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quarta-feira, 22 de abril de 2020

COMUNAVÍRUS: O PESADELO COMUNISTA ESTÁ DE VOLTA! ENTENDA TUDO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!

O texto que segue é de autoria do Chanceler Ernesto Araújo publicado em seu blog pessoal "Metapolítica 17 - Contra o Globalismo". Ele oferece uma boa análise sobre tudo o que está acontecendo aqui no Brasil e no mundo inteiro. A peste chinesa, alcunhada de corona vírus, faz parte, obviamente, do esquema comunista internacional. Ernesto Araújo tem por fonte para esse seu artigo um livreto lançado recentemente na Itália, da lavra de Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da atualidade. O título desse livreto é "Vírus". E isto, como se pode aferir no escrito de Ernesto Araújo, não é uma simples coincidência. Aliás, não é à toa que todos os esquerdistas concordam e defendem toda essa barbaridade que acontece agora mesmo no Brasil e no mundo inteiro. Faço a transcrição integral do artigo do Chanceler Ernesto Araújo e repito: Não deixe de ler! Segue:
É o que mostra Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da atualidade, em seu livreto “Virus”, recém-publicado na Itália (*). Žižek revela aquilo que os marxistas há trinta anos escondem: o globalismo substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo. A pandemia do coronavírus representa, para ele, uma imensa oportunidade de construir uma ordem mundial sem nações e sem liberdade.
Cito e comento, a seguir, alguns trechos do livreto de Žižek, essa obra-prima de naïveté canalha, que entrega sem disfarce o jogo comunista-globalista de apropriação da pandemia para subverter completamente a democracia liberal e a economia de mercado, escravizar o ser humano e transformá-lo em um autômato desprovido de dimensão espiritual, facilmente controlável:
“Tomara que se propague um vírus ideológico diferente e muito mais benéfico, e só temos a torcer para que ele nos infecte: um vírus que faça imaginar uma sociedade alternativa, uma sociedade que vá além do Estado-nação e se realize na forma da solidariedade global e da cooperação.”
“Uma coisa é certa: novos muros e outras quarentenas não resolverão o problema. O que funciona são a solidariedade e uma resposta coordenada em escala global, uma nova forma daquilo que em outro momento se chamava comunismo.”
Žižek não esconde seu anseio e sua convicção de que um vírus “diferente e mais benéfico” do que o coronavírus, o vírus ideológico, contagiará o mundo e permitirá construir o comunismo de uma forma inesperada. Não está sequer interessado naquilo que funciona ou não funciona para combater o coronavírus, a quarentena ou o fechamento de fronteiras, pois o objetivo não é debelar a doença, e sim utilizá-la como escada para descer até o inferno, cujas portas pareciam bloqueadas desde o colapso da União Soviética, mas que finalmente se reabriu. Tudo em nome da “solidariedade”, claro, do mesmo modo que no universo de 1984 de Orwell a opressão sistemática fica a cargo do “Ministério do Amor”. Quem quiser defender suas liberdades básicas, quem quiser continuar vivendo num Estado-Nação, estará faltando com o dever básico de “solidariedade”.
“Um primeiro e vago modelo de uma tal coordenação na escala global é representado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (...) Serão conferidos maiores poderes a outras organizações desse tipo.”
Não escapa a Žižek, naturalmente, o valor que tem a OMS neste momento para a causa da desnacionalização, um dos pressupostos do comunismo. Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado!) de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para lidar com os problemas do que os países agindo individualmente, é apenas o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária. Seguindo o mesmo modelo, o poder deve ser transferido também para outras organizações, cada uma em seu domínio. Žižek não o especifica, mas provavelmente tem em mente uma política industrial global sendo ditada pela UNIDO, um programa educacional global controlado pela UNESCO e assim por diante.
“Tudo isto acaso não mostra com clareza a necessidade urgente de uma reorganização da economia global que não esteja mais sujeita aos mecanismos do mercado? E aqui não estamos falando do comunismo de outrora, naturalmente, mas de algum tipo de organização global que possa controlar e regular a economia, como também que possa limitar a soberania dos Estados nacionais quando seja necessário.”
Sim, não é o comunismo de outrora, que instalava ora num país, ora noutro, um sistema de planejamento econômico central, sempre fracassado em proporcionar bem-estar, sempre exitoso em controlar e oprimir a sociedade. Trata-se agora de um planejamento central mundial, que certamente traria o mesmo fracasso e o mesmo êxito desse modelo quando aplicado no passado na escala nacional.
