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sexta-feira, 7 de julho de 2017

MR. DONALD DONALD TRUMP DETONANDO EM MAIS UM MEME NAS REDES SOCIAIS


Mais um meme sobre Donald Trump bombando nas redes sociais. Desta feita o Presidente mais odiado pela escumalha esquerdista fulmina um andróide das arábias quebrando o tabu comunista construído pelos idiotas das redações da grande mídia.

Zapeando pelos sites da grande mídia não escapa um. Todos eles promovendo o nefasto e criminoso pensamento politicamente correto. Aquele estudo sobre jornalistas que postei aqui no blog ainda diz muito pouco sobre a natureza e hábitos desses vermes.



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O PORTE DE ARMA É UM DIREITO DO CIDADÃO. OS BRASILEIROS NÃO PODEM CONTINUAR À MERCÊ A VIOLÊNCIA E DO TERROR.

O economista Alan Ghani, do site InfoMoney e Bene Barbosa, considerado o maior especialista em segurança pública do Brasil. CLIQUE AQUI PARA VER EM VÍDEO A ENTREVISTA
Recomendo muito a todos os leitores que assistam essa entrevista concedida por Bene Barbosa a Alan Ghani, do site InfoMoney. Bene Barbosa é considerado o maior especialistas brasileiro em segurança pública e que há anos dedica-se à esse tema tão importante, mormente para os cidadãos brasileiros submetidos a hegemonia do banditismo. Sim, o Brasil tem mais de 40 mil homicídios por ano, estatística que coloca nossa Nação no rol dos países mais violentos do planeta, senão o maior!

Em 23 de outubro de 2005 foi realizado um referendo onde o eleitor votava respondendo à seguinte pergunta: "O comércio de Armas de Fogo e Munições deve ser proibido no Brasil?" 

No período que antecedeu o referendo a Nação brasileira foi bombardeada a torto e a direito com uma violenta propaganda às custas do erário para garantir o Sim. Quem estava no Governo? Ora, Lula e seus sequazes. Era o PT do mensalão e mais adiante, como se viu com a Operação Lava Jato, o PT do petrolão.

Na época que antecedeu o Referendo, os famigerados institutos de pesquisa como Ibope e DataFolha antecipavam que a tese do desarmamento seria vencedora. Mas não foi. Os cidadãos brasileiros sentiram o cheiro de carne queimada e disseram não ao projeto da canalha comunista do PT e seus sequazes, dentre eles, a grande mídia e seus jornalistas "fake news'.

Resultado: 63,94% dos votantes (algo em torno de 95 milhões de brasileiros) votarão NÃO. Mas o então governo de Lula e seus sequazes simplesmente não respeitou o resultado do referendo e, mais adiante, conseguiu aprovar no Congresso Nacional o deletério "Estatuto do Desarmamento", sabe-se lá quantas propinas e benesses variadas compraram os votos que fizeram tábula rasa do resultado do referendo.

O resultado está aí: os cidadãos desarmados sujeitos à sanha dos assassinos. Nunca na história do Brasil a insegurança foi tamanha. Aliás, o desarmamento é a primeira providência da canalha comunista para dominar uma nação. É sobre tudo isso e muito mais a entrevista de Bene Barbosa concedida Alan Ghani.
O FILME PROIBIDO
Já está concluído e disponível para locação o filme documentário "Desarmados", do qual Bene Barbosa, vamos dizer assim, é protagonista. E, por incrível que pareça, o filme foi proibido pelos cinemas e seus produtores estão articulando para disponibilizar no Youtube. Por enquanto o filme pode ser locado no Youtube aqui. Apenas o trailer do filme, como se vê acima, está no Youtube.

Está acontecendo com "Desarmados", algo parecido com o que ocorre com o premiado filme "O jardim das Aflições", sobre filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho, que também tem sofrido represálias variadas e não entrou no circuito normal dos cinemas, embora tenha lotado platéias onde é exibido. 

Como se percebe claramente a hegemonia histérica dos malditos comunistas continua entranhada em diversos setores ditos 'culturais'. Para isso contam com a grande mídia toda ela controlada pelos esbirros da falange vermelha que insiste em transformar o Brasil numa Venezuela.

Um dos principais fatores que determinam todas essas barbaridades que vêm ocorrendo é a cumplicidade da grande mídia e seus jornalistas vinculados com o aparelho comunista. Haja vista para o fato que todos os dias lá está Lula e seus comparsas nos jornais e televisões dando entrevistas e inclusive ameaçando o povo brasileiro.

