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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Sponholz: 51 anos de cana!

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

sábado, 30 de setembro de 2017

REVELANDO A MÁQUINA INFERNAL DO 'ESTADO PROFUNDO' EM CONLUIO COM A GRANDE MÍDIA PARA CONTINUAR ESPOLIANDO O POVO

A Operação Lava Jato mais do que flagrar e punir os envolvidos na maior teia de corrupção e roubalheiras que levou o Brasil ao fundo do poço tem ainda um mérito muito especial que é revelar a existência do pérfido "Estado paralelo" que nos Estados Unidos é conceituado como "deep state" ou "Estado profundo". 

Trata-se da máquina burocrática que age nas sombras e da qual se valeu o PT logo após alçar o poder. Aliás, não apenas se utilizou deste esquema mas ampliou enormemente por meio do "aparelhamento" de todas as instâncias estatais. Sintetizando: o "Estado paralelo" é constituído pelos membros do governo não eleitos. 

É num caso de crise aguda como se vive agora no Brasil que se tem a oportunidade de verificar a ação deletéria desse "estado profundo". Seus agentes tratam de impedir seu desmantelamento do esquema e a arma mais poderosa para evitar que isso aconteça é a "guerrilha mediática", ou seja, a manipulação da informação através dos veículos midiáticos, a denominada "grande mídia".

Quando as pessoas comentam que tal coisa é inacreditável tem-se aí a prova de que os agentes do "Estado profundo" estão em ação no sentido de evitar que uma verdade "incômoda" venha à tona. 

Os agentes desse "Estado profundo" estão em permanente articulação com os jornalistas da grande mídia e usam todos os poderes do Estado no sentido de manter incólumes seus interesses particulares ou, ainda, atendendo aos interesses de poderosos grupos políticos e econômicos.

Quanto mais surrealista pareça o noticiário da grande mídia mais se evidencia a ação do "Estado profundo".

Feita esta rápida digressão passo a transcrever lgo abaixo uma excelente matéria do site Epoch Times, assinada por Joshua Philipp sobre a ação do "Estado profundo", ou "deep state", nos Estados Unidos. Aliás fruto de intenso debate após a posse do Presidente Donald Trump, já que o homem do topete louro chegou ao poder da Nação mais poderosa do mundo decido a desmontar esse esquema diabólico.

Portanto, vale muito a pena ler esta matéria do Epoch Times, já que ajuda a entender como funciona o "Estado profundo", mormente nos momentos de crise como se vive agora no Brasil. E, a exemplo dos Estados Unidos, o Brasil tem também seu "Estado profundo", constituído por uma miríade de burocratas que conspiram contra os interesses da Nação. Por isso esta matéria, embora referente aos Estados Unidos, serve muito bem para explicar esse "Estado paralelo", que, guardada as proporções, opera no Brasil e foi turbinado desde o primeiro dia em que Lula e seus sequazes chegaram ao poder.

São matérias deste naipe que jamais são veiculadas pela grande mídia e isto constitui a prova cabal de que a própria dita "mainstream media" e seus jornalistas de aluguel, constituem a mais poderosa ferramenta para manter intacta essa teia infernal de interesses particulares revestidos de interesse público nacional. Leiam:

