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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

EM MENOS DE 1 ANO O GOVERNO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO REACENDE A ESPERANÇA DO POVO BRASILEIRO.


As centenas de pessoas que se aglomeram diariamente nas proximidades do Palácio da Alvorada, a residência oficial do Presidente da República, não dão folga nem nos finais de semana para ver de perto e dialogar com o Presidente Jair Bolsonaro. Com paciência e bom humor o Presidente Bolsonaro responde a eventuais perguntas de jornalistas bem como de populares à cata de uma selfie com o Chefe da Nação, como revela o vídeo que ilustra esta postagem.

E vejam só. O Presidente Bolsonaro não tem marqueteiro, ao contrário de seus predecessores que contratavam especialistas em marketing para promover as ações de governo e, de quebra, emplacá-los nos veículos de mídia.

Se Bolsonaro não tem marketeiro oficial conta com apoio espontâneo de seus milhares de eleitores e a entrada do Palácio da Alvorada está sempre repleta de obstinados cidadãos aguardando a saída ou a chegada do Presidente Jair Bolsonaro.

Simples, vestindo um agasalho, uma camiseta nos finais de semana, como neste domingo, o Presidente Bolsonaro não se faz de rogado entremeando assuntos sérios de seu governo com papos sobre futebol entre outras trivialidades. Entre uma risada e outra às vezes o Presidente, cerrando o cenho, se refere a algum assunto político e/ou econômico ou mexe com algum jornalista sequioso por um escorregada presidencial. Coisa difícil de acontecer. A forte personalidade presidencial se impõe e o Presidente Bolsonaro dá a volta por cima, quase sempre desarmando o interlocutor.

O que é mais interessante disso tudo é que esta é a personalidade do Presidente. Não há script. O Presidente Bolsonaro não usa máscara e nem possui marketeiro a tiracolo. E isto desconcerta a grande mídia, razão pela qual os veículos midiáticos produzem diariamente uma torrente de bobagens, quando não resvalam para o mundo sombrio das famigeradas fake news no afã de prejudicar o Presidente. Alias, ato deletério sobejamente odiado pela maioria do povo brasileiro. E anotem aí: a mesma ojeriza popular à dita grande mídia se verifica também em relação aos Poderes Legislativo de Judiciário.

Enfim. Há um ânimo evidente na população brasileira de apoio ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro e que deve estar crescendo muito neste final de ano. E isto se nota no movimento do comércio varejista, dos shoppings centers. Com certeza este é o melhor Natal no Brasil dos últimos anos. Em menos de um ano o Governo do Presidente Jair Bolsonaro mudou o panorama sombrio e ameaçador criado por sucessivos governos comunistas desde a Nova República.

Essa pitada da velha e boa receita conservadora adotada pelo Governo do Presidente Bolsonaro vai recolocando o Brasil nos trilhos. E isso se reflete no ânimo popular e na predominância da paz social, embora ainda haja muito o que fazer. Imaginem se o Congresso Nacional e o Judiciário estivessem mais afinados com o Executivo?

O Brasil tem jeito? Tem sim. O Governo Bolsonaro está comprovando isso.  


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Sponholz: Sempre enchendo o saco...

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domingo, 15 de dezembro de 2019

UMA ADVERTÊNCIA DE OLAVO DE CARVALHO PARA A DIREITA: NÃO EXISTEM MILAGRES INSTANTÂNEOS.


"A ocupação do aparato estatal brasileiro pelo comunobanditismo levou MEIO SÉCULO. Se querem livrar-se dela, preparem-se para um esforço igualmente longo em vez de cobrar do governo milagres instantâneos.“.  
Esta afirmativa é do próprio Olavo de Carvalho, na apresentação do vídeo acima no seu canal do Youtube. Vale a pena assistir. Em 9 minutos Olavo de Carvalho resume tudo oferecendo elementos para uma necessária reflexão e autocrítica por parte dos que estão à direita do espectro político, ou seja, o segmento de apoio ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro.


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sábado, 14 de dezembro de 2019

GLOBALISMO, A ESTRATÉGIA COMUNISTA DO SÉCULO XXI QUE O JORNALISMO ESQUERDISTA DA GRANDE MÍDIA ESCAMOTEIA.

