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terça-feira, 30 de junho de 2015

A esquerda planta dívida e semeia calote

Joseph Stiglitz

A tirada, excelente, por sinal, não é minha, mas de um leitor. Referia-se à reação de Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia e assessor de Hillary Clinton, comentando sobre a crise grega:

É concebível que o restante da Europa e a Alemanha acordem e se deem conta de que suas exigências à Grécia são absolutamente revoltantes. [...] Para mim, é óbvio que a austeridade fracassou. O povo grego foi o primeiro a dizer: ‘Nos negamos a renunciar à nossa democracia e aceitar essa tortura da Alemanha’. Mas, com sorte, outros países como Espanha e Portugal vão dizer o mesmo.

[...]

Creio que é possível tirar uma importante lição do êxito argentino. Depois do calote, a Argentina começou a crescer a uma taxa de 8% ao ano, a segunda mais alta do mundo, depois da China. Estive na Argentina e pude ver o êxito e o impacto no padrão de vida. A experiência argentina prova que há vida depois de uma reestruturação da dívida.

[...]

Ainda que a Grécia tenha sua parcela de culpa na situação (que levou aos problemas fiscais descobertos em 2010), a desastrosa situação em que o país se encontra desde então é de responsabilidade da Troika (formada pelo FMI, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu).

É um espanto! Já expliquei em pormenores a origem dos problemas gregos aqui. É estarrecedor ver um Prêmio Nobel jogando o fardo para aqueles que pagam a conta da irresponsabilidade alheia, eximindo de culpa os próprios gregos. É uma postura irresponsável, um discurso sensacionalista, de um militante político de esquerda, não de um economista sério. Citar o caso argentino como um sucesso? Em que planeta Stiglitz vive?

Assim é a esquerda, não só nacional, como no mundo todo: planta dívidas e semeia calote. Durante a fase da bonança irresponsável e insustentável, jamais vemos esses mesmos economistas alertando para os riscos à frente, recomendando cautela, menos gastos públicos, menos endividamento das famílias e dos governos. Nunca! Ao contrário: eles sempre elogiam essa fase, celebram a “demanda agregada” aquecida que puxa o PIB para cima, colocando a carroça na frente dos bois e trocando causa e efeito.

Depois, quando a bolha que ajudaram a fomentar estoura, eles simplesmente culpam os credores, os austeros que foram responsáveis, e defendem o calote. Cobrar a dívida é “insensibilidade”. Ou seja, devemos estimular um comportamento irresponsável de quem se endivida demais e depois não pode pagar, transformando-o em vítima de banqueiros gananciosos. Essa mensagem, na boca de qualquer um, já é um absurdo. Quando sai de um Prêmio Nobel, é simplesmente assustador.

Rodrigo Constantino



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O que Dilma valoriza é a lealdade ao grupo, não aos valores

Maduro com Dilma: lealdade que presidente valoriza é aquela aos comparsas, não aos princípios éticos

Muitos já comentaram a desastrosa fala da presidente Dilma, que disse não respeitar delator e ainda comparou seu próprio governo a uma ditadura, além de misturar mensaleiros e petroleiros com os combatentes da Inconfidência Mineira. Ou seja, um verdadeiro show de horror proveniente de uma mente confusa, incapaz de concatenar ideias ou apresentar argumentos em lógica sequencial. Merval Pereira já resumiu bem a coisa:

“Eu não respeito delator, até porque estive presa na ditadura militar e sei o que é. Tentaram me transformar numa delatora. A ditadura fazia isso com as pessoas presas, e garanto para vocês que resisti bravamente. Até, em alguns momentos, fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem que resistir, porque se não você entrega seus presos.”

Nessa frase, temos de tudo: uma confusão entre seu papel como guerrilheira, e o dos petistas que se meteram no mensalão e no petrolão; uma ignorância assombrosa da diferença entre democracia e ditadura e, sobretudo, a insensatez de comparar os inconfidentes mineiros com os mensaleiros e petroleiros, que podem ser tudo, menos patriotas heróicos em luta contra uma opressão estrangeira.

Não há Tiradentes nessa história que a presidente Dilma tenta recontar, e nem ela foi uma lutadora pela democracia, como pretende hoje. A tortura de que ela e muitos outros foram vítimas é uma página terrível de nossa história, mas não pode servir de desculpa para justificar meros roubos de uma quadrilha que tomou de assalto o país nos últimos 12 anos, nem para isentar os eventuais desvios cometidos pela presidente.

