Páginas

Feed Testando Templete

segunda-feira, 3 de junho de 2019

SENADO APROVA MEDIDA PROVISÓRIA DESTINADA A COMBATER FRAUDES NOS BENEFÍCIOS CONCEDIDOS PELO INSS

A sessão do Senado desta segunda-feira que aprovou a MP destinada a coibir fraudes nos benefícios do INSS. (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O Plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira (3) a medida provisória que busca coibir fraudes nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foram 55 votos favoráveis e 12 contrários à proposição. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 11/2019, a MP 871/2019 segue agora para a sanção da Presidência da República.
Além de criar um programa de revisão de benefícios previdenciários, a MP exige cadastro do trabalhador rural e restringe o pagamento de auxílio-reclusão aos casos de cumprimento da pena em regime fechado.
A MP foi votada na Câmara dos Deputados na última quinta-feira (30) e perderia a eficácia já nesta terça-feira (4). Para viabilizar a aprovação da matéria no último dia de sua validade, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, convocou uma sessão deliberativa para esta segunda – quando as sessões normalmente são destinadas a discursos, sem discussão ou votação de projetos.
Veja, abaixo, alguns dos principais pontos da MP.
Análise de benefícios
De acordo com o texto final da MP, o INSS terá acesso a dados da Receita Federal, do Sistema Único de Saúde (SUS), do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e de outros bancos de informações para a análise de concessão, revisão ou manutenção de benefícios. O texto proíbe o compartilhamento, com outras entidades privadas, de dados obtidos junto a entidades privadas com as quais mantenha convênio.
Previstos para durar por dois anos (2019 e 2020), prorrogáveis até 2022, os programas de análise de benefícios com indícios de irregularidades e de revisão de benefícios por incapacidade pretendem continuar o pente fino realizado em anos anteriores em auxílios-doença e aposentadorias por invalidez.
Médicos peritos do INSS receberão um adicional por processo analisado além do horário de trabalho, com ênfase naqueles indicados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria-Geral da União (CGU) e por outros órgãos de investigação. Nesse último caso, o órgão poderá contar com parcerias com governos estaduais e municipais. Nessa lista, o relator, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), incluiu benefícios pagos em valor superior ao teto do INSS.
Suspensão
Caso haja algum indício de irregularidade, o beneficiário será notificado para apresentar defesa em 30 dias, por meio eletrônico ou pessoalmente nas agências do INSS. Uma emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) aumentou de 30 dias para 60 dias esse prazo para trabalhador rural, agricultor familiar e segurado especial. Se não apresentar a defesa no prazo ou ela for considerada insuficiente, o benefício será suspenso, cabendo recurso da suspensão em 30 dias.
O texto também passa a exigir prova de vida anual por meio de comparecimento na agência bancária pela qual recebe, utilizando-se de biometria ou outros meios definidos pelo órgão. Pessoas com deficiência moderada ou grave deverão receber funcionário do órgão em suas casas, conforme prevê o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015). Idosos com mais de 60 anos terão regras especiais a serem definidas pela presidência do INSS.
Trabalhador rural
Do pequeno produtor rural, considerado segurado especial, a MP exige a comprovação do tempo de exercício de atividade rural exercida antes de 2023 por meio de autodeclaração ratificada pelo Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pronater) de cada estado e por outros órgãos públicos, na forma de um regulamento. A partir de 1º de janeiro de 2023, somente a manutenção de cadastro junto ao Ministério da Agricultura (Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS) validará o tempo de serviço em atividade rural.
Antes da MP, esse segurado especial podia apresentar outros meios de prova, como bloco de notas do produtor rural, contratos de arrendamento e outros. Agora esses meios de provas, assim como a declaração de sindicato de trabalhador rural ou de colônia de pescadores atestando a atividade, não serão mais aceitos. Entretanto, uma emenda prevê ainda que, até 2025, o cadastro poderá ser realizado, atualizado e corrigido. De qualquer maneira, a comprovação do tempo de serviço somente será admitida com início de prova material que seja contemporânea ao fato.
Auxílio-reclusão
A MP restringe o pagamento do auxílio-reclusão aos dependentes de preso em regime fechado, proibindo o pagamento aos presos em regime semi-aberto. Segundo o governo, os que estão detidos sob este regime podem trabalhar, o que não justificaria o benefício. O benefício também não poderá ser pago se a pessoa já tiver direito a qualquer outro pago pelo INSS, como pensão por morte ou salário-maternidade.
Quanto ao auxílio-doença, novas regras passarão a valer a partir da publicação da futura lei. O benefício não será pago àqueles reclusos em regime fechado, sendo suspenso por 60 dias se estava sendo pago no momento em que a pessoa foi recolhida à prisão e cancelado após esse prazo. Caso a pessoa seja solta, com habeas corpus por exemplo, o pagamento do auxílio-doença é restabelecido. E quando uma prisão for declarada ilegal, o segurado terá direito a receber o que não tiver sido pago no período da prisão.
O PLV 11/2019 prevê ainda que o exercício de atividade remunerada pelo segurado preso em regime fechado não acarreta perda do benefício pelos dependentes e que, em caso de falecimento na prisão, o valor da pensão por morte levará em conta o tempo de contribuição adicional que porventura tenha sido paga ao INSS. Em todo caso, a família poderá optar pelo valor do auxílio-reclusão. Da Agência Senado


