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domingo, 29 de abril de 2018

Sponholz: Tiro no pé.

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sábado, 28 de abril de 2018

POR QUE A QUESTÃO MORAL É FUNDAMENTAL?


Neste vídeo uma entrevista bastante interessante e que jamais será apresentada pelas emissoras de televisão. O professor e articulista do site Infomoney, Alan Ghani, entrevista Flávio Morgenstern, que é escritor, palestrante e criador do site Senso Incomum.

Embora esse vídeo tenha ido ao ar há uns cinco meses, continuará atual por muitos anos, razão pela qual decidi postar aqui no blog. É fundamental para entender, como se diz na gíria, o que de fato está rolando aqui e agora, no Brasil e no mundo. O que, por exemplo, a moral tem a ver com economia e política? O que é globalismo? O que 'socialismo fabiano'? Esta e outras indagações são respondidas de forma clara e objetiva por Morgenstern ao lado da entrevista muito bem conduzida por Alan Ghani. 

Por tudo isso vale muito a pena ver este vídeo. 



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Sponholz: O homem da mala.

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

EM ÚLTIMO CASO, O 'ESTABLISHMENT' PROCLAMARÁ A 'REPÚBLICA COMUNISTA DO BRASIL - RCB'.

O establishment continua articulando sem parar para ver se consegue colocar de pé algum candidato à Presidência da República.

Há pouco o site O Antagonista anotou o surgimento de mais um candidato presidencial. Desta feita o empresário e funcionário público do PT/PSDB/MDB, Guilherme Afif Domingos, atual Presidente do SEBRAE. Seu partido é o PSD de Gilberto Kassab.

A carreira de amanuense de Guilherme Afif Domingos começou quando a "ex-presidenta" o nomeou como Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa em 2013. O ato de posse do então neófito amanuense foi marcado por um ato insólito, para não dizer nojento. Afif Domingos curvou-se ante a dita "presidenta" beijando suas mãos. Daquele dia em diante Afif Domingos não saiu mais do governo.

Naquela oportunidade e sem qualquer cerimônia Afif passou a acumular dois cargos públicos, já que era vice-Governador de São Paulo, eleito que fora na chapa do Chuchu de Pindamonhangaba.

Só mesmo aqueles que de alguma forma auferem "dividendos" oriundos dos cofres públicos permanecem silentes ante toda essa nojeira.

Desde a funesta Proclamação da República, o Brasil vem sendo dominado pela mesma camarilha que então se apossara do poder e que o tem repassado por sucessão hereditária. Isto em nada difere, por exemplo, do processo sucessório chinês e/ou cubano.

A rigor, o Brasil é uma ditadura comunista disfarçada de democracia por meio de eleições fraudulentas. Com o advento da tecnologia e o surgimento das maquininhas de votar esses canalhas ficaram tão "empoderados" que acabaram roubando tanto até que faliram o Brasil.

Mas este ainda não é o final da história. Pela máxima em vigor segundo a qual "farinha pouca meu pirão primeiro", esses velhacos não sentirão qualquer pejo para aplicar o derradeiro golpe, ou seja a Proclamação da República Comunista do Brasil - RCB.

E nunca faltarão vagabundos e puxa-sacos do poder para beijar a mão do chefe do politburo tupininquim.

Não é para menos que acham o presidenciável líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, muito antipático... Eu sei.


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terça-feira, 24 de abril de 2018

A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL QUE PODE SALVAR O BRASIL: UM GUIA PARA IDENTIFICAR OS REPONSÁVEIS PELA DESGRAÇA NACIONAL.


Ponta de lança do establishment, a revista Veja perdeu os últimos vestígios de credibilidade. Aliás, toda a grande mídia e seus jornalistas amestrados nas universidades. Este vídeo comprova.