MÍDIA & ESTADO PARALELO
Um grupo de membros não eleitos em vários ramos do governo dos EUA faz uso de agências de inteligência, de funcionários públicos em cargos importantes e de uma rede de fundações e ONGs, para construir um governo alternativo corrupto, que não responde aos eleitores norte-americanos.
Este grupo é popularmente conhecido como ‘Estado paralelo’ (deep state, em inglês). A ONG apartidária de fiscalização Judicial Watch publicou, recentemente, um relatório de 64 páginas, detalhando algumas das atividades ilegais do Estado paralelo, bem como uma série de ações judiciais que o Judicial Watch apresentou contra ele.
“As ações do Estado paralelo constituem um desafio direto ao nosso governo republicano”, Tom Fitton, presidente do Judicial Watch, disse no relatório.
O relatório afirma que o Estado paralelo não é monolítico, mas é formado por pessoas que compartilham uma “mesma mentalidade e visão de mundo” e que, em conjunto, utilizam-se de um sistema de “sigilo, vigilância e subterfúgio”, para levar adiante seus objetivos, enquanto evitam o escrutínio público e legal.
Enquanto isso, o grupo parece aproveitar-se de, e até mesmo agir em conluio, com grandes veículos de mídia, para “vazar” informações que possam favorecer os seus objetivos.
O relatório afirma que “a indústria midiática dos EUA opera, na prática, como o braço de propaganda e a correia de transmissão do Estado paralelo”.
Ele cita um artigo de 2013 de James George Jatras, ex-oficial do Serviço Estrangeiro do Departamento de Estado e analista e conselheiro de políticas do Congresso, no qual se diz que “a imprensa norte-americana opera cada vez mais em conjunto com o establishment político bipartidário em Washington”.
Através dessa união entre o Estado paralelo e os principais veículos de comunicação, o grupo é capaz de criar narrativas ao fornecer informações “vazadas”, sob o manto de “fontes governamentais” anônimas.
Jatras escreveu que fazem parte do Estado paralelo “elementos dos três poderes do governo dos EUA (especialmente militares, da inteligência e do setor financeiro), do setor privado (da indústria financeira, empreiteiras e do setor de tecnologia da informação), think tanks, ONGs, o Demintern, ambos os partidos políticos, agentes de campanha e um exército de lobbystas e profissionais de relações-públicas.
SUBVERSÃO POLÍTICA
O Estado paralelo muitas vezes trabalha através de métodos sutis e prestidigitação, afirma o relatório, no entanto às vezes trabalha mais às claras, para apoiar ou se opor ao governo em exercício. Documentos demonstram, principalmente, que o Estado paralelo trabalhou em estreita colaboração com o governo Obama, que “armou a burocracia permanente da Receita Federal, do FBI e de outras agências de inteligência e de regulação, contra o povo americano e contra os inimigos políticos” do governo e do Estado paralelo.
O relatório afirma que o “Estado paralelo é mais pérfido do que o mero partidarismo, e mais perigoso também, porque é permanente. Enquanto os presidentes e os membros do Congresso vão e vêm, o Estado paralelo é perene, crescendo cada vez mais – e cada vez mais predatório”.
Nos últimos meses, esse grupo passou a mirar, com intensidade, o Presidente Donald Trump, que jurou “drenar o pântano”, e por isso está eliminando os principais programas a que esses funcionários não-eleitos estão vinculados.
Assim, em um lance para proteger seus empregos e seus interesses, Fitton afirma que esses burocratas do Estado paralelo utilizaram-se dos serviços de inteligência e de agências policiais, para empenhar-se em “ações subversivas” destinadas a deslegitimar Trump e “fazer com que o povo americano perca a fé em seu presidente”, visando a destituí-lo do cargo.
O relatório afirma também que, no entanto, “o funcionamento do Estado paralelo não é uma conspiração organizada e meticulosa”, com uma autoridade central conhecida, ou uma localização central. Em vez disso, o grupo segue a agenda de políticos, burocratas e empreiteiras que “frequentam os mesmos e invariáveis círculos da elite”.
Entre aqueles que estão à frente do grupo estão comissionados, funcionários públicos de carreira e terceirizados. O relatório caracteriza o Estado paralelo como uma “doença sistêmica, causada por células rebeldes que estão em metástase, replicando-se para atender seus próprios interesses e sua sobrevivência”.
“Não importa qual partido controla o Congresso. E também não importa a vontade do povo americano. Não importa quem esteja no poder, esse grupo é quem exerce o controle”, afirma o relatório.
“Os operadores que ocupam e manipulam o Estado Paralelo exigem um governo ativista e intervencionista, tanto internamente, quanto internacionalmente. Principalmente, a visão de mundo deles rejeita as crenças e valores da maioria dos patriotas americanos”.
ADMINISTRAÇÃO CORRUPTA
O relatório expõe quatro núcleos desse sistema e detalha uma série de processos judiciais e as informações que a ONG revelou em cada um deles.
Um dos núcleos envolve laços entre a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) e a Soros Open Society Foundations. Em dois processos judiciais, a Judicial Watch revelou que “dinheiro do contribuinte foi canalizado, através da USAID, para desestabilizar e derrubar governos democraticamente eleitos na Macedônia e na Albânia”.
Quando a Judicial Watch entrou com o segundo processo judicial para revelar essas conexões, Fitton diz que eles estavam investigando um “escândalo do governo Obama que estava desviando dinheiro de impostos, para as operações de Soros na Europa”.
Posteriormente, descobriram que, através desses laços, os contribuintes norte-americanos estavam, involuntariamente, pagando à Soros Open Society Foundations, para estabelecer e financiar dezenas de ONGs de esquerda na Macedônia, visando “derrubar o governo conservador”. Esses grupos estavam, por sua vez, coordenando movimentos de jovens para “organizar protestos violentos, objetivando minar as instituições e as políticas públicas do governo”.
Outro núcleo opera através da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). A Judicial Watch revelou, através de outros três processos judiciais, os esforços dos agentes da EPA em esconder, do público e do governo, certas informações; em justificar, com relatórios falsificados, políticas públicas do governo Obama; e em ilegalmente “propagar informação distorcida para o povo americano”.
O relatório cita também um artigo do website Politico, de 02 de fevereiro, afirmando que funcionários públicos da EPA, do Ministério das Relações Exteriores, do Departamento do Trabalho e de outros lugares estavam usando o programa Signal, aplicativo de comunicação criptografada, para criar uma rede dentro da esfera pública, visando a trabalhar contra o governo Trump.
Através de processos judiciais e investigações, a Judicial Watch descobriu que a EPA tem retido ou falhado em fornecer informações importantes que, por lei, deveriam estar disponíveis ao público. O relatório cita um artigo de 20 de setembro de 2016 do Energy and Environment Legal Institute (Instituto Legal de Energia e Meio-Ambiente), afirmando que, durante o governo Obama, era “prática comum” realocar, “para contas de e-mail não oficiais”, “algumas correspondências selecionadas sobre assuntos relacionados ao EPA”.
Um terceiro núcleo do Estado paralelo foi tornado público, quando a Judicial Watch ajuizou quatro processos judiciais contra a Receita Federal (IRS, na sigla em inglês), revelando que o governo Obama usou a IRS para atingir inimigos políticos; bem como uma “aliança ilegal entre o IRS e outras agências do governo, como Departamento de Justiça, o FBI, Departamento de Saúde e de Recursos Humanos”, para espionar cidadãos americanos e fabricar propaganda visando a difamá-los.
O quarto núcleo foi exposto através de seis ações judiciais contra a comunidade de inteligência e policial, que revelaram o monitoramento ilegal de cidadãos americanos, e a politização de agências de espionagem para atacar o governo Trump.

