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quinta-feira, 28 de março de 2019

'ESTABLISHMENT' TENTA DETONAR O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO FAZENDO RETORNAR O FANTASMA DA VENEZUELIZAÇÃO DO BRASIL.

Cenas da Venezuela sob o açoite dos comunistas
A transformação do Brasil numa nova Venezuela, ou pior ainda, dado ao fato de que lá há no máximo 30 milhões de habitantes, aqui no Brasil são no mínimo 210 milhões. E todos os acontecimentos políticos que sobrevieram após a posse do Presidente Jair Bolsonaro trazem consigo esse aviso trágico. Só um ingênuo poderá considerar que o que está ocorrendo em termos políticos faz parte do processo. Não faz!

Como já disse aqui em outras análises os ditos "intervencionistas" que postulavam a ocupação do poder pelos militares ensarilharam armas. Muitos estão boquiabertos e pressentem que a dita caserna não é mais aquela, fato que se explica pela pouca preocupação dos militares face à perversidade dos governos comunistas que se sucederam no poder a partir da dita "redemocratização" que, com a morte de Tancredo Neves levou José Sarney à Presidência da República.

O establishment sempre teve um plano B, B1, B2 .... numa escala infinita. O importante para os donos do poder sempre foi, desde o golpe da Proclamação da República, manter os cofres públicos acessíveis. 

De 1889 para cá essa situação continuou intacta, o que tem levado o Brasil a crises econômicas sérias e sucessivas. O ponto fora da curva na história da República aconteceu pela primeira vez agora há pouco com a vitória de Jair Bolsonaro.

Tanto é que tentaram impedir sua ascensão à Presidência de todas as formas ditas "lícitas". Quando viram que não haveria como de evitar que Jair Bolsonaro chegasse à Presidência aconteceu a misteriosa tentativa de assassiná-lo, mistério esse que continua sendo um mistério face a indagação que permanece no ar: quem mandou matar Jair Bolsonaro?"

Como Bolsonaro sobreviveu milagrosamente à sanguinária investida sobraria para o establishment a manipulação da eleição, algo que dada as condições e ao ânimo do eleitorado seria no mínimo perigoso. 

Face a tudo isso restaria fingir a aceitação da vitória de Jair Bolsonaro e a sua posse como Presidente da República. A partir daí seria deflagrado o plano B, ou seja, a criação de condições completamente adversas a Bolsonaro de forma a obter o seu isolamento e consequente desidratação de seu poder político.

E é isto que está acontecendo. O quem sabe é muito mais do que isso? Já ensinava o grande sociólogo, avant la lettre, um politólogo, Max Weber, que a política é a luta pelo poder e/ou a luta pela manutenção do poder. Grosso modo, a luta pelo poder se trava na campanha eleitoral e, posteriormente outra luta é encetada, desta feita pela manutenção do poder pelo vitorioso, e esta se fere no âmbito do exercício do poder conferido pelas urnas.
A
PODER DO LÍDER É INDIVISÍVEL
Por tudo que está acontecendo tem-se a impressão que o Presidente Jair Bolsonaro está sendo despojado dos meios de lutar pela manutenção do poder. 

O poder político de um líder ungido pelas urnas é indivisível e, portanto, o exercício desse poder não pode ser partilhado. Neste caso o que transparece é que parte do poder do líder está sendo faturado pelo seu vice-Presidente, o representante da caserna, o General Hamilton Mourão. Além disso e de forma pouco clara vê-se ao redor do Presidente da República vários atores que, de repente, pularam da caserna para dentro do Palácio do Planalto. Gente que nunca se ouviu falar e que ao que tudo indica também não estava com o líder na sua caminhada pelo Brasil. Posso estar enganado, mas essa é a impressão geral.

Pinço dos últimos acontecimentos um fato evidente que sinaliza essa partilha do poder que faz tábula rasa de toda a lógica do poder político da Presidência da República. Quero me referir ao fato de que recentemente o Presidente Jair Bolsonaro esteve nos Estados Unidos onde foi recebido em alto nível pelo Presidente Donald Trump o qual lhe dispensou a honraria de hospedar-se com sua comitiva na famosa Blair House, casa destinada pelo Governo norte-americano a visitantes VIPs. A visita de Bolsonaro aos Estados Unidos é sem dúvida histórica, haja vista o distanciamento do Brasil em relação aos EUA desde a tomada do poder no Brasil por sucessivos governos comunistas. Além disso foi proveitosa em todos os aspectos.

