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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

CRESCIMENTO DA CANDIDATURA DE BOLSONARO FAZ PSICOPATAS ESQUERDISTAS SAIREM DO ARMÁRIO ENLOUQUECIDOS


Não há a menor dúvida sobre um fato: até agora não há nenhum pré-candidato à Presidência da República que supere o prestígio e a popularidade do deputado Jair Messias Bolsonaro. E à medida que o tempo corre célere em direção a 2018 os esquerdistas vão ficando cada vez mais nervosos e enlouquecidos, bem como seus agentes infiltrados na grande mídia.

O vídeo acima mostra esta realidade que, inclusive, coloca seriamente em risco a integridade física do presidenciável Jair Bolsonaro. O próprio deputado postou o vídeo em sua página do Facebook neste domingo, acrescentando apenas uma legenda: - Nossa saída após palestra na Universidade FUMEC em Belo Horizonte. - Quem são os intolerantes?

E nem precisa explicar muito. O vídeo fala por si só. Um grupelho de psicopatas esquerdistas tenta atacar o presidenciável e se não fosse o providencial policiamento teriam logrado seu intento.

Imaginem. Estamos ainda há um ano da eleição presidencial que ocorrerá em 3 de outubro de 2018 e os presidenciáveis listados nas pesquisas eleitorais ainda nem foram oficializados pelos seus partidos, coisa que ocorrerá só no próximo ano nas convenções partidárias obedecendo os prazos legais.
Notem, no entanto, que esses grupos esquerdistas estão cada vez menores.Os fatos que emergiram da Operação Lava Jato praticamente demoliram a agenda comunista e seus líderes. Nem o PT e muito menos seus satélites com todas as mortadelas do mundo conseguirão arregimentar mais do que meia dúzia de gatos pingados. Ainda assim, não se pode negligenciar ações desta natureza e líderes como Jair Bolsonaro necessitam de forte aparato de segurança.
O que fica cada vez mais evidente é que o prestígio de Bolsonaro cresceu de forma inaudita nos últimos meses, sobretudo quando a lama da corrupção e roubalheiras variadas inunda praticamente todos os principais partidos e já respinga em lideranças tradicionais.
Tal fato deixa os esquerdistas de todos os matizes completamente alucinados. Nunca na história política brasileira houve algo parecido como o que veio à tona por meio da Operação Lava Jato. Todos os principais partidos políticos estão lambuzados por esta lama, fato que levou o próprio deputado Jair Bolsonaro a permanecer sem partido. É um autêntico outsider, embora esteja em tratativas para ingressar no Patriotas, agremiação gerada a partir do nanico PEN.
Esta situação de limbo partidário de Bolsonaro é por si mesma surpreendente e não há registro histórico de situação política análoga, o que por si só dá a dimensão da liquidação total dos últimos resquícios dos valores morais e éticos praticadas pelos desgovernos de Lula e seus sequazes. Afinal, fica muito claro para todos os eleitores que a então suposta performance do PT foi construída essencialmente pela compra de apoio político de praticamente todos os partidos políticos e de todas as principais lideranças. E aí entraram de forma vergonhosa os grandes empresários e banqueiros.
O nível de rapinagem é inaudito e alcança todas as esferas da República, todos os partidos políticos, enfim, todo o aparelho estatal.
Nesse ambiente esgarçado e contaminado pela corrupção e roubalheira se ferirá o pleito presidencial de 2018. Por isso neste quadrante da história do Brasil, cada brasileiro honesto, trabalhador, estudante, emula o filósofo grego Diógenes que costumava andar pelas ruas de Atenas segurando uma lâmpada para encontrar um homem honesto.
Por tudo isso, a performance de Jair Messias Bolsonaro não é um ponto fora da curva, uma surpresa. Ela é a realidade e consequência. E, como não poderia deixar de ser, incomoda muita gente. Sobretudo o esquerdismo delirante que até há pouco vinha sendo cevado com recursos do erário que irrigavam generosamente variadas bolsas, ONGs, institutos de pesquisa, think tanks esquerdistas, institutos políticos e, como não poderia deixar de ser, a grande mídia e os blogs da esgotosfera. Por cima e provisoriamente é isso que se sabe. 
Mas ainda têm os bancos estatais e agências de fomento seriamente rapinados.
No final não sobrou nada. Ou melhor, sobrou a conta para pagar. E, quem paga a conta? Ora, nós os trabalhadores, o povo em geral que de uma hora para outra viu a nossa moeda, o Real, brutalmente desvalorizado enquanto algo em torno de 14 milhões de empregos foram para o vinagre.
Face a tudo isso, Bolsonaro acabou se transformando realmente no Messias. Nenhum argumento derruba, portanto neste momento, a disposição popular de sufragá-lo como Presidente da República. O alvoroço e a agressão dos esquerdistas nestas alturas do campeonato só reforçam a candidatura presidencial de Jair Messias Bolsonaro.
Aliás, os demais candidatos pontuam nas pesquisas graças aos veículos da grande mídia e seus jornalistas engagés que quando não ignoram Bolsonaro cuidam de rotulá-lo com "fascista", de "extrema-direita" e até mesmo de "estuprador". 
Compreende-se também o desespero dos ex-alegres rapazes e raparigas das redações. Devem enfrentar igualmente a crise dos caraminguás, turbinada pela ação corrosiva da internet que determinará o fechamento de grande número de empresas jornalísticas. Aliás, muitas já estão planejando o fim de suas adições impressas. O primeiro veículo da grande mídia a suspender sua edição em papel foi a tradicional Gazeta do Povo, do Estado do Paraná. Mas pelo que se vê, esse diário não mudou-se apenas para a internet. Sentiu o cheiro de carne queimada e já mudou seu eaquema editorial, se é que me entendem. Ao que parece está se dando bem e isso já é um alento.
Enquanto os cães ladram, a caravana de Bolsonaro vai passando célere rumo a 2018.


