Na cerimônia de entrega do “Premio Jovem Cientista”, na terça, em Brasília, na presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, e dos agraciados, a presidente Dilma Rousseff disse mais uma para a posteridade:
“(…) Considerando a capacidade de distribuir o seu desenvolvimento com a sua população, transformar o mundo significa, necessariamente, levar a cada uma das pessoas as melhores condições de vida, né, Aldo?, desde a Arca de Noé”.
Dizer o quê?
É… Quando Noé, um conservador, escolheu um macho e uma fêmea de cada espécie para enfrentar aquele chuvisqueiro, não deixava de haver ciência ali, né? Sabe como é… Um macho, uma fêmea, o balanço da arca, aquele tédio, Kikop Zambianchi na vitrola: “Mas só chove, chove, chove…”
Hoje em dia, Noé teria trabalho, coitadinho! As transgêneras logo se levantariam: “A gente vai morrer afogada, seu Noé?”
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