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domingo, 11 de agosto de 2019

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO FAZ PIADA COM AS PERGUNTAS DOS JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA. ENTENDA POR QUE ISSO ACONTECE.


Mais uma vez o canal Folha do Brasil no Youtube apresenta um vídeo que dá uma ideia precisa dos efeitos da lavagem cerebral sofrida pela maioria dos jornalistas da grande mídia nas escolas de jornalismo. E não apenas no que tange ao jornalismo, mas em todas as áreas do conhecimento, embora a atividade jornalística evidencie isso mais claramente.

Trata-se de uma entrevista concedida pelo Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro da Justiça, Sergio Moro. Reparem que as perguntas dos jornalistas obedecem uma pauta destinada a desconstruir o Governo do Presidente Bolsonaro. E mais do que isso, os jornalistas, sem qualquer pejo e de forma natural defendem toda a sorte de iniquidades, dentre elas, a defesa da bandidagem que é uma agenda esquerdista. Por isso lutam tenazmente para impedir que policiais acionem suas armas em legítima defesa.

Ora, se o policial não tiver o direito de acionar sua arma face à agressão de bandidos fortemente armados, portando inclusive com armas pesadas como os fuzis, os órgão de segurança poderiam ser simplesmente eliminados. 

E tem razão o Presidente Jair Bolsonaro em ironizar. Não dá mesmo para levar a sério esses bobalhões das redações da grande mídia que no passado viviam puxando o saco da bandalha comunista e até hoje tecem loas a essa gentalha que faliu o Brasil.

Não é à toa que todos os veículos da dita grande mídia foram para o vinagre. Afinal, os donos de veículos midiáticos e os jornalistas ainda não entenderam o que aconteceu no pleito presidencial de 2018, ou seja, a primeira ruptura do sistema de espoliação do povo brasileiro advindo com o golpe da Proclamação da República.

Na verdade, a eleição de 2018 foi o primeiro levante popular ocorrido no Brasil contra o establishment, ou seja, os donos do poder que reinavam absolutos há 130 anos, e esse poder era passado a seus sequazes por tradição hereditária. 

Esta é a análise verdadeira do que está acontecendo que os ditos 'intelectuais' e acadêmicos lutam arduamente para esconder ou ignoram por burrice e/ou oportunismo de forma a salvaguardar seus interesses. É esse fato que tenho solitariamente abordado amiúde aqui neste blog.

Por isso que tudo isso está acontecendo e para quem percebeu esses impacto da eleição presidencial de 2018 todas as análises formuladas pelo aparelho midiático e pelos ditos "acadêmicos" perderam qualquer sentido.

Tanto é que entrevistas com essa reportada no vídeo acima soam como um evento nonsense, ou seja, sem sentido, fora de lugar, com viés de comédia. Não é à toa que servem de mote para as ironias desferidas pelo Presidente Jair Bolsonaro. 


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sábado, 10 de agosto de 2019

PESQUISAS DE OPINIÃO PATROCINADAS POR BANQUEIROS VALEM TANTO QUANTO UMA NOTA DE 3 REAIS!

Praticamente a cada semana ou pelo menos a cada 15 dias surge uma pesquisa de avaliação do Governo do Presidente Jair Bolsonaro e isso começou imediatamente após a sua investidura no comando na Nação brasileira. O governo Bolsonaro completa no final deste mês de agosto apenas 7 meses!, e é alvo de todos os tipos de ataques sistemáticos, dia após dia sem parar, pelos veículos ditos da "grande mídia" e seus jornalistas de aluguel, bem como aqueles idiotas das redações que se submetem a salários merrecas para cumprir a agenda do movimento comunista. Como o Presidente Jair Bolsonaro estancou a sangria dos cofres públicos essa gentalha endoidou.

Neste final de semana os banqueiros do grupo XP de investimentos soltaram mais uma pesquisa. Esse tal de XP é uma empresa ligada ao Banco Itaú. Seus dirigentes são sempre pauta de jornais e revistas da grande mídia. Os diretores do XP são os queridinhos das editorias de economia de todos os veículos de comunicação da mainstream media. E sempre aparecem sorrindo e contentes nas fotos que ilustram essas matérias jornalísticas. Parece que descobriram uma sucursal do céu na Terra, enquanto praticamente a totalidade da classe média está pagando a conta da maior roubalheira já ocorrida no Brasil e, quiçá, no mundo!, fato que contrasta com a alegria dos banqueiros.

Fica muito claro, mais claro do água da fonte, que essas pesquisas têm o objetivo de desgastar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro que desfruta de inconteste apoio da esmagadora maioria da população brasileira enquanto minguam a olhos vistos os partidos comunistas.

