Leiam esta nota impagável no Ancelmo.com, de Ancelmo Gois. Volto depois.
Que raiva! Sei de cor esse soneto de Bocage (e outros) faz muito tempo. E jamais tinha me ocorrido o gracejo. Está tudo dito. Não publico a íntegra do poema, que vocês encontram com facilidade, porque ele não é muito de família, hehe.
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