“Muitos comentaristas progressistas moderados e de esquerda revelaram como a epidemia do coronavírus se presta a justificar e legitimar a imposição de medidas de controle e disciplina das pessoas até aqui inconcebíveis no quadro das sociedades democráticas ocidentais."
Žižek menciona entre esses comentaristas a Giorgio Agamben, filósofo de esquerda aparentemente não-marxista, que escreveu com grande apreensão sobre o cerceamento de liberdades que está em curso e que considerou a reação à pandemia um pânico altamente exagerado (**). Mas aquilo que esses comentaristas vêem com preocupação, Žižek recebe com júbilo, e intitula o capítulo em que trata desse tema justamente:
"Vigiar e punir? Sim, por favor!" 
Refere-se Žižek, naturalmente, ao título do livro de 1975 de Michel Foucault, Surveiller et Punir no original, que descrevia a evolução das prisões do Século XIX para as prisões sem grades da sociedade de controle da pós-modernidade ocidental.
"Não surpreende que, ao menos até agora, a China - que já empregava largamente sistemas de controle social digitalizado - se tenha demonstrado a mais bem equipada para enfrentar a epidemia catastrófica. Deveremos talvez deduzir daí que, ao menos sob alguns aspectos, a China represente o nosso futuro? Não nos estamos aproximando de um estado de exceção global?”
“Mas se não é esse [o modelo chinês] o comunismo que tenho em mente, que entendo por comunismo? Para entendê-lo, basta ler as declarações da OMS.”
Žižek tem uma atitude ambígua em relação à China. Admira o que considera o êxito chinês no controle social, mas ao mesmo tempo não parece querer identificar a sua própria concepção de comunismo com o regime chinês, talvez porque o comunismo, ao final das contas, exige o fim do Estado, enquanto a China representa o modelo de Estado forte que o comunismo visa a superar. Esse não-Estado, esse grau zero do Estado que corresponde ao grau máximo do poder, Žižek vai buscá-lo nos organismos internacionais, que permitiriam, no que parece ser a sua visão, o exercício totalitário sem um ente totalizante, um ultrapoder rígido mas difuso, exercido em nome da “solidariedade” e portanto inatacável – pois quem ousaria posicionar-se contra a solidariedade? “Solidariedade” é mais um conceito nobre e digno que a esquerda pretende sequestrar e perverter, corromper por dentro, para servir aos seus propósitos liberticidas. Já fizeram ou tentaram fazer o mesmo com os conceitos de justiça, tolerância, direitos humanos, com o próprio conceito de liberdade.
“Não é uma visão comunista utópica, é um comunismo imposto pelas exigências da pura sobrevivência. Trata-se de uma variante do ‘comunismo de guerra’ como foram chamadas as providências tomadas pela União Soviética a partir de 1918”.
Žižek parece querer dizer: “Não se preocupem. Não há nada de ideológico no que proponho. Apenas me guio pelo pragmatismo de quem quer salvar a humanidade, e neste momento o pragmatismo dita a opção por um sistema comunista, mas é um comunismo de emergência, só isso.” Então perguntaríamos: “E quando vai acabar essa emergência? Quando vai acabar esse estado de exceção?” Žižek possivelmente responderia, com um sorriso cheio de “solidariedade”: “A emergência vai durar para sempre.”
Žižek não se preocupa com o resultado da quarentena para a contenção do coronavírus, ele não se preocupa em conter o coronavírus, mas sim em favorecer ao máximo o contágio do outro vírus, esse que ele mesmo denomina o vírus ideológico, “diferente e muito mais benéfico”. Ele louva a quarentena justamente pelo seu potencial destrutivo. Seu mundo dos sonhos é Wuhan quarentenada:
“...Uma cidade fantasma, as lojas com a porta aberta e nenhum cliente, somente aqui e ali uma pessoa a pé ou um carro, indivíduos com máscaras brancas (...) fornece a imagem de um mundo não-consumista em paz consigo mesmo.”
No pensamento de Žižek, à custa da destruição dos empregos que permitem a sobrevivência digna e minimamente autônoma de milhões e milhões de pessoas, ao preço do desmantelamento de sua liberdade e de seu sustento, se atinge um mundo “em paz consigo mesmo”. O comunismo sempre afirmou que seu objetivo é a paz e a emancipação de toda a humanidade. Aí, numa cidade deserta, sem emprego, sem vida, onde cada um é prisioneiro em seu cubículo, sob a supervisão de uma autoridade suprema que nem sequer é o governo do seu próprio país (que por mais ditatorial que seja ainda pelo menos tem um rosto e uma bandeira), mas uma agência global anônima e inatingível, aí está a configuração perfeita da paz e da emancipação comunista.
Mas o paralelo com o nazismo é talvez uma passagem ainda mais chocante do seu livro:
