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segunda-feira, 24 de julho de 2017

TSE QUER IGNORAR DECISÃO DO CONGRESSO QUE DETERMINOU A TROCA DE TODAS AS VELHAS MÁQUINAS DE VOTAR POR TECNOLOGIA QUE EMITE VOTO DE PAPEL PARA EVENTUAL AUDITORIA


Vejam só neste vídeo o que dizem os ministros do TSE sobre urnas eletrônicas, num convescote recente a respeito da imperiosa troca da velharia eletrônica de votar. Suas excelências divagam e analisam questões estéticas dos protótipos de novas máquinas de votar. É um troço vergonhoso. Na maior cara de pau do TSE faz tábula rasa da decisão do Congresso determinando a troca de todas as máquinas de votar, substituindo-as por equipamentos que emitem voto em papel de forma a proporcionar eventuais auditorias. O voto nessas novas máquinas emitem o voto em papel que o eleitor deposita numa urna. Sem este equipamento que tem de ser instalado em todas as seções eleitorais do Brasil o risco de fraude permanece.

A máxima segundo a qual “tudo que é bom para o PT é péssimo para Brasil” é auto-evidente e portanto independe de qualquer operação probatória. Haja vista o descalabro que foram os desgovernos desses comunistas histéricos que conseguiram falir o Brasil, país considerado como a oitava economia do planeta. E isto não é uma ilação, conforme ficou comprovado com a Operação Lava Jato que ainda não foi concluída.

Exemplo daquilo que é bom para o PT e péssimo para o Brasil são as velhas e carcomidas urnas eletrônicas que já têm mais de 20 anos, uma tecnologia ultrapassada. Tanto é que em novembro de 2015, o Congresso derrubou o veto de Dilma ao voto impresso que havia sido aprovado nas duas Casas do Legislativo. Ao todo, 368 deputados e 56 senadores votaram a favor da impressão do voto de forma a permitir eventual auditoria. A proposta havia sido apresentada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), segundo matéria do site do Estadão.

Engraçado é que nessa matéria o jornalista que a redigiu informa que Bolsonaro foi inspirado pelo fato de que a impressão do voto para ser colocado numa urna poderia estimular a participação de cidadãos incrédulos com o sistema eletrônico. Todavia todos estão carecas de saber que o projeto de Bolsonaro está fundamentado principalmente num fato: a possibilidade de auditoria do processo eleitoral, isto é, cotejar o número de votos impressos com o total emitido na forma eletrônica para investigar fraudes. O sistema atual inviabiliza uma auditoria em caso de dúvidas e denúncias de fraudes e é isso que desestimula os eleitores.

Entretanto, o que é bom para o Brasil e os brasileiros costuma ser péssimo para essa gentalha que está encastelada no poder. À sorrelfa, o Presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes trabalha para impedir que nas eleições presidenciais de 2018 a decisão do Congresso que ordenou a modificação do velho sistema de votação eletrônico incluindo o voto impresso. E lá se vão dois anos da decisão do Congresso.

Mendes invoca que não há recursos financeiros, embora todos saibam que existem sim. Os recursos públicos com base numa arrecadação de tributos monstruosa é tão grande que permitiu a roubalheira do petrolão. Se notarem bem, depois desse assalto inaudito aos cofres públicos R$ 1 milhão de reais se tornou troco de pinga, como se diz na gíria, tamanho foi o rombo. Chega a ser grotesco que Gilmar Mendes invoque a falta de recursos financeiros para conferir a necessária lisura das eleições com a possibilidade de recontagem quando for necessário.

Causa espanto que esse Senhor e seus áulicos tenham a tremenda cara de pau de desqualificar a necessidade imperiosa de impor, de uma vez por todas, a troca dessas maquinetas ultrapassadas que registram votos eletrônicos sem qualquer possibilidade de auditoria.

Ademais tem de saber qual será a empresa de tecnologia que dará suporte ao TSE no pleito de 2018. Na última eleição presidencial foi a famigerada Smartmatic que nasceu em berço soturno na Venezuela bolivariana e hoje pertence a uma empresa do Lord Mark Malloch-Brown, do Partido Trabalhista inglês, versão britânica do PT, conforme já detalhei em postagem aqui no blog. Confira clicando aqui.