Isto tudo não pode continuar. A violência no Brasil que chegou aos níveis atuais se iniciou logo que Lula e seus sequazes entraram o Palácio do Planalto. Há dois países: o Brasil antes do PT e o Brasil sob o tacão do terror comunista terceirizado por bandidos armados!  


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

ESTUDO CIENTÍFICO AJUDA A ENTENDER O COMPORTAMENTO DOS JORNALISTAS E A PROFUSÃO DE "FAKE NEWS'


A sempre excelente Embaixada da Resistência, em sua página do Facebook, traduziu por meio de legendas um vídeo postado no Youtube pelo blogger norte-americano Mark Dice, em que faz um resumo de reportagem do site Business Insider abordando estudo sobre o comportamento e capacidade dos jornalistas.

Como jornalista há mais de 45 anos na profissão me sinto inteiramente à vontade para editar esta postagem. Aliás, volta e meio estou eu aqui a analisar e criticar a mídia mainstream. A matéria do Business Insider, baseada num estudo da neurocientista Tara Swart, de certa forma corrobora as críticas que formulo aos meus "colegas" de profissão. 

O título da matéria do Insider tem o seguinte título em tradução livre do inglês: "Os jornalistas bebem demais, são maus em gerenciar emoções e operam a um nível mais baixo do que a média, de acordo com um novo estudo".

Não é à toa, portanto, que o Presidente Donald Trump de dedo em riste durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca fulminou: Fake News!, apontando para um jornalista da CNN.

De certa forma, as descobertas da doutora Tara Swart fazem sentido, embora para mim não causem surpresa.

Devo salientar entretanto, que se a maioria dos jornalistas da grande mídia é esse desastre que testemunhamos diariamente reconheço que há colegas profissionais competentes que se atêm aos fatos e que deploram as 'fake news, o último recurso da canalhice jornalística inconformada com a eleição de Donald Trump.


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

"O JARDIM DAS AFLIÇÕES" QUEBRA O TABU MONTADO PELA MÍDIA 'MAINSTREAM' E PELOS CATADORES DE CARAMINGUÁ ESTATAIS

Olavo de Carvalho e o cineasta Josias Teófilo durante as filmagens de "O Jardim das Aflições", na Virginia, Estados Unidos.
Embora não seja um aficcionado do cinema, principalmente pelo fato de que essa expressão cultural que tem Hollywood como emblema foi tomada de assalto pela histeria esquerdista. Há anos que não entro num cinema como também não vejo televisão.

Se escrevi sobre cinema aqui no blog nem me lembro mais. Ou melhor, lembro apenas de ter noticiado que o cineasta pernambucano Josias Teófilo estava produzindo um filme sobre o jornalista, filósofo, escritor Olavo de Carvalho. O filme foi concluído recentemente e lota as platéias onde é exibido, acendendo a ira da patrulha esquerdista comandada pelos pseudos “cineastas” brasileiros em conluio com o jornalismo chulé da grande mídia.

Para o desgosto desses demolidores culturais “Jardim das Aflições” foi o vencedor da 21a. edição do Cine PE, tradicional premiação brasileira no âmbito da produção cinematográfica, como o Melhor Longa-Metragem. A escolha foi feita pelo júri oficial do festival e pelo júri popular, que este ano foi realizado por meio de votação on-line.

E por que tanta celeuma em torno desse filme? Ora, porque aborda o pensamento de Olavo de Carvalho que dispensa apresentação. Olavo é um ponto fora da curva. Não comunga com a bestialidade que tomou conta da produção cultural brasileira movida com dinheiro público a rodo por meio do deletério Ministério de Cultura.

Olavo que na juventude chegou a militar no Partido Comunista, exerceu o jornalismo e abraçou a filosofia tornando-se um filósofo e escritor conservador compulsivo que já produziu uma vastíssima obra. Há mais de uma década Olavo de Carvalho mudou-se para os Estados Unidos e antes disso militou na grande imprensa nacional tendo trabalhado em jornais como O Globo, Folha de S. Paulo, Zero Hora, entre outros. Na verdade Olavo foi alvo de uma perseguição inclemente aqui no Brasil pelos seus próprios colegas de redação.

Como estou na atividade jornalística há mais de 45 anos e com uns 20 anos dentro de redação, afirmo que é justamente no âmbito do jornalismo onde existem os tipos humanos mais estúpidos e boçais que já conheci. Todos eles se encaixam perfeitamente no perfil dos algozes de Olavo de Carvalho. As exceções são mínimas e Olavo de Carvalho é uma delas e por isso foi além, muito além da pobreza de espírito encarnada nessa malta ignara que domina a mídia mainstream.