“'Arbeit Macht Frei' é ainda o lema correto, não obstante o péssimo uso que dele fizeram os nazistas.” 
Žižek repete aqui o lema colocado na porta do campo de concentração de Auschwitz, a ultracínica, perversa afirmação de que “O trabalho liberta”. Segundo ele, portanto, os nazistas não erraram na substância, erraram apenas no uso que fizeram dessa frase. (Aqueles que ainda não acreditam que o nazismo é simplesmente um desvio de rota da utopia comunista, e não o seu oposto, encontrarão aqui talvez um importante elemento de reflexão.) Segundo esse expoente do marxismo, Arbeit macht frei é o “lema correto” da nova era de solidariedade global que se avizinha em consequência da pandemia, e o que diferencia este novo mundo do campo de Auschwitz é que agora se fará bom uso desta horrível mentira que perverte e humilha dois valores sagrados da humanidade, o trabalho e a liberdade. Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de que é pelo seu próprio bem que elas estarão presas nesse campo de concentração, desprovidas de dignidade e liberdade. Ocorre-me propor uma definição: o nazista é um comunista que não se deu ao trabalho de enganar as suas vítimas.
“Não é talvez o espírito humano também uma espécie de vírus, que age como parasita no animal humano, o utiliza para se reproduzir, e às vezes ameaça destruí-lo? E se é verdade que o meio do espírito é a linguagem, não seria oportuno considerar que, num plano mais elementar, a linguagem é também alguma coisa mecânica, uma simples questão de regras que devemos aprender e respeitar?”
Sempre sustentei que o controle da linguagem para destruí-la enquanto meio de pensamento, ou meio do espírito como bem diz Žižek, é um dos grandes objetivos do comunismo, para destruir a dimensão espiritual do homem e assim assujeitá-lo completamente. Se o espírito vive na linguagem e se a linguagem não passa de regras a serem aprendida e respeitadas (sim, respeitadas!), isso significa que a linguagem está, como o comportamento social na quarentena, sujeita aos mecanismos de “vigiar e punir”. Já era assim com as regras do politicamente correto. Agora o politicamente correto incorpora o sanitariamente correto, muitas vezes mais poderoso. O sanitariamente correto te agarra, te algema e te ameaça: “Se você disser isso ou aquilo, você coloca em risco toda a sociedade, se você pronunciar a palavra liberdade você é um subversivo que pode levar toda a sua população a morrer – então respeite as regras.” Controlar a linguagem para matar o espírito, eis a essência do comunismo atual, esse comunismo que de repente encontrou no coronavírus um tesouro de opressão.
Também já disse e repito: o verdadeiro inimigo que o comunismo quer abater não é o capitalismo, o inimigo do comunismo é o espírito humano, na sua complexidade e beleza. É o espírito humano que o vírus ideológico de Žižek chegou para destruir.
Uma pergunta surge após a leitura desse programa totalitário cheio de desfaçatez e hipocrisia: deve-se levar Žižek a sério?
Muito a sério. Žižek é provavelmente o escritor marxista mais lido nos últimos trinta anos. Influencia faculdades e círculos intelecutais “progressistas” ao redor do mundo, que por sua vez influenciam a mídia, que influencia os políticos, que tomam decisões muitas vezes inconscientes da raiz ideológica dos conceitos “pragmáticos” pelos quais se deixam guiar. O que diferencia Žižek de muitos de seus pares é que ele enuncia abertamente o que outros escondem nas entrelinhas.
Em suma, Žižek explicita aquilo que vinha sendo preparado há trinta anos, desde a queda do muro de Berlim, quando o comunismo não desapareceu, mas apenas dotou-se de novos instrumentos: o globalismo é o novo caminho do comunismo. O vírus aparece, de fato, como imensa oportunidade para acelerar o projeto globalista. Este já se vinha executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do antinacionalismo, do cientificismo. São instrumentos eficientes, mas a pandemia, colocando indivíduos e sociedades diante do pânico da morte iminente, representa a exponencialização de todos eles.
A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central de "solidariedade" encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração.
Diante disso precisamos lutar pela saúde do corpo e pela saúde do espírito humano, contra o Coronavírus mas também contra o Comunavírus, que tenta aproveitar a oportunidade destrutiva aberta pelo primeiro, um parasita do parasita.
(*) Žižek, Slavoj. Virus. Milão, Ponte Alle Grazie, 2020 (Quinta edição digital.) (A tradução do italiano ao português de todos os textos citados é minha.)
(**) Agamben, Giorgio. “Lo stato d’eccezione provocato da un’emergenza immotivata”. Il Manifesto – Quotidiano Comunista, 26/02/2020.