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2KuK3Rv
via IFTTT

GOVERNO BOLSONARO ACABA COM FARRA DE CERCA DE 400 'CONSELHEIROS 'LIGADOS A ONGS. SÓ DE PASSAGENS E DIÁRIAS QUASE R$ 4 MILHOES.


O governo espera fazer economia milionária com a decisão de frear a farra de viagens de conselhos ministeriais. Apenas no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos são gastos cerca de R$4 milhões em passagens, diárias e hospedagem de quase 400 conselheiros, revela o jornalista Claudio Humberto em sua coluna no site Diário do Poder.
O jornalista destaca que somente dois conselhos, Juventude e sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, torraram em 2018, sem piedade, R$984 mil com os passeios. Só em 2018, o vai-e-vem custou exatos R$3.936.279,47 a presença de representantes de ONGs em 14 conselhos de direitos humanos e afins.
A ministra Damares Alves se assustou ao descobrir o custo espantoso com viagens de 396 conselheiros pendurados no seu ministério.
O conselho de Prevenção e Combate à Tortura está entre os que mais gastam, torturando o bolso dos brasileiros em idas e vindas: R$270 mil.
Com a tecnologia disponível, baixo custo, conselhos serão reunidos em videoconferência. O governo aposta em debandada de espertos. Do site Diário do Poder


