Grupo de deputados do PP — Partido Progressista — decidiu desligar-se da base aliada do governo Dilma e apoiar a abertura do processo impeachment na votação de domingo. Até então cortejado para as vagas deixadas com a ruptura do PMDB (negociando a pasta da Saúde e Caixa Econômica Federal), agora parte do partido sinaliza o descrédito na vitória da petista.
Esses deputados querem agora que o presidente do partido, Ciro Nogueira (PI) anuncie formalmente a ruptura com o Planalto e rejeite às negociações por cargos. A reunião que deliberou o rompimento foi organizada pelo líder da bancada, Aguinaldo Ribeiro (PB), que ontem votou contra o relator do pedido de impeachment.
O partido tem a quarta maior bancada na Câmara, com 47 dos 513 votos no plenário.
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