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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

ACABOU A MORTADELA: COMUNISTAS NA CADEIA E JAIR BOLSONARO PRESIDENTE BRASIL.

As duas fases do PT: antes com muita mortadela e agora reduzido a pó de traque.
O comunismo é como aqueles monstros de filme de terror que quando se pensa que estão liquidados ressuscitam. E foi o que se viu nesta quarta-feira quando numa canetada o Ministro Marco Aurélio Mello, vejam só, do Supremo Tribunal Federal (STF) daria a carta de alforria para 169 mil criminosos às vésperas do Natal. O objetivo desse troço insano e inacreditável tinha em mira apenas abrir a porta de uma cadeia, ou seja, aquela em que Lula da Silva cumpre sua pena, registre-se, depois de um rumoroso e infindável processo no qual a autoridade judicial cumpriu à risca todos os mandamentos legais e os advogados do réu valeram-se de todos os recursos.

Mas os comunistas são incansáveis. Tanto é que que para libertar o Chile das garras dos comunistas o General Pinochet teve que utilizar a Força Aérea chilena e bombardeou o Palácio Presidencial La Moneda, onde o presidente comunista Salvador Allende e seus sequazes armados resistiam. Isto ocorreu em 1973.

Neste século XXI os comunistas mudaram suas táticas golpistas. Não há mais guerrilhas armadas. A ação dos comunistas neste século se dá por meio da denominada guerra cultural e o aparelhamento do Estado, da educação, da mídia e do show business. Entretanto, quando a guerrilha cultural não surte os efeitos desejados os comunistas podem lançar mão das armas, como foi o caso do recente atentado à faca de que foi vítima o Presidente eleito Jair Bolsonaro que se salvou por um milagre.
O episódio desta quarta-feira, com a canetada frustrada do Ministro do Supremo, serviu pelo menos para comprovar que a maioria dos cidadãos - e isto ficou evidente no resultado do pleito presidencial - deplora os comunistas e qualquer ação que lhes dêem guarida.
Não é à toa que os comunistas neste momento se valem de todos os artifícios possíveis e contam com o apoio dos jornalistas dos grandes veículos de mídia em níveis nacional e internacional. Tanto é que até mesmo embaixador da França nos Estados Unidos dia desses se meteu na conversa por meio o Twitter.
Mas nem mesmo todo o apoio da grande mídia doméstica e internacional tem sido suficiente para criar um ambiente capaz de conferir alguma representatividade política para o condenado Lula e seus sequazes. Tanto é que no episódio da canetada do Ministro do Supremo os remanescentes do lulismo não conseguiram mobilizar mais do que meia dúzia de suas lideranças. O PT e o lulismo estão em frangalhos.
O fato é que a mordatela acabou, ou seja, os meios artificiais de mobilização política movidos por dinheiro público se esgotaram. Lembram das centenas de ônibus fretados pelo PT para promover passeatas na Av. Paulista em São Paulo? Os balões vermelhos gigantes da CUT, a fartura de mortadela para rechear os pães?
Seja como for, os comunistas mesmo assim não desistem e eles estão entranhados no Estado brasileiro. A primeira tarefa do Presidente Jair Bolsonaro deverá ser, obrigatoriamente, desaparelhar todas as instâncias do Estado, a começar pela área da educação. Tem de ser feita uma limpeza geral e profunda. 


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

ENTREVISTA EM VÍDEO FUTURA PRIMEIRA DAMA DO BRASIL, MICHELLE BOLSONARO, AGORA COM LEGENDAS EM INGLÊS.


A página Embaixada da Resistência no Facebook postou um vídeo com uma entrevista com a futura Primeira Dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, desta feita com legendas em inglês de forma a saciar a curiosidade do mundo anglófono. A entrevista foi realizada há algum tempo pela TV Record. Vale a pena conferir.


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Sponholz: Contradições.

Clique sobre as imagens para vê-la ampliadas


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EM 'LIVE 'PELAS REDES SOCIAIS BOLSONARO SE MANTÉM INFLEXÍVEL: NÃO OBEDECERÁ AO FAMIGERADO 'PACTO MIGRATÓRIO' DA ONU.


O Presidente eleito Jair Bolsonaro, que será empossado no dia 1º de janeiro de 2019, voltou às redes sociais e numa 'live' retomou o contato direto com o povo brasileiro. Supõem-se que Bolsonaro irá manter esse diálogo por meio das redes sociais quando estiver na Presidência da República.

