O cineasta Fernando Meirelles é o diretor criativo da festa de abertura dos Jogos Olímpicos. Fez declarações bestas no Twitter, a saber:
“Bolsanaro vai odiar a cerimônia. Trump também. Pelo menos nisso acertamos.”
Depois explicou:
“A cerimônia de hoje terá índios, empoderamento dos negros e das mulheres, transgêneros e um alerta contra os riscos do uso de petróleo”.
Ainda não vi o espetáculo. Está só no começo. Paulinho da Viola canta o Hino Nacional. Uma interpretação enxuta, minimalista, bonita.
Vamos ver o que vem.
Recomendo a Meirelles que escolha oponentes mais qualificados. Se esses temas são mesmo importantes, assim deve ser independentemente de quem os combata.
Quer dizer que Meirelles só abriga essas causas como manifestação reativa?
As palavras fazem sentido.
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