Todos estão acostumados com o termo globalização que se tornou moda quando as possibilidades de incremento no comércio internacional cresceram vertiginosamente graças ao uso intensivo das novas tecnologias. Isto teve início no final do século XX e início deste século XXI. Rios de tinta foram gastos para abordar esse tema pela grande mídia então operando pelo rádio, televisão e por jornais e revistas impressos em papel. Com o impacto da internet esses veículos todos foram para o brejo e agonizam atualmente. Como sou jornalista há quase meio século dou-me por satisfeito por ter migrado com facilidade para o que se pode denominar de "jornalismo digital". E compreendo que para a maioria dos jornalistas da imprensa tradicional essa transição foi difícil, senão impossível para muitos que continuam culturalmente e tecnicamente prisioneiros do século XX. Imaginem o que sobrou para os arautos quando no século XV Gutenberg inventou a imprensa? Creio que no que diz respeito ao impacto das novas tecnologias sobre o jornalismo está resumido nesse "nariz de cera" que abre esta postagem.

Mas há ainda os aspectos romântico e ideológico que sempre incidiram no meio jornalístico, predominando a visão obtusa da realidade sobretudo depois da publicação do Manifesto Comunista de Karl Marx. E o troço foi tão forte que a ideologia foi capaz de viabilizar tiranias como a da desmantelada URSS ou ainda a Ilha Prisão de Cuba, a ditadura mais antiga do mundo. Lá se vão 60 anos! O comunismo não dá certo de jeito nenhum, exceto para seus dirigentes e asseclas. Mesmo com todas as provas abundantes e inquestionáveis os comunistas perseveram no seu desiderato, porém neste século XXI de modo bem diferente. Denomina-se esse novo modo de ação de "guerra cultural". A vertente teórica desse marxismo cor-de-rosa é variada, mas tem duas fontes principais: a Escola de Frankfurt, na Alemanha e a obra o teórico socialista italiano Antonio Gramsci. Ambas as fontes chegaram, grosso modo, à conclusão que o socialismo só será possível com o desmanche da matriz cultural que deu vida à Civilização Ocidental.

É interessante notar o impacto das novas tecnologias no projeto da "guerra cultural". No final do século XX os avanços da ciência e da tecnologia começaram a ser aplicados primeiramente no âmbito econômico com o  surgimento da "globalização", ou seja, o incremento comercial global o que fomentou um avanço extraordinário na circulação de mercadorias.

Já no início deste século XXI surgiu um novo conceito, o "globalismo" que, curiosamente a mainstream media não leva em consideração, ou melhor, não menciona, não analisa e quando se refere ao "globalismo" é para ironizar, qualificando-o de "teoria conspiratória" da "direita fascista". Trata-se de uma estratégia para impedir que as pessoas percebam o que está sendo urdido por meio da ONU, União Europeia entre outras organizações multilaterais, ou seja, trata-se de um modelo totalitário de âmbito global.

Vou tentar trocar em miúdos o que é o "globalismo", valendo-me de parte de um artigo veiculado há algum tempo no site Mises Brasil. Como os leitores poderão notar trata-se de um sistema global totalitário, cujo protótipo é a União Europeia que domina 28 países da Europa. É importante notar que o globalismo, aliás, sempre foi uma pauta do movimento comunista internacional. Daí o zelo dos jornalistas da grande mídia, a maioria constituída de militantes esquerdistas, em impedir que esse tema chegue ao conhecimento da opinião pública. Tratam o globalismo como uma teoria conspiratória.