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2MtpGqp
via IFTTT

OS ON-LINE FORAM PARA AS RUAS


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Em 2013, o protesto “passe-livre” apareceu na rua. De cunho esquerdista era composto por um grupo de jovens que tinham carro, mas reclamavam do aumento de vinte centavos no preço dos ônibus. A esquerda jamais poderia imaginar o que viria depois. De forma inédita começaram atos espontâneos, sem lideranças, de milhares de brasileiros de todas as classes sociais que foram para as ruas reivindicar qualidade de serviços públicos, especialmente os da Saúde e da Educação, clamar contra a corrupção, os gastos da Copa etc.
Como não podia deixar de ser, apareceram críticas de analistas, cientistas políticos, jornalistas. Diziam que os atos não tinham foco, que as aspirações eram difusas, que as manifestações eram passageiras.
Entretanto, apareceram resultados. Despencou a popularidade da presidente petista Dilma Rousseff, espantaram-se os políticos de todos os partidos e o Congresso aprovou a toque de caixa projetos parados ou esquecidos.
As manifestações não foram passageiras e seguiram retomadas nos anos seguintes com foco no “fora Lula”, “fora Dilma”, fora PT. O brado era entoado pelos milhões que foram às ruas protestar e pedir o impeachment da presidente. O Congresso entendeu o recado e obedeceu a vontade popular, pois políticos sobrevivem através da opinião pública onde buscam votos.
E o impeachment aconteceu. Ironicamente, o PT que tentara o impeachment de outros viu um dos seu ruir estrondosamente. Foi como um míssil no coração do partido que sempre se rotulou o maior de esquerda da América Latina. A partir dai o declínio foi se verificando. Isto significa que o movimento verde-amarelo das ruas deu resultado.
No ano passado impressionantes multidões foram para as ruas, desta vez pelo candidato Jair Messias Bolsonaro. Inclusive, foi em uma destas enormes aglomerações que um matador de aluguel, que não se sabe quem enviou, esfaqueou o candidato.
É bom frisar que nenhum candidato à presidência teve algo assim em termo de massas. Nem Lula nos seus melhores tempos. Aliás, as últimas caravanas do agora presidiário foram um completo fracasso. Quando espalharam que se Lula fosse preso haveria convulsão social, a prisão aconteceu sem que ninguém se atirasse no meio da rua rasgando as vestes e arrancando os cabelos. E nem mesmo a cena teatral da prisão quando Lula se acoitou no sindicato dos metalúrgicos em São Bernardo, fez multidões incalculáveis aparecerem para proteger o líder.
Uma vez empossado, Bolsonaro continua a ser atacado incessantemente por “milícias” da mídia e de entidades de esquerda. E quando foi anunciado corte na Educação, um contingenciamento que ainda não aconteceu, movimentos de esquerda, voltaram às ruas no dia 15 de maio com o aparente motivo de salvar a Educação. Nenhum protesto da UNE, das Centrais Sindicais e dos chamados Movimentos Sociais foi feito quando Lula e Rousseff, como afirmou em artigo Rapphael Curvo (Ao Som das Ferraduras, 1 de junho de 2019) “sacaram da Educação 30 bilhões.
Porém, agora existe de parte da sociedade respostas, reações, contestações ao que acontece. Um fenômeno pouco percebido, assim como o que chamo de Quinto Poder das redes sociais. Isso explica o porquê da resposta às manifestações do dia 15.
Anteriormente, o anúncio dos atos do dia 26 foi duramente criticado por cientistas políticos, analistas, jornalistas, partidos políticos e até por partidários do presidente da República. Dizia-se que era um tiro no pé, que seria um fiasco, que era precipitado.  
Então, os on-line foram para as ruas e os atos foram um sucesso. Defendeu-se as reformas pelas as quais o Executivo luta no Congresso e se houve críticas ao Legislativo e ao STF não foram no sentido de acabar com esses Poderes, mas a certas atitudes de seus membros. Tudo correu de forma pacífica, democrática e sem queima de ônibus.
E deu resultado: a reforma administrativa foi aprovada no Senado. O presidente da Câmara falou em se afastar do “Centrão”. Foi feito um pacto entre os três Poderes pelas reformas. A força do presidente da República confirmou-se pelo apoio do povo sem que ele interferisse anteriormente ou participasse com seus ministros das manifestações.
No dia 30 de maio, em uma tréplica da esquerda uniram-se de novo a UNE, a CUT, as outras Centrais Sindicais, o MST, o MSTS. Foram liberados das aulas em todo país os estudantes universitários e os do segundo grau. Alguma coisa foi dita sobre educação, houve muitas faixas com o mote “Lula Livre”, palavras de ordem sindicais, queima de um boneco do presidente Bolsonaro e pedido do seu impeachment.
O resultado das manifestações da esquerda foram pífias e não produziram resultado, que é o que interessa. Portanto, ponto para o presidente Bolsonaro e para os 0n-line que foram para as ruas mostrar como funciona o Quinto Poder.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2IdeRDw
via IFTTT

Sponholz: Cuba está esfarelando.