No entanto, agora mesmo o Vice-Presidente General Hamilton Mourão se prepara para embarcar para os Estados Unidos a fim de participar de um convescote montado em Harvard e, ao que parece, capitaneado por Mangabeira Unger, um rematado comunista brasileiro-americano que leciona nessa universidade e que foi preceptor de Ciro Gomes.

Como se vê, constrói-se um cenário adjacente destinado a dar visibilidade internacional ao general vice-Presidente Hamilton Mourão sem que haja nenhuma necessidade desse protagonismo, sem falar nas despesas que incidem sobre os combalidos cofres públicos.

O que estou afirmando é o que está ocorrendo, são fatos que corroboram minha análise. Há sem dúvida um esquema para desidratar o poder político que a maioria do eleitorado brasileiro conferiu ao Presidente Bolsonaro. 
A
AS TRAMAS INTERNA E EXTERNA
A articulação dessa desidratação ocorre em variadas áreas. Uma dentro do Palácio do Planalto, outras em Ministérios e demais órgãos da administração pública federal e algumas no âmbito castrense. Esta é a parte interna do esquema para emascular o poder político do líder.

No que concerne à parte externa essa trama é protagonizada pela grande mídia, emissoras de televisão, rádio e grandes jornais do centro do país e também nos Estados, além de sites noticiosos que abrigam normalmente picaretas e oportunistas de todos os matizes. A par disso contribui na trama a mainstream media internacional e até mesmo chefes de Estado, como recentemente apontei aqui no blog no que diz respeito às declarações do presidente chileno Sebástian Piñera após o evento do Prosul, em Santiago, em relação a Jair Bolsonaro. O chileno esperou apenas que Bolsonaro deixasse o seu país para assacar contra o nosso Presidente.

Resumindo: o Presidente Jair Bolsonaro precisa urgentemente fazer frente a essa investida que pretende destruí-lo. Precisa ter no seu entorno uma assessoria fiel, competente e que não tenha medo e muito menos vacile em peitar essas aves de rapina a serviço do establishment mancomunado com o movimento comunista interno e externo.

Os brasileiros com razoável capacidade de entender essa jogada política suja e sórdida tem fundadas preocupações, haja vista que o Brasil está falido pela dilapidação dos cofres públicos perpetrada pela bandalha comunista. Além da penúria econômica gerada por uma inflação inclemente os brasileiros têm fundadas preocupações com o futuro imediato! E, com justa razão, continuam temendo que o Brasil seja a bola da vez do golpe comunista e se transforme numa nova Venezuela. Por isso votaram maciçamente no Presidente Jair Bolsonaro a quem continuam devotando a esperança de ver cumpridas todas as suas promessas de campanha!

Nunca na história do Brasil um Presidente da República teve nas urnas, e continua tendo, tamanho apoio popular revelado pelo copioso número de votos que lhe foram conferidos pelos eleitores.


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quarta-feira, 27 de março de 2019

LOUCURA AMBIENTALISTA APLAINA O CAMINHO DE DONALD TRUMP PARA O SEU SEGUNDO MANDATO


Alexandria Ocasio-Cortez é uma deputada do Partido Democrata nos Estados Unidos. Saibam que o Partido Democrata não fica a dever em nada aos mais radicais partidos comunistas. Ocasio-Cortez é, portanto, paparicada todos os dias pela mainstream media. Nos Estados Unidos, como de resto no mundo inteiro, os jornalistas são comunistas desde criancinhas.

Ocasio-Cortez deita e rola avisando que resta para a humanidade apenas 12 anos para salvar a Terra de uma catástrofe total em função dos terráqueos desobedientes que se negam a voltar para as cavernas. O pano de fundo de toda essa loucura é o deletério e mentiroso movimento ambientalista, mais conhecido pelo epíteto de "ecochatismo". Sim, esse movimento é articulado pelos partidos comunistas, socialistas, trabalhistas, social-democratas. Enfim, o ecochatismo é a derradeira agenda dos comunistas, esses vagabundos, mentirosos, picaretas e assassinos!