O artigo em pauta que segue abaixo é um da lavra de Thorsten Polleit, um empresário e professor honorário da Frankfurt School of Finance & Management. Trata-se de um excerto. O artigo foi publicado em 2017. Ao final o link para o acesso ao artigo completo. Leiam:
ENTENDA O ESQUEMA
Logo de início, é fácil ver que o globalismo — que também pode ser chamado de globalização política — não tem absolutamente nada a ver com a globalização econômica.
Globalização econômica significa livre comércio e livre mercado. Trata-se de um arranjo que não apenas não necessita da intervenção de governos e burocratas, como funciona muito melhor sem eles. Indo mais além, trata-se de um arranjo que surge naturalmente quando não há políticos e burocratas impondo obstáculos às transações humanas.
Já o globalismo é o exato oposto: trata-se de um arranjo que só existe por causa de políticos e burocratas. Seria impossível haver globalismo se não houvesse políticos e burocratas.
O globalismo é uma política internacionalista, implantada por burocratas, que vê o mundo inteiro como uma esfera propícia para sua influência política. O objetivo do globalismo é determinar, dirigir e controlar todas as relações entre os cidadãos de vários continentes por meio de intervenções e decretos autoritários.
Eis o argumento central do globalismo: lidar com os problemas cada vez mais complexos deste mundo — que vão desde crises econômicas até a proteção do ambiente — requer um processo centralizado de tomada de decisões, em nível mundial. Consequentemente, leis sociais e regulamentações econômicas devem ser "harmonizadas" ao redor do mundo por um corpo burocrático supranacional, com a imposição de legislações sociais uniformes e políticas específicas para cada setor da economia de cada país.
O estado-nação — na condição de representante soberano do povo — se tornou obsoleto e deve ser substituído por um poder político transnacional, globalmente ativo e imune aos desejos do povo.
Obviamente, a filosofia por trás dessa mentalidade é puramente socialista-coletivista.
Representa também o pilar da União Europeia (UE). Em última instância, o objetivo da UE é criar um super-estado europeu, no qual as nações-estado da Europa irão se dissolver como cubos de açúcar em uma xícara quente de chá. Foi majoritariamente disso que os britânicos quiseram fugir.
Ao menos para o futuro próximo, este sonho burocrático chegou ao fim. O desejo de impor uma uniformidade afundou em meio a uma dura e difícil realidade política e econômica. A UE está passando por mudanças radicais — culminando com a decisão dos britânicos de sair dela — e pode até mesmo entrar em colapso dependendo dos resultados eleitorais em alguns importantes países europeus (França, Holanda, Alemanha e possivelmente Itália) neste ano de 2017.
Com Donald Trump na presidência americana não há mais qualquer apoio intelectual dos EUA ao projeto de unificação européia. A mudança de poder e de direção em Washington diminuiu o poder de influência dos globalistas — o que permite alguma esperança de que a futura política externa americana seja menos agressiva em termos militares. Trump — ao contrário de seus antecessores — ao menos não parece querer impingir uma nova ordem mundial.
Por outro lado, os defensores da globalização econômica têm motivos para estar preocupados. O governo Trump vem ameaçando utilizar medidas protecionistas — majoritariamente na forma de tarifas de importação — para supostamente estimular o emprego e a produção nos EUA, mesmo com toda a teoria e realidade econômicas demonstrando que o efeito será o oposto.
Tamanha interferência na globalização econômica, o que representaria um retrocesso no tempo, não apenas seria um ataque à prosperidade, como também pode se degenerar em conflitos políticos, reacendendo antigas rixas e contendas. Não precisaria ser assim.
Para atacar e até mesmo aniquilar o globalismo não é necessário atacar e fazer retroceder a globalização econômica.

A globalização é Steve Jobs, Jeff Bezos e Michael Dell; o globalismo é George Soros, o CFR, a Comissão Trilateral, os Rockefeller, os Rothschilds e a ONU. Para ler o artigo completo clique AQUI


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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

CONSERVADORES VENCEM DE LAVADA E O REINO UNIDO FINALMENTE PROMOVERÁ O 'BREXIT' SAINDO DA UNIÃO EUROPEIA


O primeiro-ministro Boris Johnson agora com a faca e o queijo nas mãos: o Reino Unido sairá finalmente da União Europeia.
Maioria absoluta à vontade para os conservadores com seu "Brexit já" e uma cacetada no programa socialista radical de Corbyn. Às cinco da manhã, Boris Johnson proclamou sua vitória nas eleições que os dois partidos qualificaram como "as mais importantes de uma geração". Logicamente muito feliz, ele fez sua primeira avaliação no estágio da contagem de votos de seu círculo eleitoral de Uxbridge, oeste de Londres. O primeiro-ministro declarou que "foi uma votação histórica, que nos permite realizar o Brexit, recuperar o domínio do povo e mudar este país para melhor".
Sua euforia tinha boas razões. Com quase todas as cadeiras das 650 que compõem o Commons já declaradas, os conservadores terão 358 deputados, 41 a mais do que em maio de 2017, o que representa uma maioria absoluta de 32. Com esses números, Johnson pode executar o Brexit em 31 de janeiro, terminando três anos e meio de idas e vindas e vagas parlamentares. De fato, ele quer que os deputados trabalhem nas férias de Natal para acelerar a lei de saída do Reino Unido da União Europeia, que poderá receber sua primeira leitura no final da próxima semana. Donald Trump comemorou a vitória e se preparou para prometer um acordo comercial melhor do que "qualquer um da UE".
Em sua celebração por conhecer sua grande vitória, Johnson "agradeceu especialmente ao povo por ter participado massivamente nas eleições de dezembro, o que eu não queria, mas agora elas são históricas para nos dar a oportunidade com este novo governo, respeitar a vontade democrática do povo desse país e relançar todo o seu potencial. Com informações do site do diário espanhol ABC - Clique aqui para ler a matéria completa em espanhol