Enquanto isso os jornalistas da grande mídia continuam pisando nos astros nem um pouco distraídos contemplam no horizonte a estrela vermelha já esmaecida, tisnada pela corrupção, pela mentira e pela roubalheira desvairada. Resultado: todas as matérias publicadas pela grande mídia escamoteiam o essencial.

Afinal, para que serve essas mega estruturas dos grupos de mídia? A resposta é simples: para promover a desinformação de forma a colocar uma canga no pescoço de cada cidadão brasileiro, como ocorre em Cuba, Venezuela e Coréia do Norte e demais republiquetas comunistas.


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domingo, 23 de julho de 2017

FORÇA DE JAIR BOLSONARO DESCONCERTA O ESTABLISHMENT E COLOCA EM PAUTA PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA DO BRASIL AS TESES CONSERVADORAS

O deputado Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista para o site da revista Veja. E, como não poderia deixar de ser, a entrevista tem texto de abertura que resolvi suprimir já que está impregnado pelo histerismo esquerdista que dominada todas as redações da grande mídia. Toda essa gente da grande imprensa vale menos que uma nota de 3 reais. O Brasil nessa situação calamitosa justamente pelo desgoverno esquerdista de Lula e seus sequazes e essa gente continuando a mentir e a difamar justamente Bolsonaro que não está atolado no pântano da corrupção que alcança todas as esferas políticas e administrativas da República. Por enquanto não tem ninguém que se salve no âmbito do denominado establishment, essa área nebulosa por onde zanzam os próprios jornalistas da mídia mainstream, empresários graúdos, banqueiros, marketeiros, institutos de pesquisa e praticamente a totalidade dos senadores, deputados e a enorme e vasta burocracia estatal. E isto envolve as esferas federal, estadual e municipal. 

E a situação do Brasil se tornou tão caótica que não tem paralelo na história da República. As pessoas mais velhas sabem disso. Tenho na memória os meus mais de 45 anos de jornalismo. Não vi até hoje rigorosamente nada igual ao que está acontecendo com o Brasil agora. Nada! Nem de longe parecido com esse mar de lama em que Lula, com o total apoio do establishment, mergulhou o Brasil.

Mas a revista Veja insiste em chamar os governos militares de ditadura quando se sabe que se não fossem os militares o Brasil hoje estaria pior do que a Venezuela. Acreditem! Tudo o que existe de infraestrutura funcionando no Brasil como energia elétrica, comunicações, estradas asfaltadas e aeroportos deve-se aos governos militares. 

Portanto, esse jornalismo boquirroto a serviço da vagabundagem comunista como tenho repetido aqui neste pequeno blog é o maior mal que se abate sobre o Brasil. Não considero isso jornalismo. Isso é lavagem cerebral por meio da desinformação e assim sendo é um ato criminoso que fere de morte qualquer tentativa de salvar a Nação brasileira dessa nova intentona comunista agora edulcorada pela ditadura - esta sim - do pensamento politicamente correto que abençoa todas as tiranias e exulta os criminosos homiziando os cidadãos de bem desarmados em suas casas.

Pois bem. O deputado Jari Bolsonaro tem sido o único político brasileiro a se insurgir contra essa situação de opressão e ameaça ao povo brasileiro, hoje oprimido de um lado pelos bandoleiros armados em todas as cidades brasileiras e de outro lado acossado pelos ladrões do erário acumpliciados com os ditos 'grandes empresários'.

Em linhas gerais este é o ambiente social e político do Brasil depois que a bandalha do PT desgovernou o Brasil por mais de 13 anos, aplicando com inaudito desvelo os ditames do Foro de São Paulo, cujo objetivo é cubanizar toda a América Latina. 

Dos candidatos à Presidência da República que pontuam nas pesquisas presidenciais corre na ponta o deputado Jair Bolsonaro. Por quê? Ora, porque até agora é a rigor o único nome que não está ligado ao establischment. Algo inaudito na história política do Brasil. E isto é desconcertante para os grupelhos que historicamente sangram os cofres da Nação e oprimem o povo brasileiro. Tanto é que passada a régua da Operação Lava jato não sobrou ninguém, nenhuma das ditas 'grandes lideranças nacionais'. Todos os tradicionais partidos de ponta chafurdam no lamaçal da roubalheira desvairada e criminosa que penaliza o povo brasileiro.