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terça-feira, 21 de abril de 2020

COM O POVO AO SEU LADO O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DESMONTA ARAPUCA GOLPISTA DA VELHA POLÍTICA. OS PARÂMETROS SÃO OUTROS. AGORA TEM POVO APOIANDO O PRESIDENTE!


Na véspera do feriado consagrado a Tiradentes, o mártir da Inconfidência mineira, o Presidente Jair Bolsonaro foi alvo de toda sorte de pressões por parte da grande mídia, porta-voz da velha política personificada personificada pelos lacaios do establishment. Fizeram de tudo para emparedar o Presidente da República. A começar pela misteriosa introdução no Brasil do vírus chinês. Não imaginaram a reação popular que explodiu imediatamente. Armados apenas com Bandeiras do Brasil o povo voltou às ruas, principalmente em Brasília, aniquilando o conchavo dos coveiros do Brasil.

Esta é a leitura mais correta do que aconteceu de domingo para ontem, segunda-feira, em que pese os abusos que vêm sendo protagonizados pelos operadores do establishment, esse contubérnio de poderosos no qual se inclui mega empresários, banqueiros, lobistas, políticos do decadente 'centrão" e mais a escumalha comunista da política e da grande mídia.

Tentaram criar todos os tipos de arapucas golpistas mas deram mais uma vez com os burros n'água. Raciocinam como base na velha política, aquela que era desprovida de povo. Jamais imaginavam tamanha mobilização em favor do Presidente Jair Bolsonaro que, ao contrário do que imaginam, é sim um político tarimbado cevado que foi por quase 30 anos como deputado federal mais votado pelo Estado do Rio de Janeiro. É osso duro de roer, ainda mais que tem o apoio irrestrito da maioria dos brasileiros.

Para complementar esta postagem o vídeo acima do canal Foco do Brasil que faz um bom sumário dos últimos acontecimentos políticos que vocês leitores não encontrarão na dita mainstream media, useira e vezeira na produção de fake news e que ainda quer fiscalizar as redes sociais e demais veículos midiáticos independentes. Esse comportamento da grande mídia e seus jornalistas viúvas dos governos comunistas da dita Nova República só faz crescer a repulsa de leitores e telespectadores desse lixo midiático. 