É nessas 'lives' que Jair Bolsonaro fala de forma simples, franca e aberta com todos os brasileiros e costuma abrir essas suas alocuções detonando as famigeradas fake-news (notícias falsas) que o jornalismo a serviço do PT, PSDB, MDB, os principais partidos comunistas do Brasil, levam ao ar pelas televisões, rádios, jornais e revistas. A imprensa em papel está com os dias contatos e, mesmo que se mudar definitivamente para a internet fará mais do mesmo e, por isso, deverá desaparecer. Já a televisão tida e havida como o principal meio de comunicação está igualmente em decadência, a menos que comece a fazer jornalismo de verdade. 

Não é para menos que as 'lives' como esta que ilustra esta postagem são vistas por milhares de pessoas. Inclusive pelo jornalismo esquerdista completamente desacreditado e alvo de chacotas que inundam as redes sociais. Essa gente das redações dedica-se atualmente a encontrar chifres em cabeça de burro.

E Bolsonaro? Ora, Bolsonaro continua firme em suas propostas verberadas nos comícios improvisados de sua campanha quando era carregado nos braços dos eleitores. A simplicidade e a objetividade do Presidente eleito continuam iguais. O tom da conversa é o mesmo e Bolsonaro não procura edulcorar suas palavras e muito menos aparenta qualquer viés de de prepotência. Além disso dispensa o terno e gravata, preferindo vestir uma frugal camisa esporte comum.

No que concerne à sua fala neste vídeo destaca-se um tema super importante referente ao Pacto de Migração da ONU. Bolsonaro afirma que seu governo retirará ao Brasil desse pacto assinado pelo atual governo. Todavia, já foi veiculado em noticiário sobre o tema que independentemente de assinar ou não o tal pacto migratório os países integrantes da ONU teriam que obedecer suas disposições. 

Desta forma está posto uma questão: vale a pena o Brasil contribuir com milhões de dólares anuais para a ONU? 

Seja como for, esta é uma questão que deverá ter desdobramentos a partir do momento em que Jair Bolsonaro for ungido Presidente da República do Brasil. 

Quanto a este assunto do pacto de migração da ONU tenho postado diversas análises aqui no blog, destacando especialmente esta aqui.

O fator positivo é que o futuro Presidente Jair Bolsonaro mantém-se firme e inflexível na sua decisão de impedir que nossas fronteiras sejam escancaradas para permitir a invasão bárbara proposta pela ONU, essa mega ONG globalista.

Até o momento da edição desta postagem o vídeo com a gravação da "live" do Presidente eleito Jair Bolsonaro contava com mais de 3 mil comentários de seus seguidores. Vale a pena dar uma olhada lá no Youtube sobre o que dizem.


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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

DO 'REALITY SHOW' À ERA INCONTINÊNCIA SENTIMENTAL: CACHORROS NOS SHOPPINGS, PORCOS NOS AVIÕES E MUITA CHORADEIRA.


Os Tradutores de Direita em sua página do Facebook legendaram um vídeo do jornalista e youtuber britânico Paul Joseph Watson muito interessante. Trata-se de uma análise comportamental a partir do "reality show", uma velha fórmula de emocionar as pessoas utilizada pela televisão. E bota choradeiras de celebridades nisso, ou mesmo de pessoas comuns envolvidas em algo que foge à normalidade. Essa apelação ao sentimentalismo é um ingrediente fundamental para o sucesso do reality show

Se tudo terminasse quando o apresentador anunciasse o encerramento do programa tudo bem. O diabo é que isso acaba se transformando num modelo de comportamento. Não deixa de ser também um dos aparatos da denominada "guerrilha cultural". Notem que ao final do vídeo aparece uma cena para lá de extravagante. Nessa história de "animais de estimação", cachorros principalmente, que são levados a passear nos shoppings em carrinhos de bebê, a monotonia de uma mulher fez com que ela levasse para dentro de um avião seu porco de estimação. 

Na apresentação do vídeo os Tradutores de Direita tecem uma rápida análise sobre o caso dos realitys shows que vazam das televisões para o dia a dia das pessoas. O choro convulsivo, como se vê, passa a ser comum. Leiam:

A febre do reality show mantém-se firme e forme na televisão. De modo geral, a fórmula tem sobrevivido por anos, sofrendo apenas modificações formais. Se, do ponto de vista econômico, produtores e profissionais de mídia beneficiam-se deste formato, a população recebe, dentro da própria casa, um enorme cavalo de tróia. O motivo: não conseguimos apreender que o reality-show não tem nada de "reality" e nos tornamos presas fáceis para os estímulos a que somos sujeitos.