E são esses risonhos banqueiros que ao longo dos governos comunistas a partir da dita "Nova República" jamais reclamaram do fato de que os cofres públicos estavam sendo assaltados. Do ponto de vista econômico seriam os empresários e banqueiros os primeiros a protestar contra o assalto ao erário. No entanto, ao longo de todos esses anos de patifarias e roubalheiras a classe dos banqueiros e grandes empresários exercitaram um silêncio sepulcral. Graças à Operação Lava Jato ficou muito claro que muitos empresários e banqueiros participaram do assalto ao butim estatal, daí seu renitente silêncio. Lembrem-se que até medida provisória foi editada para beneficiar uma montadora de automóveis!

E em que pese toda essa esbórnia com dinheiro público que gerou essa inflação gigantesca que já corroeu até o talo os salários em todos os níveis, com exceção da casta do alto funcionalismo público, os ditos "grandes empresários" continuam conspirando contra o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. A cada semana eles publicam pesquisas voltadas a desgastar o governo Bolsonaro, na vã tentativa de restabelecer o estado caótico em que o Brasil e os brasileiros assalariados foram lançados ao longo da aventura comunista que então denominaram alegremente de Nova República.

Causa espécie portanto as centenas de reportagens que estão disponíveis na internet que mostram sempre os banqueiros da XP alegres, contentes e sorrindo muito! Basta ir ao Google e digitar reportagens sobre a XP investimentos.

O sorriso e a alegria dessa gente contrasta dramaticamente com a situação de penúria da esmagadora maioria da população brasileira que por isso cerra fileiras em torno do Governo do Presidente Jair Bolsonaro, pois sabe que é a última tábua de salvação para o Brasil e os brasileiros!

De sorte que as matérias veiculadas pelo jornalismo a soldo desses canalhas do establishment vale tanto como uma nota de R$ 3,00. Ninguém lê mais e/ou assiste pela TV esses veículos da grande mídia. E ainda permanece no ar uma pergunta que não quer calar: quem financia essas pesquisas? Afinal, banqueiros não costumam jogar dinheiro fora!

Aos recalcitrantes nunca foi tão importante lembrar: é bom JAIR se acostumando! 


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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

UM MISTERIOSO ENIGMA EM TORNO DO GOVERNO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO

Já afirmei em artigos anteriores aqui no blog que a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República é completamente diferente de todas as outras eleições presidenciais desde o golpe da Proclamação da República. Ela representa antes de tudo um levante nacional, tal como uma plateia de um teatro que se ergue das poltronas, invade o palco, rasga todos os cenários e alcança os camarins e a sala do diretor devassando a coxia. Ah, o nome da peça em cena é "Brasil", e o enredo cuida de manter viva a crença na legitimidade de todos os poderes constituídos, exalta a Constituição de 1988.

Em dado momento um dos personagens da peça, um homem meio calvo com os cabelos encanecidos pelo tempo, ergue para o alto um livro rotulando-o de "Constituição Cidadã". 

Na sequência surge um ator com punhos de renda brandindo uma nota de R$ 1,00 e garantindo que acabara de resolver todos os problemas do Brasil.

No ato final, o personagem de destaque é um tipo estranho, de voz esganiçada que se apresenta como retirante nordestino operário e que reúne todas as qualidades para, enfim, libertar o povo brasileiro das garras da burguesia espoliadora.

É neste momento que a plateia sobe ao palco, rasga o diáfano véu da fantasia teatral e devassa a coxia. Lidera a massa irada um capitão solitário, haja vista que seus colegas de quartel permanecem nos quartéis  e, à esta altura, mantendo contato com seus contumazes interlocutores dentre os quais se encontram aquele tipos que a vã filosofia de um finado filósofo barbudo alemão define como "burgueses".

Esta ligeira fábula, ironias à parte, dá conta, em poucas palavras de tudo que aconteceu na história recente da República do Basil. Pela primeira vez desde 1889 o establishment, aquele punhado de poderosos e influentes que impõem a ordem ideológica, política e econômica e social de uma nação, se vê acossado por seus vassalos, ou seja, o povo brasileiro tendo à frente não um General com o peito decorado por medalhas, mas um simples e modesto, porém pertinaz, capitão paraquedista.

O resultado dessa verdadeira epopéia, a vitória popular no pleito presidencial de 2018, resultou nesse estado beligerante sob o comando do establishment destinado a impedir de todas as formas que o Presidente Jair Bolsonaro governe.

Essa grotesca e criminosa ação establishment destinada a tolher o Presidente Jair Bolsonaro escancara o fato de que todo o sistema jurídico brasileiro foi estruturado tendo em vista que o exercício do poder só poderá ser viabilizado quando haja sintonia absoluta entre os três poderes e, sobretudo, que o Chefe do Executivo seja apenas uma marionete que obedeça aos interesses do establishment. O povo, neste caso, só pode ser evocado como apenas recurso retórico.