Ao contrário, aliás, muitos fazem hoje a comparação da sanha arrecadatória do governo federal com os “quintos do inferno” que a colônia portuguesa tirava do Brasil. Quanto à insinuação de que os presos hoje pela Operação Lava-Jato sofrem torturas como no tempo da ditadura, só mesmo a politização da roubalheira justifica tamanho despautério.

Pouco a acrescentar. Mas eis meus dois cents: em meio a toda essa confusão mental, Dilma tentou passar um recado claro aos comparsas do PT do lado de lá, das empreiteiras. Delatores não são respeitados pela quadrilha, digo, partido. Um alerta. Um aviso. Uma ameaça? Não vamos esquecer que Lula já declarou abertamente o respeito a José Sarney, que não é um “homem comum”, após este demonstrar lealdade ao ex-presidente quando ele vivia seu pior momento durante a crise do mensalão.

Lealdade é um termo que evoca virtude, algo positivo na mente da população. Vem do tempo em que a honra tinha mais valor. Mas eis o ponto central aqui: lealdade a quem? Ou melhor: ao que? Sim, pois faz toda diferença do mundo se você é leal a um comparsa ou a princípios éticos e morais. Lealdade, por si só, não diz nada, não tem valor. Se você é leal aos seus cúmplices de crime, você não é um “rato”, um X9, um delator, mas isso só é visto como louvável pelos próprios criminosos, ou seja, é algo condenável pelas pessoas decentes.

Máfia exige lealdade aos próprios mafiosos, enquanto pessoas decentes mostram lealdade a princípios éticos e valores morais. Sou leal ao princípio “não roubarás”, por exemplo, e se mesmo um familiar meu se tornar um ladrão, meu compromisso é com a Justiça, não com o familiar bandido. Isso significa lealdade a valores e princípios. Não é, naturalmente, esse tipo de lealdade que os criminosos respeitam. Eles respeitam a lealdade ao bando, daqueles que, mesmo sob “tortura”, não entregam seus comparsas.

Nas prisões, poucas coisas são tão execradas como a delação. O X9 costuma ser severamente castigado pelos demais presos, como alerta para outros possíveis delatores. Essa é a linguagem do crime, da máfia, que “curiosamente” é adotada pela presidente Dilma, ex-guerrilheira e terrorista. Já pessoas corretas não temem a delação. Ao contrário: a lealdade aos princípios exigem a delação quando os outros desviam o curso de sua conduta.

A máfia italiana sofreu duro golpe somente quando gente de dentro começou a delatar os esquemas e os comparsas. A população ordeira aplaudiu. A Itália avançou, a impunidade caiu, a Justiça foi feita em parte. Centenas de mafiosos foram presos, graças à delação de criminosos. Delação esta que Dilma não respeita, pois valoriza a lealdade, não aos princípios, mas aos próprios parceiros. Não é preciso dizer mais nada. Dilma escolheu um lado, e não é o lado da população brasileira que segue as leis, e sim o lado dos que apreciam o silêncio dos criminosos, leais aos seus cúmplices na prática do crime.

Rodrigo Constantino



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VÍDEO ESPECIAL: VOTO ELETRÔNICO É FACILMENTE FRAUDÁVEL, AFIRMA ESPECIALISTA BRITÂNICO EM TECNOLOGIA.



Leitor do blog acaba de me enviar pelo Twitter o link para este vídeo legendado em que o especialista em informática britânico Tom Scott mostra por que e como o voto eletrônico é facilmente manipulável.

É interessante notar como em diversos momentos a explicação de Scott se assemelha à realidade das eleições brasileiras, desde em 2014 a divulgação do resultado da eleição presidencial feita por uma única pessoa em quem basicamente se devia confiar cegamente -- no caso, o ex-advogado do PT Dias Toffoli -- até a incessante pregação da Justiça Eleitoral frisando as supostas confiabilidade e transparência do sistema eletrônico.

Vale a pena ver e compartilhar este post espalhando nas redes sociais.


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COLLOR TAMBÉM PEDALAVA...

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Nesta foto o então presidente Fernando Collor, se prepara para dar as suas pedaladas, no momento em que protagoniza mais uma de suas façanhas de pretenso líder carismático. Sim, porque o líder carismático a partir do conceito weberiano tem de alimentar a crença de seus sequazes na sua infalibilidade e poderes extraordinários tendo em vista manutenção do poder.

Nessa época bicicleta ainda não era denominada "bike" e também não era peça constitutiva da deletéria engenharia social que leva as pessoas a terem comportamentos bizarros na defesa de causas completamente estúpidas e, aparentemente, sem quaisquer nexos causais.