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sábado, 16 de setembro de 2017

O FENÔMENO DE JAIR BOLSONARO QUE TODA A GRANDE MÍDIA NÃO CONSEGUE DERROTAR


De repente os institutos de pesquisa que vinham sondando quase semanalmente as tendências do eleitorado em relação à eleição presidencial de 2018 deram uma abrupta parada. 

Dos pré-candidatos à Presidência da República citados nessas pesquisas o único que está em campo sem parar é o deputado Jair Bolsonaro. Basta conferir em sua página do Facebook. Exemplo disso é sua recente visita a Minas Gerais onde foi carregado nos ombros de eleitores como registra o vídeo acima. E essa cena vem se repetindo há meses, embora Bolsonaro seja simplesmente desprezado pela grande mídia que quando essa se reporta ao parlamentar pré-candidato presidencial.

Basicamente Jair Bolsonaro se vale apenas das redes sociais como Facebook e Twitter e, mesmo assim, mobiliza muita gente em ruidosas manifestações em seu favor em todos os lugares onde aparece.

E, quando os jornalistas e demais políticos se reportam a Bolsonaro é apenas para confiná-lo na "extra-direita" do espectro político.

Como a esmagadora maioria dos jornalistas da grande imprensa perfila-se ideologicamente à esquerda em matérias, debates e/ou entrevistsa de abordagem política a escolha do entrevistador e/ou debatedor é sempre um político ou acadêmico que sustentará a narrativa que interessa à esquerda. E não titubeará em qualificar Jair Bolsonaro como político de extrema-direita, quando não lhe acusam de fascista, nazista e outros qualificativos análogos.

Entretanto, a última pesquisa de um desses institutos realizada no Rio Grande do Sul, tradicional reduto do esquerdismo bundalelê, apontou Bolsonaro em primeiro lugar. Daí em diante, as pesquisas sumiram do mapa.

Mas o que salta aos olhos é que por exemplo, o João Dória Jr., que é sim um dos candidatos presidenciais, ao invés de palmilhar o Brasil parece que faz campanha no exterior. Dia desses esteve na França e agora há pouco na Argentina. Bem antes, logo depois que assumiu a Prefeitura de São Paulo esteve no Oriente Médio no road-show para "vender São Paulo". 

De sorte que, por enquanto, quem tem evidente prestígio popular é Jair Bolsonaro, já que tem ido a diversas regiões do país onde tem sido recebido em calorosas recepções e carregado nos ombros dos eleitores.

Esta é a verdade dos fatos. E o mais incrível é que a rigor Jair Bolsonaro não dispõe de nenhuma máquina partidária. E isto, por si só, já é uma excelente pauta jornalística. Fosse Bolsonaro um político esquerdista, globalista e afinado com as teses bolivarianas estaria brilhando todos os dias no Jornal Nacional, enquanto os penas alugadas do esquerdismo - os ditos analistas políticos - se derramariam em louvaminhas a ele.