Um fato inusitado em toda a história política do Brasil está ocorrendo a 6 meses da eleição presidencial deste ano de 2018, ou seja, o establishment não conseguiu até agora viabilizar um só nome com estofo político, isto é, com credibilidade e popularidade suficientes para despertar algum algum interesse por parte do eleitorado. O ponto fora da curva é o presidenciável Jair Messias Bolsonaro, o único que arrebata multidões, o único que pode viajar se avião, trafegar pelas ruas e aeroportos sem ser admoestado. Ao contrário, é paparicado por eleitores que disputam a primazia de posar ao lado dele para selfies

O establilshment é um termo em inglês muito utilizado nas análises políticas no mundo anglófono e designa, conforme, os dicionários da língua portuguesa a ordem ideológica, econômica, política e legal que constitui uma sociedade ou um Estado. Ou, ainda, numa segunda acepção designa o grupo de indivíduos com poder e influência em determinada organização ou campo de atividade. Em tradução literal establishment significa "estabelecimento", mas no contexto da filosofia política designa aquele grupo de pessoas que por seus poderes e status impõe determinado viés à política, ou seja, a prevalência de seus interesses. Nunca é demais lembrar o conceito weberiano de política que é sábio, curto e grosso: política é a luta pelo poder ou a luta pela manutenção do poder.

Um vislumbre ligeiro na história política do Brasil é possível constatar sem qualquer dúvida que desde a funesta e desastrosa Proclamação da República, o mesmo grupo de poder tem se replicado em novas e sucessivas gerações até os dias de hoje. Sua influência eleitoral começou lá atrás com o dito "voto de cabresto" e foi se sofisticando por meio diversidade e abrangência comunicacional, sobretudo da televisão que passou então a influenciar até mesmo os analfabetos. E, numa outra ponta, também os supostos alfabetizados, graças à dita "guerrilha cultural" por meio de uma "engenharia social" que originou o dito "pensamento politicamente correto".

Daí foi um pulo para o transformismo dos conceitos e dos valores morais que compõem os alicerces da matriz cultural que deu vida social, política, econômica, moral e religiosa ao Ocidente. Dentre esses fatores destaca-se o surgimento do Direito racional e, por via de consequência do dito "império da lei" que deve pairar acima de todos e sem o qual seria impossível o extraordinário progresso da humanidade. Tanto é que neste momento a crise institucional que vive o Brasil decorre do fato de que o Direito Racional é pisoteado quando se tenta transformar o Supremo Tribunal Federal num oráculo à disposição do establishment.

A FORÇA DA INTERNET
Essa manobra do establishment poderia lograr sucesso na época pré-internet. Note-se que essa gente ainda joga o jogo político como se não existissem as redes sociais que pela primeira vez na história deram voz e poder de influência direta aos cidadãos que não necessitam mais de partidos políticos para exercerem o direito de opinar, reclamar e protestar. 


No vídeo acima os "robôs" do presidenciável Jair Bolsonaro em Manaus, quando da visita do pré-candidato àquela capital. As imagens falam por si só e deixam o establishment enlouquecido. São cenas que jamais serão mostradas pela televisão. 

Por outro lado, o impacto da internet sobre os meios de comunicação convencionais - jornais, revistas e a própria televisão e o rádio - também tem sido extremamente corrosivo. Veículos e mídia em papel, por exemplo, já foram para o vinagre, muito antes do que fora previsto lá atrás quando apareceu a internet.

E isto tem gerado um comportamento da dita grande mídia que chega a ser caricato e é motivo para infindáveis gozações pelas rede sociais. Exemplo disso foi a edição da revista Veja desta semana com uma reportagem que acusa a campanha do pré-candidato Jair Bolsonaro de se utilizar de robôs para forjar sua popularidade.