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada



from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2WktD5j
via IFTTT

domingo, 2 de junho de 2019

NÃO TEM PREÇO VER O MINISTRO DA EDUCAÇÃO, ABRAHAM WEINTRAUB, DANDO DE RELHO NOS COMUNISTAS. MAS AINDA É POUCO.


Não tem preço ver o Ministro da Educação detonando os comunistas que ainda têm assento no Congresso Nacional. Nas minhas contas esses psicopatas - todo comunista é psicopata, ou alguém tem dúvida disso? - serão expelidos do Senado e da Câmara no próximo pleito eleitoral.

Pois bem. Este vídeo acima mostra parte da sessão na Câmara em que o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi explicar a política de contingenciamento das verbas destinadas às universidades estatais.

Depois de ser agredido verbalmente pela boca podre da Jandira comunista, o Ministro da Educação, educadamente manifestou-se, sem gritar, sem agressões, enquanto a cambada comunista tentava no grito impedir a sua alocução.

E, antes que eu me esqueça, aconselho as pessoas a visitarem os campi das universidades federais. Fui aluno da UFSC aqui em Florianópolis, onde me graduei em Direito e bem mais tarde fiz o Mestrado em Direito nessa mesma instituição no início dos anos 90 do século passado. Nessa época as instalações do campus estavam ainda razoáveis e havia segurança.

Recentemente tive que ir a uma agência do Correio que fica dentro do campus da UFSC, num prédio relativamente novo e que abrigou o dito Centro de Convivência. Nesse prédio há apenas uma sala sendo utilizada, destinada a agência do Correio. O resto do prédio está totalmente fechado e vandalizado, todo pichado pela bandalha comunista.

Creio que o contingenciamento determinado pelo Governo do Presidente Jair Bolsonaro é pouco. O que precisa é uma intervenção em todas essas instituições que são mantidas com dinheiro público, isto é, dinheiro procedente da imensa carga tributária que pesa, principalmente, nos ombros da classe média.

E quando elaborava a minha dissertação fui pesquisar na biblioteca do Curso de Direito da USP, no Largo do São Francisco, em São Paulo. Só para terem uma ideia, as instalações sanitárias estavam pior do que as latrinas de beira de estrada. Nessa mesma ocasião também fui pesquisar na Biblioteca de Ciências Sociais no campus da USP. Depois procurei um café e deparei com uma dita "lanchonete" e não tive coragem de entrar. Além disso, nas áreas contíguas a esse estabelecimento pairava no ar aquele cheiro de bebida alcoólica em decomposição. O odor nauseabundo naquela área procedia de pilhas de engradados de cerveja, por certo consumidos nas noite anteriores.

Nunca mais estive lá. Todavia o que relato aqui é o que eu vi, numa rápida passagem por aquelas paragens paulistanas, ou seja, na mais importante Universidade brasileira. Imaginem o resto?

Essa realidade brutal que descrevi provavelmente é pouco. Mais adiante a dita "revolução gramsciana" então em curso, acabou levando a bandalha comunista capitaneada pelo hoje presidiário Lula e seus asseclas ao poder.

Imaginem o que está rolando nos campi das Universidades estatais? Pelo que vejo de longe não é coisa boa. E por isso o Governo do Presidente Jair Bolsonaro chegou na undécima hora. Faltou pouco para a completa venezuelização do Brasil que já havia começado nessas instituições de ensino público. 


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2WcMV7r
via IFTTT

EXCLUSIVO! EM PORTUGUÊS A ENTREVISTA COMPLETA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO AO JORNAL ARGENTINO 'LA NACIÓN'.