Todavia, isso faz parte da engenharia social cujo fim último é destruir a liberdade individual. Falta pouco para que qualquer dia apenas os detentores do poder estatal e empresários grandalhões e seus acólitos possam usufruir do automóvel. Para os pobres mortais restará como veiculo de locomoção a bicicleta. Em estágio avançado dessa engenharia social até o transporte coletivo será restrito porque usa combustível fóssil.

Ontem à noite quando trafegava pela av. Beira Mar, aqui em Florianópolis, testemunhei um fato insólito. Um grupo de ciclistas com aquele capacete ridículo nas cabeças e vestimentas especiais seguiam em grupo em suas bicicletas pela ciclovia. 

Mas voltando ao Collor e sua bicicleta, se vê que o mago do marketing petralha, o baiano João Santana, espécie de ministro sem Pasta do Planalto, deve ter se inspirado no ex-presidente 'impichado' quando resolveu determinar à Dilma que saísse por aí trepada numa bike.

Neste caso teremos uma exceção: a história poderá se repetir em todos os detalhes... Nos porões da famigerada "Casa da Dinda", dizem que Collor promovia missas negras com sacrifícios de bodes de forma a lhe conferir o poder absoluto.

Deu no que deu.

Pedala, Dilma, pedala...


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A INSANIDADE DAS LOMBADAS E TACHÕES

Lombadas e tachões dão a medida exata da predominância da estupidez no Brasil. E não há um miserável parlamentar com inteligência suficiente para apresentar um projeto de lei banindo essa praga das ruas e estradas brasileiras. Quem sabe por tras dessa insanidade possam existir "lombadões" e "tacholões" emulando o "petrolão".
Por Edson O. T. Goeldner (*)   
Vi há algum tempo, na televisão, uma reportagem sobre carros tunados, que foram apresentados em uma exposição no Centro Multiuso de São José, aqui na Grande Florianópolis, onde o repórter fazia uma entrevista. 
Tunar um carro é equipá-lo ao gosto do dono. Este pode gastar alguns reais em acessórios ou quantias muito acima do valor de mercado do veículo. Um dos exemplos é a substituição da suspensão original, com molas e amortecedores, pela pneumática, que custa 15, 20 mil reais. Se for adicionado um sistema de som de grande potência, o custo pode dobrar, chegando a quase 50 mil ou mais. Pode-se ainda, redecorar o interior, colocando bancos revestidos com couro, tapetes especiais, etc.. Como se vê, há “tunning” para todos os gastos e gostos. 
Mas, dizia eu, o repórter falava com o proprietário de um carro com suspensão pneumática, que permite, entre outras coisas, que o carro fique a alguns poucos centímetros do chão. “E tu consegues andar com a suspensão assim arriada, sem danificar nada?” pergunta o entrevistador. E vem a resposta: “bom, se fosse andar nos Estados Unidos ou na Europa seria possível, pois lá, as estradas e ruas são um verdadeiro tapete. Mas, aqui no Brasil não dá. Há lombadas, tachas, tachões e buracos demais.”
E eu completo o pensamento dele: “não é só ele, não. Os proprietários de Porsches, Ferraris e Lamborguinis também têm sérios problemas. E os de carros comuns também, pois as lombadas são feitas fora das normas, fazendo com que qualquer carro comum arraste o assoalho ou o escapamento. E as tachas e os tachões são proibidos por danificarem os veículos, conforme a Resolução 336/2009 do Contran. O meu Puma, por exemplo, tem 15 cm de altura do solo, conforme o manual da fábrica, já cotejados por mim, e, no entanto, vive se arrastando nos quebra-molas. Aliás, basta olhá-los – os quebra-molas -  para ver as marcas sulcadas pelos carros.” 
“Mas, tudo isso se resume no descaso e desrespeito do poder público para com o cidadão, seja ele quem for.”   
Não é a toa que o povo ordeiro e pacífico está indo às ruas, pois está cansado de ser espoliado pelo governo, seja ele de que nível seja.
“Basta um morador pedir à Prefeitura para colocar uma em frente de sua casa e, em seguida, nasce mais uma lombada. A individualidade vence o interesse coletivo. E, a partir de então, todo carro que venha em uma velocidade compatível com a via, que é a esmagadora maioria, freia, muda de marcha, ultrapassa a lombada, acelera e troca novamente de marcha. Essa operação toda faz com que o consumo de combustível aumente significativamente. E, não falei que, salvo raríssimas exceções, a pintura se desvanecerá com o tempo; ela, a lombada, passará a ser quase invisível. Isso quando não chegamos ao absurdo de termos, como por exemplo, na Avenida Ivo Silveira, em frente ao supermercado do Angeloni, duas lombadas distanciadas 50m, aproximadamente, uma da outra.” 
“Se levarmos em consideração que facilmente o cidadão passa por vinte lombadas por dia em seus deslocamentos, façamos a conta de quanto isso pesa no seu bolso, ao fim do mês, com o desgaste do carro e com o gasto desnecessário com combustível.” 
“Agora, pensemos grande, na macroeconomia. Quanto de divisas o país perde ao importar gasolina para queimar dessa forma?” 
Mas, acredito eu, a praga das lombadas acabaria se, por lei, o autor do pedido para a confecção de uma, tivesse que arcar com o custo de implantação e o da manutenção – pintura periódica, reposição de placas de advertência, etc. - fosse apenas um cidadão, uma associação de bairro, um vereador ou qualquer outra autoridade.
Quanto à praga de tachas e tachões, pela Resolução 336/2009 do Contran, que alterou a Resolução 39/1998, são proibidos de serem utilizados como redutores de velocidade por causarem danos aos veículos, ao serem dispostos transversalmente ao eixo da via. Só podem ser empregados para separar o tráfego de trânsito de fluxos contrários ao longo da via. Seu emprego como redutores de velocidade, entendo eu, é crime de lesa-cidadão ou contra a economia popular, passível de punição, na forma da lei, do responsável que autorizou mais este desrespeito ao cidadão. E o tão presente Ministério Público não diz nada a esse respeito.
(*) Edson O. T. Goeldner é arquiteto 


