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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Delação de Odebrecht prova a existência do “País dos Petralhas”

Não há a menor dúvida, e nunca ninguém precisou de delações premiadas para chegar a esta conclusão, de que o PT não é o único partido do país a receber dinheiro de campanha pelo caixa dois. Pode-se ainda apimentar a coisa: não tem o monopólio no recebimento de propina. Da mesma sorte, os corruptos do país não estão todos abrigados na legenda. É claro que os há também nas demais.

Aliás, neste blog, que está no seu 11º ano, nunca se disse nada parecido. Uma coisa, no entanto, afirmo sobre o petismo desde sempre: os companheiros se organizaram, na verdade, para assaltar o Estado de Direito. O assalto aos cofres públicos era apenas um dos instrumentos para realizar tal intento. Outros foram empregados, como o uso, e nem faz tanto tempo assim, de setores da Polícia Federal para liquidar com os adversários do PT.

Pois bem. Os vazamentos das delações premiadas continuam. A Folha informa que, em sua depoimento, Marcelo Odebrecht revelou que aquela espécie de conta-correte que a empresa mantinha em nome de Lula, abrigada no tal Setor de Operações Estruturadas, buscava financiar operações que mantivessem o chefão petista como uma pessoa influente no Brasil e no mundo, mesmo estando fora do poder.

Bem, eu sempre soube disso sem saber, não é? Os textos que estão nos livros “O País dos Petralhas I e II” informam precisamente um conjunto de ações que buscavam fazer do PT um imperativo categórico da política e único partido com condições de conduzir o governo federal. Todo o resto estaria em sua órbita, inclusive os opositores.

Essa conta-corrente, segundo os delatores, era operada por Antonio Palocci, que sempre foi o petista graúdo mais próximo de Lula. A compra do tal terreno que abrigaria o Instituto estava lançada nessa contabilidade. Tudo indica que também a ajuda que a empreiteira prestou a candidatos de esquerda da América Latina buscava, em última instância, fazer do petista o grande líder regional. Ou por outra: o Apedeuta não procurou consolidar essa liderança porque, afinal, o Brasil é o país mais rico, com o maior território e a economia mais diversificada… Nada disso! Segundo as delações, o Babalorixá de Banânia preferiu comprar essa liderança.

O exemplo mais claro dessa operação foi o dinheiro que a empreiteira repassou para a campanha de Maurício Funes, que se elegeu presidente de El Salvador em 2009. A bolada de R$ 5,3 milhões, enviada pela Odebrecht, foi repassada por intermédio de “Feira”, codinome de João Santana, que foi marqueteiro de Funes. Nota: o dito-cujo pediu asilo à Nicarágua. Na verdade, fugiu. É acusado de corrupção e desvio de dinheiro público em seu país.

Bem, as respectivas defesas de Lula e Palocci negam as irregularidades e não comentam as delações, acusando os vazamentos de criminosos. Eu já escrevi aqui quinhentas vezes que vazamentos não são exatamente o melhor exemplo de republicanismo. Por isso mesmo, defendo que tudo seja tornado público, sem sigilo nenhum.

Mas parece difícil negar a evidência de que a empreiteira era a financiadora de uma personagem de aspirações globais chamada Lula. E a construção de tal figura se deu à custa da quebra de parâmetros legais, constitucionais, morais, éticos, econômicos e técnicos. Nada que a esquerda já não tenha feito antes. Nada que os leitores de “O País dos Petralhas I e II” já não soubessem.

Ainda assim, não deixa de ser chocante o depoimento de Marcelo Odebrecht.

Então era mesmo tudo verdade.

E agora me dou conta das vezes em que as pessoas chegavam para mim e diziam, em passado nem tão remoto assim: “Você não exagera quando aponta a vocação ditatorial do PT?”

Não! Eu não exagerava.


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OS PINGOS DESTA QUINTA – A hora do óbvio


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REPORTAGEM-BOMBA DE 'ISTOÉ': R$ 50 MILHÕES PARA DILMA; R$ 100 MILHÕES PARA PT. LULA AUTORIZOU ESQUEMA, SEGUNDO DELAÇÃO ÀS AUTORIADES AMERICANAS.

