A PragerU, organização de mídia digital independente de orientação conservadora sediada nos Estados Unidos, convidou Nigel Farage, o líder do Brexit, o processo de saída do Reino Unidos da União Europeia, para explicar como está esse processo que foi decidido pelo povo britânico num plebiscito em 2016. A tradução com legendas é dos Tradutores de Direita que fazem um excelente trabalho de divulgação de tudo aquilo que a grande mídia esconde de forma criminosa, já que é comparsa dos nossos algozes encastelados nas centenas de prédios luxuosos da UE e da ONU. Nigel Farage, que é membro do Parlamento Europeu representando o Reino Unido, é tido como um dos principais articuladores da campanha em prol da saída da Inglaterra da União Europeia. Neste vídeo de pouco mais de 5 minutos, Farage resume tudo. O assunto é super importante. Mesmo assim alguns leitores aqui do blog poderão indagar as razões da minha insistência neste tema. É que a União Europeia junto com a ONU estão decididas em promover uma mudança profunda no mundo, muito embora os engenheiros sociais dessas duas organizações jamais indagaram se nós, os habitantes deste mundo, concordamos com tal iniciativa. Jamais perguntaram se estamos de acordo como a aplicação da diversidade bundalelê, por exemplo, que defende o aborto e nega a distinção dos gêneros masculino e feminino. Também nunca perguntaram se os habitantes do nosso Mundo Ocidental desejam que nossos países sejam invadidos por hordas de fanáticos islâmicos, que nossas fronteiras sejam escancaradas. Enfim, nunca perguntaram se desejamos abrir mão da independência de nossos países ou se concordamos em destruir os Estados-Nação independentes para nos sujeitarmos às deliberações de organismos como ONU e União Europeia. Esses supostos especialistas da ONU e da União Europeia jamais perguntaram se desejamos trocar nossos automóveis por patinetes e bicicletas. No entanto eles estão decididos inclusive a definir onde devemos morar e em que tipos de residências. Sabe-se que seus engenheiros socialistas já estão desenhando as cidades com a localização das habitações e o transporte que será usado. E, em alguns locais estariam proibidos os automóveis, trens e ônibus. Todos utilizarão patinetes e bicicletas? Por causa de tudo isso os britânicos, velhos de guerra (o Reino Unidos é o reino mais antigo do mundo), decidiram pular fora da arapuca da União Europeia essa irmã siamesa da ONU. Enfim, está em curso um plano para desmontar a nossa civilização ocidental. E quem apoia isso? Ora, os comunistas, esquerdistas, socialistas e seus lacaios. Claro, eles não terão de andar de patinete e bicicleta e morar em subúrbios programados. Afinal, são eles os arautos do que decidem os 'especialistas' da ONU e da União Europeia, os programadores dessa engenhoca criminosa cuja finalidade principal é detonar a nossa liberdade! Notem como explica Nigel Farage no vídeo os "especialistas"da União Europeia já decidem quantos peixes a indústria pesqueira britânica pode pescar em suas água territoriais. Em síntese, tudo isso que está acontecendo e de forma acelerada é conceituado como "globalismo", um conceito que foi transformado em tabu pelo jornalismo a soldo da mainstream media. Da mesma forma como fizeram do famigerado Foro de São Paulo, a organização comunista latino-americana que levou o Brasil à bancarrota, como todos os demais países latino-americanos. Sim, Foro de SP, comunismo e socialismo até parecem não existirem mais. São os tabus criados pelos esbirros dos comunistas que controlam a grande mídia que conduz às falsas noções como essas. Aliás, o Brexit é um assunto que também tem sido sistematicamente escamoteado do noticiário internacional. Reparem que as matérias que eventualmente citam o Brexit são sempre laudatórias condenando a saída do Reino Unido da arapuca em que foi metido pelos comunistas. Sim, no Reino Unido também tem um PT (Partido Trabalhista) que até hoje luta arduamente para promover um golpe de Estado para derrubar a Monarquia...rsrsrs...