E o mais interessante é a dificuldade do deputado Jair Bolsonaro de encontrar um partido que escape dessa sujeira infernal. E mais do que isso. Não há nenhum partido político, unzinho só, que seja de viés conservador. E isto é incrível! Tanto é que o deputado Jair Bolsonaro atinge essa performance sozinho. Pela primeira vez na história do Brasil se tem um candidato presidencial forte que professa as teses conservadoras. Ao mesmo tempo cresce à margem de todos - eu disse todos - os partidos políticos um enorme contingente de eleitores que se perfila à direita do espectro político, fato que é comum nas grandes democracias ocidentais com destaque para os Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos dentre outros.

Grosso modo, a candidatura do deputado Jair Bolsonaro assemelha-se muito ao fenômeno Donald Trump. Aliás, Trump enfrentou inclusive boa parte do Partido Republicano ligado ao establishment e à nefasta ditadura bundalelê do pensamento politicamente correto. Remando contra essa maré vermelha dentro de seu próprio partido e enfrentando toda a grande mídia e seus jornalistas de aluguel Donald Trump venceu. Imediatamente o mercado reagiu positivamente enquanto três graúdos da CNN, espécie de Rede Globo americana, foram derrubados.

Lá como aqui no Brasil agora o comportamento dos jornalistas da grande mídia será igualzinho. Vão falar mal do deputado Jair Bolsonaro durante as 24 horas do dia. E isto está apenas começando. A cada entrevista que fizerem com Bolsonaro haverá um "nariz de cera" como se diz no jargão de redação, para desqualificá-lo. Como fez agora mesmo o site da revista Veja. 