TRANSPARÊNCIA É ESSENCIAL
As atividades do Estado paralelo provavelmente não resistiriam à luz do dia, por isso o relatório da Judicial Watch pressiona Trump para fazer uso de seus poderes presidenciais e começar a desclassificar documentos que expõem as atividades do grupo.
O relatório aponta que o governo Obama parece ter se unido profundamente com esses poderes não eleitos, e, através de políticas e ordens executivas, estabeleceram diretrizes políticas secretas que funcionam como um “véu” sobre suas atividades. Muitas dessas coisas ainda estão em vigor, o relatório afirma, acrescentando que “ess'Eas políticas secretas parecem ter entrado no piloto automático, no governo Trump”.
No entanto, a solução para esse problema talvez já tenha começado. O relatório aponta que “The Freedom Information Act permite ao Poder Executivo divulgar discricionariamente” documentos, e isso permitiria ao governo Trump expor os crimes do Estado paralelo.
Chris Farrell, diretor de investigação da Judicial Watch, afirma no relatório que o “Presidente Trump e os secretários de seu gabinete podem divulgar o que eles quiserem – sempre que assim desejarem. Eles podem exercer o poder discricionário de liberar documentos que são de interesse do público em geral e da imprensa, sobre questões políticas e/ou operações importantes do governo federal”.
Farrell acrescenta que “Divulgar discricionariamente não custa mais do que o movimento de uma caneta”. Do site Epoch Times


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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

IMPRESSIONANTE: 151 ESTATAIS NO BRASIL CONSOMEM R$ 1,2 TRILHÃO POR ANO PARA SUSTENTAR OS PRIVILÉGIOS DE MAIS DE MEIO MILHÃO DE BUROCRATAS.