E, como todo ambientalista, Ocasio-Cortez quer suprimir do cardápio dos norte-americano o velho e apreciado cheeseburger por causar, segundo ela, o aquecimento global que destruirá o mundo dentro de 12 anos! Mas não só isso. Cortez quer acabar com tudo para - segundo ela - salvar o mundo! Arre! No entanto como mostra o vídeo Ocasio-Cortez não se faz de rogada para se empapuçar de boa comida num restaurante.

Em contrapartida quem está cada vez mais alegre é o Presidente Donald Trump, porque nenhum norte-americano com mais de um neurônio no cérebro vai querer trocar o certo pelo duvidoso. Ou seja, embarcar na canoa furada da vagabundagem ambientalista. Quanto mais Ocasio-Cortez verbera suas ameaças e promete que os automóveis, os aviões, os trens, as fábricas e as fazendas têm de desaparecer para salvar o planeta o cacife eleitoral de Donald Trump estufa.

No final das contas quem reelegerá Mr. Trump para mais quatro anos serão os argh! ambientalistas que dominam o escravagista Partido Democrata!

O vídeo legendado que ilustra esta postagem é Embaixada da Resistência em sua página no Facebook. Como se pode notar neste vídeo os Estados Unidos são a maior potência mundial porque têm emissoras de televisão como a Fox News além de uma miríade de emissoras de rádio que falam sim de política, sem contar centenas de sites conservadores de alto nível e larga influência na opinião pública. Muito diferente, por exemplo, do Brasil, onde meia dúzia de canais de televisão e alguns jornalões posam de vestais da verdade, embora na atualidade chafurdam no pântano da decadência. As redes sociais empurram essa gentalha mentirosa e pretensiosa para o pântano de onde jamais deveriam ter saído.

A Embaixada da Resistência acertou mais uma vez em editar o vídeo acima com legendas em português. Não deixem de ver.


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terça-feira, 26 de março de 2019

PARLAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA APROVA O FAMIGERADO ARTIGO 13 DESTINADO A ELIMINAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO MUNDO INTEIRO.


Para quem acompanha e lê diariamente este blog deve lembra-se que no final do ano de 2018 adverti sobre o famigerado artigo 13, uma “regulação" criada pela União Europeia destinada única e exclusivamente em censurar a internet. Faz sentido, porque é obra dos europeus a criação do comunismo, do fascismo e do nazismo e mais duas guerras, a I Guerra dentro do continente europeu e, depois, a II Grande Guerra que envolveu o mundo inteiro.
O tal artigo 13, finalmente acaba de ser aprovado pelo parlamento da União Europeia e parte do princípio do “copyright”, os direitos do autor, sejam de um filme, um texto jornalístico, um livro, um personagem de história em quadrinhos e assim por diante.
Assim, de acordo com o artigo 13, um youtuber, um blogueiro e demais produtores de conteúdo veiculado pela internet, estão ferrados, bem como os usuários de redes sociais.
Vídeos, textos, memes, banners e produtos assemelhados serão simplesmente banidos da internet. Basta que, por exemplo, uma simples gravação de um vídeo de uma festa de aniversário seja censurado porque ao fundo está tocando uma determinada música que sobressai na cena gravada. Invoca-se o fato do “direito do autor da música e o vídeo é simplesmente eliminado de qualquer veículo de comunicação da internet, inclusive das redes sociais.
O artigo 13 acaba portanto de virar uma lei para os 28 países que compõem a União Europeia. No entanto, a expectativa é que se espalhe globalmente, ou os gigantes das empresas de internet criarão filtros e algoritmos que terão efeitos apenas na Europa para cumprir essa lei? Isto não está claro. Mas é de intuir-se que essa decisão aprovada pela UE acabará contaminando a internet globalmente o que, em outras palavras, significa o fim da liberdade de expressão.
Notem também que esse debate e a enxurrada de críticas a cerca do famigerado artigo 13 foram praticamente ignorados pela grande mídia. Faz sentido. Afinal esse dispositivo censório seria a tábua de salvação para a dita mainstream media que vem exalando seus últimos suspiros face à dominância das redes sociais, blogs e sites independentes.
A grande mídia tem sido ao longo a história porta-voz por excelência do establishment. Com o aparecimento da internet a mídia tradicional perdeu sua hegemonia. O artigo 13 dos comunistas da União Europeia representa portanto a última chance de sobrevida aos donos do poder global. A ver.