Tanto é que apesar de 'O Jardim das Aflições' levar o prêmio máximo da 21a. edição do Cine PE, os auto-intitulados “críticos de cinema” das redações continuam tergiversando e sempre acabam de uma maneira ou de outra tentando desqualificar o filme justamente por enfocar a obra filosófica de Olavo de Carvalho.

Seja como for, o fato é que “O Jardim das Aflições” continua lotando platéias.  O filme é um documentário sobre a filosofia de Olavo de Carvalho e mostra a rotina pacata do intelectual paulista, que atualmente reside com sua família na cidade de Colonial Heights, Estado da Virgínia (EUA). O filme tem como ponto de partida os temas do livro homônimo publicado por Olavo em 1995. “O Jardim das Aflições” também ganhou o ‘Calunga’ de melhor montagem.

Portanto, esse prêmio ao filme “Jardim das Aflições” transcende à merecida honraria porquanto sinaliza em termos culturais e também político - por que não? - que algo está mudando pela primeira vez no Brasil. Dentre os operadores de destaque dessa mudança estão, entre outros Olavo de Carvalho e o próprio cineasta Josias Teófilo que desprezou os caraminguás estatais para produzir o filme, valendo-se de campanha por meio de crownd funding pela internet.

E o mais importante é que o filme de Josias Teófilo é a maior porretada desferida contra o tabu esquerdopata montado pelo jornalismo mainstream e os pretensos donatários da produção cultural.


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Sponholz: Que venha 2018!