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Jair Bolsonaro e o premiê israelense Benjamin Netanyahu durante sua recepção ao líder judeu no Rio de Janeiro que se encontra no Brasil especialmente para a solenidade de posse de Bolsonaro na Presidência do Brasil.
Poucos sabem que a memória de um brasileiro é alvo de perene homenagem por parte do povo judeu. Trata-se do diplomata Osvaldo Aranha que, na qualidade de embaixador do Brasil junto à então nascente Organização das Nações Unidas - ONU, presidiu a assembléia que definiu a partilha da Palestina dando origem ao Estado de Israel. Isto aconteceu em 29 de novembro de 1947. E não apenas presidiu histórica assembléia mas trabalhou no sentido de levar a termo o ato. Por isso, o povo judeu até hoje rende tributo ao Oswaldo Aranha que constitui destaque na história da criação de Israel e é nome rua em Telaviv. Apesar dessa histórica e ativa participação de um diplomata e político brasileiro nas tratativas que deram vida ao Estado de Israel é a primeira vez que um premiê israelense visita o Brasil. E isso acontece agora quando o Primeiro-Ministro de Israel Benjamin Netanyahu vem ao nosso país para a solenidade de posse do Presidente eleito Jair Messias Bolsonaro que, aliás foi quem praticamente "reatou" o contato com Israel e seu povo quando visitou aquele país. Bolsonaro inclusive insistiu ao longo de sua campanha presidencial na importância do fortalecimento das relações com Israel e a possibilidade de intercâmbio econômico com a Nação judaica dado ao fato de que Israel e os Estados Unidos são os maiores produtores de tecnologia e inovação. Mesmo assim, grande parte dos brasileiros desconhecem este fato e sequer imaginam que diversas tecnologia surgidas nos laboratórios israelenses fazem parte de inúmeros produtos tecnológicos que utilizam no dia a dia. E o mais curioso de tudo isso é que a ONU que promoveu a histórica Assembléia que deu origem à criação de Israel tenha se transformado numa organização esquerdista e que persegue Israel ao posicionar-se normalmente ao lado dos algozes do povo judeu. Por sua vez, Jair Bolsonaro é o primeiro político brasileiro que sempre reconheceu a importância de Israel e do povo judeu sendo portanto um ponto fora da curva da estupidez reinante tanto na área diplomática do Brasil como também na esfera política no que concerne à Nação judaica. A presença por alguns dias no Brasil até o ato de posse de Bolsonaro por parte do premie Netanyahu, é por si só um fato histórico relevante e que tem impacto geopolítico mormente neste momento em que a ONU e a União Europeia põem em marcha um projeto destinado a demolir a matriz judaico-cristã que deu vida à civilização ocidental. Essa insidiosa ação dessas duas principais organizações multilaterais tem sido conceituada como 'globalismo', porquanto tenta dissolver os Estados-Nação em proveito de uma espécie de governo mundial controlado pelos esbirros do movimento comunista que controlam a ONU e são os responsáveis pelo recente "Pacto Migratório" dessa mega-ONG esquerdista. Por esta razão - quem diria, não é? - que Jair Messias Bolsonaro que será ungido Presidente da República do Brasil no próximo dia 1º de janeiro de 2019 não será apenas mais um obscuro presidente de uma nação latino-americana. Bolsonaro antes mesmo de assumir a Presidência do Brasil passa ser, sim, um líder global diretamente conectado a duas super-potências: Estados Unidos e Israel. Ressalte-se as duas maiores potência bélicas e tecnológicas do planeta. E isto é inaudito na história do Brasil que até agora era visto, em função de seu tamanho, como um gigante desengonçado que dedica anualmente 4 dias à orgia coletiva do carnaval. Quem acompanha a mídia internacional pode constatar o Brasil, agora, sendo seguidamente pautas de matérias de política internacional pela primeira vez na história. Claro, a mainstream media global tenta detonar Jair Bolsonaro, haja vista que a maioria desses órgãos de mídia são esquerdistas e compõem a máquina de propaganda do globalismo. Mas como diz o velho adágio "falem mal de mim, mas falem". No entanto, a mídia conservadora de capilaridade global, como por exemplo, o famoso site norte-americano Breitbart que tem sucursais em Londres e Israel, tem aberto um espaço generoso para matérias sobre a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência do Brasil. O mesmo ocorre com emissoras de televisão como a Fox News, dentre outras empresas de comunicação convencionais e também sites noticiosos norte-americanos e europeus de viés conservador. Seja como for, o fato é que com Jair Bolsonaro mesmo antes de assumir a Presidência rompeu a barreira que condenava o Brasil a permanecer no eterno atoleiro do atraso sendo alvo permanete de chacotas variadas e tema de anedotas.