O jornal argentino La Nación, publicou Neste final de semana uma entrevista com o Presidente Jair Bolsonaro, que na próxima quinta-feira deverá visitar a Argentina encontrando-se com seu colega o Presidente Maurício Macri. 
La Nación, como todos os jornais da grande mídia, está mais preocupado em detonar o Presidente Jair Bolsonaro do que as possibilidades dos dois países romperem os grilhões do atraso e das crises econômicas, heranças malditas dos governos comunistas que assolaram ambas as nações. Na abertura da entrevista La Nación qualifica o Presidente brasileiro como um político "ultradireitista". 
Fiz uma tradução para o português da entrevista completa, já que os veículos da grande mídia brasileira fizeram apenas destaques pontuais sempre com a finalidade de prejudicar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. Segue a entrevista completa em tradução livre do espanhol. Como se pode constatar La Nación - como todos os demais veículos da mídia tradicional - parece fazer pouco caso do estado caótico em que os comunistas deixaram a própria Argentina e o Brasil, como de resto a maioria dos países latino-americanos.
Todavia, o Presidente Jair Bolsonaro foi sempre direto ao ponto e absolutamente fiel às suas propostas de campanha, aliás, muitas delas se tornando realidade, como o projeto de Reforma da Previdência, dentre outros, ainda que sujeitos ao crivo do Congresso Nacional. Leiam: 

- Você acha que algo mudou agora que Cristina Kirchner não será candidata a presidente, mas vice-presidente de Alberto Fernández?

Quem vai dizer será a justiça argentina. Aqui não temos dúvidas sobre o Lula. A população é muito informada sobre o que aconteceu nos governos de Cristina Kirchner e Lula. Aqui temos empresas estatais que foram explodidas, que acabaram quase falidas, como a Petrobras. Os fundos de pensão também deixaram bem claro o que aconteceu no Brasil. E fechamos a torneira parando a de emprestar dinheiro para qualquer país que não tenha compromisso com a liberdade, a democracia e com um risco muito alto para os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Foi por causa daquelas coisas que o povo votou em mim, que era um candidato diferente do que aqueles com mais chances de chegar à presidência; pela luta contra a corrupção e pelas questões de conservadorismo, o respeito à família.

- Qual é o propósito da sua viagem a Buenos Aires na próxima semana?

Eu estive recentemente com Macri, com quem me comprometi a visitar a Argentina, um país irmão. E temos diante de nós o acordo do Mercosul com a União Européia (UE). Espero que tudo seja resolvido em breve, temos que ver até mesmo pequenos detalhes. Isso estimulará nossas economias. Estamos cientes de que podemos perder algumas coisas, mas, em termos gerais, será muito bom. Vamos discutir outras medidas de cooperação bilateral. Eu vou com vários ministros lá. O que mais quero é que a Argentina continue defendendo a democracia, a liberdade e o livre comércio. A Argentina faz parte do Grupo Lima, conosco, sobre a questão da Venezuela e não podemos negligenciar essas questões. Apesar de não querer interferir nas questões internas da Argentina, estamos preocupados com a verdadeira defesa da democracia, da liberdade e do combate à corrupção, o que é muito importante. Argentina e Brasil não podem voltar para a corrupção do passado, a corrupção desenfreada para a busca do poder. Temos o povo argentino para escolher bem seu presidente em outubro.

- Quando você foi eleito presidente, havia uma grande expectativa de uma melhora substancial na economia, mas isso não aconteceu. As projeções de crescimento para este ano são muito baixas (1,2%) e o desemprego aumentou. Isso é momentâneo? Você acha que vai melhorar?

Temos apenas cinco meses de governo. A classe executiva está satisfeita conosco e com as medidas que estamos tomando. Mudar a direção da economia não é como uma canoa em que há um golpe de mão e muda de direção; É como um transatlântico. Estamos levando nossa economia para o centro. Na minha viagem aos Estados Unidos, conseguimos o apoio de [Donald] Trump para o Brasil se juntar à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Também fomos apoiados por Israel e pelo Chile. Tomamos medidas de liberdade econômica e desburocratização que já estão valendo a pena. Qual é o mais importante? A confiança. É por isso que há reformas impopulares até recentemente que agora estão recebendo apoio popular, como a reforma previdenciária. Quando foi visto no passado que as pessoas vieram às ruas para defender uma reforma do sistema previdenciário? As pessoas entenderam que, se não fizéssemos reformas agora, teríamos problemas mais sérios à frente. Nossa economia está melhorando, sim.

