A revista Veja chego tinindo às bancas neste sábado. Um das reportagens é demolidora ao atirar a pá de cal sobre a candidatura do advogado petista Luiz Edson Fachin a ministro do STF.
Quem deve estar roendo as unhas é o senador tucano Álvaro Dias, que encerra sua carreira política de forma melancólica ao fazer a defesa desse esbirro do PT e do Foro de São Paulo.
Veja descobriu que Fachin, embora impedido pela lei, como professor remunerado pela União, advogou contra o Brasil em favor do governo paraguaio então comandado pelo bispo comunista Fernando Lugo, amiguinho de Lula e Dilma, que mais tarde sofreu impeachment.
Para começo de conversa, além de comunista petista radical, esse Fachin é um traidor do Brasil. Num país sério teria sua aposentadoria de professor público cassada e ainda por cima amargaria um bom tempo na cadeia. No entanto, está sendo indicado para o Supremo Tribunal Federal. Sem palavras. Leiam um aperitivo desta reportagem-bomba de Veja:
Na última terça-feira, o advogado Luiz Edson Fachin deixou a exaustiva sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aplaudido e colocou um pé no Supremo Tribunal Federal (STF) - falta agora o derradeiro aval do plenário. Com respostas calculadas que em nada lembraram as posições radicais e esquerdistas do passado, Fachin foi questionado sobre temas espinhosos em sua trajetória. Driblou quase todas. Mas uma pergunta preparada pelos senadores acabou não sendo feita: abordava a relação do professor remunerado pela União com os diretores de Itaipu Binacional, que levaram Fachin a advogar contra a própria União em defesa dos interesses do governo paraguaio.
A edição de VEJA que chega às bancas neste final de semana relata o caso e aponta a razão por que os senadores, que devem votar em plenário a indicação de Fachin na próxima terça-feira, precisam refletir cuidadosamente a respeito dele: "O artigo 117 da Lei nº 8112/1990 proíbe servidor federal de 'aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro'". Do site da revista Veja
Na última terça-feira, o advogado Luiz Edson Fachin deixou a exaustiva sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aplaudido e colocou um pé no Supremo Tribunal Federal (STF) - falta agora o derradeiro aval do plenário. Com respostas calculadas que em nada lembraram as posições radicais e esquerdistas do passado, Fachin foi questionado sobre temas espinhosos em sua trajetória. Driblou quase todas. Mas uma pergunta preparada pelos senadores acabou não sendo feita: abordava a relação do professor remunerado pela União com os diretores de Itaipu Binacional, que levaram Fachin a advogar contra a própria União em defesa dos interesses do governo paraguaio.
A edição de VEJA que chega às bancas neste final de semana relata o caso e aponta a razão por que os senadores, que devem votar em plenário a indicação de Fachin na próxima terça-feira, precisam refletir cuidadosamente a respeito dele: "O artigo 117 da Lei nº 8112/1990 proíbe servidor federal de 'aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro'". Do site da revista Veja
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