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PARTIDOS POLÍTICOS E MOVIMENTOS DE RENOVAÇÃO


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Entre as funções de um partido político pode-se citar: enquadramento ideológico ou doutrinal dos candidatos; recrutamento e seleção dos candidatos; coerência interna no que diz respeito a disciplina do voto.
Contudo, pode-se notar com clareza, que nossa realidade partidária passa longe dessas características. Nossos partidos são verdadeiros clubes de interesse sem nenhuma consistência nacional, costuradas ao sabor das ambições de poder pelo poder, de interesses eleitoreiros e de conveniências imediatistas.
A Constituição de 1988 acabou sendo uma “colcha de retalhos”. Mesmo porquê, naquela época os partidos já se encontravam totalmente descaracterizados como representantes da opinião pública ou segmentos sociais. Para além de uma reacomodação dos políticos antes contidos no bipartidarismo, surgiu um processo acentuado de trocas de siglas que sugeria o oportunismo da caça às vagas nas convenções e o acerto de interesses eminentemente pessoais de poder pelo poder, de levar a melhor.
Pode-se dizer que, de 1986 em diante nossos partidos que guardavam as características brasileiras do “jeitinho” e do “levar vantagem em tudo”, começaram a se assemelhar cada vez mais aos catch-all-parties ou partidos agarra-tudo, surgidos na Europa na década de sessenta. Essas agremiações tinham como objetivo captar o máximo de votos, atrair eleitores diversos ou até contraditórios, não assumiam uma ideologia precisa e se voltavam para eleitores e não para os militantes geralmente dirigidos por elites que não saiam de suas bases.
Esse contexto desnorteia o eleitor quando este tem de dar seu voto. Por conta disto prevalecem nas escolhas apenas a emoção e não a racionalidade, a personalização do poder (vota-se no candidato e não no partido), o jogo e a aposta. Mantêm-se, portanto, nas eleições o aspecto lúdico ou circense da política onde tantos populistas com suas discurseiras que encantam massas, costumam levar a melhor nas urnas.
Com o advento das redes sociais mudanças vêm ocorrendo e, entre elas, o que chamei de Quinto poder, significando que a interação e a organização de indivíduos se processam de modo horizontal e não estabelecidos de cima para baixo. Espontaneamente formam-se grupos de pressão e de interesse capazes de arregimentar manifestações de rua, a participação em eleições com escolha de candidatos devidamente escolhidos através de critérios baseados em valores e comportamentos, e de influenciar e pressionar os Poderes constituídos de maneira não nunca havida anteriormente.
Um desses grupos, denominados movimentos de renovação, intensificaram sua atuação com o objetivo de renovar os desgastados partidos políticos. São como uma espécie de escola política voltada para capacitação de quadros políticos, a formação de líderes, a qualificação de políticos.
Os grupos tornaram-se capazes de orientar candidatos e elegê-los. Em 2018 emplacaram 30 representantes no Congresso e 54 deputados federais e senadores. São custeados por doações privadas e informam que juntos possuem um orçamento de R$ 29,6 milhões.
Segundo matéria do O Estado de S. Paulo (08/12/2019), “deputados que saíram dos grupos de renovação apresentam mais projetos, trabalham mais em grupo, gastam menos verba e têm menos faltas que a média dos demais parlamentares”.
Num Congresso, onde avantajado grupo de parlamentares está acostumado a barganhar votos, buscar interesses particulares e que, só para citar um exemplo atual, dilapidou o projeto anticrime do ministro Sérgio Moro e está protelando a decisão sobre prisão em segunda instância, algo que se assemelha a uma ode ao banditismo e à corrupção, os grupos de renovação tornam-se interessantes vias, não de exclusão dos  partidos políticos uma vez que com todos seus defeitos eles são necessários para a representatividade política da população, mas de se colocarem como meios de alternância comportamental da política tradicional através de novas lideranças, nas quais maior responsabilidade, ética e busca de bem comum começam a quebrar comportamentos indesejáveis das oligarquias partidárias. Parece utopia, dirão alguns, mas, concretamente, já está acontecendo uma mudança. E isto não existia antes.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.