- Sua equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, depositou todas as esperanças de uma forte recuperação na reforma previdenciária. Existe um "Plano B" se essa reforma não for aprovada no Congresso?

Primeiro, sou otimista; os prazos legais estão sendo cumpridos na Câmara dos Deputados. Tenho me reunido com os presidentes da Câmara e do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF); Nós nunca tivemos problemas entre nós. É em grande parte a imprensa que divulga coisas e faz declarações que não se ajustam à verdade. Devido à imprensa internacional, a imagem na Europa da mobilização que ocorreu no último domingo não foi boa: eles dizem que o povo foi às ruas para defender a agenda de um presidente militar que recorda as práticas do período de 1964-1985 nas liberdades individual. Não é verdade, mas é isso que eles estão pregando sobre o nosso país.

- Na Venezuela, uma mediação norueguesa está em andamento entre o governo de Nicolás Maduro e a oposição. Pode ser uma maneira de resolver a crise? Maduro pode aceitar deixar o poder através da mediação?

Não. Coloque-se no lugar de Maduro. A fraqueza de Maduro torna forte a ditadura na Venezuela. Ele está lá na frente porque ele cooptou o Exército, cuja liderança é agora traficante de drogas. Que, no Brasil, a esquerda não conseguiu, apesar de todas as medidas tomadas contra nós, nem mesmo com a mentirosa da Comissão Nacional da Verdade, que contou histórias totalmente diferentes das que ocorreram naquele período de 1964-1985. Além de seus generais, Maduro tem um número considerável de cubanos lá. Aqui, no Brasil, eles tentaram fazer isso com as mentiras do programa Más Médicos. Há também células do grupo Hezbollah, as milícias, os coletivos ... Então, Maduro não é o chefe. Maduro é agora um fantoche na Venezuela.

- Tem havido muito questionamento no Brasil e no resto da América Latina de seu alinhamento direto com o governo do presidente Donald Trump nos Estados Unidos e fala-se em servilismo. O que responderia a essas críticas?

-Um amigo me contou outro dia que sua filha se envolveu com pessoas de boa natureza e perguntei qual era o círculo de amigos dela. Com esse tipo de pessoa que ela estava andando, sua filha ia se envolver com eles também. Qual foi o círculo de amigos do Brasil até um tempo atrás? Venezuela, Cuba, Bolívia. Qual é o nosso futuro? Sempre admirei os Estados Unidos e fiquei muito feliz com a vitória de Trump, fui forte para ele e fui para os Estados Unidos. Tudo o que propus a Trump e ele aceitou foram alianças. As commodities são a principal produção no Brasil, e logo elas acabarão. Precisamos buscar ciência, inovação e tecnologia. Eu também fui procurar isso em Israel.

- Os últimos relatórios revelaram que o desmatamento na Amazônia aumentou em 20% entre agosto do ano passado e abril deste ano. Por outro lado, as multas ambientais foram reduzidas em 35% de janeiro a maio deste ano. Você disse que apoia a conservação do meio ambiente, mas na prática isso não é visto.

20%? Mesmo que eu coloque toda a população brasileira com uma foice na mão, eu seria capaz de desmatar tanto nesse tempo? Existe um terrorismo sobre isso. O que o Primeiro Mundo quer, e o que a imprensa aqui infelizmente não mostra, é o chamado Triplo A (Andes, Amazonía, Atlántico), um corredor de 136 milhões de hectares que nos isolaria de toda a parte norte do Brasil. Nós perderíamos a Amazônia se continuássemos com essa política. Comecei a falar sobre o assunto e houve um pequeno contratempo. Eu disse que o Brasil sairia da questão climática [o Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas] se esse padrão continuasse a guiar as discussões. Não podemos tornar a política ambiental um obstáculo ao progresso.