Seja como for, vou transcrever sem o 'nariz de cera' a entrevista do deputado Jair Bolsonaro. Pela primeira vez um candidato diz muitas coisas jamais ditas por qualquer político brasileiro. Muito parecido com Donald Trump em sua campanha e agora mesmo no poder. Leiam:
FALA BOLSONARO
Por que o senhor quer disputar a Presidência?
Há alguns anos vinha observando o destino do Brasil, o que temos e o que não somos. Vinha observando o perfil dos candidatos, como eram feitas as negociações e como o povo é esquecido nesse trabalho político que rola em Brasília. Tem muita coisa errada. Nós temos tudo para ser uma grande nação. Faltam homens que tenham o comprometimento com o país, e não com grupos políticos. A partir desse principio, comecei a me preparar para ter chances de disputar alguma convenção partidária.
Quais devem ser as prioridades da campanha?
Hoje em dia não dá para falar em quase nada se você não diminuir a temperatura da questão da violência. O pessoal fala muito em economia, mas o que é a economia perto da violência? O país não tem economia. Eu raramente vou sair à noite para comer uma pizza com a minha família na Barra da Tijuca. Muitas pessoas compram relógio e tênis nas feiras do Paraguai porque serão assaltadas se adquirirem algo razoável. Você não tem economia se não começar no básico, no bê-á-bá. A prioridade de qualquer candidato – e pode ser até a prioridade do Temer agora – é baixar a temperatura da questão da violência.
Não é simplista tratar a crise econômica dessa forma?
Eu estou te dando o bê-á-bá, o que será o alicerce do meu programa. Acho muito simplista, sim, falar que inflação se resolve só com taxa Selic. A dívida chegou a esse monumento por causa dessa política simplista. Aí eu te pergunto: quantos especialistas em economia existem no país? Olha o [Henrique] Meirelles [ministro da Fazenda]. O Meirelles participou do Banco Central do Lula, e estamos nesse caos. Eu que sou o simplista aqui? Olhe onde a elite econômica jogou essa grande nação. Você quer que eu fale outras coisas sobre economia? Quero a desburocratização, quero fazer o possível para diminuir a carga tributária, mas sem falar em um grande acordo. Já assisti mais de uma discussão demoradíssima sobre reforma tributária, em que todo mundo concorda desde que não perca nada. Se for para entrar em campanha para fazer a mesma coisa que esses caras sempre fizeram na economia, eu estou fora.   
Seus adversários o acusam de aventureiro.
O que eles têm para falar a meu respeito? Eu não sou igual à maioria deles, corruptos ou patrocinados por grupos de políticos que estão envolvidos em corrupção. O que é ser aventureiro? Qualquer um tem o direito de ser candidato, basta ter mais de 35 anos de idade. Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo. Cansaram. Agora vão me chamar de aventureiro? O que foi a Dilma? A Dilma foi um poste do Lula. Qual era a bagagem cultural do próprio Lula quando ele se candidatou à Presidência? O pessoal tem que respeitar a vontade popular. Eu sou aquele sobre quem eles menos têm coisas para falar, nem partido eu tenho.
O senhor conversou com o Muda Brasil, do ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, e com o PSDC, do José Maria Eymael, citado nas delações da Odebrecht. Não é contraditório para alguém que faz campanha contra a corrupção?
Eu converso com todo mundo. O cara vem falar comigo no plenário, você acha que vou fugir? Não vou mentir para ninguém. Só iria para o Muda Brasil se ele fosse 100% meu, sem nenhuma participação do Valdemar. É difícil achar um partido 100% puro na Câmara, tem que achar o mais adequado. O Zé Maria Eymael tem uma citação de passagem [no escândalo da Odebrecht]. Você não tem como ir para um partido de santo, lamentavelmente. Mas também não quero encontrar um partido com o capeta. Busco aquele que tenha menos gente envolvida. O Zé Maria Eymael não tem mandato, pelo que sei foi só uma pessoa que citou o nome dele. Vou te adiantar uma coisa muito importante. As empreiteiras colocaram 300, 400, 500 reais na conta de muitos candidatos. Eles nem sabiam, nem se deram conta de onde vinha o dinheiro. Hoje em dia precisam se explicar por que usaram 500 reais da Friboi, da OAS ou da Odebrecht. As empreiteiras põem na conta do partido, e os partidos dividem. Muitos líderes de partidos agiram na má-fé e distribuíram quantias irrisórias para candidatos, pensando que, se eles fossem eleitos, teriam que defender o partido porque estavam envolvidos nessa propina legal.
O senhor acha que tem chance de vencer disputando por um partido nanico e com pouco tempo de TV?
As mídias sociais terão um papel muito forte nessas eleições. E se eu fizer uma campanha com meu dinheiro, sei que não vai ter margem empresarial. Se buscar outras formas de angariar dinheiro para campanha, daqui a pouco eu vou estar enrolado. Você se enrola se mexer com dinheiro e política. Não estou fazendo isso por obsessão, eu entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final. Acredito que temos como atingir o sucesso nas nossas mídias sociais. Se for a vontade de Deus, se for a missão dele, estarei pronto para cumpri-la.
Como fica o cenário eleitoral caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer à Presidência?
Não estou preocupado com isso. Eu tomei uma decisão, não sou mais candidato a deputado federal. Não posso ficar preocupado se alguém vai se dar mal ou será atingido por algo imprevisto. Quero me apresentar como uma alternativa. Por exemplo: a China já tomou conta de Angola e está tomando conta do Brasil. É isso que queremos? Uma coisa que gostaria muito de dizer é que o Brasil não tem inteligência estratégica. A China acabou de suspender a lei do filho único, mesmo tendo mais de 1 bilhão de habitantes. O governo Dilma e, agora, o governo Temer abriram para o mundo a compra de terras agricultáveis no Brasil. Imagine a China vindo com todo o seu povo para cá. Sem termos CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], eles vão matar o nosso agronegócio. A nossa segurança alimentar estará nas mãos dos chineses.
Mas o fato de não haver uma candidatura do Lula não muda em nada sua estratégia?
Muda pequenas coisas aqui ou acolá. Vejo que a campanha de alguns candidatos é bater no Lula, mas resolveram bater no Lula depois que ele caiu em desgraça. Eu duvido que eles não soubessem o que estava sendo feito em Brasília antes. Agora posam de bater no Lula porque ele caiu em desgraça. Eu bato no Lula, nessa esquerda que nem era PT, desde 1970, nas matas do Vale do Ribeira, quando tinha 15 anos e participei com o Exército da caça ao [guerrilheiro Carlos] Lamarca. Bato nesse pessoal há muito tempo, sei quais são os seus propósitos. Eles querem nos transformar em uma grande pátria bolivariana.
Essa polarização não prejudica o debate sobre o país?
A pauta da direita passou a ser palatável neste ano. Até o ano passado, era só palavrão. Eu sempre falei que era de direita. E o que era direita? Era fazer o contrário do que o PT vinha fazendo. Agora, como isso passou a ser bonito, muitas pessoas de partidos e de setores da imprensa botaram o PSC na direita e me colocaram na extrema direita. Chegaram a esse absurdo. Creio que a questão ideológica é importante. Como vejo que a família é a célula da sociedade, e tenho para mim a defesa da família e da criança na sala de aula, isso pesa a meu favor. Até pouco tempo era palavrão, agora passou a ser bem-visto. Mas tem muita gente que está posando de direita e não passa de um esquerdinha fantasiado.
O senhor elogia o regime militar e já defendeu o fechamento do Congresso. Como se relacionaria com o Legislativo?