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O vídeo e o texto desta postagem após este prólogo são do site Estibordo, recentemente criado pelo grupo Tradutores de Direita que amiúde tenho citado aqui no blog já que fazem um trabalho excelente focado em "destacar a visão conservadora ao Brasil e à comunidade lusófona", conforme expressam seus idealizadores.
Agora, com o Estibordo, o grupo amplia esse trabalho publicando artigos de especialistas e produzindo vídeos especiais como este que ilustra esta postagem e que dá uma idéia do assédio migratório em direção aos Estados Unidos fomentado pela ONU e por mais uma miríade de ONGs esquerdistas.
Não é à toa portanto o projeto do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de construir um muro para poder controlar essa tresloucada invasão do território norte-americano. O vídeo postado acima dá uma ideia do que realmente está ocorrendo na fronteira que separa o México dos Estados Unidos.
A grande mídia, por sua vez, se fecha em copas sobre o assunto e quando veicula algo sobre isso é para defender a turba de invasores.
Além deste vídeo a Equipe do Estibordo também publicou um artigo sobre o tema citando Markian Kalinoski que é formado em Direito na UFPR, advogado público do estado de Santa Catarina e mestrando em Common Law pela Osgooge Hall Law Scholl da York University, no Canadá. Transcrevo abaixo logo após este prólogo.
O artigo foi postado pelo site Estibordo em 26 de novembro passado e analisa o Pacto Migratório que, afinal, foi assinado dia 10 deste mês de dezembro em evento promovido pela ONU no Marraquexe. Vejam por exemplo como o site G1 de O Globo noticiou o evento.
Vale portanto ler o artigo da equipe Estibordo porque todas as matérias da grande mídia escamoteiam o essencial. Aliás, esse pacto migratório tem o apoio irrestrito dos comunistas. E, como as redações dos veículos da grande mídia são controladas pelos comunistas todas as pautas sobre o assunto são favoráveis ao pacto.
Eu pessoalmente não tenho dúvida de que esse pacto migratório da ONU é a derradeira tentativa de domínio comunista em nível global. Haja vista que nunca vi nenhum esquerdista ser contrário a essa escalada migratória que já está destruindo a Europa. A finalidade disso tudo é demolir a cultura ocidental e para isso os globalistas se valem inclusive do islamismo para tentar eliminar o cristianismo e judaísmo que formam a matriz cultural do Ocidente.
Creio que o artigo dá uma ideia do tamanho da encrenca. Felizmente o Presidente eleito Jair Bolsonaro já disse que ao assumir a Presidência em 1º de janeiro de 2019 retirará o Brasil desse pacto que foi assinado pelo atual Chanceler Aloysio Nunes Ferreira, ex-terrorista e conhecido pela alcunha de "motorista de Marighella", o guerrilheiro que atuou no Brasil durante o governo militar. Nunes Ferreira conseguiu escapar e obteve asilo na França. Com a anistia retornou ao Brasil e foi eleito tempos depois senador pelo PSDB. Leiam:
A ONU E O GOLPE CONTRA
AS SOBERANIAS NACIONAIS
O Pacto Global para a Imigração, assinado em dezembro, no Marrocos, passa a considerar a imigração como um direito fundamental, orienta os estados signatários a fomentá-la e determina, até mesmo, a perseguição das opiniões contrárias a ele.