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Sponholz: O egocêntrico.

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada


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POR QUE O PRESIDENTE BOLSONARO NÃO PODE SE DESFAZER DO ASSESSORAMENTO DE SEUS FILHOS?

O Presidente Jair Bolsonaro e seus filhos: Flávio, Eduardo e Carlos, todos políticos com mandato.
Os jornalistas da grande mídia que atacam o Presidente Jair Bolsonaro durante as 24 horas do dia estão agora concentrados em duas frentes: exigem que Bolsonaro se afaste dos filhos e, por outro lado, turbinam o protagonismo do vice-presidente Hamilton Mourão.
Vamos por partes: defender a dissolução da família presidencial exigindo que o Presidente Jair Bolsonaro se afaste de seus filhos dá a medida exata do nível moral dessa gentalha das redações. E não só eles. Seus patrões endossam toda essa sordidez na tentativa de desestabilizar o governo que ainda não completou três meses no poder.
Essa tentativa imoral de exigir que o Presidente Bolsonaro dispense a colaboração de seus próprios filhos que também são políticos, afinal Flávio Bolsonaro é Senador pelo Estado do Rio de Janeiro, enquanto Eduardo Bolsonaro é Deputado Federal por São Paulo e Carlos Bolsonaro é Vereador no município do Rio de Janeiro, trata-se de um troço no mínimo surrealista.
Se o Presidente Jair Bolsonaro não puder se valer do apoio de seus próprios filhos, irá contar com a fidelidade de quem? Do vice-presidente General de pijama Hamilton Mourão? Abordo em seguida o caso Mourão.
E não é só o Presidente Jair Bolsonaro que tem se valido de seus familiares em nível de assessoramento. O Presidente Donald Trump inclusive nomeou seu genro para cumprir determinadas tarefas dentro de seu staff na Casa Branca.
Aliás Bolsonaro e Trump tem tantas afinidades que entre elas está o fato de ambos se tornarem saco de pancadas da grande mídia e de seus jornalistas comunistas que habitam as redações dos veículos de mídia tanto aqui no Brasil como nos Estados Unidos e no mundo inteiro! Lá nos Estados Unidos como aqui no Brasil a situação é a mesma. 
A única diferença é que o Vice-Presidente de Donald Trump, o ex-governador  do Estado de Indiana Mike Pence, porta-se de fato como Vice-Presidente. Diferente do que acontece aqui no Brasil, onde Hamilton Mourão, o general de pijama que chegou a Vice-Presidente graças ao prestígio eleitoral único e exclusivo de Jair Bolsonaro tem uma desenvoltura que chega ser picaresca.
A VIAGEM DE MOURÃO
Agora, por exemplo, anuncia-se uma viagem de Hamilton Mourão para os Estados Unidos. Qual a finalidade? É do interesse nacional? Há necessidade dessa viagem? Afinal, o que levará Hamilton Mourão aos Estados Unidos?
A reposta está no conteúdo de uma matéria do jornal esquerdista Folha de S. Paulo. Transcrevo parte da matéria e analiso rapidamente quem são os anfitriões do General Vice-Presidente. Diz a matéria da Folha:
"O vice-presidente Mourão vai para Boston na sexta-feira (5 de abril) para participar da 'Brazil Conference', evento organizado por estudantes brasileiros da universidade Harvard e do MIT (Massachusetts Institute of Technology).
Mourão se reúne com os imigrantes brasileiros no sábado, dia 6 de abril. No mesmo dia, ele terá encontros com o filósofo Roberto Mangabeira Unger, professor de Harvard que assessorou o candidato Ciro Gomes (PDT) na campanha presidencial.
O vice também terá reunião com Jorge Paulo Lemann, segundo homem mais rico do Brasil, segundo a revista Forbes.
Lemann, que também participa da conferência, é ex-aluno de Harvard e criou um fundo na universidade para estudos relacionados ao Brasil. Mourão fará a palestra de encerramento da conferência, no domingo (7).