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JUSTIÇA FEDERAL SOLTA REITOR DA UFSC E MAIS SEIS PRESOS EM OPERAÇÃO QUE INVESTIGA DESVIO DE RECURSOS DA UNIVERSIDADE

A Justiça Federal revogou nesta sexta-feira (15) a prisão temporária dos sete presos na Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, que apura desvio de recursos em cursos de Educação a Distância (EaD) oferecidos pelo programa Universidade Aberta no Brasil (UAB) na Universidade Federal de Santa Catarina. As prisões ocorreram na quinta-feira (14).
A juíza federal Marjorie Freiberger encaminhou o alvará de soltura ao presídio de Florianópolis e foram soltos às 20h48 desta sexta o reitor da universidade, Luis Carlos Cancellier de Olivo, e outros seis funcionários da universidade : Marcos Baptista Lopez Dalmau, Gilberto de Oliveira Moritz, Roberto Moritz da Nova, Rogério da Silva Nunes, Eduardo Lobo e Marcio Santos.
Na decisão, a juíza afirma que "a prisão é medida extrema, de ultima ratio, que demanda fundamentos sólidos o suficiente para superar a garantia constitucional de ir e vir. No presente caso, a delegada da Polícia Federal não apresentou fatos específicos dos quais se possa defluir a existência de ameaça à investigação e futuras inquirições. Com o cumprimento das medidas, o fundamento para a outorga da prisão temporária para assegurar a eficácia das diligências requeridas e deferidas deixou de existir. Por isso, está ausente o requisito para a manutenção da prisão".
Em nota, a Polícia Federal afima que "ao contrário do que consta da r. decisão, não foi isso o que pleiteamos, qual seja, que os presos fossem liberados após seus interrogatórios, fosse este o caso, teríamos representado apenas pela sua condução coercitiva".
"Deixamos claro ao d. Juízo por ocasião da representação que os elementos colhidos no cumprimento das medidas e nos dias que se seguissem poderiam indicar a necessidade da prorrogação da temporária ou conversão em preventiva, que pleitearíamos ao d. Juízo se assim entendêssemos ser o caso", continua a nota.
A Ordem dos Advogados do Brasil em Santa Catarina (OAB/SC) se manifestou por nota sobre as prisões: "a Seccional Catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil vem externar a sua preocupação com o uso cada vez mais freqüente e rotineiro de medidas restritivas de liberdade para fins de investigação criminal, antes de instaurado o devido processo legal e o contraditório". Do site G1


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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

UM ESCORPIÃO NUMA RODA DE FOGO


O texto quer segue é a íntegra do artigo de Nelson Motta no jornal O Globo, intitulado "O Inverno do Patriarca". Diz respeito às últimas peripécias de Lula perante o Juiz Sérgio Moro. Motta compara Lula a um escorpião anotando que "ele ama o poder, a glória e a boa vida e nunca teve vocação para mártir, embora na astrologia seja do signo do escorpião, que, cercado pelo fogo, prefere ferroar a si mesmo a se entregar." Leiam:
Lula diz que prefere a morte a entrar para a história como um mentiroso. Mas essa é uma de suas maiores mentiras.
Ele ama o poder, a glória e a boa vida e nunca teve vocação para mártir, embora na astrologia seja do signo do escorpião, que, cercado pelo fogo, prefere ferroar a si mesmo a se entregar.
Ainda há uma questão semântica: as bravatas, em que ele é mestre, tecnicamente, são consideradas mentiras ou exageros? Há controvérsias.
Lula aprendeu com Dilma, ou ela com ele, a chamar de “querida” (com aspas) quem lhe faz perguntas incômodas. Em Curitiba, ele foi advertido porque insistia em chamar de “querida” a procuradora que o interrogava, mas não chamava de “querido” os procuradores machos. E sempre se referia a sua mulher, sua verdadeira querida, como “Dona” Marisa, a responsável pela administração da família.
Em 2009, Ali Kamel publicou o “Dicionário Lula — um presidente exposto por suas próprias palavras”, uma compilação de 672 páginas com o que Lula disse sobre os mais diversos temas, sem correções, direto da fonte.
O verbete “Discurso” tem muitas citações, algumas premonitórias: “Um dia vão ganhar dinheiro pela quantidade de discursos que eu faço todos os dias. Eu ficaria milionário”.
No dicionário, ele se revela um personagem riquíssimo e contraditório, ou como ele mesmo reconhece, uma metamorfose ambulante. Imaginem de lá para cá! Esperamos um volume 2.
Um de seus clássicos é dizer que aprendeu com sua mãe a não abaixar a cabeça para ninguém. Mesmo quando está errado, não reconhece seus erros e nem se responsabiliza por eles. Pedir desculpas, nem pensar. Mas ele vive dizendo a juízes, delegados e procuradores que espera que eles lhe peçam desculpas um dia.
Ao contrário do sucesso do filme da Lava-Jato, “Lula, o filho do Brasil” foi um fracasso retumbante nos cinemas, contando a sua infância e juventude. Mas um filme com o resto da sua história até hoje certamente seria um sucesso. O problema é que um roteiro factual, documental, contando fielmente a sua história, seria recusado por qualquer produtora do mundo, por fantasioso e inverossímil. 


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