Nem os chineses, nem o dito vírus chinês, nem a quarentena que leva o Brasil e seu povo à miséria mudará o comportamento das massas que estão iradas com o comportamento do Congresso Nacional, Judiciário, governadores e prefeitos que se transformaram em tiranetes. Pelas redes sociais se vê em diversos Estados do Brasil a truculência das polícias. Sim, aquela polícia que de repente inundou  as cidades, coisa que há anos não se via. Aliás, o que se via era o povo trabalhador acossado por bandidos. Em todo caso foi bom esse esquema diabólico do vírus chinês. Agora todos sabem que temos forças policiais, viaturas etc... Vão vendo...

Espera-se, doravante, que essas forças públicas estejam em ação perene defendendo os cidadãos de bem, os trabalhadores que vivem acossados por bandidos. Não perdem por esperar. O povo brasileiro irá cobrar. Ah, vai sim!!!

E para concluir, vejam só o tamanho da encrenca... Bill Gates endoidou e pretende vacinar o mundo inteiro e implantar um chip no corpo do indivíduo.


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segunda-feira, 20 de abril de 2020

TODO O PODER EMANA DO POVO E SEU SUSTENTÁCULO SÃO AS FORÇAS ARMADAS. NA AUSÊNCIA DELAS TEM-SE A ANARQUIA, O CAMINHO MAIS CURTO PARA UMA DITADURA SANGUINÁRIA!




O povo brasileiro não sairá das ruas e não irá capitular ante a ameaça dos maus, dos vagabundos, dos comunistas e isentões mentirosos, dos trambiqueiros e ladravazes da Nação. 

O povo não irá capitular. É bom que as Forças Armadas entendam isso e perfilem-se ao lado do povo brasileiro caso contrário recairá sobre os militares a desconfiança. Todos os brasileiros sabem que o silêncio e a inação das Forças Amadas são o caminho mais curto para a venezuelização do Brasil.

Se o establishment continua tratando o Brasil de hoje como aquela republiqueta bananeira pré-1964, engana-se. Aliás, o povo não aceitará  novamente uma "revolução de araque" que por trás dos panos negociava com o establishment.

Nunca me esqueço quando o chefete dos comunistas exilado na URSS retornou livre, leve e solto ao Brasil. Até porque naquela época trabalhando em redação de jornal diário aqui em Florianópolis cobri uma entrevista coletiva de Luiz Carlos Prestes, o chefe geral dos comunistas. A entrevista foi concedida numa sala da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, ou seja, um órgão estatal sob o regime militar!

Estávamos na época da então distensão, abertura e outros epítetos do gênero que encobriam a entrega do Brasil aos canalhas comunistas que conduziram à denominada 'abertura política', ou seja a volta ao poder dos comunistas. 

Mais tarde, sob a presidência do chefete geral dos comunistas, Fernando Henrique Cardoso, os Ministérios do Exército, Marinha e Aeronáutica foram desmantelados. No lugar deles FHC criou o tal Ministério da Defesa. Desse dia em diante todos os ministros da Defesa foram rematados comunistas. A partir de então os Generais passaram a bater continência para Ministros Comunistas! 

Os mais novos não viram, como eu e os de minha geração, o começo, o meio e o fim do regime militar que salvou o Brasil do comunismo para no final entregar de volta o nosso país para as mãos dos escrotos, assassinos e ladravazes comunistas que sempre foram os operadores políticos de primeira hora do establishment. Aliás, basta notar como o establishment, ao longo dos desgovernos do PT jamais emitiu uma censura. Pelo contrário, manteve-se caladinho como agora, esperando o circo pegar fogo.

Ainda assim, o povo brasileiro tem a expectativa de uma reação militar que livre o Brasil da sanha comunista e ontem mesmo, Dia do Exército, rendeu homenagem aos militares. Afinal, o dito Estado de Direito repousa na força. Sem a força não há Estado de Direito, mas sim uma tirania! A Força sempre foi a fiadora da liberdade. Ou alguém há de imaginar uma sociedade livre num ambiente de anarquia, sem o esteio da força?

A força e o poder do Presidente Jair Bolsonaro como de qualquer outro presidente ungido pelas urnas dentro de um Estado de Direito têm de estar ancorados nas Forças Armadas. Sim, porque como disse ao longo deste artigo sem as Forças Armadas não há Estado de Direito. No máximo um Estado anárquico e o povo submetido a toda sorte de iniquidades.