Não será um presidente da República que dará um cavalo de pau em tudo e mudará a direção do Brasil, mas temos que começar a mudar. Em qualquer país sério do mundo, um dos ministérios mais importantes é o da Defesa. Aqui assumiram aventureiros e politiqueiros. O que os últimos ministros somaram para que as Forças Armadas pudessem colaborar politicamente? Nada. Outro ministério importantíssimo é o da Educação e da Cultura. Temos que acabar com a ideologia nos ministérios. Hoje o Ministério da Educação está com o DEM, que segue a mesma política no tocante à ideologia de gênero. Você tem que colocar gente de extrema confiança em alguns ministérios, pessoas que não só entendam do assunto, mas que tenham jogo de cintura para levar pautas adiante no Parlamento. A maioria das coisas não é feita por decretos. Qual será o troco do Parlamento se não buscarmos apoio com ministros políticos?


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sábado, 22 de julho de 2017

O EXEMPLO DE ISRAEL E O GIGANTE EM FRANGALHOS

A pergunta que se repete a cada momento pelos próprios brasileiros, mormente aquela parcela mais responsável que trabalha, que estuda e que luta no dia a dia para prover o seu sustento e de suas famílias continua sendo a seguinte: como pode um país de extensão continental exuberante em todos os sentidos, abençoado pela natureza continue a ser esse inferno, esse caldeirão de violência, corrupção e roubalheiras onde todas as iniquidades são consentidas e o altruísmo é uma exceção?

Por que esse 'gigante pela própria natureza' perde no ranking do desenvolvimento econômico, civilidade e educação para nações minúsculas como Japão, Suíça e Israel?


Por que Japão e Suíça, tão pequeninos e relativamente desprovidos de recursos naturais, são muito mais ricos do que os países da América Latina e da África, geograficamente vastos e ricos em recursos naturais? Se a grandeza de um país se medisse somente por sua extensão territorial ou pela abundância de recursos naturais, não seria a Rússia a maior economia do planeta?
A grandeza de uma nação se mede pela grandeza de seu povo, composta pela memória dos grandes feitos realizados em conjunto. A prosperidade é fruto do trabalho duro, da criatividade, da inovação, da capacidade de empreender e transformar desafios em oportunidades.

Neste sentido, a pequena nação de Israel tem muito a ensinar ao mundo. Antes uma terra desolada, composta por pântanos, desertos e áreas rochosas — consideradas inabitáveis pelos árabes da região—, Israel se tornou um oásis no Oriente Médio graças a um grupo de trabalhadores rurais, dispostos a tomar as rédeas de seu destino e construir uma grande nação por meio de seus grandes feitos.
O vídeo que ilustra este post com tradução e legendas editadas pelo sempre excelente Tradutores de Direita cabe como uma luva para refletir. Justamente num momento em que a Nação brasileira amarga a maior crise de sua história gerada do lado de dentro de suas próprias, decorrente da maior roubalheira e corrupção já ocorrida no mundo. A origem desse mal todos conhecem, mas continuam fingindo desconhecer. Os cofres da Nação foram pilhados em favor de um projeto de poder traçado pelo Foro de São Paulo tendo à frente Lula e seus sequazes do PT. O objetivo era e continua sendo a cubanização do Brasil em proveito da corja justamente liderada por Lula. E, para imensa vergonha dos cidadãos sérios, trabalhadores e honestos constata-se o conluio de grandes empresários e praticamente da totalidade dos políticos com o diabólico projeto comunista.
A maioria das pessoas sequer comentam e/ou reflete sobre a desgraça que se abateu sobre o Brasil. A grande mídia inteira continua tergiversando, mentindo e produzindo "fake news" na tentativa desesperada de fazer retornar ao poder aqueles que destruiram o Brasil.
Pior que o deserto que era Israel antes da chegada do povo judeu como mostra o vídeo acima é o deserto de civilidade, de inteligência, de bom caráter, de honestidade e de trabalho que infelizmente tipificam o Brasil.