Dias antes, o jornal O Globo, sem qualquer pejo, tascou uma matéria afirmando que Bolsonaro havia sido internado de urgência em Hospital Militar no Rio de Janeiro. Imediatamente após O Globo postar a matéria em seu site, o pré-candidato gravou um vídeo publicado em sua página no Facebook, desmentido a fake news veiculada pelos herdeiros de Roberto Marinho.
O REI ESTÁ NU!
Esta situação política atípica, única na história do Brasil, coloca perante à Nação brasileira a ficção como realidade: o Rei está nu, conforme a velha fábula. Neste caso, o Rei é o establishment, agora despojado das vestes que lhe conferiam autoridade, poder e influência.

Portanto, pela primeira vez em sua história, o povo brasileiro tem acesso à verdade dos fatos e tudo começou quando a Operação Lava Jato puxou o fio da meada que escondia a maior roubalheira da história do Brasil e do mundo!,  que não estava, como de fato ficou comprovado, circunscrita a determinado grupo político mas que envolvia como ficou muito claro e comprovado, todas as esferas da República, todas as grandes e tradicionais lideranças políticas e todos os tradicionais partidos engolfando, em suma, todo o establishment.

Portanto, os fatos são tão claros e tão abundantes que não há qualquer desculpa para os cínicos de sempre tentando de alguma forma levar algum tipo de vantagem. Todos sabem quem são as pontas de lança do establishment. Quem são os operadores dessa fabulosa roubalheira e corrupção que destruiu o Brasil. Sim, nosso país está destruído. Mas desta vez se sabe com todos as letras quem são os autores de toda esta barbaridade. Têm nome, endereço e partido político. Todos eles pertencem ao MDB, PSDB, PT, PP, PDT, REDE, PSB, PCdoB, PSOL entre outos menos votados. Sim, todos os outros nanicos formavam com essas agremiações a denominada "base aliada". Lembram? 

E toda essa gentalha está lutando desesperadamente para tentar se manter no poder de qualquer forma, para continuar roubando, promovendo a corrupção juntamente com o grande empresariado e banqueiros com eles acumpliciados e mais a grande mídia - toda ela - e seus jornalistas a soldo, essa bandalha de comunistas safados, mentirosos e imorais.

Esta é a verdade. A verdade que está aí com todas as letras. Quem teima em ignorar esta verdade é cúmplice da camorra comandada pelo establishmentNessa situação de terra arrasada sobrou de pé apenas uma liderança: Jair Messias Bolsonaro. Isso indica que o Brasil não vive apenas uma crise política, moral e econômica. 

Estamos à beira de um precipício! Ou precisa desenhar? Em suma, o que alinhei neste artigo é a chave para entender toda a jogada. Repliquem pelas redes sociais. O poder do compartilhamento da informação de verdade é incomensurável. Mãos à obra!


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sábado, 21 de abril de 2018

"MOVIMENTO SEGURANÇA NO CAMPO", ORGANIZADO POR PRODUTORES RURAIS, COMEÇA A AGIR E IMPEDE INVASÃO DO MST EM PROPRIEDADE NO NORTE DE MINAS GERAIS.


No Norte de Minas, os produtores rurais deflagraram um movimento de defesa contra invasões do MST do PT e começaram a agir, segundo reportagem do jornal O Estado de Minas que transcrevo a seguir. O grupo de fazendeiros que reagiu à invasão faz parte do Movimento Segurança no Campo cuja tendênciaé se espalhar pelo Brasil. Trata-se, dsegundo os organizadores, de um movimento pacífico destinado a proteger as propriedades rurais de invasões dos jagunços do MST insuflados pelo PT e demais partidos comunistas. Leiam:

Em um acontecimento inusitado, produtores rurais impediram a invasão de uma fazenda por um grupo liderado pelo Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Terra (MST), (dia 18/04/2018), em Montes Claros, no Norte de Minas. Cerca de 80 pessoas tentaram invadir a Fazenda Bom Jesus (de cerca de 200 hectares), de propriedade da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), localizada na região de Toledo, a cinco quilômetros da área urbana, destinada à implantação de uma área industrial. A ação dos sem-terra foi impedida por cerca de 120 produtores de um movimento denominado “Segurança no Campo”.
O movimento tem cerca de 200 produtores rurais. Seus integrantes informam que se organizaram para defender suas propriedades, temendo que as invasões possam aumentar na região, diante de anúncios de lideranças do MST de que vão ampliar as ocupações após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida no último dia 7.
Os sem-terra chegaram à Fazenda Bom Jesus por volta das 6h e começaram a limpar o terreno para a montagem de barracas. Logo em seguida, os produtores rurais ao longo da Estrada da Produção se mobilizaram e também foram para o local, onde colocaram tratores e veículos, impedindo a entrada de colchões, eletrodomésticos, madeira e outros materiais que seriam usados pelas famílias para a montagem do acampamento na propriedade. Eles também impediram a passagem de veículos na estrada, que dá acesso ao distrito de São Pedro das Garças, servindo também como rota alternativa para o município vizinho de Capitão Enéas. O trânsito ficou interditado por sete horas.
O clima ficou tenso e a Polícia Militar foi acionada. Uma pessoa ligada aos produtores rurais retirou da entrada da fazenda o mastro com uma bandeira do MST e colocou no lugar dela uma bandeira do Brasil.  Houve troca de ofensas. “Houve desavenças verbais, mas, com a presença dos policiais, os ânimos se acalmaram”, informou o tenente-coronel Gildásio Rômulo Gonçalves, comandante da 11ª Companhia Independente da PM, que esteve no local.
Com a intermediação da PM e da Comissão de Pastoral da Terra (CPT) e a participação de representantes do MST e do Sindicato Rural de Montes Claros, houve um acordo entre os produtores rurais e trabalhadores sem-terra, que aceitaram deixar o local pacificamente. Eles exigiram que fossem fornecidos pelos produtores dois ônibus e um caminhão-baú, para o transporte dos trabalhadores e dos seus pertences.
As famílias deixaram a propriedade às 16h, em direção a uma área de acampamento já existente, da antiga Fazenda Sanharó, também às margens da Estrada da Produção, a 10 quilômetros da área urbana de Montes Claros. Após saída dos sem-terra, os produtores soltaram fogos para comemorar a “vitória”. Pessoas ligadas aos produtores entraram na área aberta pelos invasores e atearam fogo em varas e restos de papelão que seriam usados no acampamento.

Funcionários das fazendas da região atearam fogo no material que seria usado para instalação do acampamento (foto: Luiz Ribeiro/EM/D.A Press)
REAÇÃO RÁPIDA Segundo o veterinário e produtor Eugênio Teixeira, que participou da mobilização contra os sem-terra nesta quarta-feira e faz parte do grupo, o Movimento Segurança no Campo é pacífico. “Mas, se os sem-terra tentarem invadir nossas propriedades com violência, teremos que reagir à altura. Não queremos isso”, afirmou. Segundo ele, os fazendeiros do Norte de Minas resolveram se unir para defender o direito à propriedade. “Não vamos permitir que marginais – os fora da lei – estejam acima dos cidadãos de bem, que trabalham e produzem”, enfatizou.
O produtor Wilker Lima informou que os integrantes do movimento estão sempre atentos à movimentação do MST na região para uma reação rápida. “Nossa arma é a presença nas propriedades”, afirmou Wilker, lembrando que os produtores querem evitar os conflitos com os sem-terra. “Só queremos o respeito à propriedade privada no campo, da mesma forma como existem propriedades privadas como casas, apartamentos e terrenos na área urbana”, completou o produtor Orlando Machado Pinto.
A reportagem não conseguiu contato com o MST. Em nota, o movimento informa que os trabalhadores ocuparam a Fazenda Bom Jesus, mas “cerca de 20 latifundiários trancaram a estrada que dá acesso à área, cerceando a passagem de água, alimentos e outros itens de necessidade básica”. Do site do jornal Estado de Minas - Reportagem de Luiz Ribeiro


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terça-feira, 17 de abril de 2018

Sponholz: No xadrez!

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