Enquanto os alegres rapazes e raparigas da grande mídia brasileira dedicam-se a produzir de forma insistente matérias sobre a tal diversidade bundalelê, os ‘gringos’ - sim eles sempre estiveram na nossa frente - decidiram levantar o véu da luxúria que cobre os marajás de 151 estatais que consomem R$ 1,2 trilhão por ano.
A proeza de revelar essa coisa brutal que foi elevada ao ápice pelos mais de 13 anos de desgoverno do PT coube ao site norte-americano Bloomberg e que pode ser lida no original em inglês aqui.
O site Jornal do Brasilhospedado no portal Terra, postou uma versão em português do conteúdo dessa reportagem que transcrevo em seguida para que os leitores tenham uma ideia desse fabuloso oásis de uma casta de marajás sustentados com dinheiro dos contribuintes via uma miríade de impostos infernal.
Tudo isso revela-se como uma séria advertência: se a pilhagem dos cofres públicos não for estancada imediatamente o caminho rumo à venezuelização do Brasil continuará aberto. O começo para acabar com essa essa loucura comunista que castiga a Nação brasileira há décadas é a privatização desse paraíso dos marajás. Isso não é nenhuma novidade. Entretanto, a coisa foi transformada em tabu graças aos velhacos da grande mídia incluindo os jornalistas em sua maioria. Os proprietários de redes de televisão, jornais e revistas há décadas mamam dinheiro dessas estatais, como a Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal entre outras que são generosos anunciantes. Por isso jamais revelam a verdade dos fatos.
Dá para conceber que a Petrobras, que tem o monopólio da produção e distribuição de combustíveis, anuncie? Ora, quem anuncia é porque está dentro do jogo de mercado, da concorrência, o que não é o caso de uma empresa estatal que detém o monopólio. Isso é apenas um exemplo entre tantos outros.
Dito isso passo a transcrever a versão em português do Jornal do Brasil da matéria do site Bloomberg. Leiam:
Matéria publicada nesta terça-feira (26) pela Bloomberg afirma que o fim está próximo para a utopia burocrática do Brasil, com sua cultura de benefícios.
O texto lembra que há 57 anos foi fundada sob as bases da concessão de vantagens para atrair mão de obra qualificada do Rio de Janeiro para Brasília, a capital começa a ver desmoronar um sistema que tem como regra o acúmulo de benefícios. 
Com o déficit fiscal e o consequente aumento da dívida pública, o governo Michel Temer colocou na pauta temas considerados tabus politicamente, relata Bloomberg: reforma da Previdência, privatizações, e corte de benefícios concedidos ao funcionalismo.
O Executivo anunciou em agosto pacote de privatizações de 57 estatais e bens públicos, como Eletrobras, Casa da Moeda, Lotex, aeroportos, portos e rodovias. As estatais que não entraram no portfólio de vendas devem apertar o cinto para reduzir ao máximo as despesas. Outras medidas divulgadas pelo governo são as reduções do auxílio-moradia, do salário inicial de todas as carreiras, além do adiamento por um ano de reajustes já aprovados para várias categorias. Há, ainda, a proposta de reforma da Previdência que prevê a equiparação de regimes de aposentadoria do servidor público ao da iniciativa privada, com um teto bem mais baixo ao que o funcionalismo tem direito hoje.
A nova realidade está levando pessoas a mudarem seus planos. As oportunidades historicamente oferecidas fizeram a estudante Mayara Destro, 24, a se dedicar aos estudos nos últimos dois anos para conseguir uma vaga no setor público.
“Essa decisão me preocupa. Não vejo que o pacote de privatizações vá beneficiar da forma como estão divulgando. Meu medo é que os direitos fiquem ainda mais limitados. Alguma coisa precisa ser feita, eu entendo, mas o governo está optando pelo caminho mais fácil, e não pelo melhor”, avaliou a estudante.
O noticiário destaca: "Brasília é o maior reduto nacional de servidores públicos, com 37 por cento da população ativa diretamente empregada na máquina estatal. Com isso, é uma cidade voltada aos concursos. Mais do que universidades, a capital federal tem centenas de cursos preparatórios para os mais variados tipos de empregos públicos, de auxiliar administrativo a diplomata. Isso porque estes cargos pagam, em média, 59 por cento a mais do que um emprego na iniciativa privada, segundo estudo deste ano publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística".
A máquina estatal oferece estabilidade no emprego e benefícios na maioria das vezes superiores aos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), legislação que rege os empregados da iniciativa privada.
O coordenador da Rede Educacional Alub, Franklin Andrejanini, voltada à preparação para concursos públicos, diz que desde o ano passado há uma queda considerável no número de matrículas.
“Quando Temer entra, instaura de cara um programa de demissões voluntárias em algumas estatais, então, você já começa a ver uma linha de concursos que começa a morrer, como é o caso dos bancos públicos”, afirmou Andrejanini.
De acordo com a Bloomberg o Brasil tem 151 estatais que empregam mais de meio milhão de pessoas, segundo a organização Contas Abertas, comandada pelo economista Gil Castelo Branco, um cão de guarda das contas do governo. De acordo com os cálculos da entidade, estas empresas têm orçamento de aproximadamente R$ 1,2 trilhão ao ano.
PARAÍSO DA CORRUPÇÃO
“Há sentido em ter 151 empresas estatais? Com o Estado grande, elas se tornam um paraíso para os corruptos. A solução para isso, sem dúvida nenhuma, é a privatização. O Estado brasileiro, e não me refiro só às estatais, é coorporativo e ineficiente”, afirmou Castelo Branco.
Há casos emblemáticos da cultura de benefícios concedidos aos servidores públicos. Na Empresa Brasil de Comunicação, a TV estatal, os funcionários recebem dois bônus extras de R$ 1.000 em julho, apelidado de “vale-canjica, e outro no mesmo valor em dezembro, o ‘‘vale-peru’’.
Na Infraero, servidores têm vale-alimentação e vale-refeição inclusive nas férias, dois planos de saúde, além de auxílios-babá e combustível.
A Casa da Moeda emprega dezenas de médicos, dentistas, nutricionistas e massagistas para seus 2.700 funcionários, além do plano de saúde a que os servidores têm direito. No ano passado, pela primeira vez desde o lançamento do Real em 1994, o Banco Central foi autorizado a importar notas de dinheiro porque as produzidas pela estatal estavam mais caras. A importação resultou em um desconto de quase 20 por cento em relação ao preço que a Casa da Moeda ofereceu, segundo a assessoria de imprensa do BC.
Outra empresa pública cujo corte de vantagens está em andamento é os Correios. Ao longo dos últimos 30 anos, a estatal garantiu a seus funcionários uma gama de benefícios muito além dos previstos na CLT, mas que hoje são responsáveis pelas dívidas da empresa. Dentre eles, estão vale-refeição durante as férias, adicional de 70% do salário neste mesmo período (na iniciativa privada este aporte é de 30%), e vale-cultura de R$ 50,00.
Os Correios estiveram na mira da gestão Michel Temer para serem privatizados, mas o quadro de pessoal inchado, os sucessivos déficits anuais, a dificuldade de reinventar a tarefa de uma estatal com monopólio de entrega de cartas – um mercado em queda -, e a alta despesa com o plano de saúde bancado pela empresa paralisaram a estratégia.