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sexta-feira, 21 de julho de 2017

AMEAÇA TERRÍVEL! CRIME DE IMIGRANTE ILEGAL CUSTA US$ 16,1 BILHÕES POR ANO AOS CONTRIBUINTES AMERICANOS.

Imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Foto do site National Economics Editorial.
Enquanto a grande mídia se dedica ao varejo da política brasileira certos temas, como a Lei de Migração recentemente aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo interino Michel Temer à sorrelfa do povo brasileiro, é simplesmente um assunto completamente desprezado. Todavia é de muito interesse dos brasileiros, sobretudo aqueles mais bem informados, que sabem do estado lastimável em que se encontra a Europa onde o povo dos 28 países que compõem a União Europeia vive à mercê da invasão bárbara promovida pelos tecnocratas de Bruxelas e da ONU.

Até o Presidente Donald Trump tomar posse como presidente eleito dos Estados Unidos esse país estava no mesmo caminho da União Europeia. Isto é, submetido a fronteiras que Hussein Obama havia escancarado conforme o projeto globalístico esquerdista. Tanto é que dentre as primeiras Ordens Executivas assinadas pelo Presidente Donald Trump, estava lá aquela que coíbe a invasão bárbara dos Estados Unidos.

A medida tem o apoio da maioria do povo americano mas tem sido sabotada pelos jagunços esquerdistas que dominam a grande mídia, enquanto o Judiciário também foi aparelhado por magistrados e promotores que rezam pela cartilha do deletério "direito alternativo", isto é, que se coloca acima da própria Constituição e das Leis. Mas esse histerismo alimentado pela establishment vem sendo providencialmente contido pela administração Trump. Mas antes que o muro que separa do território norte-americano do restolho mexicano e por extensão toda a América Latina, a potência do Norte ainda sofre o assédio da invasão bárbara e há Estados, como a famosa Califórnia, por exemplo, onde a ideologia anarco-bundalelê esquerdista protege os qualquer imigrante.

Embora a grande mídia dos Estados Unidos defenda com unhas e dentes todas essas iniquidades impostas pelo esquerdismo, uma dezenas de sites conservadores, bem como emissoras de rádio na mesma linha, fazem um contraponto importante à devassidão que tomou conta desse país durante os 8 anos de mandato de Obama e sua entourage infiltrada na burocracia estatal criando o que os americanos denominam de "deep state", ou seja o Estado Profundo, o aparelhamento ideológico de toda esfera estatal. Nesse ínterim foi elaborado inclusive um conceito para designar os alienígenas que invadiram os Estados Unidos ilegalmente: "indocumented", ou seja, "in-documentados" (sem documentos), de forma a escamotear o conceito de "imigrante ilegal". 

Este é portanto um assunto que quando não é simplesmente escamoteado pela mídia mainstream é edulcorado. Não existe gente no planeta que goste mais de bandidos, tarados, assassinos, ladrões, estupradores e correlatos do que jornalistas da grande imprensa. E acoitar bandidos e criminosos nas legislações de países democráticos e sérios é crime. É isto que está acontecendo não só nos Estados Unidos como em todo o Ocidente, especialmente na América o alvo principal de todo o movimento comunista internacional.