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Sponholz: Corrução descomunal!




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LEIAM ABAIXO

Uma trilha sonora para Lula: The Walking Dead. Ou: Dilma viaja, e Lula vai fazer a crônica do desmoronamento em viagem em absurda viagem a Brasília;
Empresário diz que fez doações para deputados não insuflarem greves em obras; um deles, do PT, admite tal relação;
Faz sentido afirmar que o exercício de um direito legítimo reforça a necessidade de prisão preventiva?;
MP do Paraná quer que Richa seja punido por ter cumprido ordem judicial; os valentes entendem que invadir e depredar são direitos fundamentais;
Em nota dura, Aécio critica Dilma por fazer comparação despropositada;
Na VEJA.com: “Para de tomar cauim, Dilma!”;
#prontofalei – “Volta a comer carboidrato, Dilma!”;
Pascowitch, lobista que aproximou a Engevix do PT e da Petrobras, vira delator;
Jurista ligado ao PT faz considerações absolutamente infelizes sobre a prisão de empresários e de favelados… Ajuda a aprofundar os vícios da Lava Jato, em vez de corrigi-los;
Delação premiada – Dilma ataca a Lei 12.850 que ela própria sancionou;
A fala mais estúpida de Dilma em cinco anos: presidente desqualifica delatores lembrando que ela não contou nada nem sob tortura. O que ela acabou dizendo? O óbvio!;
Deixem Mantega e demais petistas de lado nos restaurantes!;
Embora petistas não consigam mais ir além do couvert, querem dominar o mundo inteiro;
— O nome da crise é o “Custo PT”. Enquanto essa gente estiver por aí, o país não sai da lama;
— A saída parlamentarista. Cunha diz estar debatendo a questão com vários partidos. Ou: Vamos aposentar os zumbis!;
— Lula vai a Brasília brincar de presidente. A decadência do mito custa caro ao Brasil;
— Eu não aceito um regime legal que dependa mais da vontade de quem enverga a toga do que das leis que lhe garantem aquela investidura;
— AS REAÇÕES À MINHA COLUNA NA FOLHA E O ESTADO DE DIREITO;
— UM TEXTO DE REINALDO AZEVEDO QUE COMPLETA DEZ ANOS NO MÊS QUE VEM. TRATA DE OPERAÇÃO DA PF, PRISÃO PREVENTIVA, JUSTIÇA E VINGANÇA. SERÁ QUE REINALDO AZEVEDO MUDOU?;
— CICLOFAIXISMO DE HADDAD VIRA CICLOFASCISMO E EXPULSA DA VIA PÚBLICA QUEM NÃO REZA PELA CARTEIRINHA DO PT. OU: HADDAD É O PT NA SUA FASE ESCLERÓTICA;
— Lula mobilizou ministro do TCU contra… o governo Dilma! Ação é parte de sua tentativa de se descolar do governo;
— Desembargador nega habeas corpus a Marcelo Odebrecht em decisão que só engrossa a polêmica sobre o caráter da prisão preventiva e seus motivos;
— A REPORTAGEM-BOMBA DE VEJA: O EMPREITEIRO CONTA TUDO – Renuncie, Dilma! Faça ao menos um bem ao Brasil. Ou aguarde o impeachment, o que vai custar mais caro aos pobres



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