 - Em seu discurso tem sido tema fundamental do combate à corrupção, mas desde que chegou ao Palácio do Planalto teve um ministro, Gustavo Bebianno, que saiu acusado de corrupção dentro de seu Partido Social Liberal (PSL), pelo escândalo das candidaturas de fachada?

Não, não foi por causa de suspeitas de corrupção. Sua partida foi por outras razões.

- Por que então? Ele nunca explicou bem.

Eu não quero entrar em detalhes, mas foi por causa de um contato que estava muito próximo da mídia.

- Um de seus filhos, o senador Flavio Bolsonaro, também está sendo investigado, e há denúncias contra seu ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, pelo caso das candidaturas de fachada durante a campanha eleitoral ...

As três mulheres supostamente candidatas-fachadas recebiam dinheiro para seus contadores, 2.800 reais cada. Acusar de usá-los como fachada é um absurdo. É acusado, mas o valor envolvido não é discutido. Agora, por que é interessante atacar meu filho? Isso me desgasta; Não há dúvida de que isso me desgasta. Mas meu filho responde por suas ações e está pronto para dar explicações. Até hoje ele não foi chamado para fazer isso.

-Há também acusações de lavagem de dinheiro com imóveis e ligações com milícias paramilitares ...

Aqui é comum pagar a propriedade na planta e ir pagando a construtora. Quando o certificado de habitabilidade é recebido, a Caixa Económica procura as pessoas que pagam bem, compram dívidas e levam a propriedade para um benefício ligeiramente inferior. Nada anormal. Não há dinheiro sujo, foi transferir a dívida de uma propriedade para outra.

- E os laços de sua família com as milícias? Flavio havia contratado o filho em seu gabinete para a mãe e esposa do líder de uma milícia suspeito de estar por trás do assassinato da vereadora Marielle Franco, em março do ano passado, no Rio de Janeiro.

Ele [Flávio] sempre votou em defesa dos militares e policiais no Rio de Janeiro. Eu já tinha funcionários no passado também, e tenho fotos com milhares de policiais. Pode acontecer de alguém ficar distorcido e aparecer uma foto que o ligue a essa pessoa. No meu condomínio na Barra da Tijuca [no Rio] existem 150 casas. É raro que exista um condomínio na Barra que não tenha alguém envolvido na operação Lava Jato. Na minha, há uma mulher presa por tráfico internacional de drogas. Há outro da Lava Jato. E há aquele miliciano agora [Ronnie Lessa, preso por participar do homicídio de Franco], que eu nunca vi na vida. A imprensa até diz que um dos meus filhos, de 21 anos, saiu com a filha. Perguntei-lhe se ele a conhecia, mas ele me disse que saiu com tantas garotas lá que não sabia quem era. Querer dizer que minha família tem ligações com milicianos é um absurdo. Eu só conheci Marielle porque ela foi assassinada. Outra coisa, quando as milícias começaram a aparecer no Rio de Janeiro, tiveram apoio popular porque moralizaram a região, depois se tornaram distorcidas, vendendo serviços de TV por cabo, gás.

-Se a Justiça brasileira demonstrou que seu filho fez algo errado, você apoiaria sua punição?

Se você fez algo errado, você tem que pagar. Mas estou confiante de que ele não fez nada de errado. Lá, por outro lado, Fabricio Queiroz, um ex-subtenente da polícia militar que eu conhecia desde 1984, era um soldado da brigada de paraquedistas, meu soldado.

-Queiroz era o conselheiro e motorista de seu filho; Ele levantou suspeitas sobre grandes transações em dinheiro e foi quem contratou os parentes do líder da milícia para trabalhar no gabinete de Flavio. Você está desapontado com ele?

Sim, pelo que eu ouvi falar dele, ele tem coisas para explicar. Tem que ser ouvido.

- No passado, como deputado, referindo-se à ditadura você disse que ele era a favor da tortura, que ao votar no Brasil não poderia mudar nada e que os militares deveriam ter matado 30.000 pessoas. Você acha que mudou algo para melhor na Argentina?