MAMATA VERGONHOSA
Bloomberg informa que a redução do benefício aos 141.872 funcionários ativos e aposentados está sendo mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho por falta de acordo. O plano é gratuito e estendido aos filhos, cônjuges e pais dos servidores, atingindo um total de 399.924 beneficiários. A conta para a empresa ao ano é de R$ 1,86 bilhão. A direção da estatal propôs a manutenção da gratuidade aos servidores, mas o pagamento de uma taxa para cada dependente.
O sindicato dos funcionários dos Correios reage à tentativa de modificar o plano de saúde, explica a Bloomberg. Argumenta que os empregados da empresa têm os salários mais baixos das estatais federais e que nas negociações coletivas de trabalho eles optam pela concessão de benefícios em troca de um reajuste salarial menor.
‘‘Entendemos a importância de se adotar medidas que preservem a sustentabilidade dos Correios, mas não serão aceitas redução de direitos para penalizar os trabalhadores’’, sustenta Suzy Cristiny, secretária de imprensa da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares.
O argumento dos salários mais baixos entre as estatais federais não sensibiliza o presidente dos Correios, Guilherme Campos, que assumiu a presidência no ano passado com a missão de acabar com o déficit da empresa.

‘‘Poderíamos simplesmente cortar todos os benefícios, mas não é correto agir desta forma. Estamos negociando, mas se não houver redução do custo da empresa, o futuro dela é fechar as portas’’, disse Campos à Bloomberg.