Conclui-se daí que pela primeira vez em nossa história a verdade sobe à tona desse pântano prenhe e toda sorte de iniquidades que subjugam e espoliam o povo brasileiro. Nunca, até a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República subiu à tona esse sórdido esquema dissimulado pelos conceitos de "base aliada", "centrão" e correlatos. Não há nenhuma divisão entre os três poderes, não pode haver qualquer tipo de contradição. O Chefe do Executivo deve ser apenas decorativo, enquanto senadores e deputados desempenham suas funções como atores encenando divergências e supostas discordâncias de sorte a dar aparência  de normalidade com os olhos sempre dirigidos ao butim.

Ao Poder Judiciário, sobretudo ao Supremo Tribunal Federal - STF, cabe decidir, dar a palavra final, sempre de acordo com os interesses do establishment, ainda que para isso tenha que pisotear a Lei.

Ao povo brasileiro resta voltar a protestar nas ruas, enquanto o monopólio da força continua sendo apanágio apenas do Estado, ou seja no caso brasileiro, o velho e renitente establishment sempre atuando nas sombras.

Como conclusão sobra apenas uma frase: para o bom entendedor meia palavra basta! Esta história está apenas começando e seu desfecho por enquanto é um enigma.


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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

CÂMARA DETONA 'DESTAQUES' DOS COMUNISTAS E APROVA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA QUE AGORA VAI AO SENADO

Conclusão da votação no Plenário da Câmara dos Deputados. Foto de Flavio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Depois quase dez horas de votações, o Plenário da Câmara concluiu a votação da reforma da Previdência em segundo turno. Os deputados rejeitaram os oito destaques apresentados e mantiveram sem alterações o texto principal aprovado hoje (7) de madrugada pela Casa .
Ao encerrar a sessão, que começou às 9h, mas só teve a ordem do dia aberta por volta das 12h30, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), agradeceu o apoio de todos os partidos na construção e na aprovação da reforma. “Ninguém chega a um resultado desses sozinho”, disse. Ele recebeu os cumprimentos dos ministros da Economia, Paulo Guedes, que apareceu no Plenário nos instantes finais de votação, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que deixou o ministério para participar das votações como deputado.
Como o texto do primeiro turno foi mantido na votação em segundo turno, não há necessidade de que a proposta seja novamente aprovada em comissão especial. Dessa forma, a matéria está pronta para ser encaminhada para o Senado, onde passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e também precisará ser aprovada em dois turnos de votação em plenário. O texto deixa a Câmara quase seis meses depois de ser enviado pelo governo.
Os dois destaques que faltavam ser votados foram rejeitados nesta noite. Por 339 votos a 153, o Plenário derrubou destaque do PSB que pretendia retirar o aumento gradual ao longo de 15 anos na pontuação (soma de tempo de contribuição e idade) para a aposentadoria de trabalhadores de atividades sujeitas à exposição a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde.
A reforma estabelece pontuação mínima de 66 pontos e 15 anos de efetiva exposição a agentes nocivos, 76 pontos e 20 anos de exposição ou 86 pontos e 25 anos de efetiva exposição para que esses trabalhadores conquistem direito à aposentadoria. A partir de 2020, essas pontuações seriam acrescidas de 1 ponto por ano para homens e mulheres, até atingirem, respectivamente 81 pontos, 91 pontos e 96 pontos para ambos os sexos em 2035. O destaque do PSB buscava eliminar a elevação automática da pontuação. 
O último destaque rejeitado, de autoria do PT, buscava eliminar as alterações na fórmula de cálculo da aposentadoria proposta pela reforma. Por 352 a 135 votos, o destaque foi derrubado às 22h01 pelo Plenário. Segundo o governo, a aprovação do destaque desidrataria a reforma da Previdência em R$ 186,9 bilhões – R$ 15,8 bilhões para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e R$ 171,1 bilhões para a Previdência dos servidores públicos federais.
OUTROS DESTAQUES DERRUBADOS
De autoria do PT, o primeiro destaque rejeitado permitiria que recolhimentos do trabalhador abaixo do valor mínimo exigido para determinada categoria conte como mês de efetiva contribuição. O relator da reforma na comissão especial, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), alegou que a retirada desse ponto da reforma prejudicaria os trabalhadores intermitentes.
Apresentado pelo PCdoB, o segundo destaque rejeitado manteve as mudanças no cálculo de pensões por morte , permitindo o pagamento de pensões inferiores a um salário mínimo caso o segurado tenha outras fontes formais de renda. O terceiro destaque rejeitado, do PT, queria retirar a fixação, na Constituição, de critérios de renda para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O quarto destaque rejeitado, do PSOL, retiraria da reforma a restrição ao abono salarial aprovada em dois turnos. O benefício agora será pago apenas para quem ganha até R$ 1.364,43 por mês, considerado pelo governo como limite para famílias de baixa renda, gerando economia de R$ 76,4 bilhões em dez anos.
O quinto e o sexto destaque rejeitados pretendiam alterar a regra de transição. Os deputados derrubaram proposta do Partido Novo para manter as idades mínimas especiais de aposentadorias para professores – 60 anos para homens e 57 para mulheres – e eliminar toda a regra de transição que estabelecia pedágio de 100% para os trabalhadores atuais. Em seguida, os parlamentares derrubaram destaque do PDT  que pretendia eliminar o pedágio de 100%, para instituir pedágio de 50% por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) paralela. Do site da Agência Brasil