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domingo, 19 de abril de 2020

"ACABOU A PATIFARIA. AGORA É O POVO NO PODER"!, AVISA O PRESIDENTE BOLSONARO EM DISCURSO RELÂMPAGO PARA MULTIDÃO EM FRENTE AO QUARTEL-GENERAL DO EXÉRCITO EM BRASÍLIA.


Numa inusitada aparição em Brasília por volta das 14 horas deste domingo, o Presidente Jair Bolsonaro discursou em cima de um veículo de sua segurança para centenas de pessoas que se aglomeraram para hipotecar apoio ao Presidente da República, em frente ao Quartel-Genenal do Exército em Brasília, neste domingo, 19 de abril, quando se comemora o Dia do Exército.

Em rápido discurso de improviso o Presidente Jair Bolsonaro avisou: "Acabou a época da patifaria, agora é o povo no poder", conforme se pode conferir no vídeo acima postado no canal do Foco do Brasil no Youtube.


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PEDIDO DE IMPEACHMET DO GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA JÁ ESTÁ TRAMITANDO NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA


A paralisia das cidades brasileiras por conta de determinações de governadores e prefeitos como forma de combater o vírus chinês, sendo que o lockdown e medidas repressivas pelas polícias estão sendo cada vez mais questionadas pela própria população. E isto inclui de comerciantes de grandes redes até o pequeno vendedor ambulante. Sem falar nos setores produtivos, ou seja o conjunto das empresas industriais de praticamente todas as áreas.

Aliás, neste sábado houve carreatas na Av. Paulista em São Paulo, bem como na Av. Atlântica do Rio de Janeiro. Aqui em Florianópolis há alguns dias uma carreata programada para acontecer na Av. Beira-Mar Norte foi impedida pela ação da polícia e os organizadores acabaram tendo que depor em delegacia.

Mas a grande novidade em todo este imbroglio aconteceu aqui em Florianópolis quando no início desta semana o advogado do grupo conservador 'Vem Pra Direita Floripa', Alexander Brasil, protocolou na Assembléia Legislativa de Santa Catarina um pedido de impeachment contra o governador catarinense Carlos Moisés, do PSL, que venceu o pleito a bordo da onda Bolsonaro, como aconteceu por exemplo em São Paulo, com o João Doria Jr, em Goiás, com o Ronaldo Caiado e, no Rio de Janeiro, como Wilson Witzel. Curiosamente, esses governadores após eleitos se voltaram todos contra o Presidente Jair Bolsonaro e estão ao lado do esquema esquerdista global que paralisa praticamente todos os países do mundo impondo draconianas quarentenas. Aqui em Santa Catarina o lema do Governo de Moisés é "Fique em Casa!".

Aliás, aqui no Brasil houve inclusive violência de policiais em alguns Estados, conforme foi fartamente veiculado por alguns portais noticiosos fora da grande mídia bem como pelas redes sociais.

Mas a novidade em todo o Brasil é o pedido de cassação do mandato do Governador aqui em Santa Catarina, Carlos Moisés, conforme discorre no texto que segue o jornalista Fabio Gadotti, do portal do grupo de comunicação Notícias do Dia, que transcrevo como segue, enquanto acima, abrindo esta postagem, apresento a gravação da live do professor e youtuber Antonio Pinho entrevistando o advogado Alexander Brasil, líder do movimento Vem Pra Direita Floripa.

