atentado das torres gêmeas em New York em 11 de setembro de 2001 e a facilidade que tiveram os terroristas de causar aquela verdadeira hecatombe à luz do dia. O Presidente, coincidentemente, era o Republicano George W. Bush. O Partido Republicano não é 100% conservador. Infelizmente humanos são demasiadamente humanos, conforme assevera esse velho adágio. Boa parte, senão a maioria, é caca pura!


Agora junte as observações pontuais e ligeiras que declinei nesses quatro parágrafos acima com o imbróglio que está ocorrendo na apuração dos votos desta eleição presidencial nos Estados Unidos com o expresso e evidente silêncio das Forças Armadas da maior potência bélica do mundo."


Enfim, minha premonição de certa forma estava correta tanto é que o Presidente Donald Trump afastou nesta segunda-feira o Secretário de Defesa Mark Esper, enquanto assume interinamente Christopher C. Miller, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo.

Quem desejar ler a minha postagem sobre a estranha inação das Forças Armadas dos EUA nesse clima belicoso desatado pelos comunistas sob as asas do Partido  dito Democrata clique AQUI.



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