De lá, o vice-presidente segue para a capital americana, Washington, onde participará de eventos em centros de pesquisas."
O INTERLOCUTOR ESQUERDISTA
Deu para sentir o clima? Vejam que Mourão terá encontros com o filósofo Roberto Mangabeira Unger, que assessorou o candidato Ciro Gomes. Não por acaso. Mangabeira Unger que é americano-brasileiro, ou mais americano do que brasileiro pelo seu sotaque, foi Ministro do Governo da Dilma, uma espécie de aspone.
No passado esteve junto a Leonel Brizola. Entrevistei Mangabeira Unger aqui em Florianópolis quando era editor de política do finado jornal O Estado. Brizola aterrissara aqui para contatos com o então Governador Esperidião Amin. Já nem me lembro que trambique eleitoreiro estava na ordem do dia. Lembro que gravei a entrevista com Mangabeira Unger na Assembléia Legislativa onde estavam ocorrendo reuniões com brizolistas.
Sei no entanto que Mangabeira Unger é um rematado esquerdista, tanto é que foi o assessor principal e ideólogo da candidatura presidencial de Ciro Gomes na última eleição, como fora de Brizola. E foi também preceptor de Ciro Gomes que passara uma temporada nos EUA há alguns anos.
E tem mais. Harvard, como as demais universidades dos Estados Unidos, estão atoladas de esquerdistas. Todos os alunos e professores são contra Donald Trump desde criancinhas. E boa parte dessa corriola acadêmica é tão delirante quanto o próprio Mangabeira Unger. Tanto é que Mangabeira Unger foi ministro de Dilma Rousseff, mas voltou ligeirinho para a Terra de Tio Sam, quando o caldo começou a entornar levando a então "presidenta" ao impeachment. Em rápidas pinceladas este é o quadro político no qual se insere agora o vice-Presidente Hamilton Mourão com sua viagem aos Estados Unidos.
E no arremate desta narrativa chega-se a seguinte conclusão com uma pergunta que não quer calar: Afinal, com quem pode contar o Presidente Jair Bolsonaro no que tange à lealdade dos que o cercam além dos seus próprios filhos?
Esta é a impressão que têm todos aqueles cidadãos com um pouco de informação além do cipoal de fofocas e intrigas veiculadas pela grande mídia. E o contraponto a esse mar de desinformação gerado pela mainstream media ocorre apenas nas redes sociais, sites e blogs independentes. Não é à toa o desesperado desejo do establishment de acionar algum tipo de mecanismo censório que seria a tábua de salvação dos grupos midiáticos fadados à falência desde que foram estancados os caraminguás que os cevavam desde os albores da Nova República.
O Presidente Jair Bolsonaro é, portanto, um incômodo, um enervante empecilho para essa gentalha acostumada a viver de fartos caraminguás estatais, prática inaugurada imediatamente após a Proclamação da República e que vem sendo passada por tradição hereditária aos donos do poder que se sucedem. Há 129 anos!
Já refletiram por que os ditos "intervencionistas" que defendiam uma "intervenção militar" para salvar o Brasil esmoreceram? E qual foi a reação dos militares quando o então Presidente Fernando Henrique liquidou com os Ministérios do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, criando o Ministério da Defesa? Daí em diante o Ministério da Defesa fora ocupado sempre por rematados esquerdistas a quem os militares batiam continência.


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segunda-feira, 25 de março de 2019

SEBASTIAN PIÑERA, O PRESIDENTE "BOLIBURGUÊS" DO CHILE, ESPEROU ACABAR O EVENTO PARA ASSACAR CONTRA O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.

