Leiam trecho:
Não escrevo, não falo e não penso para saciar a sede de sangue de ninguém. Comigo, ou as coisas são feitas segundo as regras do Estado democrático e (atenção para o conectivo!) de Direito ou não servem.
Não combati a civilização petralha porque “eles” são “eles” e “nós” somos “nós”. Eu a combati por causa de seus métodos. Os que me detestam não são os meus interlocutores às avessas nem meus guias morais por contraste. Não serão eles a definir as minhas escolhas. Eu as faço sem levar em conta o que eles pensam. De resto, a minha profissão não é ser antipetista. Não sou funcionário das obsessões alheias.
Acho que Lula, com efeito, é o chefe do petrolão. Acho que ele era o chefe do mensalão. Na verdade, há 15 anos escrevo que o considero o chefe de um esquema para assaltar a institucionalidade. Mas se, por isso, esperam que condescenda com o show de Deltan Dallagnol, podem tirar o cavalo da chuva. E repudio aquele espetáculo, entre outras razões, porque o considero contraproducente. Há uma boa possibilidade de o buliçoso procurador ter assinado na quarta-feira (14) a absolvição do chefão petista.
(…)
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