A edição da revista IstoÉ que chega às bancas nas vésperas deste Natal, traz em detalhes as revelações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o acordo de delação premiada da Odebrecht que também foi firmado com as autoridades americanas. Os números são espantosos. Os sites noticiosos anunciaram a conta-gotas o teor desse verdadeiro petardo que espantou aos autoridades americanas. A reportagem da revista IstoÉ faz um resumo organizado das intrincadas operações para efetivação da roubalheira.
A entidade norte-americana ficou impressionada com a prática criminosa da empreiteira. Em um comunicado, o Departamento de Justiça classificou de “maior caso de pagamento global de propina da história”. Lula, Dilma, o PT e seus sequazes estão envolvidos nesse mega escândalo. Não é à toa que o Brasil foi parar no fundo do poço. O mais incrível de tudo isso é que há ainda quem defenda esses demolidores do Brasil. A seguir, a parte inicial da reportagem:

PERPLEXIDADE MUNDIAL
Documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelados na última quarta-feira 21, e que integram a papelada sobre o acordo de delação premiada da Odebrecht, causaram perplexidade mundial pela grandeza dos números. Segundo a papelada, o grupo Odebrecht pagou mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,3 bilhões) em propinas a governantes e políticos de 12 países desde 2003. A maior parte desses subornos – US$ 599 milhões ou quase R$ 2 bilhões – foi repassada a autoridades brasileiras. O que mais chama a atenção, no entanto, é que entre os principais beneficiários estão a ex-presidente Dilma Rousseff. Apesar da fartura de evidências, a mais importante delas as próprias delações dos executivos da empreiteira que já apontavam a sua participação direta nas negociações de propina e caixa dois, a petista insistia em vender uma imagem de política pura e imaculada. A investigação dos EUA ajuda a desmontar esse discurso. De acordo com a documentação em poder das autoridades norte-americanas, a campanha de Dilma em 2010 foi irrigada com R$ 50 milhões em propinas.
A ex-presidente é descrita nos documentos americanos como a “Brazilian Official 2”. O texto do acordo com a Odebrecht mostra que a fortuna foi negociada pelo então presidente Lula em 2009 junto a Alexandrino Alencar, na época diretor do grupo. Lula, identificado na papelada como “Brazilian Official 1”, autorizou que Alexandrino acertasse com o ministro da Fazenda Guido Mantega, que nos documentos dos EUA é conhecido como “Brazilian Official 4”, a concessão de benesses para a petroquímica Braskem. A empresa integra o grupo Odebrecht. Mantega, segundo a papelada, disse que atenderia a petroquímica em troca de propina para a campanha de Dilma. O valor negociado ficou registrado num pedaço de papel: R$ 50 milhões. Os diretores da empresa fizeram os repasses por meio do já proverbial “departamento de propinas” do grupo.

MEA CULPA Diretor jurídico da Odebrecht, Adriano Juca, deixa Tribunal em Nova York, onde confessou que a empreiteira pagou US$ 1 bi em propinas. Foto: IstoÉ
R$ 100 MILHÕES PARA O PT
O objetivo da Braskem era “assegurar uma vantagem imprópria para obter e manter seus negócios”. O órgão também calcula que a Odebrecht se beneficiou em US$ 1,9 bilhão como resultado dos pagamentos de subornos. Segundo o Departamento de Justiça, a “negociação espúria” deu certo e o governo implantou um programa que permitiu à Braskem continuar tendo abatimentos em impostos. A partir de 2006, estava em discussão a mudança no sistema de tributos de empresa. Por isso, a Braskem procurou integrantes do governo Lula para negociar uma legislação que não prejudicasse o grupo. E isso custou à Braskem a contribuição para a campanha de Dilma.
Em outro trecho do documento, os americanos dizem que o “Brazilian Official 4” (Mantega) negociou com a Braskem o pagamento de propinas no total de R$ 100 milhões para diversos candidatos petistas em 2014, incluindo Dilma Rousseff, candidata à reeleição. Antes de liberar os R$ 100 milhões para o PT, a Braskem iniciou uma tentativa de convencer o governo federal em 2011 a implantar mudanças tributárias que beneficiaram o setor petroquímico. A legislação foi apresentada no Congresso Nacional em 2013, mas enfrentou resistências dos parlamentares e acabou sendo paralisada por causa disso. “A Braskem precisou pagar quantias significativas para vários membros do Congresso para manter a tramitação do projeto”, diz o documento. Depois disso, a legislação foi aprovada. “A Braskem foi solicitada para pagar um adicional de R$ 100 milhões além do que o Empregado da Braskem 1 havia previamente acordado com o ‘Brazilian Official 1’ (Lula) para pagar ao partido político e aos membros do governo federal. Este acréscimo foi negociado pelo ‘Brazilian Official 4” (Mantega) e foi pago por doações a integrantes do partido nas eleições de 2014”, descreve o documento.
MAIOR PROPINA DO MUNDO
Os dados foram divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, órgão com o qual a Odebrecht assinou, em conjunto com Brasil e Suíça, seu acordo de leniência –tipo de delação premiada para empresas. A entidade norte-americana ficou impressionada com a prática criminosa da empreiteira. Em um comunicado, o Departamento de Justiça classificou de “maior caso de pagamento global de propina da história”. De acordo com a documentação, houve pagamentos de propina relacionados a mais de cem projetos da Odebrecht nesses 12 países: Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru, República Dominicana e Venezuela. A documentação divulgada contém um panorama geral das revelações feitas na delação premiada, mas não identifica os nomes dos funcionários da Odebrecht nem dos políticos envolvidos. Suas identidades até então são mantidas sob sigilo. Clique AQUI para ler e ver MAIS