Sem dúvida, um dos estímulos mais frequentes é o da emotividade excessiva. É praticamente impossível assistir hoje a um episódio, de qualquer reality show, sem que algum dos participantes se emocione ou chore copiosamente. Os motivos frequentemente alegados -- o "clima da competição" ou o "confinamento" -- passam batidos pela nossa percepção e vamos nos fragilizando internamente. Este é apenas um dos componentes do coquetel da sociedade moderna, que hoje culmina em uma geração perdida: jovens depressivos, desanimados e incapazes de realizar tarefas básicas, como trocar um pneu, sem cair no choro.

Como reverter este quadro? Como lidar com fenômenos psicológicos os quais são imperceptíveis para pessoas sem treinamento? Como combater o mau uso de técnicas de produção destes fenômenos em uma guerra cultural?


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MINAS GERAIS


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Cismando pelos cantos, não sei porquê, fiquei rememorando Minas Gerais. Inevitavelmente, compassadamente, me veio assim como num assombro de saudade, muito inteira e no centro das montanhas que brincam de roda, minha Belo Horizonte. Consolo de quem não vai lá por anos a fio, a recordação ora foi perfil de pedra sabão ora desenhou ladeiras e minha vida subiu e desceu pelo passado sem o mínimo cansaço.
Perguntei-me, então, se minha mineiridade não havia se esvaído nas idas e vindas de minha existência, exilada que estou nestas lonjuras das Gerais à sombra das araucárias. É que tem me faltado paciência, ando falando demais e tenho confabulado e conspirado pouco. Também já não sei se meu olhar de esguelha anda correto. Além do mais, me esqueci como se dá rasteira em vento. Para piorar as coisas pisei no escuro e andei no molhado, coisa que mineiro não faz. E, ai meu Deus, estiquei conversa com estranho, acreditei no fogo onde só havia fumaça e o mais grave: arrisquei sem ter certeza.
Essas imprudências podem ser fatais e Minas, que sempre espia de dentro dos mineiros, condena os filhos que se afastam de suas veredas de sabedoria. Como escreveu Paulinho Assunção:
Um fantasma, uma fileira de montanhas.
Um profeta, uma fileira de montanhas.
Uma conspiração, uma fileira de montanhas.
O olho de Minas vê pelas frestas.
O olho de Minas me olhou pelas frestas e eu soube que não adiantava fugir mesmo estando meio destreinada, meio distraída dos requintes de sagacidade que me foram ministrados com o rigor de sacramentos naqueles solos montanhosos.
Nesta hora, Carlos Drummond de Andrade me acudiu e consolou. Nos seus versos estava estampada a impossibilidade do recuo de ser mineiro:
Minas não é palavra montanhosa.
É palavra abissal. Minas é dentro e fundo.
Aliviada, buscando refazer os caminhos dos tropeiros, dos mineradores, dos inconfidentes, arrisquei-me a subir na Maria Fumaça que não existe mais, mas que me chamou de longe com seu apito fantasmagórico. Quando começou a viagem imaginada, Vanessa Neto poetisou por mim:
Vejo pela janela do trem que cheguei à Minas.
Olhando longe procurei situá-la com seu perfil de pedra fria.
Sinto que volto docemente a ser menina: São os olhos de Minas que me vigiam.
Vi, então, com a clareza do absurdo e pelas janelas do tempo, o desfile histórico da opulência do ouro em longínquos séculos e a miséria atual das pequeninas cidades perdidas entre névoas e pobreza. Foi quando de novo Drummond me sussurrou:
De nossa mente lavamos o ouro, como de nossa alma um dia
os erros se lavarão na pia da penitência.
Será que lavei mesmo o ouro de minha mente? Ou serei como o poeta Jota D’Angelo, que escreveu:
Quero um quinto desse ouro
escondido no cascalho.
Quero um quinto do seu braço,
quero um quinto do seu corpo.
Quero um quinto do esforço
Que se faz e que não faço.
Fazer faço, mas não o suficiente, apesar de querer.
Mas já é hora de apear da Maria Fumaça, pois refresquei minha memória, meus sentimentos, meus mares feitos de montanhas, meu ouro particular. Agora estou pronta para Guimarães Rosa:
Minas Gerais... Minas principia de dentro para fora e do céu para o chão.
(*)Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, escritora e mineira de Belo Horizonte.


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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Sponholz: Temerário...

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