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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"É NATURAL QUE PESSOAS INVESTIGADAS REAJAM", DIZ O PROCURADOR DELTAN DALLAGNOLL.

O Procurador Deltan Dallagnoll: "isso não nos surpreende, encaramos com naturalidade".
Essas cenas burlescas montadas pelo PT com soluços e choro copioso de Lula por certo atende o script do ex-marketeiro João Santana. Até Narizinho pintou o cabelo e Lula caprichou nas cenas que reeditaram os velhos dramalhões do cinema. Parece que a montagem exigiu mais de uma hora de palavreado de Lula e choro convulsivo. Seria este o final dramático do dramalhão criado pelo ex-marketeiro baiano? Saberemos quando o tal filme do impeachment da "ex-presidenta" estiver concluído.

Os jornalões e as televisões editam em profusão toda essa montagem ridícula dos extertores do PT. Só não se sabe até agora quem está financiando esse filme. Pode ser algum mecenas petralha com os restos da bufunfa do petrolão? 

Seja como for, alguém está conseguindo mortadelas extras.

Em contrapartida, o Procurador Federal Deltan Dallagnoll falou sobre o 'day after' e o site de O Globo publicou. Transcrevo:

Horas depois de o ex-presidente Lula classificar de pirotecnia a denúncia formulada pela Lava-Jato, o procurador do MP de Curitiba, Deltan Dallagnoll, considerou natural a reação em relação à denúncia contra o ex-presidente Lula. Numa palestra na Semana da Democracia, em Curitiba, ele voltou a rebater as c ríticas que a investigação é partidarizada, ao afirmar que a Lava-Jato tem mais de 300 pessoas envolvidas, técnicas e concursadas, e que são apenas "pais de família" fazendo o seu trabalho.
— É natural que as pessoas investigadas reajam, isso não nos surpreende, encaramos com naturalidade. E quando essas pessoas são poderosas, econômica e politicamente, a reação toma vulto. Vamos continuar caminhando com serenidade e equilíbrio — afirmou o procurador.
Dallagnol comparou a reação às mesmas que ocorreram após a 7ª Fase da Operação, que levou à prisão executivos das principais empreiteiras do país, quando a força-tarefa da Lava-Jato foi acusada de cometer excessos.
— Naquela época a reação foi dizer que estávamos cometendo uma série de abusos, excessos, e que não tinha nenhum crime por parte dos empresários - disse o procurador, acrescentando que as empresas passaram afirmar que foram vitimas de extorsão.
— É uma estratégia de comunicação — comparou.
O procurador afirmou que o mesmo se repetiu quando a Lava-Jato atingiu as empresas Odebrecht e Andrade Gutierrez, quando uma das empreiteiras também chamou a imprensa para dizer que os procuradores tinham apenas indícios e presunções, sem provas. Dallagnol disse que a Lava-Jato já tinha provas de depósitos feitos pelas empreiteiras no exterior, em contas de executivos da Petrobras que haviam sido corrompidos e que reconheceram ter recebido propina.
Para ele, falar em partidarização é criar uma teoria da conspiração, pois a força tarefa da Lava-Jato reúne 13 procuradores e 50 técnicos no MPF, além de mais de 40 policiais federais e técnicos da Receita, todos concursados e sem histórico de atuação partidária.
Na avaliação do procurador, a corrupção no Brasil é sistêmica, não está ligada a um partido A ou B. Ele explicou que crimes anteriores a 2002 não são denunciados porque prescreveram.
— Mudança de governo não é meio caminho contra a corrupção, não é caminho nenhum — disse Dallagnoll, lembrando que um presidente consegue maioria no Congresso trocando cargos na administração pública. Do site de O Globo


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