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PREMIÊ ISRAELENSE BENJAMIN NETANYAHU ENVIA MENSAGEM À FAMÍLIA CRISTÃ DESEJANDO-NOS UM FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO


O vídeo acima com tradução do grupo Tradutores de Direita, traz a mensagem do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu aos Cristãos. Faço minhas, portanto, as palavras contidas no texto dos Tradutores de Direita, que transcrevo abaixo, até porque apoio o Estado de Israel e o povo judeu, como já deixei claro em textos que já escrevi aqui no blog. 

Ao mesmo tempo também manifesto o meu agradecimento pela mensagem do Premiê Netanyahu, justamente num momento em que os cristãos em diversas partes do mundo são hostilizados pela horda de bárbaros importados pela deletéria União Europeia, ONU, OEA, G-20, Banco dos Brics e mais uma miríade de ONGs sustentadas por essas entidades multilaterais que rodam o moinho de destruição da nossa Civilização Ocidental. Segue o texto dos Tradutores de Direita:

Recebemos com muito carinho os cumprimentos de nossos queridos e amados irmãos Judeus. Em mais um belo discurso, como não poderia ser diferente, o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu se dirige a toda família cristã desejando-nos um feliz natal, um próspero ano novo e nos convidando a visitar Israel.
Não é incomum escutarmos mensagens negativas dos que querem nos dividir ou querem criar seu próprio segmento religioso, declarações infelizes como: Judeus não tem nenhum respeito pelo Brit Chadashá (Novo Testamento) e pelos Cristãos, entre outras coisas do gênero.
Essa linda mensagem de fim de ano dirigida aos Cristãos pelo primeiro ministro de Israel, acaba com toda a hipocrisia da classe que anseia por nos dividir a fim de implantarem sua agenda, menosprezando nossos elos e exaltando nossas diferenças.
A mensagem é clara, nossa herança em comum e respeito mútuo são os elos que nos unem e são muito mais fortes do que o desespero dos que tentam nos dividir.
Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Tradução e legendas: Renan Poço - Revisão: Jonatas Figueiredo


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Sponholz: O sagrado e o profano.




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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Governo acerta ao escolher o projeto de lei na área trabalhista

Digam o que disserem, nos seus quatro meses, o governo de Michel Temer contabiliza muito mais acertos do que erros, ainda que viva um período conturbado como jamais se viu.

Fez bem o governo em recorrer a uma Medida Provisória para estender o Programa de Proteção ao Emprego — rebatizado de seguro-emprego. O prazo para a empresa aderir ao dito-cujo se esgotava no dia 31. Logo, estão dadas urgência e relevância, como exige a Constituição.

Já os demais itens da reforma trabalhista, como o incentivo à negociação direta, de modo a que a convecção coletiva passe a ter força de lei, podem e devem tramitar por projeto de lei. Nem entro no mérito se é mais ou menos democrático — os dois encaminhamentos são constitucionais. Mas é claro que a forma agora adotada gera menos atrito.

Ademais, cabe algum questionamento, não é?, quanto à constitucionalidade de os demais itens serem encaminhados por MP. A relevância certamente existe, mas a urgência já é questionável.

O sindicalismo, especialmente aquele vinculado ao PT e a partidos que estão à sua esquerda, está fazendo muxoxos meio surdos, tentando encontrar em que ponto “a classe trabalhadora” está sendo prejudicada. E isso simplesmente não existe. Porque o prejuízo maior é o que se tem hoje: desemprego. E a isso chegamos com o apoio quase unânime dos sindicatos ao governo petista — ao menos no que concerne à questão trabalhista.

Ora, se aos sindicatos será dada a chance da negociação direta; se a convenção coletiva não vai se estabelecer sem a sua anuência, qual é óbice que existe?