Creio que a matéria do jornalista Fabio Gadotti, do portal Notícias do Dia  resume bem a apresentação do pedido de impeachment do Governador catarinense Carlos Moisés. Leiam:
Ao centro nesta foto, o Governador do Estado de Santa Catarina, Carlos Moisés, lançando a campanha "Fique em Casa", que praticamente paralisou todo o Estado de Santa Catarina.
O advogado Alexander Brasil, líder do Movimento Vem Pra Direita Floripa, protocolou nesta segunda-feira (13) na Alesc um pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL).
A denúncia, com 30 páginas, é motivada pelas medidas adotadas pelo governo para combater a pandemia da Covid-19. Na peça, ele alega crimes de responsabilidade, improbidade administrativa e crime contra a segurança nacional.
Conforme Alexander, Moisés teria atuado “além das suas atribuições constitucionais”.
O principal argumento é que a proibição de funcionamento das diversas atividades contidas somente seria possível por decreto da Presidência da República, “desde que fosse declarado o estado de sítio com o aval do Congresso Nacional – o que nunca aconteceu”.
Os decretos, conforme o documento entregue à Alesc, violariam os direitos de ir e vir, ao trabalho, à livre reunião pacífica, à prática de culto religioso e o direito de manifestação política pacífica.
A denúncia conta também com as assinaturas de Maycon Silveira e dos advogados Adailto Mendes e Marcelo Bertolla.
Antes de ir para a presidência da Alesc, o pedido passa pela análise da procuradoria jurídica, que avalia se a denúncia respeita ou não os requisitos previstos em lei. Com base nesse parecer, a presidência arquiva ou dá prosseguimento ao processo.


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sexta-feira, 17 de abril de 2020

ENTREVISTA-BOMBA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO! O ALVO É O CONGRESSO DE GOLPISTAS.


Para quem eventualmente não viu a entrevista completa que o Presidente Jair Bolsonaro concedeu à CNN TV, faço a postagem da gravação completa no vídeo acima. Ao mesmo tempo ofereço a vocês leitores uma análise política a partir dessa reação do Presidente Jair Bolsonaro. Recomendo que leiam.

Desta feita o Presidente Jair Bolsonaro, desde que assumiu a Presidência da República, tem tentado de todas as formas manter um um bom relacionamento com Congresso Nacional, até porque exerceu o mandado de Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro - com recordes sucessivos de votos - por pelo menos uns 28 anos, se não me engano. 

Em que pese a disposição do Presidente Bolsonaro em manter esse bom relacionamento com o Poder Legislativo a recíproca não ocorreu. Desde que assumiu a Presidência da República, os projetos importantes para o Brasil e, sobretudo para o povo brasileiro, tem encontrado extrema má vontade da maioria dos parlamentares, sendo que uma boa parte deles chegou ao Parlamento porque durante a campanha eleitoral posicionou-se em apoio ao então candidato presidencial Bolsonaro. Logo após assumirem viraram as costas para Bolsonaro. E não apenas isso, construíram uma barreira para todos os projetos do Executivo, prática que continua afrontando a expectativa dos eleitores que sufragaram boa parte dos candidatos à Câmara porque durante a campanha eleitoral juraram fidelidade a Bolsonaro.

Assim, nesta entrevista à CNN TV, o Presidente Jair Bolsonaro decidiu endurecer e partiu pra cima dessa gentalha traidora que agora se utiliza seus mandatos para criar um clima político adverso tendo em mira derrubar o Presidente da República o qual tem insofismável apoio da maioria os eleitores que o levaram ao Palácio do Planalto.

A bem da verdade é imperioso anotar que contra Jair Bolsonaro estão os Poderes Legislativo e também o Judiciário, sem falar no fato de que chegaram ao ponto de conceder liberdade a Lula com todos os direitos, inclusive de fazer viagem internacional para denegrir a imagem do Presidente Bolsonaro lá fora. Tamanha ignomínia é inacreditável porquanto pisoteia na cara dura a lei!

Enfim. Fica muito claro e evidente, e esse é o cerne da questão, que o sistema político brasileiro só funciona se o Presidente da República tiver as bençãos do 'establishment', esse conluio de poderosos que desde a proclamação a República dá a direção social, política, econômica e ideológica à Nação. O nó górdio da questão está aí, ou seja, pela primeira vez na história da República tem-se um Presidente da República legitimamente eleito pelo povo contrariando os interesses do "establishment". 