Esse pacto, que também poderia ser chamado de pacto do suicídio nacional e que não vem merecendo a atenção da imprensa, está contido em um documento de 34 páginas cheio de clichês globalistas e termos politicamente corretos.
Por meio desse documento, os signatários concordarão em ceder as soberanias de seus países aos representantes da ONU, burocratas não eleitos e não sujeitos ao escrutínio do público.
O pacto não utiliza, em nenhum momento, o termo “ilegal” e trata o novo conjunto de pessoas (refugiados e imigrantes) sob uma mesma categoria legal, concede a eles o mesmo direito fundamental de imigrar que, agora, deverá ser respeitado, fomentado, facilitado e assegurado pelos países membros.
O documento assinado em Marraquexe, conta com 23 objetivos.
O “objetivo 3”, por exemplo, determina que todos os países membros deverão manter websites oficiais que detalhem como os imigrantes poderão entrar em seus países, como poderão conseguir emprego, educação, qual o custo de vida, etc.
Além de apagar as fronteiras, os Estados deverão fazer propaganda de suas atrações e dos serviços disponíveis.
Já pelo que vai na página 3, item 12, os Estados se obrigam a trabalhar para diminuir os riscos e vulnerabilidades que os imigrantes possam vir a encontrar no trajeto até seus destinos (o que englobará, certamente, o financiamento e concessão de transporte).
Também se espera que os países colaborem mais ativamente no processo de convencimento e informação dos imigrantes, distribuindo panfletos sobre os eventuais direitos humanos dos refugiados e serviços disponibilizadas (nas línguas que eles compreendam).
Pelo “Objetivo 16”, os imigrantes deverão ser “empoderados” (leia-se: deverão possuir mais direitos) para que se possa realizar uma inclusão e coesão social integral nas comunidades de destino.
Curioso que, aos imigrantes, não são atribuídos deveres ou responsabilidades, mas apenas direitos.
O documento formaliza, na esfera internacional, o multiculturalismo como valor a ser defendido no mundo todo e estabelece as novas referências interpretativas das legislações sobre imigração.
Iguala culturas e impede que uma seja considerada como superior à outra, já que determina que seja promovido o respeito mútuo pelas culturas, tradições e costumes de todas as comunidades.
Curioso que a mesma ONU e UE, que vêm fomentando a imigração desregrada por décadas, agora cinicamente reconhecem que, justamente porque as sociedade acabaram sofrendo “mudanças sociais, econômicas em diferentes níveis causadas pela imigração”, medidas devem ser tomadas para que essa situação seja regulamentada.
O ataque às soberanias não seria eficiente se não viesse junto de um ataque à liberdade de expressão e de imprensa.
Dentro da “Visão e princípios norteadores” do documento, consta que a discordância dessa agenda não será tolerada.
Impõe que os Estados signatários trabalhem para “dissipar narrativas enganosas que geram percepções negativas dos imigrantes”.
Deverão, para isso, cortar a transferência de recursos das mídias contrárias à agenda de liberdade migratória irrestrita.
Além disso, os Estados devem promover, inclusive financeiramente, as mídias que estejam alinhadas à nova política.
Diz o documento, claramente, que se deve:
“Promover a divulgação independente, objetiva e de qualidade dos meios de comunicação, incluindo informações baseadas na Internet, sensibilizando e educando os profissionais de mídia sobre questões e terminologia relacionadas à imigração, investindo em padrões éticos de comunicação e publicidade e interrompendo a alocação de financiamento público ou material de apoio aos meios de comunicação que promovam sistematicamente a intolerância, a xenofobia, o racismo e outras formas de discriminação contra os imigrantes, no pleno respeito pela liberdade dos meios de comunicação social”.