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

BOLSONARO E O DESABAFO DE UM NORDESTINO

Um nordestino enviou este vídeo para o deputado Jair Messias Bolsonaro que fez a postagem em sua página oficial do Facebook.

Vale a pena ver e ouvir com atenção. Por mais que os institutos de pesquisa, como o globalista bundalelê Ipsos e outros do mesmo naipe se esforcem na manipulação criminosa da verdade, com o concurso não menos criminoso e deletério dos jornalistas da grande mídia, o certo é que pela primeira vez na história política do Brasil a agenda da campanha presidencial mudou radicalmente.

Não é para menos que toda a esquerda está enlouquecida e perderão os últimos vestígios de vergonha na cara. Porém desta vez não ditarão sozinhas a regra do jogo de forma impune.

Afinal, é a primeira vez que numa campanha eleitoral presidencial o repertório de uma nota só do esquerdismo será contrastado em alto e bom som pelos postulados conservadores que não sairão apenas da boca de intelectuais, mas de pessoas comuns que agora, por meio da internet, adquirem um protagonismo jamais imaginado, como é o caso desse cidadão nordestino do vídeo.

Este é o pano de fundo do palco eleitoral presidencial. O repertório mudou, embora os jagunços esquerdistas que dominam as redações seguirão mentindo, tergiversando, invocando o mantra bestial da diversidade bundalelê. 

Não tem preço, portanto, ver toda essa gentalha como ratos desesperados num grande navio indo a pique. Afinal, os mega grupos de comunicação exalam o último suspiro. E o exemplo dessa insofismável desta verdade é o próprio presidenciável Jair Bolsonaro, cuja atuação até aqui prescinde do apoio dos grande veículos de mídia. Sua voz ecoa só e apenas pelas redes sociais. Da grande mídia vem apenas o arroto nervoso e fedorento de seus operadores eivado de mentiras histriônicas e inimagináveis.

Quanto aos demais oponentes de Bolsonaro, sabe-se que dificilmente receberão um vídeo de um nordestino comum que não seja cevado pelas mortadelas fornecidas pelo PT.

Não. A eleição presidencial de 2018 não terá nada a ver com as pregressas. O tempo passou na janela e as carolinas da política não viram porque estavam por demais entretidas com a corrupção e a roubalheira desvairada que deixou o Brasil deste jeito. Estavam sonhando acordadas com caixas e malas de dinheiro tungadas as verbas que seriam destinadas à saúde, à educação e à segurança; à reconstrução e manutenção das estradas, das ruas; ao planejamento de médio e longo prazo na geração e fornecimento de energia elétrica; na atualização tecnológica e expansão da velocidade da internet; enfim, uma série de iniciativas de urgente necessidade que foram descuradas de forma criminosa pela maldição lulopetista que castigou o Brasil por mais de 13 anos em conluio com potentados das indústrias e dos bancos.

O autor do vídeo, que se identifica ao final com sua própria imagem, fala não só pelos nordestinos. Fala o que todos os brasileiros de bem têm trancado suas gargantas e querem desabafar. Por certo o farão no pleito de outubro de 2018.

Conforme o velho e sábio adágio, quem viver verá!


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RECEITA FEDERAL ALERTA PARA GOLPE QUE PEDE ATUALIZAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS VIA INTERNET OU PELO CORREIO

A Receita Federal divulgou nota nesta segunda-feira alertando para um golpe que está sendo realizado por via postal, e não por e-mail, como tem sido mais comum. De acordo com o órgão, o contribuinte recebe, por correspondência, em sua residência, uma intimação para regularização de dados cadastrais. Nesta correspondência, há um endereço eletrônico para acesso e atualização de dados bancários. Só que o endereço eletrônico informado não tem nenhuma relação com o site da Receita, ressalta a nota.
“Apesar de conter o logotipo e o nome da Receita Federal, a carta é uma tentativa de golpe e não é enviada pelo órgão nem tem sua aprovação”, esclarece a nota.
A orientação da Receita ao contribuinte é que, caso receba esse tipo de correspondência, destrua a carta e jamais acesse o endereço eletrônico indicado.
A Receita Federal adverte que, para fins de consulta, download de programas ou alterações de informações junto ao Fisco federal, não devem ser acessados endereços eletrônicos que não o oficial do Órgão: idg.receita.fazenda.gov.br. Caso o faça, o contribuinte estará sujeito a vírus e malwares, que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais. Do site de O Globo


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