Vamos falar de ditadura. Quem foi o primeiro presidente da ditadura no Brasil? Foi Castello Branco. A maioria acredita na mentira contada milhões de vezes que assumiu em 31 de março [de 1964, dia do golpe], mas foi o Congresso que demitiu o presidente João Goulart. Que ditadura é essa? Ele foi demitido em 2 de abril e em 11 de abril tivemos eleições de acordo com a Constituição de 46. Castello Branco assumiu o cargo em 15 de abril. Mas a esquerda promove problemas; que tortura isso, aquilo. Eu disse isso numa época em que eles estavam mentindo na comissão. A esquerda não estava falando sobre os que eles torturaram ou mataram, eles não responderam por isso. A Colômbia estava complacente com seus guerrilheiros e olha para os problemas que tem hoje. Não éramos complacentes com os guerrilheiros.

- Naquela época você citou especificamente 30.000 mortos, o que na Argentina é uma figura muito relevante. Mas você acredita que esse número de mortes mudou alguma coisa para melhor na Argentina?

-Não, não Tivemos a Operação Condor entre vários países e os militares daquela época impediram que o país caísse no comunismo; foi o que aconteceu. Quantas pessoas morreram ou desapareceram e por que razões? Deixe cada país escrever sua história. No Brasil, a história tem que começar a ser escrita com a verdade. Se o Partido dos Trabalhadores (PT) queria a verdade, o primeiro fato que deve ser esclarecido seria o sequestro, tortura e execução em 2002 do prefeito petista Celso Daniel, que estava prestes a divulgar informação que iria acabar com a campanha de Lula. E não se vê enenhuma petista defendendo esta investigação porque todas as indicações são de que eles o mataram entre tantos outros.


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2WBGwY2
via IFTTT

sábado, 1 de junho de 2019

BORIS JOHNSON, CULTOR DE WINSTON CHURCHILL, PODERÁ SER O NOVO PREMIÊ DO REINO UNIDO NO MOMENTO DA DECISÃO DO BREXIT.


Os Tradutores de Direita traduziram e legendaram um vídeo contendo trecho de um alocução de Boris Johnson em que ele se refere à inventividade eloquente de Winston Churchill, estadista inglês, do Partido Conservador, foi duas vezes Primeiro-Ministro. Ficou famoso, sobretudo, por sua atuação como premiê britânico durante a Segunda Guerra Mundial.
Boris Johnson, além de político e jornalista é também escritor, e autor de um livro sobre Churchill. Neste vídeo Johnson refere-se aos recursos retóricos que Winston Churchill manejava com instintiva singularidade em seus discursos.
Por sua vez, Boris Johnson, do Partido Conservador, é a alternativa mas provável para ser o novo Primeiro Ministro do Reino Unido com a recente saída de Thereza May.
As tratativas sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia será sem dúvida o primeiro desafio a ser enfrentado por Boris Johnson, caso seja confirmado com Primeiro Ministro. Por certo o Brexit será o assunto de destaque dentro em breve no que diz respeito ao noticiário internacional. 
Prometo que tratarei desse assunto aqui no blog num esforço para oferecer algumas análises que comumente são descuradas pela grande mídia, toda ela dedicada a defender os interesses dos engenheiros sociais de Bruxelas empenhados full-time a girar a roda do globalismo que inclui o repovoamento da Europa com jagunços islâmicos. Numa segunda etapa, por meio da guerra cultural, o objetivo dos globalistas é desnaturar a Cultura Ocidental, o que de fato já vêm fazendo em sintonia com a ONU.
Por isso, o Brexit é importante. E o assunto voltou à ordem do dia no Reino Unido. O que for decidido terá efeito não apenas sobre a Europa, mas em todo o Ocidente!
Oxalá Boris Johnson seja indicado como Premiê do Reino Unido. A ver.


from BLOG DO ALUIZIO AMORIM http://bit.ly/2W5IUSp
via IFTTT