Portanto, quem quiser entender o que está acontecendo em termos de política nacional tem de atentar para esse fato. Na verdade a eleição de Jair Bolsonaro representa uma revolução que jamais houve igual na história da República, indo, portanto muito além da dita Revolução de 1964. Nem mesmo o governo militar determinou um rompimento com o "establishment"! Esta, no meu entender é a análise verdadeira do que está ocorrendo neste momento no Brasil, mas que jamais é considerada pelos ditos analistas políticos da grande mídia. Comprova-se de fato o que estou afirmando pelo tratamento dispensado por esses operadores do "establishment" que são os proprietários dos grandes meios de comunicação e seus jornalistas de aluguel, cuja maioria pertencente ao movimento esquerdista nacional e internacional.

Aliás, a dita Revolução de 1964, ocupou-se de desbaratar a guerrilha comunista, mas no plano político e cultural manteve-se fechada em copas. Nos ditos anos de chumbo vi como meus próprios olhos a ação dos comunistas quando cursava Direito na Universidade Federal de Santa Catarina. Só para terem ideia da articulação comunista dentro das universidades, certo dia, na hora do almoço dentro do Restaurante Universitário um colega me entregou um exemplar da Voz Operária, que era o jornal oficial e órgão de propagada do Partido Comunista então na ilegalidade. Em outra oportunidade um desses ativistas comunistas me passou um livro cuja capa tinha desenhada uma caveira com um quepe de General! O miolo era propaganda comunista recheada de mentiras a respeito do então governo militar. Aliás, a mentira é a matéria prima ideológica do comunismo.

Portanto, o que vocês estão lendo, vendo e ouvindo na grande mídia nacional neste momento é só e apenas matérias destinadas a detonar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. São todas produzidas por rematados esquerdistas que são cevados a pão-de-ló, vejam só, pelo nefasto 'establishment', gente graúda. 

Tanto é que de grandes empresários, banqueiros, operadores do mercado e da grande mídia não se vê uma mínima manifestação em defesa do Governo do Presidente Jair Bolsonaro. E o que é terrivelmente preocupante é o silêncio sepulcral dos militares. E isto é sentido por todos os que querem o bem do Brasil.

E, finalmente, concluo com uma observação que já fiz aqui neste blog: esse tal vírus chinês, essa dita pandemia é o que se costuma nomear de "sermão encomendado". Ou seja, é uma esquema globalista, categoria da ciência política da atualidade mas que não é sequer mencionada por nenhum grande veículo midiático. Afirmam que o conceito "globalismo", e de forma debochada, trata-se apenas de mais uma teoria conspiratória.


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quinta-feira, 16 de abril de 2020

MANDETTA DEMITIDO. AGORA SÓ LHE RESTA O SEPULCRO CAIADO.

O médico Nelson Teich é o novo Ministro da Saúde.
Exonerado do cargo de Ministro da Saúde, o Mandetta já limpou a escrivaninha com álcool gel e se foi. No seu lugar o Presidente Jair Bolsonaro nomeou o médico oncologista Nelson Teich. Ao mesmo tempo os canalhas dos sites da dita "grande mídia" operadora do 'establishment' , estão inconsoláveis.

Segundo informa o site Conexão Política, no lugar de Mandetta, assume o oncologista e empresário Nelson Teich, que esteve com Jair Bolsonaro mais cedo no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (16).

Teich é formado na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), com especialização em oncologia pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), tem MBA em Gestão de Saúde pela Coppe e mestrado em Economia na Universidade de Nova York. É fundador do Centro de Oncologia Integrado.

Teich atuou como um dos consultores da campanha eleitoral de Bolsonaro para a área de saúde e chegou a ser cotado para o Ministério na época, com o apoio de Paulo Guedes. Mas o presidente optou por Mandetta, que tinha o apoio de Onyx Lorenzoni e Ronaldo Caiado, segundo informa o site Conexão Política.

Nesta altura, os goianos já estão de cabelo em pé, haja vista que o Sepulcro Caiado é parceiro de primeira hora do Mandetta e já teria convidado o ex-Ministro para Secretário de Saúde.

O fato tem tudo para levar os goianos a invadirem os supermercados que ainda estejam operando, haja vista que Mandetta já vinha sendo conhecido como o caboclo tranca rua. A ver...


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