Todo esse controle de informações, ao se fomentar o que se deseja e ao se impedir o que se quer evitar, deverá se dar, claro, de acordo com o “pleno respeito pela liberdade dos meios de comunicação social”, no melhor estilo orwelliano porque, afinal de contas, escravidão é liberdade.
Sem definir o significado de termos que, hoje em dia, vêm sendo usados como xingamentos e ataques políticos contra quem não concorda com a agenda globalista da destruição de nacionalidades e de identidades, o documento também impõe como um de seus objetivos:
“Eliminar todas as formas de discriminação, condenar e combater expressões, atos e manifestações de racismo, discriminação racial, violência, xenofobia e intolerância correlata contra todos os migrantes, em conformidade com o Direito Internacional dos Direitos Humanos ”
Até o momento, Estados Unidos, Hungria, Eslováquia, Polônia, Croácia, Bulgária, República Checa, Áustria e Austrália irão se retirar do acordo, enquanto cerca de 190 países devem aderir a ele, inclusive o Brasil.
Angela Merkel, há dois dias, disse que os países europeus devem abrir mão de suas soberanias em prol da União Européia.
Emmanuel Macron, por sua vez, concorda que as soberanias dos países europeus devem ser enfraquecidas para que Bruxelas decida as questões relativas a “relações internacionais, imigração e desenvolvimento”.
O acordo, obviamente, não é sobre direitos humanos.É apenas mais um passo do programa de extinção de fronteiras e nacionalidades e de injeção de idéias globalistas radicais - oriundas de burocratas não eleitos e que atuam em favor de interesses transnacionais - na legislação de países cujas populações nunca foram, e nem serão, consultadas a respeito de sua própria destruição.
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O vídeo que ilustra esta postagem é a gravação completa da entrevista concedida pelo filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho ao programa Pingo nos Is, da rádio Jovem Pan. Poderia ter passado batido sem publicar esta postagem se não fosse a minha querida irmã Maria da Graça, que embora não seja profissional da área, já que é pedagoga, tem um feeling super afiado. Dificilmente passa batida e me visou.
Entrevistam Olavo de Carvalho os jornalistas Felipe Moura Brasil, da nova safra e os veteranos Augusto Nunes e José Maria Trindade. O time é da pesada, um ponto fora da curva em se tratando da grande mídia.
A entrevista tem 1 hora de duração mas é imperdível. Recomendo muito que vejam. Tanto os entrevistadores como o entrevistado Olavo de Carvalho estavam super inspirados. O resultado dessa feliz coincidência resulta numa das melhores entrevistas de Olavo de Carvalho que pode também ser qualificada como uma aula sobre política nos níveis nacional e internacional.
Tanto é que a dica da minha irmã derrubou a pauta que vinha trabalhando agora à noite. No entanto, também será uma excelente postagem e o assunto é o fenômeno migratório.
Fiquem atentos e o blog pode ser seguido também pelas chamadas que edito na minha página do Facebook e também no Twitter e Gab, a mais recente rede social. Embora ainda com sua interface em inglês, Gab já tem uma seção "Gab Brasil" A proposta dessa rede social é garantir a liberdade de expressão e não perseguir usuários e jornalistas conservadores como faz as concorrência.
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Em sua página oficial no Facebook, o Presidente eleito Jair Bolsonaro, fez uma postagem natalina especial. Trata-se. como se vê acima de um cartão de Natal decorado com a foto do momento em que é amparado por agentes de segurança após ser esfaqueado no abdome, durante ato de campanha em Juiz de Fora, MG, do dia 6 de setembro deste ano de 2018. Acima, a frase: Milagres existem... Católico, Jair Bolsonaro reputa como um milagre o fato de ter sobrevivido ao brutal atentado. E o faz simbolicamente neste dia 25 de dezembro de 2018, quando o mundo Ocidental festeja o Natal, a festa máxima da cristandade que registra o nascimento de Jesus Cristo. No dia 1º de janeiro de 2019, Jair Messias Bolsonaro será empossado Presidente da República do Brasil.
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