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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

LOBBY DOS RADARES MÓVEIS INSISTE EM ESPOLIAR OS BRASILEIROS. PRESIDENTE BOLSONARO REAGE E ACIONA A ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO (AGU)


Recentemente o Presidente Jair Bolsonaro determinou à Polícia Federal a retirada de todos os radares móveis das rodovias federais. Mas o lobby dos que faturam com a venda de equipamentos, o interesse do deep state incrustado no aparelho estatal, enfim, uma variada gama de gente que estava acostumada a faturar milhões reais nas costas dos brasileiros continua reagindo. Tanto é que esses vigaristas que vivem de dinheiro público conseguiram uma liminar na Justiça determinando a volta desses radares.

Imediatamente o Presidente Jair Bolsonaro determinou à AGU - Advocacia Geral da União, que entre em ação. "Determinei à AGU recorrer da decisão judicial de 1a. instância" - avisou o Presidente Bolsonaro em sua página oficial no Facebook, ao mesmo tempo em que postou também o audio de um comentário do jornalista Alexandre Garcia.

O que se constata é que o desmantelamento desse fabuloso mecanismo de surrupiar dinheiro público de todas as maneiras e impunemente ao longo desses 130 anos de República, restou escancarado pela primeiras vez em nossa história. E, pelo que se vê, trata-se de uma verdadeira máfia com tentáculos fincados em todos os níveis da administração pública indo do esfera federal até àqueles minúsculos municípios perdidos na vastidão do Brasil.

É esse o tal custo Brasil que extrai trilhões de reais dos bolsos dos cidadãos brasileiros o que leva os governos federal, estadual e municipal a aumentarem todos os impostos todos os anos sem parar. Agora mesmo vêm aí Imposto de Renda sobre salários e altas taxas de IPTU, justamente para alimentar a voracidade desses ladrões desgraçados!

É a primeira vez na história da República que um Presidente se preocupa com essa realidade brutal que expropria as parcas economias dos trabalhadores brasileiros. E, ao mesmo tempo, se torna muito claro para todos nós a ação vil, nefasta e ladravaz de toda essa ladroagem.

O caso da máfia dos radares revela tudo. O Estado brasileiro está completamente aparelhado. É o tal deep state, ou seja, o "Estado profundo" conceito cunhado pelo conservadorismo norte-americano que resume tudo.

A verdade é que máquina burocrática instalada em todos os níveis do serviço público nas esferas federal, estadual e municipal é um troço aterrador. E a partir da dita Nova República que abriu as portas do Poder Público para os comunistas esse mecanismo destinando a tungar dinheiro público foi terrivelmente potencializado.

Incrível e apavorante é saber que o próprio Poder Judiciário está minado, completamente aparelhado por esse mecanismo. Haja vista o que vem acontecendo na mais alta Corte e também no âmbito do Poder Legislativo.

Como já afirmei aqui em diversas análises o Estado brasileiro foi estruturado a partir do Golpe da República, para ter sempre na Presidência da República um estafeta do "establishment", ou seja, alguém que faça parte da camorra. Divisão democrática dos Poderes da República? Papo furado. E isso se pode aferir neste momento em que pela primeira vez na nossa história a vontade popular se fez presente com a eleição do Presidente Jair Bolsonaro. Esta é a razão de tudo. O último pleito presidencial que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República não foi apenas uma eleição presidencial, mas uma verdadeira revolução, a maior revolução da nossa história.

Todavia os ditos cientistas políticos das academias, os editorialistas da mainstream media e demais supostos formadores de opinião estão caladinhos. Alimentam a esperança de que o "establishment" dê a volta por cima. Mas está difícil...


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