Como já observei aqui, a única reclamação justificável é a dos sindicalistas, que terão de trabalhar mais, não é mesmo?

Hoje em dia, a legislação velha, encarquilhada, garante aos sindicatos, na verdade, um cartório. A eles cumpre apenas cobrar um reajuste sempre maior do que aquele que os patrões estão dispostos a dar. E pronto. Sua missão acaba aí. E, volta e meia, colocar o sindicato a serviço de um partido político, seja o PT, o PSOL, o PSTU ou, eventualmente, o Solidariedade.

Se a proposta do governo Temer for adiante, será preciso um pouco mais do que isso. E quem vai cobrar resultado serão os representados.

Lamento que o texto não contemple uma boa ideia, adequada ao mundo moderno, que é a do emprego múltiplo, com a possibilidade de o trabalhador celebrar, mesmo sem ser pessoa jurídica, mais de um contrato de trabalho.

O governo percebeu que o sindicalismo tentaria usar essa questão para gritar “precarização da mão de obra!”. Ora, nada impede que um parlamentar adote essa ideia, que é correta e boa. Ainda que não vigore já, creio que a ela chegaremos por imposição da realidade.


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Temer e o paradoxo da impopularidade: entre popular e necessário

O presidente Michel Temer tomou café da manhã com jornalistas. Desenvolveu um raciocínio que tem de ser lido por aquilo que é: fala de uma virtude. Mas certamente será submetido às mais variadas distorções pelas esquerdas e por especuladores disfarçados de jornalistas, que querem a queda do governo porque, assim, podem especular ainda mais… Vamos ver.

A Folha lhe atribui as seguintes falas: “Um governo com popularidade extraordinária não poderia tomar medidas impopulares (…) Estou aproveitando a suposta impopularidade para tomar medidas impopulares”. Creio que se refira a coisas como teto de gastos, reforma da previdência e, eventualmente, reforma trabalhista — sobre esta, ainda não se conhece o sentimento da população.

Vamos lá. A fala tem cheiro de transparência imprudente. Eu mesmo já disse aqui algumas dezenas de vezes que o governo Temer é o barco que Deus mandou pra gente conseguir fugir da enchente. Ou é ele ou é ele. Ou se fazem agora algumas reformas estruturais, ou não aparecerá tão cedo outra oportunidade. Não sem uma sacolejada ainda mais forte no processo político, de consequências imprevisíveis, mas nada boas.

Assim, deve-se entender o que diz o presidente quando afirma que “aproveita a impopularidade”. Ou por outra: não está em busca de aplausos. Ou não faria essas escolhas. Muito bem!

Mas os companheiros de esquerda certamente hão de concluir: “Claro! Fosse ele um presidente eleito diretamente, como titular da chapa, não estaria fazendo isso…” Não dá para escrever a história que não houve. Mas é possível retratar a que houve. Lula e mesmo Dilma contaram com popularidade formidável, não é mesmo? E, no entanto, estavam fazendo escolhas que levaram o país para o buraco e para a maior crise de sua história.

A “popularidade” foi um dos ingredientes do cozidão desastroso da ex-presidente, que levou a Petrobras à lona, certo? Com a política econômica já destrambelhada, usou o preço dos combustíveis para ajustar a inflação. Também foi o medo da impopularidade, com uma reeleição pela frente, que impediu a presidente impichada de impor a tempo reajustes na economia.

Na verdade, ela fez o contrário: aumentou o tamanho do buraco, como o enforcado que que cava um pequeno buraco aos pés para tentar se livrar da corda…

Assim, tem-se o paradoxo da popularidade. Um governante que contasse com maciço apoio popular, segundo a lógica convencional, teria mais condições de implementar medidas que não são exatamente do gosto da larga maioria. Tal proximidade com o povo lhe daria essa folga. Ocorre que esse apoio popular pode derivar justamente de ele não fazer o necessário — ou, o que é pior, de insistir no erro. Dilma sabe do que estou falando. E vocês também.

Assim, a depender do momento, a impopularidade pode até ser um ativo, a ser posto a serviço não do aplauso, mas do necessário. E é o que Temer está fazendo. Dentro do possível, já destaquei aqui, o governo avança. Dentro do possível, também já disse aqui, o Congresso tem aprovado as medidas certas.

Ao fim da conversa, Temer afirmou que a popularidade é, sim, importante, mas destacando que não tomava essa ou aquela medida, que não propunha isso ou aquilo, tendo a dita-cuja como referência.

Correndo o risco de ser vítima da leitura errada, Temer disse a coisa certa.

 


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