Sebastian Piñera, o Presidente do Chile, 'muy amigo' dos comunistas bolivarianos não tem moral nenhuma para assacar contra o Presidente Jair Bolsonaro. Na imagem acima matéria do jornal chileno La Razón, de 05 de março de 2013.
Esse presidente do Chile, Sebastian Piñera que sempre foi amigo dos ditadores comunistas latino-americanos, como o finado caudilho Hugo Chávez e seu sucessor Nicolas Maduro, bem como Raúl Castro, irmão do Fidel Castro, resolveu assacar contra o Presidente Bolsonaro num programa de televisão chilena acusando-o de apoiar ditaduras.

O site O Antagonista deu uma nota intitulada "Piñera critica Bolsonaro", narrando o ocorrido, isto é, o Presidente chileno esperou o fim do encontro no qual quem brilhou foi o Presidente Jair Bolsonaro que acabou sendo paparicado por fãs chilenos num shopping de Santiago do Chile, conforme vídeo que postei aqui no blog. Segundo Piñera, conforme a nota de O Anagonista, o Presidente Bolsonaro apoia ditaduras.

Em tempo: a população do Chile é de pouco mais de 18 milhões de habitantes, isto é, menos da metade do Estado de São Paulo que possui 44 milhões de habitantes. Frente ao Brasil o Chile é uma titica.

E, se o Chile é o que é atualmente isto se deve ao General Pinochet que impediu a cubanização daquele país. Na época Fidel Castro era hóspede frequente do comunista Salvador Allende, então Presidente chileno. Faltava pouco para a cubanização do Chile. A coisa estava de um jeito tal que o General Pinochet teve que bombardear o Palácio La Moneda, sede do governo, onde Allende estava homiziado junto com a corriola comunista. Sim, se não fosse Pinochet o Chile teria virado uma Venezuela.

No mínimo, o Sebastian Piñera foi indelicado. E, no máximo, revelou quem realmente é. Aliás as fotos que ilustram esta postagem não deixam dúvidas. Piñera é um empresário milionário. E milionários, como de resto está provado, gostam muito dos comunistas. Com os comunistas no poder fica fácil de fazer as solertes alianças com o Estado. Na Venezuela esses tipos são denominados de "boliburgueses", ou seja, 'burgueses bolivarianos', 'isentos', oportunistas e velhacos.

Aliás, temos vários exemplos aqui mesmo no Brasil, não é mesmo?


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sábado, 23 de março de 2019

A FORÇA E O CARISMA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO QUE O JORNALISMO CHULÉ DA GRANDE MÍDIA NÃO CONSEGUE DERROTAR



Enquanto a grande mídia no Brasil prossegue na sua faina insana e criminosa na tentativa de destruir o Presidente Jair Bolsonaro, lá no Chile, onde o nosso Presidente se encontra cumprindo missão internacional, é alvo de aplausos tanto nas reuniões oficiais como também por populares.

É o que se constata nos dois vídeos acima. O primeiro, durante sua alocução em reunião oficial e o outro quando o Chefe de Estado brasileiro esteve num shopping. Vê-se Bolsonaro sendo aplaudido, cumprimentado e abraçado pelo público chileno. Parece até aqueles episódios ocorridos durante sua campanha presidencial aqui no Brasil.

Ao longo de minha carreira jornalística que iniciei em 1971 nunca vi nada parecido, ou seja, um líder político como o Presidente Jair Bolsonaro, cuja popularidade extrapola as fronteiras do nosso país. A mostrar que a grande mídia continua dando tiro n'água. Quanto mais bate no Presidente Jair Bolsonaro mais cresce a sua popularidade que já ultrapassa fronteiras.

Felizmente estamos assistindo ao vivo e em câmera lenta a derrocada final da mainstream media e seus jornalistas esbirros do movimento comunista internacional. Ninguém aguenta mais essa gentalha estúpida, cretina e mentirosa.

É a primeira vez que isto acontece no Brasil. E é uma extraordinária oportunidade para o nosso país contar com um Chefe de Estado que é prestigiado pelo público interno e externo. O apoio popular a um chefe de Estado é um cacife raro, muito difícil de acontecer.

Está acontecendo aqui e agora. Mas é incrível ver a infausta tentativa de destruir o Presidente Jair Bolsonaro atirando no lixo essa vantagem evidente que conta muito para o nosso país e que reforça seu cacife no contexto global.


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