A propósito o site National Economics Editorial publicou uma matéria que revela os números avassaladores do impacto da política de 'fronteiras abertas' vigorante durante o 'reinado' de Obama e seus cupinchas. Esta matéria que transcrevo em seguida, em tradução livre do inglês valendo-me do tradutor online e posterior copydesk [a tradução que fiz está fracote mas dá para entender], mostra com todas as letras e números o inferno que é um país sob o assédio dos ditos "imigrantes" essa horda de vagabundos importados pela camorra esquerdista e por ela protegidos.

Segue o texto do Nation Economics Editorial assinado pelo seu Editor Chefe, Spencer P. Morrison. Leiam e e vejam o que acontece quando as fronteiras de um país são abertas e escancaradas. Matérias como esta jamais são publicadas pela grande mídia americana e muito menos pela brasileira, embora a Rede Globo mantenha em New York uma redação inteira que se dedica, quando muito, é defender todas essas iniquidades. Leiam:
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COISA IMPRESSIONANTE
Vamos deixar isso bem claro: o custo de crimes cometidos por imigrantes ilegais deve ser zero. Por quê?
Eles não podem estar no país. Se não estiverem não cometem crimes. Simples assim.
É que uma tautologia? Claro. Mas isso não está errado.
Dito isto, tenho dois pontos que eu gostaria de destacar:
1. Os estrangeiros ilegais causam uma parcela desproporcionalmente grande de crimes na América, ao contrário do que afirmam os ativistas pró-fronteiras abertas.
2. Estes crimes custam muito, financeiramente e socialmente. Além disso, os custos não podem ser adequadamente quantificadas.
Também fiz para uma análise similar para o custo de crimes cometidos por alienígenas na Califórnia e no Texas, que você deve verificar.
E se você estiver interessado na foto maior, eu escrevi um artigo bastante abrangente sobre a imigração ilegal nos EUA, que cobre tudo que você precisa saber.
1. Os imigrantes ilegais são mais propensos a cometer crimes do que os cidadãos americanos.
Este é um fato. Não é motivo para debate. A esquerda está mentindo para você.
Um relatório muito completo publicado na National Review analisaram as taxas de encarceramento de homicídios em Nova York, Texas, Flórida, Arizona e Califórnia, e descobriram que imigrantes ilegais foram significativamente mais propensos a matar pessoas do que imigrantes legais e, por implicação, cidadãos.
De fato, ilegais em New York têm 350% mais probabilidade de ser presos por homicídio do que imigrantes legais.
A palavra-chave aqui é preso. Muitos imigrantes ilegais fazem parte de gangues e cartéis raramente detidos. Portanto, o número real é provavelmente muito maior.
A distinção entre cidadão e estrangeiro é ainda maior no crime "de baixo nível". Por exemplo, 75% de todas as sentenças federais por posse de drogas foram dadas aos imigrantes ilegais, e 40% de todos os crimes federais foram cometidos em jurisdições que fazem fronteira com o México.
Coincidência? Não. De onde você acha que as drogas estão vindo?
E não vamos esquecer. Estes não são apenas estatísticas que estamos falando -são crimes cometidos contra pessoas reais!
Milhares de seus colegas americanos foram assassinados, violados, ou roubados por pessoas que não deveriam estar entre nós.
Ao permitir que a imigração ilegal o governo está abdicando de seu dever primário: manter a segurança dos seus cidadãos.
2. Crimes cometidos por imigrantes ilegais custam de US $ 16,1 bilhões por ano.
De acordo com a Federação para Reforma da Imigração Americana (FAIR), Crimes Cometidos por pessoas sem documentos custam entre   $ 8,3 bilhões e US $ 16,1 bilhões ao ano.
Que desperdício de dinheiro! E, francamente, este não chega nem perto dos verdadeiros custos de crime. Por quê?
A tabela aponta o custo tangível (o custo de policiamento, tribunais etc.), não os custos intangíveis (dor e sofrimento, perda de tempo, custos médicos a longo prazo de trabalho).
Um estudo que os custos médios estimados dos crimes intangíveis na Califórnia (2008/ dólares) mostra que o custo real do crime é muito maior do que os custos acima indicados para crimes mais graves, especialmente para crimes violentos e sexuais. Os custos intangíveis são baseados em danos estimados, em especial e de acordo com processos judiciais no contencioso civil. Click Here to read in English


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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sponholz: Rumo a Curitiba!

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