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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

CONDESCENDÊNCIA À DITADURA DO "POLITICAMENTE CORRETO" POR PARTE DE EMPRESÁRIOS PREJUDICA MOVIMENTO DO COMÉRCIO


No próximo domingo, 11 de agosto, é o “Dia dos Pais”. Há algum tempo essa data era o mote de campanhas publicitárias no sentido de turbinar o comércio. 
As famílias eram estimuladas a comprar presentes para os pais e isso gerava movimento para as lojas. Fato historicamente censurado pelos comunistas. O esquerdismo via nisso uma deletéria artimanha destinada a aumentar o lucro dos capitalistas.

Imbecilizados e cegados pela ideologia jamais foram capazes de perceber que o primeiro semestre de todos os anos as vendas das lojas estão mais devagar. A retração das compras pelas famílias nesse período do ano acaba influindo no mercado de trabalho. Em vez de surgirem oportunidades de emprego há uma queda que acaba gerando desemprego. Simples assim.

Pois bem. Como são completamente burros e estúpidos os comunistas decidiram então montar uma estratégia para liquidar o Dia das Mães, dos Pais, das Crianças e até mesmo o Natal, considerada a festa máxima da cristandade já que é a peça principal da matriz cultural do Ocidente.

Lembro, não sei se foi no ano passado, que o Shopping Iguatemi fez uma decoração esquisita. Na porta de entrada de seus shoppings havia um boneco gigante de um Urso e o letreiro: “Natal dos Ursos”, no lugar do dístico histórico e tradicional “Natal do Menino Jesus”.

E por que tudo isso acontece na atualidade? Ora, porque os comunistas chegaram à conclusão que pela violência das armas seria impossível comunizar o Ocidente. Partiram então para o que se convencionou denominar de “guerra cultural”, ou seja o desmanche de todas as tradições, a começar pela destruição do cristianismo e do judaísmo, componentes fundamentais do que denominamos “matriz cultural” do Ocidente.

O ponto seguinte foi destruir a família por meio da deletéria política de gênero elidindo a diferença natural dos sexos, promovendo o aborto, esgarçando o tecido familiar. No topo de tudo isso reina absoluto o dito “pensamento politicamente correto” difundido ad nauseam pela grande mídia, incluindo aí show business e todas as ditas atividades culturais. Jornalistas e publicitários doutrinados nas universidades, bem como artistas, foram transformados em difusores de todas essas barbaridades. Defender a família e as tradições da Cultura Ocidental é uma ação considerada “politicamente incorreta!”, por esses estúpidos.

Por isso é que em efemérides como o “o dias dos namorados” a chamada de destaque é “todas as formas de amor”. Dia das Mães e Dia dos País seguem o mesmo critério dando a entender que todas essas monstruosas iniquidades são válidas e normais, como o fato de duas mulheres ou dois homens possam formar um casal e uma família. Nada contra a liberdade de se unirem. Mas essas uniões nunca jamais formarão famílias!

Pois bem. O próximo domingo é consagrado como Dia dos Pais. Entretanto, os empresários lojistas aderiram ao dito “pensamento politicamente correto” e mesmo num momento de retração de gastos pelas famílias em função a herança dos criminosos governos comunistas que assolaram o Brasil até o ano passado limpando os cofres estatais, efemérides tradicionais são relegadas, embora tenham força para movimentar o comércio.

E por que isso acontece? Ora, por ignorância e/ou burrice congênita. Ou o que é mais plausível, pela covardia, ou seja, medo de peitar a vagabundagem comunista e os “criativos" das agência de propaganda.

Um ponto fora da curva aconteceu no início deste mês de julho, quando a tradicional empresa alemã Nívea não concordou com uma campanha de sua agência de publicidade que havia apresentado um comercial dos produtos Nívea tendo como ilustração a fotografia de dois homens de mãos dadas. A agência FCB, que tinha a conta da Nívea há mais de 100 anos decidiu romper o contrato, conforme noticiei aqui no blog. Os empresários diretores da Nívea mantiveram sua decisão, ou seja, não se renderam à indecorosa proposta da agência. 


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