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A TROCA DE POPULAÇÃO ESTÁ EM CURSO NA EUROPA

Por Giulio Meotti (*)
Do site Gatestone - Original em inglês: A Replacement of Population is Taking Place in Europe
Tradução: Joseph Skilnik
Primeiro foi a rota húngara. Em seguida a rota dos Bálcãs. Agora a Itália é o epicentro do terremoto demográfico, tornando-se o ponto fraco da Europa à medida que centenas de milhares de migrantes chegam ao continente.
Com a recente chegada de praticamente 10 mil migrantes em um espaço de tempo de três dias, o número de migrantes aportados em 2017 excedeu 60 mil - 48% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando somavam 40 mil. No fim de semana da Páscoa foi registrado o recorde de 8 mil migrantes resgatados no Mediterrâneo e levados para a Itália. Esse quadro é apenas a ponta do iceberg: durante o verão, o número de chegadas da Líbia se intensificará ainda mais.
Uma troca de população está em curso na Itália. Mas se você abrir os principais jornais dificilmente verá esses dados. Nenhuma rede de TV reservou um tempinho para mostrar o que está acontecendo. Não é permitida nenhuma crítica. A invasão é considerada um fato consumado.
Em 2016 176.554 migrantes desembarcaram na Itália - oito vezes mais do que em 2014. Em 2015 foram 103.792. Em 2014 foram 66.066. Em 2013 apenas 22.118. Nos últimos quatro anos 427 mil migrantes chegaram à Itália. Somente nos primeiros cinco meses do ano corrente a Itália acolheu 10% do número total de migrantes que chegaram nos últimos quatro anos.
Há dias em que a guarda costeira e a marinha italiana resgatam 1.700 migrantes em 24 horas. O país está exaurido. Há aldeias italianas onde um décimo da população já é formada por novos migrantes. Estamos falando de pequenos povoados com 220 habitantes e 40 migrantes.
Um dos principais aspectos desta revolução demográfica é que ela está ocorrendo em um país que envelhece de forma dramática. De acordo com um relatório que acaba de ser divulgado, pelo Departamento de Estatística da Itália, a população da Itália encolherá para 53,7 milhões em meio século - um encolhimento de sete milhões de pessoas. A Itália, país que tem uma das menores taxas de fertilidade do mundo, perderá entre 600 mil e 800 mil cidadãos todos os anos. Os número de imigrantes ultrapassará a casa dos 14 milhões, cerca de um quarto da população total. No entanto, em um cenário mais pessimista, a população italiana poderá encolher para 46 milhões, uma perda de 14 milhões de pessoas.
Em 2050 um terço da população da Itália será composta por estrangeiros, de acordo com o relatório da ONU "Reposição via Migração: é uma Solução para o Declínio e o Envelhecimento de Populações", que imagina um caldeirão cultural que poderá explodir em tensões culturais e sociais. A intensidade das chegadas cairá de 300 mil para 270 mil pessoas por ano até 2065, portanto, neste período estima-se que chegarão 14,4 milhões de pessoas. Somando-se a esse número mais de 5 milhões de imigrantes que se encontram atualmente na Itália, estima-se que 37% da população sejam estrangeiros: mais de um em cada três habitantes.
Concomitantemente, o sistema de ajuda humanitária foi sacudido por novos escândalos. "A hipótese investigativa a ser verificada é que elementos ligados ao ISIS atuam como suporte logístico aos fluxos migratórios" foi um alerta que acaba de ser entregue ao promotor antimáfia e contraterrorismo italiano do Comitê de Schengen, Franco Roberti. Já há juízes investigando a conexão entre os traficantes de migrantes no Norte da África e as ONGs italianas que os resgataram no Mediterrâneo. Os traficantes de pessoas trazem os migrantes para os navios das ONGs, que em seguida são enviados aos portos italianos. Outro inquérito foi instaurado no tocante aos interesses econômicos da máfia na gestão dos migrantes após a sua chegada.
Somente a 2,65% dos migrantes que chegaram à Itália foram concedidos asilo como refugiados genuínos, de acordo com as Nações Unidas. O restante, ao que tudo indica, não está fugindo de guerras ou genocídio. No entanto, apesar de toda essa evidência, não tem como se comparar os migrantes aos judeus que fugiam do nazismo. O Papa Francisco, por exemplo, comparou recentemente os centros para migrantes com os "Campos de concentração nazistas". A pergunta que não quer calar é: onde estão as câmaras de gás, as "experiências" médicas, os crematórios, o trabalho escravo, as marchas forçadas e os pelotões de fuzilamento. Os jornais italianos estão publicando artigos sobre o "Holocausto do Mediterrâneo", comparando a morte dos migrantes que tentam chegar ao sul da Itália à morte dos judeus nas câmaras de gás em Auschwitz. Outro jornalista, Gad Lerner, com o intuito de apoiar os migrantes, descreveu a condição deles com a mesma palavra cunhada pelos nazistas em relação aos judeus: untermensch, seres humanos inferiores. Essas comparações são divulgadas pela mídia por uma razão bem precisa: dar fim ao debate.
Para entender quão vergonhosas são essas comparações, temos que dar uma olhada no custo de cada migrante ao tesouro da Itália. Os imigrantes, uma vez registrados, recebem uma renda mensal de 900 euros por mês (30 euros por dia para despesas pessoais). Outros 900 euros vão para os italianos que os abrigam. Mais 600 euros são necessários para cobrir as despesas de seguro. Ao todo cada imigrante custa à Itália 2.400 euros ao mês. Um policial ganha metade dessa cifra. Um voluntário naval que salva migrantes recebe uma ajuda de custo de 900 euros por mês. Os nazistas também eram tão generosos com os judeus untermenschen?
O custo dos migrantes para as finanças públicas italianas já é imenso e destruirá a possibilidade de qualquer crescimento econômico. "O impacto global no orçamento italiano em relação às despesas com os migrantes é atualmente quantificado em 2,6 bilhões de euros para o exercício de 2015, com a estimativa de saltar para 3,3 bilhões em 2016 e 4,2 bilhões em 2017, em um cenário constante", segundo explicação do Ministro da Fazenda. Em termos comparativos, esses números dão uma ideia mais clara de quanto a Itália está gastando nesta crise: em 2017 o governo está despendendo 1,9 bilhões de euros em pensões e 4,2 bilhões de euros para os migrantes e 4,5 bilhões de euros para o plano nacional de habitação contra 4,2 bilhões de euros para os migrantes.
O establishment cultural italiano está no momento totalmente focado em apoiar a migração em massa. O filme italiano indicado para o Oscar no ano passado foi Fogo no Mar, no qual o personagem central é um médico que trata os migrantes logo após a sua chegada ao país. O Primeiro Ministro italiano Matteo Renzi levou 27 DVDs do filme a uma sessão da Comissão Europeia. As redes de TV comerciais da Itália produziram inúmeros programas de televisão sobre os migrantes, como por exemplo "Lampedusa", em referência ao nome da ilha italiana. Cem mil italianos tomaram as ruas de Milão em uma "manifestação de solidariedade" para com os migrantes. Que espécie de "solidariedade" poderá haver se meio milhão de pessoas foram resgatadas pelo governo italiano e todo o país parece estar determinado a abrir suas portas a todo o Norte da África?
Winston Churchill estava convencido de que o Mediterrâneo era o "ponto fraco" da Europa de Hitler. Tornou-se agora o ponto fraco da transformação da Europa na Eurábia.
(*) Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.


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